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  • Pablo Fuentes 9:00 am em 14/02/2013 Permalink | Responder
    Tags: cultura corporativa, , ,   

    Quatro chaves para gerir a cultura corporativa 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Martín, um funcionário como outro qualquer, observa indiferente o presente de promoção (de merchandising) que recursos humanos deixou em cima da sua mesa. Desta vez é uma camiseta que põe em cores bem vivas “Nossa visão e nossas metas”. Há poucas semanas era um cubo antiestresse estampado com “Nossos valores”. Martín já não sabe para quem dar esses presentes.

    Cultura corporativa, pensa Martín. Duas palavras que estão na moda dentro das companhias que com uma frequência excessiva ficam esquecidas em uma aba do navegador ou em cartazes que ninguém mais repara. No entanto, existem empresas que sabem gerir a cultura corporativa, fazem sucesso e são competitivas.

    Então, o que faz a Cultura Corporativa se diferenciar em maiúsculas de uma mera campanha interna de técnicas de mercado (endomarketing)? Martín visita o site relatoscorporativos.com e encontra a resposta, as quatro chaves para gerir a cultura corporativa:

    1. Uma visão nítida e mensurável: definir claramente quem somos, o que fazemos e de que maneira seremos competitivos e lucrativos de forma sustentável. Esta visão será firme se temos uma missão com estratégias e objetivos concretos, que obviamente serão comunicados com clareza dentro e fora da companhia.

    2. Uma liderança sólida: usarei a frase de Sumantra Ghoshal, “you can’t manage third generation strategies with second generation organizations and first generation managers”, isto é, o importante é contar com chefes que escutam, encarregam tarefas, exigem, reconhecem e que, em geral, fazem as suas equipes crescerem. Tenho a sorte de conhecer líderes assim, como por exemplo o meu chefe atual, completamente distinto dos oportunistas caciques corporativos.

    3. Uma equipe competitiva e comprometida: pessoas que incorporam a visão e lutam para conquistar objetivos. Acho importante citar aqui Gary Hamel e seu conceito de Management 2.0. pois afirma que as companhias de sucesso apostam por uma nova forma de mando, com hierarquias naturais baseadas na confiança e na liderança. Organizações onde os trabalhadores possuem mais autonomia e acesso à informação, estimulando assim a sua criatividade.

    4. Passar do discurso para a prática: é indispensável tornar sólida a cultura corporativa na medida que avançamos, comunicando interna e externamente as conquistas e celebrando como se merece. Uma campanha de fatos e vitórias é uma excelente maneira de valorizar nossa cultura corporativa, gerando credibilidade e afinidade dentro e fora da companhia.

    Boa sorte, Martín.

    Pablo Fuentes é gerente de comunicação interna de Telefónica América Latina. No seu blog relatoscorporativos.com, vocês podem consultar as melhores estratégias e ideias para implantar sistemas de comunicação 2.0, bem como as últimas tendências em comunicação corporativa.

     

     
  • Pablo Fuentes 2:00 pm em 17/07/2012 Permalink | Responder
    Tags: , ,   

    A teoria do pebolim: três chaves da comunicação interna e o trabalho em equipe 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Introdução: Através de um colega de comunicação, chegou nas minhas mãos este artigo de Pachi Lanzas, perito em comunicação interna com uma grande experiência como responsável nesta área em companhias como o Banco Santander, Acciona ou Vodafone Espanha, entre outras. Pachi escreveu este post pensando em Relatos Corporativos, sendo um motivo de orgulho para o blog.

    Trabalhar em equipe. Simples, né? Todos trabalhamos em equipe. Fizemos milhares de cursos, os mencionamos no nosso currículo… Ninguém cogita a possibilidade de dizer que não trabalha em equipe. Imagine a cara do responsável de Seleção de RH se na entrevista você dissesse que não sabe trabalhar em equipe?

    Bom, é certo, o fazemos. Todos compartilhamos os mesmos objetivos, as mesmas estratégias, os mesmos valores. O pessoal de Comunicação Interna fez bem o seu trabalho e nós o sabemos de memória. Mas, isso significa que trabalhamos em equipe? Eu acho (claro que pode até ser que esteja enganado) que na maioria dos casos, funciona a teoria do pebolim.

    Tenho certeza que você jogou pebolim pelo menos uma vez na vida, certo? Ou, pelo menos, viu alguém jogando. No pebolim, cada fila se ocupa da sua zona. Quando vem a bola, a gestionam. Todos com o mesmo objetivo: ganhar a partida. Todos “colaboram”: passam a bola, defendem, etc. Porém, isso é um trabalho em equipe? Não.

    Para trabalhar em equipe, você precisa se colocar no lugar das demais pessoas da organização. Você precisa “sair da sua zona” e se misturar. Conhecer o que fazem e saber qual a melhor forma de colaborar com eles e criar isso que chamamos de “sinergia”.

    E a Comunicação Interna, o que tem a ver com tudo isso? Como poderia apoiar o jogo “entre as filas”? Sugiro três maneiras:

    1. Redes sociais. Há muitas experiências que funcionaram bem. Hoje em dia, o mais lógico parece ser utilizar as funcionalidades das redes sociais (Ver Cinco chaves para enfocar um modelo de comunicação interna 2.0, em espanhol) para melhorar os fluxos de comunicação interna.
    2. Projetar planos de interação entre áreas. Mas, é só isso? Nem pensar. Saber passar a bola de uma fila para a outra não significa que que as pessoas se conheçam, nem que interajam entre si. Por isso, é preciso projetar planos de interação entre as distintas áreas das organizações.
    3. Análise e plano de ação. Para isso estão os consultores, claro. Como consultor, não posso citar em um post o que faria em cada organização; não porque não queira, senão porque não acredito em fórmulas mágicas boas para todos. Em cada caso é preciso fazer uma análise séria e sensata do que derive o plano de ação.

    Jogar pebolim é divertido. Ao disponibilizar para um grupo de jovens uma playstation com um pebolim ao lado,  85% escolhem o pebolim (fiz este teste). No entanto, para uma organização, não é uma partida e não é nem um pouco divertido.

    Pablo Fuentes é gerente de comunicação interna de Telefónica América Latina. No seu blog relatoscorporativos.com, vocês podem consultar as melhores estratégias e ideias para implantar sistemas de comunicação 2.0, bem como as últimas tendências em comunicação corporativa.

     

     

     
  • Pablo Fuentes 9:27 am em 15/03/2012 Permalink | Responder
    Tags: ,   

    Cinco chaves para incentivar a participação na mídia interna 2.0 

    Tempo estimado de leitura+vídeo: 13 minutos

    Uma linha fina e dourada começa a iluminar o carpete cinza do Rio de la Plata. Enquanto vê o nascer do sol em Buenos Aires, Sandra deixa para trás e segura a cabeça com as mãos entrelaçadas.

    Já se passaram 3 meses desde que apresentou seu modelo de comunicação 2.0 ao comitê de direção, e esta satisfeita, embora não ao todo. O numero de visitas as mídias internas tem crescido acima do esperado, e no ultimo termômetro de clima, as áreas valorizam positivamente as novas ferramentas 2.0:

    “Facilitam compartilhar informações e melhorar praticas de forma mais eficiente, e construir equipe”, concluiu. Então, o que preocupa Sandra?

    Se incorporar e voltar a procurar os indicadores, que podem manifestar sua inquietação: o nível de participação dos funcionários é baixo. Olhando atras  comprova que tem cumprido com o plano do mercado (ver Cinco chaves para focar um modelo de comunicação interna 2.0), mas ainda são poucos os colaboradores que discutem as noticias, envolvidos em um fórum ou publicam um artigo na Wiki.

    Como incorporar a conversação ao canais internos?

    Aprofundada nos números, Sandra se sobressalta quando Maurício explode sem aviso no escritório: “Ei, você viu que Yamil Salinas falou em contas corporativas?. Com cara de reprovação pelo susto, ela deixa os papeis sobre a mesa, “para, para, o que disse?”. Maurício sorri: “creio que o pibe nos da as respostas que necessitamos.

    “Sandra acessa o blog, e efetivamente não pode evitar um sorriso quando escuta o vídeo post…

    Nota do autor: Yamil Salinas é responsável de Comunicação da Social Media do Grupo telefônica na Argentina. É um prazer contar com a colaboração de uma grande amiga e excelente profissional.

     

    Pablo Fuentes é gerente de comunicação interna da Telefônica Latinoamericana. Em seu blog relatoscorporativos.com, encontrarás as melhores estratégias e idéias para implantar sistemas de comunicação 2.0, assim como a ultima tendência em comunicação corporativa.

     

     
  • Pablo Fuentes 11:55 am em 31/01/2012 Permalink | Responder
    Tags: , , ,   

    As 5 chaves na gestão da comunicação interna 2.0 

    tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Nota do Editor: Convidamos novamente Pablo Fuentes, gerente de comunicação interna da telefônica Latino americana a compartilhar na #ZyncroBlog seus bons conselhos sobre a gestão da comunicação interna nas empresas. De suas experiências saíram ideias que nos convidam a ler. Obrigado Pablo por se unir de novo a ZyncroBlog!! E lembramos que em seu blog relatoscorporativos.com, encontraras as melhores estratégias e ideias para implantar sistemas de comunicação 2.0, assim como as ultimas tendências em comunicação corporativa.

    Sandra conclui sua apresentação ao Comitê de Direção com a sensação de ter vencido a batalha. Não obstante se passam alguns eternos segundos ate que o Presidente confirme sua vitoria: “parabéns, siga adiante”. Exausta, se senta com um suspiro de satisfação: sinal verde a seus projetos de comunicação interna 2.0.

    Não tem sido fácil. Um gestor expressou seu temor no envolvimento dos trabalhadores. “Qualquer empregado pode participar e opinar?”, “Como controlar o que ele diz?”. Outro com duvida da veracidade dos conteúdos publicados. “Quem me disse que a informação é correta?”, e um terceiro tem questionado a utilidade das ferramentas, ” muito bonito esses blogs e fóruns, mas o que eles trazem para os negócios.
    “Mas durante dias, Sandra tem preparado litros de café para dar resposta a todas as perguntas possíveis, e também as impossíveis. Alem disso falamos de um blog, relatos corporativos, em que descobriu as chaves para gerenciar seu novo modelo de comunicação interna:

    1ª O Modelo 2.0 é a nova evolução, e não uma revolução. A Intranet vai seguir sendo a porta de entrada aos serviços e conteúdos dos empregados. ( a própria intranet irá revolucionando entorno de mais participativos).

    As novas ferramentas 2.0 potenciaram e facilitaram a sinergia com os canais de comunicação interna já existentes!

    2ª Sempre existirá a informação oficial da companhia. Sandra deixa claro ao Comitê que a informação oficial da companhia não desaparece, ao contrario, seguirá sendo o pilar essencial da comunicação interna. E um de seus maiores desafios a partir de agora consistirá em garantir coerência entre a informação oficial e a informação informal que é gerada nos espaços de participação.

    3ª conteúdos alinhados com os negócios. As novas ferramentas 2.0, uma Wiki, uma rede de blogs, um fórum e incluso a rede social interna, estão orientadas as necessidades de negocio. Por isso é importante definir previamente uma politica de conteúdos que cubra os objetivos do plano estratégico, e que alavanca os avanços da mesma, e seja a inovação, a orientação ao cliente, o desenvolvimento de serviços e a eficiência nos processos o que reforça o compromisso dos empregados.

    4ª Politica de Participação. O primeiro passo para gerenciar a participação e a identificação do usuário. Aqui a Sandra encontra uma improvável aliada, a segurança: ” o empregado está registrado com seu usuário e sua senha? Ah! Então é como enviar um e mail”. Exato, nem mais, nem menos. Em segundo lugar, a equipe de comunicação interna supervisiona a publicação e moderação dos conteúdos, tanto para manter a coerência dos mesmos como para promover e orientar a conversa para temas estratégicos.

    A participação gera valor, facilita identificar talentos na organização e democratiza o conhecimento.

    5ª Incentivar a participação: Como dizia, a participação gera valor, facilita identificar talentos na organização e democratiza o conhecimento. Mas a Sandra sabe que envolver a participação é o grande desafio para qualquer equipe de comunicação interna. Se consegue isso de duas maneiras. A primeira, adicionando valor para o cliente interno, e este veja a utilidade. A segunda, construir uma verdadeira cultura digital pelas mãos dos recursos humanos, com planos de formação específicos e atividades de promoção e envolvimento ( ver o relato Cinco chaves para enforcar um modelo de comunicação interna 2.0). Caso contrario no debate sobre a participação e a qualidade do conteúdo, Sandra contou com um novo aliado, o diretor da oficina da Argentina: “Che, quando eu canto no chuveiro, é horrível, mas se eu for para um estádio e cantar de tudo, é uma melodia.”

    O êxito do plano de Sandra dependerá do impacto positivo que tenha o negócio e, sobre tudo, da capacidade de refletir sobre indicadores específicos.

     
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