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  • Laura Dieguez 2:00 pm em 07/08/2012 Permalink | Responder
    Tags: , , saudepublica   

    A importância da comunicação digital no âmbito da saúde 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Que Internet veio para ficar não é novidade senão a pura realidade. Neste sentido, as próprias empresas e instituições devem ser as que aproveitem esta oportunidade para se comunicar de forma mais humana, transparente e próxima com seus clientes potenciais.

    As empresas de consumo, comércio e turismo sabem se mexer bem confiantes, atraindo todos os olhares na pista de dança do 2.0. No entanto, as organizações sanitárias continuam na expectativa, esperando o momento oportuno para subir ao palco.

    Conversar é curar

    Cada vez existem mais profissionais de saúde que utilizam a Internet como um lugar para se formar e se atualizar usando redes sociais, wikis e comunidades de prática profissional.

    A interação entre profissionais de saúde no ambiente digital contribui para consolidar a inteligência coletiva, o que permite intercambiar conhecimento entre colegas para ajudar na sua formação continuada e aprimorar sua competência profissional.

    Os pacientes, por sua vez, também sabem aproveitar a rede. Quem de vocês não utilizou Internet para procurar informação sobre algum sintoma ou comparar a informação dada pelo médico? Não se preocupem, vocês não são os primeiros.

    Este novo perfil de paciente, mais conhecido como e-paciente, busca também apoio emocional em fóruns de pessoas que compartilham experiências por doenças similares [1]

    Este tipo de comunicação não só tem efeitos benéficos para os participantes senão que ainda, através das mensagens que intercambiam, criam uma nova fonte de dados para aqueles que se interessarem por aprofundarem na experiência de padecer uma doença.

    A Comunicação 2.0 e as organizações de saúde

    De forma diferente a estes dois agentes mencionados acima, as instituições e organizações de saúde utilizam um modelo informativo (não comunicativo) com os demais atores do sistema presentes na rede [2].

    Perda de poder?, medo ao desconhecido? A plataforma de colaboração está pronta, o que impede então a participação no baile do 2.0? São muitas as perguntas que aparecem diante da dificuldade de interatuar com as organizações na Internet. No entanto, não será aqui onde falaremos sobre isso.

    É interessante frisar a necessidade de acabar com a estrutura hierárquica e começar um modelo novo, baseado na “organização sem organização”, centrada na atenção ao cidadão por meio da comunicação bidirecional, transparente e próxima.

    Exemplos a serem seguidos

    Importantes organizações e instituições sanitárias já adotaram o 2.0. Entre elas, e apesar de cada vez existirem mais, destacaremos algumas organizações que utilizaram as estratégias mais inovadoras para se incorporar na era digital, bem como as que possuem um modelo comunicativo para conectar profissionais e pacientes.

    Na Espanha

    Xarxa Castelldefels Salut
    Hospital Sant Joan de Déu
    Oficina 2.0
    Col·legi Oficial de Metges de Barcelona

    Internacionais

    Hospital Cleveland Clinic

    [1] Capítulo 2.3: Salud 2.0: el ePaciente y las redes sociales, de Manuel (Manny) Hernández. Livro: El ePaciente y las redes sociales, de Vicente Traver Salcedo e Luis Fernández-Luque

    [2] Internet, Salud y Sociedad. Análisis de los usos de Internet relacionados con la salud en Catalunya [Tesis doctoral, 2009], de Francisco Lupiáñez-Villanueva

    Laura Diéguez é jornalista especializada em comunicação empresarial e, atualmente, diretora de Conteúdos eHealth na empresa Signature Pharma

     

     
  • Laura Dieguez 9:00 am em 02/05/2012 Permalink | Responder
    Tags: , histórias, , ,   

    Por que criar uma história sobre nossa marca 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Nota do editor: Em primeiro lugar, desde Zyncro, queremos dar as boas-vindas para uma nova colaboradora do blog, Laura Diéguez, jornalista especializada em comunicação empresarial e, atualmente, Diretora de Conteúdos eHealth em Signature Pharma. Obrigada, Laura. Seja bem-vinda ao Zyncro Blog 😉

    Por que criar uma história sobre nossa marcaAs pessoas não compram produtos, mas sim as histórias que os produtos representam. Da mesma forma que não compram marcas, senão os mitos e modelos que essas marcas simbolizam”.
    Ashraf Ramzy, What’s in a name? How Stories Power Enduring Brands, 2006.

    Tradicionalmente as empresas não quantificavam o valor da marca nas suas finanças. Entretanto, hoje em dia, ninguém duvida que o valor dos intangíveis supera, em ocasiões, o dos bens materiais.

    A marca, definida por Marty Neumeier como “a person’s gut feeling about a product, service or company” , faz um papel de protagonista no mercado, já que se coloca ante o consumidor como um sinal de identificação e de diferenciação da concorrência.

    No entanto, criar uma marca e posicioná-la no mercado não é uma tarefa fácil. O investimento necessário para a criação e o desenvolvimento de uma marca, com a finalidade de destacar um produto ou serviço que se queira oferecer, é cada dia mais elevado. Diante desta situação, como podemos potencializar o valor de marca?

    Cada vez um número maior de empresas apostam por uma estratégia de marca baseada em despertar emoções, fazendo com que o consumidor se sinta tocado e levado a comprar um produto ou serviço determinado.

    Para chegar a emocionar o consumidor é preciso apostar, não pelo conteúdo de marca, mas sim em boas histórias, que tenham um enfoque, um clímax, um desfecho e a participação de personagens, explica David Martin em Forbes (inglês).

    Além disso, acredito que existem outros cinco elementos adicionais para transformar a história de marca em uma experiência única para o consumidor:

    1. Incorporar valores universais como o amor, a amizade ou a ética.
    2. Transmitir entusiasmo.
    3. Despertar alguma curiosidade.
    4. Abrir portas para todos os stackholders.
    5. Adaptar a história a diferentes linguagens e formatos.

    Definitivamente, os consumidores têm maiores necessidades emocionais que funcionais. É por isso que todas as marcas que nos emocionam têm uma história.

    Vocês acham que se todas as marcas contassem histórias em vez de fazer anúncios teriam maiores possibilidades de conquistar o consumidor final? Sim ou não?

    Para acabar, gostaria de dar um exemplo de como reforçar os valores de marca através de uma boa história:

    A marca de roupa esportiva Nike escolheu o cineasta Casey Neistat para fazer um filme sobre o seu novo produto, a pulseira Nike+Fuelband. Neistat e seu amigo Max Joseph, também cineasta e editor deste projeto, utilizaram o orçamento de produção para fazer uma viagem pelo mundo até o dinheiro acabar e foram gravando a experiência a cada passo que deram. O resultado? Uma viagem de 10 dias ao redor do mundo resumida em um vídeo de apenas 5 minutos onde a felicidade, a diversão, a coragem e o esforço passavam para o espectador uma experiência única.

     

     
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