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  • Mertxe Pasamontes 9:00 am em 16/05/2012 Permalink | Responder
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    Você ignora a “gentinha”? 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Decidi permitir a mim mesma usar o mesmo termo que utiliza Tom Peters, “gentinha”, porque acho que é fácil entender de que e de quem estamos falando. Deixando claro, caso alguém ainda fique na dúvida, não o uso no sentido pejorativo e sim para enfocar o tema de forma que todos possamos entendê-lo.

    No entanto, vamos também dar alguns exemplos de “gentinha”: em uma empresa, um chefe poderia considerar “gentinha” quaisquer pessoas que estão tão abaixo de seu cargo, que pensa que elas não lhe atingem em absoluto. Isso pode ir da faxineira ao limpador de vidros, passando por um teleoperador ou pelo último empregado que começou a trabalhar na lanchonete. No caso das Redes Sociais, um “guru” ou alguém com muitos seguidores, poderia considerar “gentinha” alguém com poucos seguidores ou escassa repercussão aparente.

    Quando uma pessoa põe essa rótulo em alguém, ocorrem várias coisas. Uma delas é que ela não está mostrando o seu lado moral (que poderia ser invisível se não estamos perto dessa pessoa ou se o seu comportamento em público não for muito óbvio). Outra, é que ela se comporta do mesmo modo que o rótulo de “gentinha” que colocou no outro, fazendo coisas como por exemplo: ignorar a pessoa, menosprezá-la com mais ou menos sutileza,  não levar em consideração o que este alguém lhe poderia dizer ou acrescentar, etc.

    Não vou por enquanto entrar nas considerações éticas desse comportamento nem no que ele nos diz a respeito da pessoa que o faz, somente no que se refere às questões práticas, que são várias. A primeira, é que este alguém rotulado de “gentinha” poderia ser mais influente do que o indivíduo do alto cargo imagina. E isso é possível por muitas razões: poderia ser que esse último empregado da cadeia de comando fosse o responsável por cumprir com a estratégia que este “espertinho” se propôs. Se isso acontecesse, garanto que em curto ou longo prazo o “espertinho” teria problemas. Outra possibilidade seria que este alguém, classificado de “gentinha”, na verdade não tivesse uma responsabilidade tão direta mas poderia influenciar a outras pessoas que sim a tivessem e que o levassem em consideração. Se se trata de uma Rede Social, isso ainda é mais significativo, pois atrás de um determinado perfil muitas vezes pode haver muito mais do que somos capazes de ver.

    Acho que seria muito naïf pensar que não existem pessoas assim e inclusive que qualquer um, em maior ou menor medida, poderia equivocar-se às vezes com esse comportamento. Mesmo que isso possa nos parecer abominável à primeira vista. O ser humano tem bastante têndencia a comparar-se com os demais e a classificá-los de algum modo. Essa falsa superioridade, desumaniza o outro e isso é algo que as pessoas notam. Diz bem pouco do que o faz e deixa traspassar mais inseguridade e arrogância do que a pessoa pensa. Além disso, esse “desprezo” deixa marcas no desprezado, mais profundas do que poderíamos imaginar.

    Ao final, o resultado do problema é que deixar um rasto de pessoas ressentidas por onde você passa é um péssimo investimento de futuro. Como diz um conhecido ditado, do qual não conheço a autoria: Seja bondoso com as pessoas quando subir; as encontrarás a todas quando descer. Porque nunca duvide que em algum momento, por mais que agora esteja por cima, você estará em outra posição. Se você deixar essas marcas pelo caminho, não poderá se queixar da sua falta de sorte, ou lamentar que os demais te maltratam; você terá o que merece.

    Será que você às vezes tem essa atitude com os outros? Conhece alguém que sim o faz?

     
  • eirene 9:00 am em 11/05/2012 Permalink | Responder
    Tags: fluxo de trabalho, , workflow 2.0,   

    Você só precisa de um minuto para fazer um Workflow 

    Tempo estimado de leitura+vídeo: 4 minutos

    Como já falado há algumas semanas atrás em Zyncro Blog, o Workflow Social já é uma realidade em Zyncro, o fluxo de trabalho se transforma pela primeira vez em social -Workflow 2.0-, e é incluído dentro dos processos comunicativos e colaborativos da empresa, graças a Misiona e a Zyncro.

    Lembra do que se trata? É um sistema de trabalho, integrado em Zyncro, através do qual você pode criar um fluxo de trabalho; por exemplo, você pode validar, supervisar e intercambiar faturas sem precisar se levantar da mesa, fazendo você poupar tempo, esse que nunca nos sobra, em gestão documental.

    Imagino que você agora está se perguntando: “mas… ¿como se faz um Workflow 2.0?”. No vídeo a seguir Misiona explica como fazê-lo de uma maneira rápida e simples. Você só precisa de um minuto para aprender a fazer a gestão social de seus documentos e ganhar tempo:

    1. Entre na sua rede social corporativa (na sua conta Zyncro), escolha o documento e inicie o fluxo de trabalho ou workflow.
    2. O receptor deverá validar este documento.
    3. Controle de forma centralizada os seus fluxos de trabalho.
    4. Crie e compartilhe de onde quiser e quando quiser.

    Intuitivo, rápido, na nuvem, dinâmico, fácil e principalmente colaborativo, este é o workflow 2.0. Agora que você já sabe o fácil que é criar um workflow 2.0, não deixe de entrar em contato com Misiona através do e-mail: info (@) misiona.com, ou com Zyncro através do telefone +34 93 187 03 22 ou do e-mail sales @ zyncro.com. Nós lhe informaremos!


     
  • Jose Miguel Bolivar 9:00 am em 09/05/2012 Permalink | Responder
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    As 10 Chaves do Rendimento na Empresa 2.0 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Nota do editor: Hoje no ZyncroBlog publicamos para vocês um magnífico artigo de Jose Miguel Bolivar e agradecemos muito à ele que nos tenha dado permissão para reproduzir e compartilhá-lo também com vocês. Como sabem, em Zyncro trabalhamos diariamente para dar voz às pessoas que impulsam e promovem a filosofia de empresa 2.0.

    José Miguel Bolívar se formou em Química, e posteriormente em Sociologia, na Universidade Complutense de Madrid; tem um mestrado em Recursos Humanos e Coaching. Atualmente é autor no blog Óptima Infinito, um espaço colaborativo onde escreve sobre Inovação e Produtividade para um Mundo 2.0 a partir da perspectiva dos indivíduos, das redes e das organizações, onde poderão encontrar o post original.

    Diez-claves-rendimiento-de-la-empresa O nível de rendimento das pessoas que trabalham em uma empresa, também chamado desempenho, é provavelmente um dos fatores de sucesso mais importantes e, portanto, um dos aspectos que mais preocupa os departamentos de Recursos Humanos e os diretivos em general.

    O conceito de rendimento evoluiu muito desde que começaram a aparecer as primeiras teorias sobre gestão e direção de pessoas há quase um século. Naquela época, o rendimento era algo muito mais simples e linear, comparável de certa maneira às máquinas que se utilizavam nas cadeias de montagem. Falar de rendimento era equivalente a falar de produtividade industrial. Era um indicador quantitativo cujo cálculo era simples.

     

    Desta época procedem convicções, ainda arraigadas nos dias de hoje, como a de confundir presencialismo com rendimento, já que em uma cadeia de montagem realmente existe esta relação, mas não necessariamente ocorre em um trabalhador do conhecimento.

    Porém, tudo aquilo começou a mudar e este simples indicador quantitativo foi adquirindo outras conotações que incluíam elementos qualitativos, já que não só importava a quantidade produzida, senão a qualidade resultante. Mais para a frente no processo evolutivo, o fator quantidade foi perdendo relevância relativa a favor do fator qualidade, que já não se referia unicamente ao produto obtido mas também às decisões tomadas ou às soluções apresentadas em relação à ele.

    Desta forma chegamos ao conceito de rendimento na Empresa 2.0, um conceito muito mais avançado que o original e enfocado em cumprir objetivos quantitativos e qualitativos. Assim se denomina uma pessoa que demostra um alto rendimento quando atinge ou supera seus objetivos, o faz com grande qualidade na forma de consegui-los e ainda com uma determinada maneira de utilizar os recursos, avaliar situações, gerar soluções ou tomar decisões.

    Este novo rendimento, ao que poderíamos chamar Rendimento 2.0, não aparece de forma espontânea senão que requer que o ambiente disponha de uma série de condições:

    1. Redarquia: As hierarquias são efetivas quando se trata de transmitir instruções. São estruturas nas quais alguns poucos pensam e decidem e uma maioria simplesmente cumpre ordens. O rendimento na Empresa 2.0 passa necessariamente por utilizar outras formas de liderança mais efetivas que permitam aproveitar ao máximo a inteligência coletiva.
    2. Resultados: O rendimento deve ser algo mensurável, tanto quantitativa como qualitativamente. Contribuições distintas devem ter consequências distintas. O alto rendimento na Empresa 2.0 está necessariamente ligado à meritocracia.
    3. Reta de chegada/Meta: A ausência de uma meta tem como consequência trabalhos monótonos e entediantes que praticamente não estimulam um alto rendimento. Certificar-se da existência de metas atingíveis é um dos principais elementos motivadores para um alto rendimento. Ter as metas pessoais em consonância com as metas da organização é provavelmente, ao mesmo tempo, uma das maiores metas para a Empresa 2.0.
    4. Recursos Próprios: O rendimento está intimamente ligado à maturidade e à autonomia das pessoas de decidir o que é mais adequado em cada momento. Na Empresa 2.0, uma pessoa com alto rendimento possui recursos próprios, que vão muito além dos oferecidos pela empresa, entre os quais se destaca a sua rede personalizada de aprendizagem (PLE). O arquétipo do trabalhador na Empresa 2.0 é o knowmad.
    5. Relações: Uma Empresa 2.0 é obrigatoriamente uma empresa aberta. No século XXI não é aceitável ter um alto rendimento em um ambiente fechado pois as relações com clientes, fornecedores ou com a concorrência são uma parte essencial do processo de inovação constante que garante a competitividade.
    6. Responsabilidade: Uma pessoa com alto rendimento é uma pessoa responsável, ou seja, uma pessoa capaz de  reagir perante as situações e problemas que encontra. A responsabilidade na Empresa 2.0 não é mais que um exercício da autonomia no uso dos recursos, próprios e da empresa, para enfrentar desafios.
    7. Reflexão: Como dizia Peter Drucker, “no trabalho do conhecimento a tarefa não é evidente; é preciso determiná-la“. Consequentemente, gerar valor no trabalho do conhecimento procede mais da reflexão que da ação, na medida que tal valor procede tanto ou mais de que e como se decide fazer algo que do mero fato de fazê-lo.
    8. Retroalimentação: O famoso “feedback” que se lê e se escuta tanto e, no entanto, tão pouco e tão mal se usa. Sem a melhoria contínua não é possível alcançar altos níveis de rendimento e sem feedback ou retroalimentação é muito difícil progredir na busca da melhoria contínua. Aprender e incorporar o hábito de dar e pedir um feedback deveria ser, portanto, uma prioridade para qualquer pessoa e em qualquer organização que pretenda ter a um alto rendimento.
    9. Reconhecimento: Reconhecer é outra dessas práticas simples, baratas e efetivas muito pouco utilizadas. Reconhecer não é agradecer. Agradecer é mostrar gratidão pelo correto cumprimento de um acordo. Reconhecer é premiar o esforço extra que supõe superar significativamente o que foi combinado. O reconhecimento é, junto à meta, o elemento que mais motiva um alto rendimento e, ao mesmo tempo, um dos elementos mais desmotivadores quando é mal utilizado.
    10. Retribuição e Recompensas: São duas caras da mesma moeda. Condições necessárias, mas não suficientes, para um alto rendimento. Em uma Empresa 2.0, a retribuição está associada ao investimento e a recompensa ao resultado. Se retribui o investimento de recursos na consecução de um objetivo independentemente do resultado. Se recompensa pelo resultado, conforme este leve a atingir ou superar o objetivo proposto. Em ambos os casos, na Empresa 2.0 os critérios utilizados para retribuir e recompensar devem estar baseados em princípios meritocráticos.

    Apesar de existirem outros fatores que também influenciam no rendimento das pessoas, acredito que na Empresa 2.0, rendimento se escreve com dez “erres”


     
  • Patricia Fernandez Carrelo 9:00 am em 04/05/2012 Permalink | Responder
    Tags: intranet, , intranet colaborativa, , , ,   

    As 7 diferenças entre Intranet, Intranet Colaborativa (ou 2.0) e Rede Social Corporativa 

    Tempo estimado de leitura: 6 minutos

    Provavelmente muitos leitores deste blog já estão familiarizados com estes conceitos… Provavelmente muitos de vocês os utilizam como sinônimos ou sem fazer distinção entre conceitos. No entanto, o objetivo do artigo de hoje é estabelecer as principais diferenças entre estes termos e os conceitos que representam. Vamos lá então.

    1. O nome

    Para conceitos diferentes, nomes diferentes. Esta é a ideia básica da linguagem, apesar que às vezes só os chamados “expertos” (pelas vivências, experiências ou conhecimentos que possuem) são capazes de distinguir nominalmente as suas diferenças conceituais, como ocorre na língua dos esquimós, a única que possui uma dúzia de nomes diferentes para denominar a neve e suas derivações…

    Portanto, o fato de utilizar os termos Intranet, Intranet Colaborativa (com o seu respectivo sobrenome) ou Rede Social Corporativa, significa que são conceitos diferentes. A diferença terminológica não é em vão. Qual é a principal diferença terminológica?

    • Intranet: Termo técnico e anglo-saxão que é composto de “intra” (interno) + “net” (rede). Espaço digital interno conectado em rede.
    • Intranet Colaborativa (ou 2.0): Neste caso adicionamos um sobrenome, que precisamente indica um matiz: colaborativo e/ou social (2.0).
    • Rede Social Corporativa: Por último, falamos diretamente de Rede, que é o que importa, a estrutura entrelaçada de todos os componentes.

    2. A definição

    Segundo a diferenciação terminológica descrita, nos encontramos portanto diante de distintas definições. Vou procurar recopilar aqui uma definição “neutra” e generalizada de fontes escritas que servem de referência (basicamente, da Wikipedia).

    • Intranet: Uma intranet é uma rede de computadores privados que utiliza tecnologia Internet para compartilhar dentro de uma organização parte de seus sistemas de informação e sistemas operativos. O conceito de intranet pode ser metaforicamente interpretado como “uma versão privada da Internet“, confinada a uma organização.
    • Intranet Colaborativa (ou 2.0): A mesma definição, adicionando um matiz colaborativo e/ou social, como já foi comentado no item anterior, o que significa que seus conteúdos e estrutura podem ser enriquecidos de maneira colaborativa devido às contribuições de seus membros.
    • Rede Social Corporativa: Neste caso nos referimos à uma Rede, um espaço que se estrutura e completa a partir das relações entre os membros da comunidade e cujos conteúdos são fornecidos pelos próprios membros, onde todos têm a oportunidade de contribuir para o conhecimento coletivo, sempre dentro (como nas anteriores) do âmbito de uma organização.

    3. O emissor

    Já que com os três termos nos referimos a um ambiente digital, no qual se transmite internamente os conteúdos… Quem é o autor ou emissor em cada caso? Vamos voltar à nossa “tricotomia”:

    • Intranet: O emissor é aquele que foi definido como a voz da empresa: Recursos Humanos, Comunicação Interna ou inclusive IT. São os que decidiram como e para que se utiliza a intranet.
    • Intranet Colaborativa (ou 2.0): Neste caso o emissor é o mesmo, embora os empregados tenham permissão para adicionar comentários, opiniões ou valorações para dar esta distinção de “colaboração” ao sistema interno corporativo.
    • Rede Social Corporativa: Em uma Rede Social Corporativa todos os membros do entramado empresarial são emissores, autores e porta-vozes da empresa: empregados, parceiros, clientes, seguidores, assinantes, difamadores, concorrência… Todos fornecem conhecimentos ao projeto e todos ajudam no crescimento da empresa. Seja de maneira direta (por ter acesso à rede) ou de maneira indireta, através de suas colaborações na internet (na rede externa) através de sistemas de monitoramento de conteúdos (Google Alerts, RSS…).

    4. O receptor

    Da mesma maneira que existe um emissor, em todo processo comunicativo nos encontramos também com o receptor. Para quem vão direcionados os conteúdos que são publicados em cada um destes espaços digitais corporativos?

    • Intranet: Para os empregados. Estrutura vertical top-down clássica.
    • Intranet Colaborativa (ou 2.0): Para os empregados e, em alguns casos, para os altos cargos. Ao dar a opção de comentar o que “a voz da empresa” transmite, esta voz pode se transformar às vezes em “ouvidos” e receber e/ou escutar sugestões.
    • Rede Social Corporativa: Para todos, pois a ideia é potencializar o conhecimento bottom-up, evitando criar nichos de informação, para que assim as ideias de todos os empregados (especialmente as produtivas) cheguem até os altos cargos e vice-versa, já que em muitas ocasiões a visão da direção também não é transmitida corretamente às equipes de trabalho.

    Juntando os itens 3 e 4… toda contribuição e escuta ativa colectiva (“the power of the crowd“) é muito mais rica que as contribuições e respostas individuais e isoladas.

    5. A ferramenta

    Também podemos chamar esta seção de “tecnologia” e descrever detalhadamente em inúmeras linhas a nível tecnológico cada conceito. Mas em vez disso, vou tentar ser esquemática :-)

    • Intranet: Software (quase) a medida, normalmente com um alto custo de implementação, tanto econômico, de recursos (humanos e tecnológicos), como de tempo. De configuração complexa, funcionalidades bem estruturadas e de difícil modificação. Um SharePoint ou um SAP são um bom exemplo deste tipo de intranet.
    • Intranet Colaborativa (ou 2.0): Software (quase) a medida, normalmente com um alto custo de implementação, tanto econômico, de recursos (humanos e tecnológicos), como de tempo, com uma “fator social” que acrescenta funcionalidades colaborativas que propriamente não possui e que seriam complexas de incorporar no sistema de maneira natural. Estaríamos diante uma solução híbrida. Como exemplo poderíamos mencionar os fatores sociais que se adicionam atualmente a “SharePoint” (Zyncro é um deles).
    • Red Social Corporativa: Software com DNA social, SaaS em geral, permitindo uma interação horizontal, fácil incorporação de novos usuários, personalização rápida e simples, incorporando novidades e integrações de forma ágil, com acesso móvel e ao mesmo tempo dispondo de muitas opções de configuração (como o do software tradicional) mas baseado em conceitos de usabilidade e intuição, como as Redes Sociais generalistas. Sim, o exemplo aqui não é muito difícil… Zyncro é uma Rede Social Corporativa ;-)

    6. O objetivo

    Neste item considero que devo passar a palavra para Josep Baijet, diretor de ZyncSocial, um dos profissionais que conheço com maior experiência em implantação dos três ambientes em questão e autor de SocialMethods, objetivos a serem atingidos na implantação de uma solução corporativa interna e social. Por isso vou resumir o que ele sugere usando a nossa classificação:

    • Intranet: Busca estabelecer uma comunicação top-down, servir de armazenamento documental corporativo e ser o portal de acesso aos aplicativos da empresa.
    • Intranet Colaborativa (ou 2.0): Os mesmos objetivos que o anterior, mas incluindo ser também um portal de entrada das contribuições dos empregados da empresa.
    • Rede Social Corporativa: Neste caso, vamos apelar aos SocialMethods: co-criar, colaborar, resolução de conflitos, compromisso, melhora de processos, gestão de conhecimento, comunicação externa, gestão documental, inovação, formação, relação entre personas, mentoring, workflow, gestão de projetos, gestão comercial (gestão de oportunidades e fluxos de atendimento ao cliente interativo), melhora da produtividade pessoal. Para saber mais: SocialMethods by Josep Baijet.

    7. A empresa

    Por último, mas não por isso de menor importância, nos falta determinar o tipo de empresa que está disposta a incorporar um sistema ou outro…

    • Intranet: Empresas “clássicas”, normalmente grandes, cujos integrantes ainda não se sentem preparados para a mudança, pois normalmente já possuem uma intranet na qual, como comentamos antes, investiram muitos recursos, dinheiro, tempo e esforço.
    • Intranet Colaborativa (ou 2.0): Empresas, também normalmente grandes, que percebem a necessidade de mudar mas querem fazê-lo de uma maneira bem controlada, muito progressiva e reutilizando o que já possuíam.
    • Rede Social Corporativa: A empresa 2.0. Uma empresa na qual o tamanho NÃO IMPORTA. E nesta ocasião, não vou parar para explicar os pormenores… Para saber mais sobre este tipo de empresa hiperconectada, hipermotivada, hipertecnológica, hipereficiente… consultem a seguinte infografia.

    Conclusão

    Poderia seguir descrevendo as diferenças durante outros vários minutos…

    • Tipos de conteúdos
    • Benefícios
    • Tempos de implementação
    • Responsáveis de cada projeto
    • Erros que podem ser cometidos

    Mas talvez estes aspectos correspondam mais a uma segunda parte deste post. Por enquanto, o que vocês acharam? São evidentes as diferenças de cada ambiente? Fui clara na hora de transmiti-las? Lembrem-se que nenhuma das opções é a correta ou a equivocada, só diferente… No entanto…

    Se você está preparad@ para aproveitar as vantagens de uma Rede Social Corporativa…

    Clique aqui! ;-)

     

     
  • Laura Dieguez 9:00 am em 02/05/2012 Permalink | Responder
    Tags: experiência de marca, histórias, marca 2.0, ,   

    Por que criar uma história sobre nossa marca 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Nota do editor: Em primeiro lugar, desde Zyncro, queremos dar as boas-vindas para uma nova colaboradora do blog, Laura Diéguez, jornalista especializada em comunicação empresarial e, atualmente, Diretora de Conteúdos eHealth em Signature Pharma. Obrigada, Laura. Seja bem-vinda ao Zyncro Blog ;-)

    Por que criar uma história sobre nossa marcaAs pessoas não compram produtos, mas sim as histórias que os produtos representam. Da mesma forma que não compram marcas, senão os mitos e modelos que essas marcas simbolizam”.
    Ashraf Ramzy, What’s in a name? How Stories Power Enduring Brands, 2006.

    Tradicionalmente as empresas não quantificavam o valor da marca nas suas finanças. Entretanto, hoje em dia, ninguém duvida que o valor dos intangíveis supera, em ocasiões, o dos bens materiais.

    A marca, definida por Marty Neumeier como “a person’s gut feeling about a product, service or company” , faz um papel de protagonista no mercado, já que se coloca ante o consumidor como um sinal de identificação e de diferenciação da concorrência.

    No entanto, criar uma marca e posicioná-la no mercado não é uma tarefa fácil. O investimento necessário para a criação e o desenvolvimento de uma marca, com a finalidade de destacar um produto ou serviço que se queira oferecer, é cada dia mais elevado. Diante desta situação, como podemos potencializar o valor de marca?

    Cada vez um número maior de empresas apostam por uma estratégia de marca baseada em despertar emoções, fazendo com que o consumidor se sinta tocado e levado a comprar um produto ou serviço determinado.

    Para chegar a emocionar o consumidor é preciso apostar, não pelo conteúdo de marca, mas sim em boas histórias, que tenham um enfoque, um clímax, um desfecho e a participação de personagens, explica David Martin em Forbes (inglês).

    Além disso, acredito que existem outros cinco elementos adicionais para transformar a história de marca em uma experiência única para o consumidor:

    1. Incorporar valores universais como o amor, a amizade ou a ética.
    2. Transmitir entusiasmo.
    3. Despertar alguma curiosidade.
    4. Abrir portas para todos os stackholders.
    5. Adaptar a história a diferentes linguagens e formatos.

    Definitivamente, os consumidores têm maiores necessidades emocionais que funcionais. É por isso que todas as marcas que nos emocionam têm uma história.

    Vocês acham que se todas as marcas contassem histórias em vez de fazer anúncios teriam maiores possibilidades de conquistar o consumidor final? Sim ou não?

    Para acabar, gostaria de dar um exemplo de como reforçar os valores de marca através de uma boa história:

    A marca de roupa esportiva Nike escolheu o cineasta Casey Neistat para fazer um filme sobre o seu novo produto, a pulseira Nike+Fuelband. Neistat e seu amigo Max Joseph, também cineasta e editor deste projeto, utilizaram o orçamento de produção para fazer uma viagem pelo mundo até o dinheiro acabar e foram gravando a experiência a cada passo que deram. O resultado? Uma viagem de 10 dias ao redor do mundo resumida em um vídeo de apenas 5 minutos onde a felicidade, a diversão, a coragem e o esforço passavam para o espectador uma experiência única.

     

     
  • Philipp Rosenthal 10:33 am em 27/04/2012 Permalink | Responder
    Tags: , , , social business   

    Novas tendências da empresa social na Europa 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Nota do editor: Como sabem, na semana passada estivemos em Berlim, participando no INTRA.net Reloaded, um encontro que analisou as tendências, estratégias e desafios para a gestão de intranets e redes sociais corporativas no ambiente digital em constante mudança em que nos encontramos atualmente, com a participação de altos executivos de toda Europa, entre os quais o nosso CEO, Lluís Font.

    O artigo de hoje é de Philipp Rosenthal, participante do Intra.NET Reloaded e diretor de área de soluções de Tieto, além de ser um entusiasta da empresa 2.0. Em seu blog “DesireIT”, ele fez um relato sobre o encontro e aqui no ZyncroBlog estamos publicando uma versão resumida. Obrigado Philipp!

    Em um número crescente de empresas, a “intranet” é vista cada vez mais como um possível ponto de partida para a criação de um espaço de trabalho operacional. A otimização do acesso à informação e a transparência, bem como motivar a colaboração, são fatores fundamentais neste momento. Mesmo assim, não existe ainda um modelo a ser seguido. No entanto, os pensamentos e convicções vão na direção certa e os responsáveis das empresas estão começando a ser mais firmes em sua vontade de ajudar os funcionários a atingir suas metas.

     

    Conectando empresas e clientes

    Um número crescente de empresas está implementando serviços para conectar seus clientes com a organização. Seja porque tenham o intuito de prestar um serviço ou porque apostem pela tentativa de melhorar e inovar conjuntamente: a barreira entre a empresa e o cliente parece estar menos sólida.

    Aumentar o valor e a participação nos serviços internos

    Embora a maioria dos portais internos ainda servem somente como canais de distribuição de informação e comunicação corporativa, dispor da informação certa, no momento adequado e para o usuário certo, com a finalidade de propiciar um apoio verdadeiro ao seu trabalho, é um objetivo que algumas empresas já começam a perseguir. Os diretores estão começando a ser muito mais conscientes da importância de renovar a arquitetura da informação e as taxonomias dentro da empresa.

    A tendência é clara: as intranets atuais deverão se tornar espaços de trabalho com valor adicionado.

    Sensibilização para o gerenciamento ativo da mudança

    Orientar os funcionários para a mudança através de campanhas de marketing ou de community managers é a ordem do dia, já que o processo de mudança para a comunicação interna 2.0 precisa uma gestão e implementação ativa para ser bem sucedida.

    Fazer as perguntas certas

    O que ainda é um desafio é a maneira de calcular o ponto de partida adequado: durante o Intra.NET Reloaded, a sensação foi que o pensamento enfocado no usuário ainda é subordinado à busca da ferramenta apropriada. A tendência, no entanto, é sem dúvida centrar cada vez mais nos usuários, nas pessoas.

    Conclusão

    O futuro da informação e do conhecimento dos trabalhadores vê mais luz no fim do túnel que há três anos. Para liberar o potencial que atualmente está escondido nos cérebros das pessoas com talento, as redes dentro das organizações deverão criar novas formas de distribuição, recuperação e enriquecimento da informação. Inspirar-se nos meios de comunicação social e comercial talvez seja uma boa ideia, já que na conferência foram feitas várias referências nesse sentido.

    Resumindo: descentralizar, simplificar, assessorar e treinar… e ser agradável para os usuários.

     

     
  • Patricia Fernandez Carrelo 10:00 am em 23/04/2012 Permalink | Responder
    Tags: , , ,   

    O Workflow Social já é uma realidade em Zyncro 

    Tempo estimado de leitura: 6 minutos

    Segundo a Wikipedia, workflow ou fluxo de trabalho é a sequência de passos necessários para que se possa atingir a automação de processos de negócio, de acordo com um conjunto de regras definidas, envolvendo a noção de processos: como as tarefas são estruturadas, como são realizadas, qual é a sua ordem correlativa, como são sincronizadas, como flui a informação que dá suporte às tarefas e como se faz o seguimento de cumprimento das mesmas.

    Pela primeira vez, este fluxo de trabalho é convertido em Social e é incluído dentro dos processos de comunicação e colaboração da empresa graças a Misiona e a Rede Social Corporativa Zyncro.

    Guiada por Misiona, uma jovem empresa formada para buscar soluções de Cloud Computing e tecnologia empresarial integrada, Zyncro apresenta sua nova ZyncroApp: Workflow 2.0.

    “Um sistema de trabalho integrado em Zyncro através do qual você pode criar um fluxo de trabalho, como por exemplo a validação de faturas sem precisar se levantar de sua mesa”

    O Workflow 2.0 de Misiona é uma ferramenta de gerenciamento de fluxos automatizados para executar os processos de negócio de validação, supervisão e intercâmbio de documentos ligados à Rede Social Corporativa Zyncro.

    Deste modo o Workflow 2.0 = Social de Misiona permite às empresas gestionar os dados (estatísticas), revisar e monitorar processos, tarefas e documentos (execução do workflow) a partir do próprio espaço de trabalho no qual se encontram os demais projetos de gerenciamento de conhecimento da empresa.

    Portanto, a partir de um grupo de trabalho de Zyncro agora já é possível gestionar de uma forma social e integrada:

    • Documentos
    • Tarefas
    • Projetos (com integração com Doolphy)
    • Informação corporativa externa (com integração com RSS)
    • E ainda fluxos de trabalho (processos): aprovação de faturas, validação de documentos, certificações, etc. graças ao Workflow Social de Misiona.

    Economize, agilize e controle a gestão de documentos com o novo Workflow Social de Zyncro e Misiona.

    Por que um Workflow Social?

    A tendência colaborativa dos sites 2.0 dentro do mundo empresarial já não é uma moda senão uma realidade. Assim, conforme os analistas têm indicado há um tempo, o “Social Computing” é a evolução natural do software empresarial, que transforma em colaborativos e sociais os processos de gerenciamento de negócios, começando pelos mesmos modelos de direção e criando o que se denomina um sistema de “management 2.0“.

    Seguindo esta tendência, em Zyncro e Misiona vimos a necessidade de incorporar aos projetos de talante social e colaborativo aspectos de gerenciamento, começando pela “socialização dos fluxos de trabalho“, que implica fazer partícipe de tais fluxos todas as pessoas envolvidas, dando-lhes a opção de participar -quando for o caso- no processo e com um gerenciamento centralizado a partir da ferramenta de gerenciamento de conhecimento da empresa.

    ¿Você imagina poder validar uma fatura, enviar um certificado ou criar um processo de revisão documental automatizado dentro de um ambiente social, usável e seguro como Zyncro?

    Agora já é possível com Workflow Social de Misiona.

    Quem é Misiona?

    Misiona é um grupo humano e profissional que está detrás de uma série de projetos criados sob medida para cada cliente, com a finalidade de resolver suas necessidades empresariais atuais: redução de custos, acessibilidade, controle de informação, segurança, usabilidade e comunicação interna.

    Se trata de um projeto repleto de inovação, um importante componente social, tecnológico, com garra, entusiasmo e com muito I&D.

    Misiona dá uma resposta global, original e genuína que possui como ativos principais o conhecimento (Know-How) de anos de trabalho para grandes empresas, o apoio total do fabricante (Zyncro), um canal de distribuição forte, clientes, experiência, parceiros tecnológicos e uma grande equipe humana.

    Para saber mais, não deixe de entrar em contato com Misiona através do endereço: info (@) misiona.com, ou com Zyncro pelo telefone +34 93 187 03 22 ou escrevendo para sales @ zyncro.com. Nós lhe informaremos!

     

     
  • Josep Baijet 11:01 am em 04/04/2012 Permalink | Responder
    Tags: , , , ,   

    Os 5 pilares do SocialMethods (ou para que utilizar uma Rede Social Corporativa) 

    Tempo estimado de leitura: 7 minutos

    Bem-vindos a terceira entrega sobre metodologia de implantação de uma Rede Social Corporativa como Zyncro. Como artigo da Semana Santa no ZyncroBlog, propomos uma reflexão para ser feita com calma: valorizar a necessidade e a importância que requer um projeto de implantação de Software Social nas empresas.

    Para ponderar sobre esse aspecto, o nosso ponto de vista é que é preciso destacar cinco conceitos no projeto. Todos estão implementados no que chamamos de SocialMethods (de ZyncSocial) e fazem parte da sua coluna vertebral:

    1. Direção de Projetos: A facilidade com que se usam os meios sociais às vezes nos confundem. Uma coisa é que seja fácil de usar e a outra é que decidamos que cada um possa fazer o que quiser, sem ordem nem conceito. É necessário planificar, determinar estratégias, atribuir tarefas e coordená-las. Designe um diretor de projetos. Seu departamento de informática pode ser uma boa opção para isso, já que estão acostumados a fazê-lo.
    2. Gestão de Mudança: Todos nós que trabalhamos no ambiente 2.0 pensamos que todo o mundo o conhece. Como além de trabalhar, nos movemos neste ambiente, reforçamos ainda mais esta ideia. Às vezes, sem querer, ignoramos que grande parte da população não conhece estes meios e necessita ajuda. Se não levarmos em conta isso, nosso projeto pode ser um fracasso devido às resistências internas que encontraremos. Para resolvê-lo, devemos buscar a cumplicidade política, levar em conta as pessoas, entender a razão pela qual eles poderiam rejeitar a ferramenta ou o projeto e comunicar, comunicar e comunicar.
    3. Marketing Interno: Dinamize, pinte o projeto com cores e fogos de artificio, se quer que as pessoas o levem a sério. Considere seriamente o marketing interno. Coloque um nome no projeto e incentive a participação mediante jogos, concursos, community management e outras iniciativas interativas. Tenha cuidado para fazê-lo na justa medida, para evitar converter o projeto em algo trivial, mas tampouco em “outra intranet”.
    4. Suporte: O centro do projeto é a pessoa. Portanto, ela deve saber com quem contatar se tiver problemas ou precisar de assistência, tanto técnica como de a nível de usuário. Além disso, tenha em mente qual é o seu nível quando lhe apoiar. Se é uma pessoa com medo ou dificuldades, não envie um e-mail, vá atendê-la pessoalmente e sente ao seu lado. Se o projeto for grande, invente um escritório para o ZyncroUser.
    5. Monitoramento e controle: Como todo projeto, é necessário segui-lo com indicadores, ao menos os mais básicos: custos, tempo, satisfação do usuário, satisfação da equipe. Observe essas constantes e se desviarem de forma incorreta, coloque remédio.

    Estas são as cinco colunas que sustentam os SocialMethods, cobre responsabilidade sobre estas 5 perspectivas e mantenha-as operativas durante toda a implantação de sua Rede Social Corporativa.

    (E com responsabilidade nos referimos à nomes e sobrenomes. Fazê-lo ou não será uma boa forma de medir o compromisso com o projeto).

    Síntese dos 5 pilares dos SocialMethods

    Los 5 pilares de los Social Methods

    No meu post anterior “Tenha um objetivo na sua Zyncro” refletimos sobre a necessidade de determinar “para que” temos adquirido uma Red Social Corporativa como Zyncro.

    Entendendo isso, queremos compartilhar nossa experiência a respeito. Das nossas intervenções com clientes que determinaram este objetivo, vimos que a maioria das empresas acabam escolhendo metas que podemos resumir em 16 tipos:

    1. Co-criar: Criar ou modificar produtos ou serviços mediante um processo colaborativo com clientes e fornecedores
    2. Colaborar: Aumentar a capacidade colaborativa da empresa em seus processos, decisões e atividades
    3. Resolução de Conflitos: Resolver situações de conflito entre áreas da organização
    4. Compromisso: Conseguir um maior sentimento de compromisso dos trabalhadores com a empresa
    5. Melhora de Processos: Aproveitar as ferramentas colaborativas para realizar melhoras nos processos atuais da organização
    6. Gestão de Conhecimento: Aumentar a possibilidade de encontrar os melhores recursos da empresa para determinar ações em função de sua experiência e seu conhecimento
    7. Comunicação externa: Melhorar a comunicação de diferentes elementos (notícias, melhoras, trocas, etc.) com clientes e fornecedores
    8. Gestão Documental: Melhorar os processos de gestão documental da organização: a facilidade de gestão e a facilidade de encontrá-los
    9. Inovação: Gerar novas ideias para a melhora da organização, estudá-las e se possível colocá-las em prática
    10. Formação: Melhorar os sistemas de aprendizagem dentro da empresa
    11. Relação entre pessoas: Aumentar o conhecimento entre si das pessoas da organização
    12. Mentoring: Apoiar processos de monitoramento dentro da organização para fazer crescer os cargos de comando intermediário
    13. Workflow: Criar processos de fluxo de trabalho na empresa
    14. Gestão de Projetos: Gestionar de forma mais eficiente os projetos
    15. Gestão Comercial: Estabelecer sistemas de gestão de oportunidades e de atendimento ao cliente interativo através de ferramentas colaborativas
    16. Produtividade Pessoal: Focalizar-se na melhora da produtividade de cada pessoa no uso de sistemas colaborativos

    Quais são os objetivos de sua empresa?

    Pode eleger um ou dois, não recomendamos ser mais ambicioso, a escolha deve ser realista.

    Cada um desses objetivos necessita planificação e execução de tarefas para poder atingi-los e é para isso que a ZyncSocial criou os SocialMethods, planos prontos para executar conforme o objetivo traçado pela empresa.

    Para cada tipo de projeto, um plano, um modelo com os tempos, recursos, tarefas e custos que são necessários para realizá-lo.

    No seguinte diagrama expomos os 16 SocialMethods:

    No próximo post explicaremos como são estes SocialMethods, mas enquanto isso… Utilize a Semana Santa para responder a esta pergunta:

    Posso melhorar algumas destas questões dentro da minha empresa?

    Se a resposta for positiva, não hesite: coloque um SocialMethod em sua vida e, é claro…uma Rede Social Corporativa.

    E se desejar mais informações a respeito, não deixe de entrar em contato conosco através do e-mail

    info (@) zyncsocial.com

     

     

     

     
  • Juan Manuel Rodríguez 11:49 am em 03/04/2012 Permalink | Responder
    Tags: , erros típicos, , ,   

    Os 20 erros que podem ser evitados na comunicação interna [Infografia] 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    No post As 7 areas de valor da comunicação interna, Alejandro Formanchuck nos adiantou alguns erros que se cometem no campo da comunicação interna. Hoje nós queremos apresentar esta infografia, que explica os 20 erros mais habituais.

    A infografia foi publicada pelo diário El Comercio do Peru, e tinha sido elaborada originalmente por Apoyo Comunicción Corporativa, a empresa do Grupo Apoyo que se dedica a projetar e implementar estratégias de comunicação completa para empresas e instituições daquele país.

    Pensamos que se trata de um excelente resumo, que pode nos servir como “checklist” ou guia de como devemos (e não devemos) atuar na hora de projetar um estratégia de comunicação interna, tanto a partir do ponto de vista puramente técnico da gestão como  do ponto de vista mais humano da comunicação.

    Também pode nos ajudar na hora de escolher ferramentas adequadas (como uma rede social corporativa) e de definir estratégias de implantação que nos ajudem a conseguir os objetivos traçados.

    Esperamos que os seja realmente úteis!

    NOTA do Editor: Como seguramente muitos de vocês já sabem, este blog tem seu clone em inglês em http://en.blog.zyncro.com/ e cada artigo é publicado baseado no post do dia anterior do blog original ZyncroBlog. Não obstante, amanhã você encontrará uma infografia nova e diferente a esta em inglês. Imperdível!

     

     

     

     
  • José Vicente 11:37 am em 02/04/2012 Permalink | Responder
    Tags: internacionalização, ,   

    Noticias da Zyncro no México: o aumento da competitividade e a eliminação de tempo morto com sua Rede Social Corporativa. 

    tempo estimado de leitura: 2 minutos

    Redes sociales corporativas en México
    Faz apenas 4 meses que a Zyncro abriu um escritório no México mas já começa a se tornar um ator relevante do mercado, e a imprensa mexicana já começou a fazer eco disso.

    O diário El Financeiro publicou na sexta feira, 27 de março este artigo no qual salientou a importância das redes sociais corporativas como ferramentas para elevar a competitividade de qualquer empresa onde tenha que colaborar e compartilhar informação, permitindo:

    • Eliminar tempos mortos
    • Que toda a informação seja guardada e disponivel para sua recuperação em qualquer lugar e a partir de qualquer dispositivo
    • Implementar políticas culturais ao interior da organização, para aumentar a motivação e o sentimento de associação.

    Esta mudança organizacional tem mais um ROI quantificáveis ​​e mensuráveis, pois permite “poupanças de até US$ 15.000 por ano”. A Zyncro é a companhia que quer impulsar e liderar esta mudança de paradigma no mercado mexicano, um dos primeiros passos  em sua estratégia de lava-lo a toda a América.

    Entre outros, no sábado, 28 de março o diário Excélsior destacou também esta noticia a chegada da Zyncro no México traz o sucesso de sua estratégia na Espanha, e sua vontade de converter em apenas 2 anos em referencia das redes sociais corporativas na América Latina.

    Ambas noticias dão ênfase nos primeiros acordos com sócios tecnológicos e primeiros clientes mexicanos, e negociações avançadas com empresas dos setores bancários, assegurador, distribuição, industrial, de cerveja, alimentício, farmacêutico, governamentais, universitário e partidos políticos.

    América segue zyncronicando-se… convidamos a seguir seu exemplo!

     
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