Actualizações de RSS Mostrar/Esconder Comentários | Atalhos de Teclado

  • Sandra Bravo 3:00 am em 02/07/2013 Permalink | Responder
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    Escutar ativamente é uma ferramenta de aprendizagem contínua 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    The art of conversation is being replaced by personal broadcasting. Escutei esta frase numa TED Talk de Julian Treasure sobre a importância de escutar ativamente, e não poderia concordar mais.

    Nós nos comunicamos constantemente mas poucas vezes escutamos. Escutar é muito mais do que o som que chega na orelha. Escutar é investir tempo nos demais, mudar o centro de atenção de nossa própria pessoa e se colocar no lugar dos que nos rodeiam.

    São tantas as mensagens e interferências que recebemos que não é fácil distinguir. Está comprovado que filtramos os conteúdos em função da nossa cultura e tudo isso marca a diferença entre o que ouvimos e em que prestamos atenção.

    A forma de encarar as coisas e o que acreditamos são fatores indispensáveis na comunicação. Nossa predisposição diante dos nossos interlocutores é uma condição imprescindível. A isso somamos a flexibilidade, a capacidade de deixar de lado o nosso conhecido ‘repertório’ de convicções para dar possibilidades a novas hipóteses.

    Escutar ativamente é a melhor ferramenta de aprendizagem contínua. Se não trabalhamos as nossas capacidades constantemente, ficaremos fechados nos nossos dogmas e limites.

    (Mais …)

     
  • Sandra Bravo 9:00 am em 08/02/2013 Permalink | Responder
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    Um requisito imprescindível para empreender? Perder o medo de sonhar! 

    Tempo estimado de leitura+vídeo: 6 minutos

    Ultimamente anda circulando pela rede um vídeo com a voz em off de Alan Watts que compara a importância do dinheiro e afirma que é uma estupidez dedicar a nossa vida a fazer coisas que não gostamos para sermos capazes de continuar fazendo coisas que não gostamos e educar nossos filhos a seguir este caminho… O conceito não é novo, mas acho legal que de vez em quando alguma mensagem como esta consiga um efeito viral na rede. Esquecemos rapidamente as coisas boas da vida e com facilidade começamos a reclamar sem qualquer esperança no futuro, por isso é importante que alguém repita essas ideias a cada certo tempo. É justamente isso que vou fazer agora, mas antes deixo o vídeo para vocês verem do que estou falando:

    Sei perfeitamente que há pessoas passando uma fase realmente difícil agora e, evidentemente, têm todo o direito do mundo de se queixar, mas este pequeno post está dedicado para aos que de forma automática e repetitiva ficam presos na posição fácil de se resignar “ao momento difícil”, e entregam os pontos. Abrem mão dos seus sonhos ou talvez nem cheguem a sonhar… Como podemos esperar ser felizes se nem sequer nos permitimos viver primeiro?

    As escolas de negócios e universidades estão lotadas de cursos para empreendedores, onde tentam nos ensinar a fazer magníficos análises DAFO, planos de empresa e nos explicam como abrir um negócio seguindo alguns simples passos… Contrariamente, elas também estão sobrecarregadas de notícias sobre o elevado número de projetos que não conseguem chegar ao primeiro ano de vida. Talvez isso ocorra porque nos convencem de algumas atitudes empresariais sem reparar primeiramente em outros aspectos fundamentais e que aparentemente não têm nenhuma relação com a economia. Onde já se viu aprender na escola a ser feliz, a lidar com as nossas emoções, a se empolgar com novos desafios, a valorizar os pequenos prazeres da vida? Que professor dedicou suas horas a ensinar a sonhar, a pensar na liberdade e na criatividade sem o preconceito de seguir uma linha previamente existente? Quantos pais mostram aos seus filhos que devem aprender dos erros, a se levantar quando tropeçam e ver o aspecto positivo da queda; a dizer te amo e obrigado?

    Um ponto imprescindível para superar a crise que nos deixa a todos parados (e empreender) é superar a crise da felicidade, dos sonhos e das esperança em um futuro melhor. Isso é algo que devemos incorporar ao sistema educativo, à filosofia de trabalho de nossas empresas e às nossas relações pessoais… É possível aprender a ser otimista, a ser feliz, a saber o que queremos. Só depois disso seremos capazes de seguir em frente, como diz Alan Watts no vídeo, sem importar o que isso signifique. Faço o que você deseja! Porque se você realmente gostar disso, poderá virar um especialista no assunto e encontrar a maneira de viver disso. E agora vamos começar novamente do começo, o que você faria para ser feliz?

    Sandra Bravo é sócia fundadora de BraveSpinDoctors, consultoria de comunicação estratégica e marketing político.

     

     
  • Sandra Bravo 2:00 pm em 03/08/2012 Permalink | Responder
    Tags: , , , flexibilidade   

    Como arrasar uma empresa em cinco práticos passos 

    Tempo estimado de leitura: 6 minutos

    A palavra “empreendedor” está tão na moda que começa a ser chato ler sobre isso. Qualquer nova empresa, principalmente se está liderada por jovens, é um projeto empreendedor e é comum ler sobre conselhos e recomendações para o novo empreendedor. Mas neste momento escolhi a opção contrária e apresento a seguir cinco conselhos práticos e simples para acabar com a sua empresa de forma rápida e eficiente.

    Não é preciso ser jovem nem empreendedor, mesmo que a sua empresa tenha uma base sólida e esteja consolidada, ao dedicar o esforço necessário para atingir estes objetivos, conseguirá arrasá-la em um piscar de olhos.

    Vamos lá:

    1. Subestimar o valor da comunicação. Deixar de lado a transmissão de nossas mensagens, ser incapazes de comunicar os nossos valores, nossos objetivos, a nossa motivação; ter um sistema informativo hermético ou uma falsa transparência; somente comunicar com as pessoas de fora, sem que nos importe a opinião do nosso pessoal interno e sem fazer questão que se sintam valorizados e orgulhosos do trabalho que realizam… São apenas algumas das circunstâncias que são vividas diariamente em organizações que pensam que a comunicação é um aspecto secundário e independente da sua atividade principal, na qual só é necessário investir quando ocorre uma crise informativa ou quando se deseja lançar uma campanha publicitária.
    2. Ser inflexíveis. Muitas empresas acreditam que ser fiel aos seus princípios é sinônimo de ser rígido, mas é exatamente o contrário. Se não somos capazes de ser suficientemente flexíveis para nos adaptar às mudanças, corremos o risco de cair vencidos na primeira batalha. Ser inflexível significa não dar importância para a formação de todos e de cada um dos nossos trabalhadores, manter estruturas excessivamente hierárquicas e pouco funcionais, não prestar atenção nas críticas construtivas ou nas adversidades para fortalecer nossos pontos fracos e acreditar que a nossa única finalidade é vender e ter um benefício ecenômico, ignorando que isso deveria ser a consequência de uma boa gestão e não o objetivo em si de todas as nossas ações.
    3. Não envolver emocionalmente. O que seria do mundo sem a emoção, sem os sonhos, sem a motivação? Todos temos, mas para torná-los realidade, devemos saber comunicá-los! Isso engloba compartilhar nossas inquietudes, fazê-las compreensíveis para a nossa audiência e, indo ainda mais longe, envolver as pessoas emocionalmente. Os sonhos tendem a ser metas difíceis de atingir e às vezes são utópicos, mas se conseguirmos fazer com que os nossos trabalhadores, clientes e colaboradores os interiorizem e se sintam parte deste sonho, serão mais pessoas que, em muitas ocasiões de maneira inconsciente, colaborarão com o seu grãozinho de areia para atingir estes objetivos.
    4. Menosprezar a concorrência. Se prestamos atenção aos três pontos citados anteriormente, seremos uma organização com um alto grau de conhecimento sobre a nossa essência –apesar de parecer um exagero dizer que muitas empresas não sabem sequer a sua razão de existir– e isso contribuirá para um aumento da autoconfiança coletiva e para nos fazer sentir orgulhosos do que somos. Isso é algo fundamental e muito positivo, sempre que seja levado com humildade. Nunca devemos menosprezar a concorrência, mesmo que pensemos que a sua estratégia não é adequada, seus gestores são pessoas pouco capacitadas, que sua visão empresarial é absurda… Em vez de perder tempo rindo dos seus defeitos, observemos as diferenças para tentar aprender com elas e potencializar aspectos próprios que, justamente por ter uma visão totalmente distinta, nós não teríamos nem sequer imaginado.
    5. Não ter senso de humor. Meu último conselho para acabar com uma empresa de maneira rápida e eficaz é ter uma total e absoluta falta de senso de humor. Uma pessoa pode gostar mais ou menos do seu trabalho, mas em nenhum momento ele deveria ser visto como um tormento diário. As organizações que sabem rir de si mesmas e que percebem que o humor melhora o rendimento e a sensação de pertencimento têm maior probabilidade de se consolidar e de gerar laços entre os trabalhadores, que levarão a melhores resultados no balanço do mês. Mas se nosso objetivo for ter uma empresa com um ambiente tenso, onde qualquer coisa gere atrito e as pessoas se sintam fora de lugar, é preciso ser rígido e intransigente e rapidinho faremos explodir tudo pelos ares.

    Sandra Bravo é sócia fundadora de BraveSpinDoctors, consultoria de comunicação estratégica e marketing político.

     

     
  • Sandra Bravo 9:01 am em 02/07/2012 Permalink | Responder
    Tags: atitude,   

    O talento é uma atitude 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Proponho a todos um exercício bem simples: ir até qualquer loja ou serviço de atendimento ao cliente e observar o atendimento, a predisposição que os trabalhadores têm para solucionar ou responder às necessidades das pessoas, com que atitude lhes recebem… Sorriem e cumprimentam, são agradáveis? São proativos e dão alternativas mesmo que não tenham exatamente o que você procura? Têm paciência, são educados? Com maravilhosas –e benditas- exceções, é bem comum encontrar pessoas com pouca força de vontade, que atendem “por obrigação”, sem empatia e tentando fazer subentender  “não me incomode muito e vá embora o antes possível”. É um círculo vicioso, já que a empresa não trata bem os seus trabalhadores nem marca algumas diretrizes claras sobre a maneira que eles devem tratar os clientes. Da mesma maneira os trabalhadores, que não acham que o seu esforço é reconhecido, carecem da mais mínima sensação de fazer parte da empresa e o único que lhes interessa é o salário de cada mês: não se sentem obrigados a mimar o cliente, já que eles são simples empregados e não se importam muito se a imagem da empresa será prejudicada pelo seu comportamento.

    O talento não é algo que se herda ou depende do Curriculum Vitae das pessoas. O talento é uma atitude, tanto nos indivíduos como nas empresas.

    Quem souber cultivar e maximizar seu talento se esforça para satisfazer as necessidades das pessoas que estão ao seu redor, sejam trabalhadores fixos ou clientes que devem ser atendidos; o fazem sorrindo e com bom humor; colocam energia em tudo o que fazem e o farão da melhor forma possível, para satisfação própria e alheia. Nós estamos acostumados a fazer –ou a querer fazer- a diferença através de objetos. Estamos preocupados, por exemplo, em oferecer a última novidade do mercado, mas ignoramos que o que realmente nos diferenciará a longo prazo e de maneira constante, se soubermos cuidá-los bem, são os sujeitos: o trato pessoal e as sensações que transmitamos no momento da compra ou no dia a dia do trabalho.

    Vou dar um exemplo simples, mas que é bem explícito. Se tenho dez padarias no meu bairro e todas têm o preço e a qualidade parecida, em qual vou? Naquela onde sabem como eu me chamo, o que vim comprar e me tratam bem e sorriam sempre, onde sejam sinceros sobre a qualidade do produto que me oferecem… Nesta padaria volto sempre não só para comprar pão todos os dias, mas também para comprar o café da manhã dos domingos e uma caixa de leite quando tenha esquecido de comprá-la no supermercado, porque eles vão muito além da mera venda de produtos; me passam uma sensação boa e fidelizam com isso a minha compra. Definitivamente, cultivam o talento que permite manter uma marca e um negócio por muitos anos, inclusive nas piores épocas.

    Sandra Bravo é fundadora de BraveSpinDoctors, consultoria de comunicação estratégica e marketing político.

     

     

     
  • Sandra Bravo 10:17 am em 05/03/2012 Permalink | Responder
    Tags: , , , , sentimento de adesão,   

    Uma empresa em permanente aprendizagem é uma empresa em constante crescimento 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

     

    Online trainingVivemos em um momento em que as ferramentas tecnológicas estão ganhando cada vez mais importância. Os Tablets, smartphones, computadores cada vez mais potentes e outros dispositivos surpreendentes não deixam de aparecer continuamente no mercado.

    Através deles, da internet e dos seus respectivos aplicativos, conseguimos gerir uma quantidade enorme de informações e estabelecer autênticas redes sociais e de conhecimento.

    As empresas estão apostando cada vez mais nisso. Apesar da crise, se investem grandes somas de dinheiro para obter a melhor e mais moderna tecnologia. Também se procura fazer a distribuição do trabalho cada vez mais eficiente e uma otimização de recursos. Mas em numerosas ocasiões esquecemos que o motor de tudo isso é o capital humano.

    É necessário investir na tecnologia, mas não podemos deixar de notar com que rapidez se torna obsoleta. A organização do trabalho e um uso eficiente dos nossos recursos são um ponto fundamental, mas qualquer um pode fazê-lo.

    Ter os melhores profissionais, mantendo-os motivados e melhorar sua formação de forma constante para que deem o melhor de si é um valor único. É a autêntica vantagem competitiva com a qual uma empresa pode pisar forte e enfraquecer seus concorrentes.

    Uma organização ou empresa não deve fechar-se nunca a novos conhecimentos, muito pelo contrário: deveria manter-se em aprendizagem contínua, o que significa valorizar cada um de seus trabalhadores, favorecendo seu desenvolvimento intelectual e criativo e construir um meio no qual possam aprender e reverter seus novos conhecimentos para a organização como um todo.

    Assim, uma aposta inteligente em tecnologia e em outros recursos materiais, como a que comentava anteriormente, estará encaminhada também para fortalecer estes aspectos. Escolha ferramentas que facilitem a troca de experiências e pontos de vista, a formação à distância e o contato e fluxo de conhecimento entre os trabalhadores, como feito com as redes sociais corporativas ou aplicativos que potenciem a geração coletiva de ideias e produtos.

    Trabalhando em um bom ambiente se estabelece naturalmente  um sentimento forte de participação: o trabalhador se sente à vontade com seu trabalho, já que se sente valorizado e lhe facilitam os recursos necessários para desenvolver ao máximo o seu potencial.

    Apostar por uma formação contínua e multidisciplinar  (já que limitar-se estritamente ao ponto forte de nossa empresa seria um erro) significa formar um grupo de pessoas capazes, seguras de si mesmas e que confiam nas suas habilidades.

    Esta força do capital humano não superará nenhum tecnologia avançada e é algo que a concorrência não poderá copiar com facilidade, já que requer tempo, esforço e uma política de empresa que realmente acredite na formação das pessoas.

    No caso de alguém continuar considerando que é um investimento de custo muito alto, com resultados que não são “concretos”, deixo-lhes uma frase fantástica que Manuel Campo Vidal cita no seu último livro. Em um simpósio na Escola de Negócios de Badajoz um empresário respondeu diante deste tipo de argumentos:”Pior do que formar funcionários que possam te deixar no futuro é o drama de não formá-los e ficar com eles para sempre“.

    Sandra Bravo é sócia e fundadora de BraveSpinDoctors, consultoria de comunicação estratégica e marketing político

     
  • Sandra Bravo 11:44 am em 20/01/2012 Permalink | Responder
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    Comunicação interna como diferencial competitivo 

    Tempo de leitura: 4 minutos

    Nota do Editor: Nós da  #ZyncroBlog convidamos a Sandra Bravo para compartilhar conosco alguns bons conselhos sobre as comunicações internas. Sandra é sócio-fundadora da BraveSpinDoctors , consultoria de comunicação estratégica e marketing político. As palavras são suas ferramentas de trabalho e como tirar o melhor proveito delas, é no dia a dia. Assim que aqui deixamos suas reflexões que da algumas dicas sobre a boa  gestão de sua rede social corporativa e agradecemos a Sandra por compartilhar-la!


    Em tempos de crise só organizações inteligentes conseguirão seguir em frente. Obviamente, uma organização ou empresa, por si só, não tem a capacidade de ser muito boba ou muito inteligente, mas tudo depende das pessoas que os gerenciam. E gerenciar com sabedoria implica, entre outras coisas, comunicar-se de forma lógica,  coerente, positiva e com sentido comum.

    Uma boa comunicação interna traz vantagens. Internet acabou com as fronteiras de informações e mais e mais empresas estão preocupadas com a gestão externa da sua comunicação 2.0, mas muitos se esquecem que cada trabalhador pode ainda ser um líder de opinião nessas mesmas redes.

    A comunicação interna condiciona agora, mais do que nunca a comunicação externa. Nossa imagem pública não é apenas o que a mídia diz sobre nós, em nossa opinião oficial sobre a web ou na publicidade tradicional, mas que depende cada vez mais da imagem e opiniões que diariamente transmitem os membros de nossa organização.

    A criação da imagem é a criação de poder. Reduzir a comunicação a seu aspecto externo é um grande erro. Portanto, devemos usar todas as ferramentas disponíveis – tais como redes sociais corporativas – para quebrar a burocracia vertical e promover o diálogo horizontal, em que todos têm o direito de ser ouvidos e dar sua opinião. Não vamos perder nenhuma idéia.

    Melhoramos as habilidades da comunicação dos nossos porta-vozes!

    Isto é, aqueles que dão a cara para a nossa organização, mas também aqueles “que colocam a orelha.” É essencial que um executivo sênior seja persuasivo e saiba transmitir a mensagem da nossa organização, mas a pessoa que responde a um telefonema também comunica e também transmite a sua relutância, sua aversão ou sua simpatia, educação e sua eficiência.

    Mimar os trabalhadores ou membros de nossa organização, a todos independentemente da posição, que eles se sintam valorizados, motivados e bem humorados. E, além disso vamos definir nossas mentes ao mesmo tempo que é inútil obstruir a comunicação, acreditando que somos a única fonte capaz de transmitir a nossa mensagem, vamos consolidar uma imagem positiva e de qualidade, de forma econômica e vital, começando com o trabalhador que chega em casa com um sorriso ou o que compartilha em redes sociais uma boa iniciativa da nossa empresa.

    Uma gestão eficiente da comunicação – de rede transparente- nos dará um potencial competitivo especialmente valioso em tempos de crise como o atual.
    Aproveitemo-los

     
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