Actualizações de RSS Mostrar/Esconder Comentários | Atalhos de Teclado

  • Ana Fernandéz 3:00 am em 23/07/2013 Permalink | Responder
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    A sociedade em rede: o poder é de quem sabe compartilhar e localizar o conhecimento 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Internet revolucionou nossa maneira de comunicar-nos e  conectar-nos. Antes só podíamos conectar com quem estava fisicamente próximo à nós ou se soubéssemos onde as pessoas estavam; agora as distâncias não importam. Mudamos para uma sociedade em rede.

    O conectivismo surge como teoria para explicar as mudanças que origina a técnica na sociedade. O teórico como tal tende a desaparecer e agora o que é importante é saber onde está a informação e quem a possui.

    Ao possuir conjuntos de informação conectados, nosso conhecimento aumenta em escala mundial. Por isso, surge a necessidade não de aprender e sim de classificar a informação e ter critério para diferenciar o que é importante do que é necessário.

    (Mais …)

     
  • Ana Fernandéz 11:59 am em 25/11/2011 Permalink | Responder
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    Comercial 2.0: como trabalhar? 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Quando comecei a trabalhar, já faz alguns anos, não se categorizava a evolução das empresas ou departamentos. O conceito 2.0 aplicado ao ambiente empresarial surgiu da necessidade de novos calores diante das situações difíceis que nasceram com a crise. Toda a sociedade exigia uma mudança empresarial e assim nasceram as Redes Sociais. E elas mostrarem seu grande poder. Nós humos sempre estamos em redes ou grupos sociais, maiores ou menores. Os povos sempre foram uma amostra de uma grande rede social. Todo mundo sabia o que o outro fazia, e todo mundo comentava as ações do vizinho ao lado.

    Na minha infância todo mundo opinava sobre o que os outros faziam, mas tudo pelo boca a boca trodicional. E isso também se transformou, o povo foi para o Facebook e mesmo hoje eu posso saber tudo o que acontece por lá. O conhecimento é transferido, as pessoas em lugares diferentes começam a compartilhar, colaborar e informar, e uma extensão lógica para o mundo profissional, as empresas se transformam.

    Como um comercial 2.0 deve trabalhar?

    Nesse ambiente, vou apresentar as três premissas básicas que a Zyncro aprendeu sobre o comercial 2.0:

    1. Um bom comerciaç deve criar sua própria estrutura social, compartilhar conhecimento com ela, fidelizar seus possíveis clientes e vincular-los. Não existem barreiras geográficas nem temporais, a tecnologia 2.0 nos permite estar todos conectados.
    2. Quando um comercial conhece um possível cliente ou começa a trabalhar com uma nova conta ele não só deve incorporá-lo ao seu CRM, deve gerar novos contatos no LinkedIn e segui-los no Twitter, procurá-los no Google+ e comunicar,s empre que for pertinente, dentro da rede privada da empresa, os avanços com esse cliente ou essa conta.
    3. O departamento de Marketing ou Social Media deve fazer o mesmo com os perfis corporativos da empresa e estar atendo às novidades dos novos contatos.

    Se tratade uma mudança radical quanto ao método de gestão comercial, mas como eu havia comentado no post Comercial 2.0: a cultura do esforço e o Cisne Negro, devemos estar abertos e dispostos às mudanças pois elas formam uma parte fundamental de nossas vidas, tudo muda.

    A comunicação empresarial está se convertendo em social e também a tecnologia, os CRMs, ERPs e todos os sistemas empresariais. Por isso, a partir da perspectiva comercial, esses sistemas devem estar interconectados para superar a concorrência e conseguir vencer. Atualmente os cliente não vem pedir orçamento, você é que deve detectar a necessidade e conseguir convencer que você tem a solução adequada, por isso é preciso formar uma rede social com seus possíveis clientes e responder na sequência.

    As empresas que são passivas morrem e as ativas sobrevivem. As empresas que aproveitam a crise para se transformar sairão reforçadas. Temos ferramentes para sobreviver às crises, mas temos que querer ao menos aceitar viver em uma mudança constante. Podemos utilizar LinkedIn, Twitter, Salesforce… mas também temos que querer a mudança, e isso nos fará melhores. A mudança é um fato em nossas vidas e temos de aceitar, e até mesmo indo além do que costumam fazer os melhores profissionais. Aqueles que conseguirem se adaptar rapidamente serão os melhores. Darwin é a lei. Darwin aplicado ao mundo dos negócios.

     
  • Ana Fernandéz 3:28 pm em 03/10/2011 Permalink | Responder
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    Comercial 2.0: a cultura do esforço e o Cisne Negro 

    Tempo estimado de leitura: 6 minutos

    Cena do filme A Era do Gelo (nunca se renda!)

    Esse artigo é uma reflexão que surgiu ontem, domingo, enquanto assistia alguns filmes, como faço todos os domingos, porque cinema é uma das minhas paixões. Ultimamente, como tenho um filho de três anos, estou gostando de ver filmes infantis. Embora, pessoalmente, hajam alguns que nunca gostei.

    As séries infantis da minha época (e eu não sei se sou da geração X), sempre representavam que nossa infância era feliz, sem problemas e que tudo acabaria bem no final. E eu acredito sinceramente, que faltou que nos ensinassem a cultura do esforço. Para conseguir o que se quer, tem que se cair muitas vezes e voltar a levantar todos os dias e inclusive várias vezes ao dia. Agora estamos em uma crise mundial, e também e também há crises em nosso país. Todos os dias escuto muitos “comerciais” dizerem: não vendo por causa da crise. Eu não acredito nessa máxima, a “crise” parece ser a culpada por tudo. Com certeza, antes de haver a crise, quando ninguém vendia, a desculpa era outra.

    A palavra vem do latim crisis, e essa do grego krissis. A palavra grega foi derivada do verbo krinein (separar, julgar, decidir). O ideograma chines ilustra este conceito com as figuras: perigo e oportunidade.

    A “crise” é um momento de mudança, mas uma mudança que podemos transformar em positiva, isso sim, se estiver desposto a mudar. Todos temos que estar dispostos a mudar, nos preparar para o que isso significa e aceitar que toda mudança implica em esforço. As mudanças em geral nos preocupam, não gostamos delas, principalmente pelo esforço que requerem. Eu gosto de mudar a cada dia, a mudança é boa, mas é necessário tempo para agir e mudar. Basta olhar para trás para ganhar impulso. Eu lembro que meus pais se aposentaram na empresa em que trabalharam por mais de 20 anos, mas isso não acontecerá com a gente, e temos que estar conscientes disso, ou o medo de mudanças pode acabar sendo a desculpa para ficar para trás. A mudança está incluída no nosso DNA, embora não tenhamos sido educados para lidar com isso.

    Durante nossa infância ou adolescencia as maiores mudanças que tivemos foi ver televisão a cores, ter um Amstrad e depois um Windows 3.1.

    Agora a mudança está constantemente presente em nossas vidas e devemos transmitir e ensinar isso a nossos filhos para que que não passem pelas mesmas coisas que nós.

    Por isso, é de vital importância que as empresas estimulem as pessoas para que lutem e sempre olhem para frente. É importante trabalhar constantemente e com muita atenção a tudo que se passa ao seu redor para depois vender. Primeiro plantar para depois colher. Pedidos não vão cair do do céu, como chovem hambúrgueres em “Tá Chovendo Hambúrguer”, e por isso temos que sair e buscá-los. O espírito empreendedor é vital para as empresas, e o espírito conformista deve ser eliminado das equipes de trabalho. Nunca nada é suficiente, e todos os esforços são pouco para ir adiante. Nesse sentido, acredito que devemos nos ver refletidos no filme infantil “A Era do Gelo”, temos que ser o esquilo perseguindo a sua noz.

    Seguindo a linha do início do post, hoje eu volto a ver o filme Cisne Negro. O filme “apresenta o delírio de uma jovem que enfrenta o maior desafio da sua vida, decidida a sobreviver em um ambiente hostil, cheio de inveja e rancor, onde, contudo, descobre que não existe maior rival do que ela mesma” (citação do blogdecine.com). Com a alusão ao este filme não quero dizer que vamos ficar todos loucos, mas simplesmente que devemos lutar e superar. A competição está fora, mas se nós formos capazes de sermos os melhores, ninguém poderá nos superar. A luta e o trabalho vão ser o lema dos dias de hoje.

    Um comercial ou qualquer outro trabalhador do mundo 2.0 tem que participar dessa cultura da perseverança, do esforço, da superação, da inovação constante. É possível que essas características sejam básicas em um comercial desde sempre, mas agora, mais do que nunca, quando devemos dedicar nosso corpo, alma e tweets para conseguir que nossos clientes nos comprem, não apenas o serviço ou produto, mas também a marca e a empresa. Eles devem confiar em nós, perceber que trabalhamos por e para eles e que estamos a sua disposição, em um trabalho conjunto e constante, para conseguir os melhores resultados.

    Nós somos assim na Zyncro e é assim que queremos que sejam todas as empresas que adquirirem nossa solução. Potencializamos a comunicação, colaboração, produtividade e o trabalho bem feito para que as crises não seja negativas mas sim para que sejam oportunidades para todos.

    Espero que esta artigo os ajude a começar a semana com mais animo! Boa segunda-feira e boa crise!

     
    • Alexsandro 3:37 pm em 09/11/2011 Permalink | Responder

      Oi Ana , tudo bem ? Parabens pelo artigo, achei excelente! Tambem acredito que um esforço só se torna qualificado quando você assume a responsabilidade dos problemas que o cerca, se tornando protagonista do caminho a percorrer. E isso ocorre quando entendemos que as limitacoes nao estao fora, mas dentro de cada um de nós. Eu trabalho muito com a cultura do esforço , inclusive temos uma ferramenta ” http://www.midhascrm.com.br “que serve para medir o esforço comercial de uma equipe comercial ou mesmo profissional autonomo. Caso voçe possa avaliar nossa ferramenta, fique a vontade para acessar de forma gratuita, ficaremos gratos de poder contar com sua avaliação.

      Abraço e Sucesso nas Crises!

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