Três qualidades do trabalhador que marcam a diferença entre o século XX e XXI

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Three occupational competences that mark the difference between the 20th and 21st centuriesTrês e-qualidades do trabalhador que ainda não se aprendem em muitas universidades mas que cada vez são mais demandadas pelas organizações:

1. Do individual passamos à equipe e da equipe estamos passando à rede.

Se nas últimas décadas do século XX a capacidade de trabalhar em equipe era uma das qualidades mais demandadas, a ela é preciso somar a habilidade de trabalhar em rede.

O trabalho é onipresente, perdeu as barreiras físicas habituais e as relações são mais flexíveis, exigindo que as pessoas sejam capazes de adaptar-se e colaborar abertamente em diversos ambientes e com diferentes tipos de pessoas. Estamos vivendo a transição entre o tradicional escritório de trabalho para um ambiente de trabalho virtual, no qual os indivíduos da empresa se conectam aos diferentes projetos, à outros trabalhadores e às diferentes estruturas de trabalho.

2. A capacidade de pesquisar, selecionar, avaliar, interpretar e comunicar a informação relevante para o seu trabalho.

Em uma rede flexível e dentro de um ambiente de negócio em mudanças constantes, saber como gerenciar a informação de forma efetiva é uma enorme vantagem competitiva. Dentro da economia do conhecimento, as organizações superarão a concorrência se souberem como atrair e manter uma equipe formada por pessoas que tenham o talento para interpretar, transformar e compartilhar as informações relevantes para a empresa.

3. Ser autodidata é um estilo de vida.

As pessoas precisam aprender e reaprender novos conhecimentos e habilidades com uma rapidez que antes era impensável. A contínua aparição de novas tecnologias e de pontos de vista requer pessoas que não tenham medo de experimentar o novo, pessoas que aprendam com a tentativa e o erro, pessoas com uma enorme curiosidade e muita iniciativa para poder solucionar os problemas com criatividade e através da autoaprendizagem.

Será que as universidades estão estimulando este tipo de e-qualidades? Ou talvez ainda tenhamos universidades do século XX para alunos do século XXI? Cada vez é mais indispensável existir uma maior colaboração entre as empresas e as universidades para que as universidades estejam adaptadas às demandas específicas das organizações.

Raúl González (@conektio) tem formação de Coach (ICF) e mestrado em Psicologia do Trabalho e da Organização pela Mälardalen University (Suécia). Está especializado em participação, sociologia da organização e em liderança baseados em coaching. Colaborou na formação de trabalhadores de empresas de diversos países e é autor do blog coachingcritico.com, um espaço em permanente processo de pesquisa sobre a forma com que o coaching e outras tendências transformam a aprendizagem e a colaboração em diversos tipos de organizações.

A Zyncro acredita que as Redes Sociais Corporativas facilitam o desenvolvimento destas novas qualidades tão necessárias para construir empresas mais conectadas e colaborativas. Quer experimentar esta nova forma de trabalhar e compartilhar? Teste Zyncro e conte para nós como está sendo a sua experiência :-)