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  • Billie Lou Sastre 9:00 am em 03/01/2013 Permalink | Responder
    Tags: ocitocina, rede social colaborativa,   

    A molécula que se enconde detrás do trabalho colaborativo 

    Tempo estimado de leitura: 2 minutos

    Paul J. Zak, neuroeconomista e doutor em ocitocina, autor do libro The Moral Molecule explica em uma entrevista de vídeo da Harvard Business Review as suas últimas pesquisas e descobertas sobre a ocitocina, uma molécula que atua como neurotransmissor do cérebro e que, entre outras coisas, foi relacionada com o comportamento sexual e a conduta maternal, além de provocar relaxamento, prazer e sensação de felicidade. Se você é mãe, é muito provável que esteja familiarizada com a palavra ocitocina, já que é justamente o hormônio secretado para que seja possível o nascimento do bebê, provocando as contrações do parto, sendo também responsável de nos fazer entrar em forma novamente com a amamentação materna, já que a cada vez que o bebê se alimenta no peito, a ocitocina se encarrega de fazer o útero contrair.

    A ocitocina, também denominada hormônio do amor, tem uma grande influência no nervo vago, o qual  influencia o ritmo cardíaco. Isso pode explicar o porquê da mudança do ritmo cardíaco quando temos “o coração partido” ou “estamos apaixonados. Mas Paul J. Zak, que  há 10 anos pesquisa em seu laboratório a ocitocina,  demostrou que a ocitocina funciona como uma espécie de molécula da moral. A pesquisa inicial de Zak foi pensada para investigar o papel mais abrangente do hormônio na emoção humana e na percepção. O que encontrou foi que as pessoas com maiores níveis de ocitocina têm uma tendência maior ser generosas, fazer doações e a responder positivamente aos anúncios de melhorias nos serviços públicos.

    Paul J. Zak explicou os benefícios do hormônio nos seguintes pontos, que quero dividir com vocês:

    Confiança no trabalho

    As pesquisas deste cientista demonstraram que a confiança é muito mais poderosa que a utilização do medo para a motivação entre equipes. Os líderes necessitam possuir canais de empatia para assim poder obter um maior rendimento de seus funcionários. O líder deve saber se os seus trabalhadores estão motivados, se se sentem como parte do projeto e tem o dever de guiar a sua equipe para que tenham sucesso. O pesquisador explica que a liberação de ocitocina é maior quando existem horas de relacionamento social ou quando se organizam festas entre os membros da equipe.

    Criar equipes colaborativas

    Como fazer que as equipes sejam mais colaborativas? A base está na transparência. Como líder ou chefe de projeto, você precisa identificar e comunicar com nitidez com a sua equipe: quais são os objetivos, como fará para atingi-los e o que ocorrerá depois de atingi-los. Quando os trabalhadores não se sentem envolvidos no projeto, sentem medo e deixam de liberar ocitocina, diminuindo portanto a possibilidade de trabalhar em ambientes de colaboração.

    Ocitocina e comportamento online

    100% das pessoas que utilizam o Social Media para se conectar com os amigos por prazer liberam maior quantidade de ocitocina. Para os ambientes de trabalho, isso significa que ter acesso às suas redes sociais durante 20 minutos ao dia poderia beneficiar posteriormente o trabalho colaborativo.

    Portanto, considere que ter uma Rede Social Corporativa como Zyncro pode ajudar na secreção de mais ocitocina, resultando em funcionários que geram valor dentro da organização e ajudam a ter empresas de maior crescimento.

    Você ainda não conhece as vantagens de Zyncro? Aceite o meu convite a testá-las gratuitamente e me conte a sua experiência!

     

     
  • Billie Lou Sastre 9:00 am em 15/11/2012 Permalink | Responder
    Tags: , ,   

    Social Business, a mudança está nas pessoas 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Nota do editor: Hoje com grande prazer apresentamos uma nova autora do Blog da Zyncro, Billie Lou Sastre; estamos muito empolgados com esta nova incorporação. Billie é especialista em Social Media e implementação de estratégias 2.0. Depois de trabalhar na MRW, como Social Media Manager entre outras responsabilidades, decidiu se lançar a um projeto próprio, Par de Dos, uma consultoria que ajuda empresas a desenvolver estratégias Social Media integradas com o plano de marketing existente. Bem-vinda, Billie :)

    A revolução social começou há alguns anos, e os negócios mais evoluídos se estão adaptando ao modelo de Social Business, que é definido como:

    “Uma organização que valorizou sua estratégia, tecnologia e processos para atrair todos os indivíduos de sua organização (funcionários, clientes, sócios, fornecedores) para maximizar o valor co-criando”

    Uma mudança organizacional nos meios sociais é basicamente uma meta de liderança e gestão empresarial, e não unicamente uma implementação tecnológica; a tecnologia é o que a veicula. Para conseguir converter uma empresa em social, é preciso criar processos de colaboração massiva que proporcionem um valor adicional a todos os grupos de interesse.

    No entanto, estamos preparados para ser empresas sociais de verdade? Para isso é necessário:

     

    1. Considerar os indivíduos (internos e externos). Isto é, realmente levar em conta todas as pessoas que tem algum contato com a nossa empresa na hora de preparar o plano estratégico.
    2. Escutar (dentro e fora). Não basta levá-los em consideração somente durante a definição do Plano Estratégico, é indispensável aprender a ouvir todos os níveis. Para isso as ferramentas tecnológicas sociais são muito úteis.
    3. Responder. É um outro passo. Se sabemos escutar, copilaremos todas as preocupações, ideias e colaborações de nossos grupos de interesse e ao respondê-los e dialogar, poderemos gerar valor.
    4. Aprender e evoluir. Através do diálogo ativo com os indivíduos é possível receber um feedback importante de onde estamos e o que pode ser feito para melhorar. É preciso demonstrar que a escuta ativa serve para inovar.
    5. Ser social. Todo este processo é otimizado quando aprendemos a ser empresas sociais, colaborar e co-criar.

    “Uma mudança que deve ser liderada pelo direção da empresa e apoiada por todos os gerentes”

    Ainda hoje existem muitos executivos que não entendem o poder do Social Media. Sabem que a empresa deve dar este passo, mas não sabem o porquê, e não o integram dentro de suas estratégias de negócio.

    É comum ouvir dizer que os empresários não ficam animados de estar nas Redes Sociais por medo de se expor abertamente. Outros consideram que é uma ferramenta mais comercial e de comunicação (generalmente unidirecional), com a qual passam a sua comunicação offline para online sem nenhuma orientação e com o objetivo exclusivo de incrementar as vendas ou a presença de Marca. A maior parte destas empresas não possuem estruturas sociais internas e garanto que nos cargos de alta direção não há nenhum perfil social.

    Evoluir até chegar a um modelo de negócio social é um longo caminho. Poucas empresas o estão fazendo 100% pois passamos de uma cultura industrial a uma pós-industrial, que no entanto é o futuro. Quando as empresas aprendam a se nutrir com o enorme valor de seus colaboradores, funcionários, fornecedores e clientes estarão em uma etapa de geração de um valor incalculável.

    Liderar una empresa social acarreta um significado profundo. Requer uma revolução cultural e social dentro de toda a empresa.

    Para ser verdadeiramente social a empresa precisa estar interessada em escutar os clientes e incentivar o diálogo entre os trabalhadores. Neste novo modelo de negócio não são válidas as hierarquias estritas, nem a falta de apoio à uma atitude e um “espírito inovador” em todos os aspectos da organização. E, obviamente, não é aceitável restringir o fluxo de conhecimentos em todas as direções, impulsado por todos os que formam esta nova empresa.

    As Redes Sociales são apenas ferramentas para interatuar com os indivíduos, ferramentas que têm um poder infinito para transformar as relações com clientes, fornecedores, funcionários e acionistas, mas se a empresa não estiver culturalmente preparada e não integrar esta nova filosofia dentro da própria estratégia de negócio, estas ferramentas dificilmente serão utilizáveis para a inovação e a criação de valor empresarial.

     
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