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  • Marta Carrió 9:00 am em 05/03/2013 Permalink | Responder
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    8 tendências em reputação corporativa para 2013 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Há algumas semanas atrás, Leslie Gaines-Ross, diretora de estratégia visando a reputação em Weber Shandwick, apresentou no blog The Huffington Post as últimas tendências a nível de Reputação Corporativa que devem ser levadas em consideração esse ano.

    Estas tendências mostram a especial relevância que a reputação interna terá para marcas e empresas e por isso considero interessante examiná-las aqui. Ao final das contas, as tendências que destaco a seguir não fazem mais que enfatizar a ideia da necessidade das empresas de cuidar sua comunicação interna como chave de sua reputação entre os funcionários.

    É aí onde as Redes Sociais Corporativas podem dar uma ajuda primordial para as organizações que apostam pela inovação e pelo uso de ferramentas colaborativas e de gestão compartilhada do conhecimento.

    Vamos revisar essas 8 tendências principais:

    1. Os CEO precisam ser os principais protetores da reputação corporativa. Conforme algumas pesquisas, já comentadas recentemente aqui no blog, quase a metade da reputação de uma empresa continua sendo atribuída ao seu CEO. Dado que a probabilidade de uma empresa experimentar uma crise tende a ser cada vez mais frequente, “uma resposta oportuna, sensível e direta” pela figura do diretor geral inspirará confiança e credibilidade.

    2. A reputação interna é fundamental. Os trabalhadores ajudam a construir uma reputação favorável quando estão comprometidos e satisfeitos com a organização. E isso acontece quando existe uma comunicação bidirecional dentro da companhia. Trabalhar estes aspectos será cada vez mais importante, principalmente pelo impacto resultante nos principais indicadores do negócio.

    3. As crises de reputação não podem passar desapercebidas. Como nos explica Gaines-Ross, normalmente as companhias pensam que sua reputação foi atacada injustamente. No entanto, quase sempre as crises começam dentro da própria empresa e poderiam ser evitadas se os primeiros indícios tivessem chamado a atenção. É por isso que este ano um maior número de empresas vai começar a utilizar as últimas tecnologias com a finalidade de construir sistemas mais adequados para a gestão e a diminuição do risco de uma má fama, assim como para a identificação de vulnerabilidades na reputação.

    4. A objetivação da reputação terá mais peso. As empresas vão procurar se focar mais nas fórmulas para medir objetivamente sua reputação. No entanto, a preocupação pelas cifras talvez não forneça uma visão completa de um ativo multidimensional e baseado nas percepções, como é o caso da reputação.

    5. A reputação corporativa e a marca serão inseparáveis. Quase 9 de cada 10 diretores acreditam que uma reputação corporativa forte é tão importante como uma marca de produto/serviço forte. Encontrar o equilíbrio adequado será uma prioridade para a empresa neste 2013.

    7. A reputação vai ser redefinida em função das mudanças sociais e políticas. Estamos começando a perceber a forma com que a reputação da empresa se está adaptando cada vez mais ao que ocorre dentro da sociedade civil e do meio político. As preocupações sociopolíticas e as organizacionais vão estar cada vez mais ligadas e isso não vai poder ser medido na construção e na manutenção da reputação corporativa.

    8. Gerenciar a reputação nas redes sociais vai adquirir uma maior importância. As empresas que forem verdadeiramente sociais, que envolvam a direção, os trabalhadores, os clientes e parceiros em um diálogo genuíno dentro das redes sociais, serão reconhecidas como os novos líderes empresariais. A figura do CEO social será a seguinte novidade. Por enquanto, o ponto de partida deixa um pouco a desejar: uma pesquisa realizada pela IBM  em 2012 com os seus CEO de 64 países e dentro de 18 setores, concluiu que apenas 16 por cento dos mesmos participava nos meios sociais.

    Marta Carrió é Doutora em Reputação Corporativa (UPF) e sócia de Plan, uma consultoria especializada em medir, analisar e gerenciar a reputação corporativa.

     

     
  • Marta Carrió 12:00 pm em 07/02/2013 Permalink | Responder
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    Tempos de Crise? Invista na sua reputação interna 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Atualmente as empresas estão se deparando com o impacto dos interesses e das necessidades de distintos coletivos e indivíduos. É por este motivo que é importante que as organizações pesem e analisem estas forças e expectativas a fim de ajustá-las aos seus objetivos estratégicos.

    No contexto geral da gestão da reputação, é comum que muitas organizações deixem em segundo plano a firme promoção da reputação interna, apesar de que hoje em dia este é um tema de máxima importância para, por exemplo, aumentar as vendas. Enquanto muitas empresas estão voltando toda a sua atenção para o âmbito comercial, está demonstrado que as vendas aumentam quando a percepção positiva dos trabalhadores é superior à dos clientes. Mesmo assim, promover uma reputação interna favorável contribui para atrair e manter o talento, reduzir custos vinculados à gestão de uma crise, melhorar a eficiência da entidade e ainda a colaboração, inclusão, comunicação, fidelidade, identificação e a resolução de conflitos internos nas empresas.

    Em um panorama como o que estamos vivendo, será melhor que a empresa que estiver tentando melhorar sua reputação através da recuperação da confiança dos clientes mude suas prioridades.

    A concorrência não é a ameaça mais importante para a sua reputação mas sim a falta de identificação, motivação, comunicação, colaboração e deixar de aproveitar as capacidades e habilidades existentes a nível interno. É por este motivo que a maioria das crises de reputação que encontramos hoje nas redes sociais têm origem nos próprios funcionários.

    Não é possível conseguir arrumar a falta de sintonia dentro da empresa através de pesquisas de clima laboral ou fazendo vários tipos de dinâmicas de grupo. É preciso identificar e analisar as relações e papéis de cada coletivo e dos indivíduos de uma organização baseado nas dimensões da reputação interna de uma entidade (satisfação e compromisso dos funcionários) com o objetivo de traçar um plano de resposta que permita reposicionar o sentimento e as atitudes dos trabalhadores em relação à empresa.

    Uma Rede Social Corporativa, como Zyncro, pode: contribuir e facilitar na aplicação de um processo de Internal Reputation Assement; comunicar de forma abrangente para toda a empresa a importância de participar no processo, o que cria sintonia e confiança; informar continuamente sobre a implementação do processo, seus participantes, fases e resultados; e ainda atuar de plataforma de feedback, entre outros aspectos.

    Sabendo isso, o que você está esperando para começar a vender mais, reduzir custos e a ser mais eficiente? Se você desejar saber mais sobre como gerir a reputação interna da sua empresa, pode baixar gratuitamente o whitepaper que criamos com Zyncro [ES]: Reputação Interna na Empresa.

    Marta Carrió é Doutora em Reputação Corporativa (UPF) e sócia de Plan, uma consultoria especializada em medir, analisar e gerenciar a reputação corporativa.

     

     
  • Marta Carrió 9:00 am em 27/11/2012 Permalink | Responder
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    O CEO social: um estado mental 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Nota do editor: Hoje queremos apresentar a todos uma nova autora do blog: Marta Carrió. É Doutora em Reputação Corporativa (UPF), possui um Executive MBA de ESADE, um mestrado em Comunicação Social (UPF) e um mestrado em Direção de Marketing (UPF). É técnica em análise de comportamento em redes sociais (COLPIS) e sócia de Plan, uma consultoria especializada na intervenção, análise e gestão da reputação corporativa em ambientes on e offline. Bem-vinda!

    Gosto de seguir e retuitar os posts de Leslie Gaines-Ross, uma renomada RP de Weber Shandwick. Em uma recente publicação no blog, ela divide conosco, e eu assinaria embaixo, o que é ser um CEO “social”. Seus comentários se baseiam em um post que Spencer Rascoff, CEO de Zillow (um dos portais líderes para obter informação sobre casas a venda nos Estados Unidos), publicou no seu blog, no qual argumenta o que para ele significa ser um CEO “social”. Esta é um pequeno fragmento das palavras de Rascoff:

    “Isso me fez refletir sobre o que significa ser um CEO social. Sim, isso significa que posso participar em Twitter, Facebook, Pinterest e, como não, nos meus dois blogs. Mas vai mais além, é um estado mental. Ser CEO social significa que estou sempre acessível – para meus funcionários, nossos anunciantes, nossos parceiros de negócios e nossos usuários.

    Quando Zillow começou a cotizar na bolsa de valores, me preocupava o fato que talvez fosse necessário reduzir nossa “sociabilidade”. Finalmente tomei a decisão de trabalhar pesado para manter uma cultura social na companhia. E foi menos difícil do que esperava. É verdade que existem vários temas que devem ficar fora do “social”: os resultados financeiros, as declarações com vistas ao futuro ou outros temas semelhantes. No entanto, sempre tenho autorização para falar publicamente sobre a empresa e sua estratégia, assim como para participar na discussão e debates sobre Zillow e seu setor. Estou convencido que os diretores gerais que optam por não participar nas redes sociais estão sendo evasivos. Tudo bem que não queiram usar os meios sociais. Mas depois não podem culpar os advogados pelas consequências derivadas desta atitude”.

    Como bem menciona Gaines-Ross e o próprio Rascoff, ser um CEO “social” é um estado mental, um estado mental próprio dos diretivos que entendem que arriscar a reputação está quase sempre diretamente relacionado com as decisões estratégicas tomadas pelas organizações. E, definitivamente, que é a direção o responsável final por manter e proteger a reputação da companhia.

     
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