Actualizações de RSS Mostrar/Esconder Comentários | Atalhos de Teclado

  • Tatiana Nascimento 9:15 am em 03/01/2012 Permalink | Responder
    Tags: a rede social corporativa (27), engajamento (2), gestão 2.0 (6), gestão de utilizadores (2)   

    Sobre o envolvimento da equipe em rede sociais corporativas 

    Tempo de leitura: 3 minutos

    Muito se tem falado recentemente das estratégias de participação nas redes sociais : a comunicação de forma transparente, envolve o público, incentivando a participação dos clientes da empresa … Esta é uma atividade de marketing muito importante hoje em dia.

    Na rede social corporativa não é diferente. Dispõe de uma ferramenta social dentro da empresa para melhorar os resultados da inteligência coletiva é inútil se não houver participação.

    Envolver requer um bom planejamento, antes mesmo da instalação e configuração da ferramenta.

    Todos devem estar abertos à mudança e incorporação a rede social na empresa, e para isso, informar bem toda a empresa é fundamental. Antes de ativar a rede social deve preparar uma apresentação geral explicando como a ferramenta funciona e quais os objetivos da empresa para incorporar.

    Outra questão delicada é que muitas pessoas têm medo de expressar suas idéias em um ambiente corporativo por se sentirem inseguros. Portanto, a democratização do acesso à ferramenta é essencial. Uma intranet 2.0 realmente rica se constroi a partir da participação de todos, e é responsável para a tarefa de implementação deixar isso claro e educar todos os usuários sobre a melhor maneira de usar a ferramenta.

    Incentivar a participação através da recompensa é uma boa maneira, mas não se trata de entender a recompensa como um premio, e sem como um reconhecimento. Este tipo de  informação faz com que os funcionários se sintam motivados a continuar participando e que outros começem a participar. A chave é focar no usuário.

    Com bom planejamento e monitoramento, a rede social corporativa, bem como economizar tempo e dinheiro, torna-se uma fonte para solução de problemas ou mesmo para que a empresa possa encontrar especialistas em potencial entre seus empregados.

    A Zyncro é uma das muitas ferramentas disponíveis no mercado. Escolha aquela que melhor se adequa às necessidades de sua empresa, junte-se a sua equipe e prepare-se para bons resultados.

     

     

     
  • Tatiana Nascimento 8:50 am em 24/11/2011 Permalink | Responder
    Tags: , ,   

    Engajamento em redes sociais corporativas 

    Muito se fala em estratégias de engajamento em redes sociais, motivar a base, estimular a participação dos clientes nas redes sociais da empresa. Essa é uma ação de marketing importantíssima hoje.

    Em redes sociais corporativas não é diferente. De nada adianta adotar uma ferramenta como esta, com o objetivo de gerar resultados a partir da inteligência coletiva, se não houver participação. Conseguir essa participação da equipe requer planejamento, antes mesmo da instalação da ferramenta.

    É preciso que todos estejam abertos para as mudanças e facilidades de uma rede social corporativa, e para isso, informação é fundamental. Prepare uma apresentação geral explicando como funciona a ferramenta quais objetivos a empresa tem com ela.

    Outra questão delicada é que muitas pessoas têm receio de expor suas idéias num ambiente como esse por insegurança. Por isso, a democratização do acesso à ferramenta é fundamental. Uma intranet 2.0 realmente rica é feita da participação de todos, e cabe ao responsável pela implementação deixar isso claro para equipe e educá-la sobre a melhor maneira de aproveitar a ferramenta.

    Assim como para engajar o público, estimular a participação através da recompensa é um ótimo caminho; e não entenda recompensa como prêmio, mas sim, reconhecimento. Esse tipo de feedback faz com que o funcionário se sinta motivado a continuar participando e os demais participem. É preciso focar no indivíduo.

    Com planejamento e informação, a rede social corporativa, além de poupar tempo e dinheiro, se torna uma fonte para resolução de problemas ou mesmo para que a empresa possa descobrir especialistas em potencial entre seus colaboradores.

    A Zyncro é uma das muitas ferramentas disponíveis no mercado. Escolha a que melhor atender às necessidades da sua empresa, engaje a sua equipe e se prepare para os bons resultados.

     
  • Tatiana Nascimento 12:28 pm em 06/10/2011 Permalink | Responder
    Tags: apple, steve jobs   

    O Legado de Steve Jobs 

    Às vezes a vida te bate com um tijolo na cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me fez continuar foi que eu amava o que eu fazia. Você precisa encontrar o que você ama. E isso vale para o seu trabalho e para seus amores. Seu trabalho irá tomar uma grande parte da sua vida e o único meio de ficar satisfeito é fazer o que você acredita ser um grande trabalho. E o único meio de se fazer um grande trabalho é amando o que você faz. Caso você ainda não tenha encontrado[ o que gosta de fazer], continue procurando. Não pare. Do mesmo modo como todos os problemas do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer relacionamento longo, só fica melhor e melhor ao longo dos anos. Por isso, continue procurando até encontrar, não pare”.

    Essa fala foi feita por Steve Jobs em seu discurso para a turma de formandos da Universidade de Stanford em 2005.

    Mais do que ter criado aparelhos que revolucionaram a forma de nos comunicar, o grande legado que o gênio da Apple parece ter deixado é representado pelas multidões de fãs apaixonados pela marca, verdadeiros aficionados, que aguardam ansiosamente seus novos lançamentos.

    Poucas marcas conseguiram esse feito. Jobs mostrou às pessoas algo que nem elas mesmas sabiam que queriam. Essa é a grande lição que ele deixa para todas as empresas, sejam elas adeptas dos produtos Apple ou não. Uma estratégia de negócios focada na emoção, no pessoal.

    Hoje muitas empresas estão se esquecendo disso, são tantas as ferramentas tecnológicas que as relações acabam ficando mecanizadas. Negócios são sempre sobre pessoas, vender é encantar e Jobs soube fazer isso como ninguém.

    Os aparelhos criados por Jobs, de fato, mudaram a vida de muitas pessoas. E por mais que você não seja um dos apaixonados pela Apple, não menospreze o poder da comunicação, principalmente nas relações corporativas.

    Steve Jobs se vai, mas seu legado permanece. #RipJobs

     
  • Tatiana Nascimento 4:32 pm em 30/09/2011 Permalink | Responder
    Tags: cliente interno, , ,   

    O cliente interno 

    Que estar nas redes sociais é uma necessidade e não uma escolha, muitas empresas já sabem (e as que não sabem deveriam se preocupar com isso). Ter uma fan page no Facebook, perfis no Twitter, no LinkedIn… Sempre focando na comunicação com o público externo. Mas e o público interno das empresas?

    A Comunicação Interna é o patinho feio em muitas empresas, uma área menosprezada, com menos glamour. Os investimentos são menores quando comparados a outras áreas. Enquanto para comunicação externa se contratam agências especializadas, realizando ações em redes sociais, por exemplo, a comunicação interna parece ter parado no tempo da newsletter e do mural.

    Seja qual for o tipo de comunicação, a forma de fazer isso mudou, as ferramentas mudaram e a percepção do público também. Se o cliente final já espera por mais interatividade, deseja conversar com as marcas, com os clientes interno (a equipe) a coisa não é diferente.

    As empresas devem investir mais em ferramentas para integrar e interagir com sua equipe, e opções no mercado não faltam, como a Zyncro. Mas ações como essas acabam esbarrando no receio que muitas delas têm de perderem o controle das coisas, de não saberem lidar com comentários negativos, ou mesmo de terem que dedicar muito tempo e esforço para a implementação e manutenção desses canais.

    Isso mostra que a cultura da empresa precisa mudar. E não há mudança sem esforço. Não se pode simplesmente implantar a ferramenta e esperar que as coisas aconteçam sozinhas. Tal como nas redes sociais externas, é preciso traçar objetivos claros e ter uma planejamento para essa implementação.

    Alguns pontos importantes:

    • A palavra de ordem numa rede social corporativa, assim como em qualquer rede social deve ser transparência. Seja honesto com sua equipe e ela será com você.
    • Não tente punir comentários negativos. O gerenciamento de segurança da rede não pode funcionar como um censor.
    • Estimule a participação, e assim, está estimulando também a inteligencia coletiva e poderá descobrir talentos escondidos.

    Sua equipe forma seus clientes internos, que como qualquer cliente, devem ser fidelizados. Com uma rede social corporativa, além de conseguir conectar sua equipe, você ganha em agilidade na comunicação.

     
  • Tatiana Nascimento 10:38 am em 21/09/2011 Permalink | Responder
    Tags: , marketing de relacionamento,   

    Cliente e Agência: Terapia de Casal 

    O print acima é de um dos inúmeros do blog Clients From Hell (clientes do inferno), que trata basicamente dos absurdos ditos pro clientes e que acabam virando piadas nas agências.

    Apesar de engraçado (realmente é), o blog releva um problema bem sério: o problema de comunicação que existe entre clientes e agências.

    A recíproca com certeza é verdadeira, é comum ver o pessoal de marketing de grandes empresas (que é quem geralmente lida com as agências) reclamar de prazo, da má vontade das agências, de briefing mal interpretado, do retrabalho…

    A verdade é que esse relacionamento entre agência e cliente se assemelha muito com um namoro. No começo, na primeira reunião de briefing, tudo são flores, ambas as partes querem mostrar o melhor de si. Com o tempo, as falhas aparecem: os clientes, que não entendem bem os processos, exigem cada vez mais. As agências por sua vez, querendo agradar, vão aceitando até não darem mais conta. Então vêm o retrabalho, as queixas, os atritos…

    A falha de comunicação é clara. E assim como nos relacionamentos, todos têm que encontrar sua cara metade, e aqui cabe a agência tornar seus processos claros desde o inicio e saber se o cliente tem esse perfil ou não. E não se trata de dinheiro, mas de atitude e posicionamento. Da mesa forma, o cliente precisa tirar todas as suas dúvidas, entender como as coisas funcionam, e principalmente, confiar nos profissionais que está contratando.

    Relacionamentos bem sucedidos são baseados no diálogo. Uma boa maneira de estar sempre em contato e tornar os processos claros para todos (e não só cliente-agência, mas também fornecedores, por exemplo) é adotar uma intranet 2.0, como a Zyncro. Com uma ferramenta assim, é possível envolver o cliente no desenvolvimento do trabalho, sem aquela troca de e-mails insana e reuniões que não levam a lugar nenhum, otimizando tempo e trabalho.

    Seja você cliente ou agência, adote uma intranet 2.0 e sejam felizes para sempre!

     

     
    • Claudio Candido 11:44 am em 21/09/2011 Permalink | Responder

      Parabens.

      Post interessante e uma bela propaganda da Zyncro…

      Me interessou a solução… vou analisar com calma os recursos e custos.

      Abraços

    • tatiana.nascimento 12:03 pm em 21/09/2011 Permalink | Responder

      Obrigada, Claudio!
      Não é só propaganda não, recomendo porque a ferramente é boa :)
      Se cadastre no site e experimente grátis: http://www.zyncro.com/br
      Depois escreve contando o que achou!
      Abraços!

  • Tatiana Nascimento 3:12 pm em 15/08/2011 Permalink | Responder
    Tags: , ,   

    Ruído na Comunicação Interna 

    Um estudo realizado pela Universidade de Michigan revelou que empresas que se comunicam melhor com seus funcionários apresentam margens de vendas e de lucro mais expressivas. Segundo o estudo, um aumento de 5% na satisfação dos funcionários provoca o crescimento de 2,5% na satisfação dos clientes e de 1,5% na margem de lucro da empresa.

    Apesar disso, quase todas as empresas apresentam problemas na sua comunicação interna, e no Brasil não é diferente. Uma pesquisa feita pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) mostrou que 32,9% dos participantes acreditam que a comunicação exclusiva para o nível gerencial não existe. Quando perguntadas sobre “Qual é o principal veículo de comunicação interno disponível na empresa?”, 26% responderam jornal impresso, seguido de intranet, revista, jornal-mural, email, boletim, comunicação face a face, vídeo jornal e outros.

    O que se pode identificar no geral é que a comunicação interna ainda é vista como um mero mural, apesar dos recursos tecnológicos disponíveis, como intranets, a informação ainda é passada em uma via de mão única, não há interação.

    Em contrapartida, quando os responsáveis por essa área são questionados sobre as ferramentas, todos são unanimes em dizer que gostariam de mais feedbacks, de uma comunicação mais integrada, porém não sabem como fazer isso.

    É irônico pensar que, na era da comunicação 2.0, das redes sociais, do diálogo, em que as empresas estão tomando cada vez mais consciência sobre a importância das mídias sociais para seus negócios e realmente investindo nisso, isso só se aplica para a comunicação externa, com os clientes. Investe-se pouco em comunicação interna, e mais grave do que isso: não se da a devida importância a ela.

    Comunicar-se bem os funcionários, manter a equipe conectada e interagindo é fundamental para o sucesso dos negócios. Enquanto as empresas não compreenderem a importância disso, por mais que tenham um ótimo plano de mídias sociais externo, estarão deixando de ganhar muito por não explorar seu potencial interno.

    Ferramentas como a Zyncro estão ai e podem fazer muito para verticalizar e ampliar a comunicação interna. O que você está esperando para zyncronizar?

     

     
  • Tatiana Nascimento 11:57 am em 26/07/2011 Permalink | Responder
    Tags: , ,   

    Redes Sociais Pessoais e Corporativas: Para onde estamos caminhando? 

    Podemos dizer que este post é mais uma prova de que realmente o mundo é 2.0.

    Ele nasceu de um debate originado através dos comentários de um outro post em um blog. O assunto rendeu tanto que decidimos escrever este texto a seis mãos, de forma totalmente colaborativa e online.

    Esperamos que a iniciativa renda novos debates e novas ações, afinal, atualmente o grande diferencial na web é gerar conteúdo relevante e promover debates consistentes.

     

    A abrangência das Redes Sociais é inegável. Desde 2004, quando o Orkut aterrissou em terras tupiniquins, elas entraram na nossa rotina, facilitaram a comunicação com as pessoas ao nosso redor e revolucionaram a forma como nos relacionamos. Hoje em dia temos amigos no Facebook, contatos profissionais no LinkedIn, um mini-blog no Twitter e provavelmente teremos que readaptar diversos outros hábitos diante das novidades que estão por vir.

    No início, as redes sociais eram vistas como perda de tempo no trabalho, e era uma prática comum (e, infelizmente, ainda é em algumas empresas hoje), bloqueá-las para os funcionários. Mas com o tempo, algumas corporações perceberam que o apelo social poderia ser especializado para o ambiente corporativo, integrando pessoas envolvidas no negócio e facilitando a colaboração e a disseminação de conhecimento de forma segura. Neste momento, surgiram as redes sociais corporativas.

    Este contexto atual desafia profissionais e gestores na determinação de um ponto de equilíbrio entre o pessoal e o profissional. Para qual paradigma estamos caminhando?


    Um pouco da evolução e a profissionalização das redes

    Se olharmos para o Orkut, a primeira rede social que estourou no Brasil, podemos notar que seu público era essencialmente voltado para o pessoal, deixando o
    lado profissional à parte. A exceção eram algumas pequenas iniciativas de usuários isolados para discutir assuntos mais corporativos em comunidades específicas. Talvez por ter sido a primeira, talvez por não apresentar os recursos adequados, o fato é que o Orkut não explorou o potencial que as redes sociais demonstravam para atrair o mundo corporativo.

    Por outro lado, várias redes posteriores alcançaram sucesso, como Facebook, Twitter, LinkedIn e FourSquare, que criaram abertura para o uso profissional e corporativo, sendo que algumas, como é o caso do LinkedIn, focam especificamente esse nicho.

    Esse novo comportamento e perfil apresentado por essas redes abriu espaço para o surgimento de milhares de redes sociais menores e focadas em nichos específicos, o que, por sua vez, agiu como chamariz para as corporações também criarem suas redes sociais com objetivos próprios: integração de colaboradores, gerir conhecimento, integração entre clientes, colaboradores, etc.


    A Privacidade do Profissional

    Nesse cenário onde o mundo corporativo se aproxima cada vez mais das redes sociais, nota-se uma tendência de convergência entre pessoal e profissional e, por consequência, a necessidade de convivência com redes sociais cada vez mais híbridas.

    Se por um lado, as pessoas questionam que esse corporativismo nas redes é invasão de privacidade, por outro, as empresas alegam que precisam estar presentes nesse meio, já que o próprio público exige essa presença quando demonstra, cada vez mais, o desejo de utilizá-las como canal de comunicação.

    Isso faz com que as empresas necessitem monitorar não só o que é falado sobre elas, mas como se comportam seus colaboradores e até mesmo possíveis colaboradores que estejam participando de processos seletivos. Com isso, as pessoas se sentem cada vez mais inibidas a certos comportamentos e comentários, uma vez que sabem que podem estar sendo monitoradas pela empresa onde trabalham ou onde desejam trabalhar.

    Sendo assim, a partir dessa nova realidade, surge a grande questão: as pessoas estão dispostas a participar e alimentar essas redes onde o corporativo convive com o pessoal, e cada vez mais limita a sua própria privacidade? E mais ainda: estamos prontos e sabemos como nos comportar nesse ambiente?


    Distinção entre o pessoal e o corporativo: mito ou realidade?

    Essa dita convergência entre pessoal e profissional, vai muito além do perfil de redes sociais. É uma realidade que simplesmente abraça toda nossa vida. As pessoas passam cada vez mais tempo envolvidas com o trabalho, se não presencialmente no escritório, trabalhando de casa, aos finais de semana, ou até mesmo fazendo uma viagem de férias para estudar fora, por exemplo. De uma forma ou de outra, tudo está ligado à questão profissional.

    Esse comportamento apenas reforça ainda mais a ideia de unificação entre rede social pessoal e corporativa. Um lado simplesmente não pode viver sem o outro. E arriscamos dizer mais: um lado não quer viver sem o outro.

    Isso nos fazer crer que o que temos e conhecemos atualmente ainda está longe de ser a regra, o definitivo. As ferramentas disponíveis passarão por reformulações e pessoas e corporações ainda precisarão adaptar seus comportamentos para conviver com o que está por vir. Prova disso é a chegada do Google+ com seu tão falado recurso ‘Circles’.

    O Facebook, já temendo não manter sua soberania, lançou novos recursos quase imediatamente após a inauguração do Google+. Mas mesmo com esse esforço para centralizar as demandas pessoais e corporativas, acreditamos que a tendência aponta para a criação de redes menores e mais específicas, como por exemplo:

    • Comunidade Empresas: rede social criada pelo Banco Itaú visando a troca de experiências sobre o mundo corporativo.
    • My DeveloperWorks: rede social interna da IBM voltada à comunidade global de desenvolvedores de software. Oferece comunidades focadas em temas técnicos específicos, fóruns de discussão, lista dos blogs mais populares da IBM e wikis.
    • Toyota Friend: rede social ainda em desenvolvimento que irá unir todos os clientes da Toyota. O objetivo da marca é obter as percepções dos clientes e melhorar ainda mais seus produtos.

    Além desses exemplos, o surgimento de ferramentas que facilitam a vida das empresas na criação dessas redes específicas reforça nossa opinião. Hoje existem sistemas ágeis e eficientes, como Ning, SuaRede e a Zyncro, onde é possível criar uma rede social privada em poucos segundos, tornando ainda mais fácil o alastramento dessas novas redes focadas em nichos.


    Conclusões

    As tentativas de unificar redes com objetivos pessoais e corporativos por parte das empresas são visíveis. Por outro lado, o usuário quer ter sua privacidade preservada, ele quer ter o direito de fazer críticas e emitir opiniões nas redes sociais sem ter que passar pelo aval da empresa onde trabalha. Os recursos para limitar o acesso ao conteúdo por grupos, como os Círculos do Google+ e os grupos do Facebook, se mostram como uma alternativa para essa união entre rede pessoal e corporativa.

    Já em relação à expansão das redes, o avanço das redes de nichos específicos (corporativos ou não) demonstra uma clara tendência ao surgimento de novas opções. De um lado, elas serão cada vez mais específicas para atender ao público que quer se socializar com pessoas. De outro, Facebook e Google apostam que suas redes podem atender ambos os interesses. No final, o poder de escolha é seu.

     

    Sobre os autores:

    Rafael Ramos atua como professor e gerente de projetos. É certificado PMP e Mestre em Sistemas de Gestão pela Universidade Federal Fluminense. Possui MBA em Organizações e Estratégia pela UFF e pós-graduação lato sensu em Análise, Projeto e Gerência de Sistemas pela PUC-RIO. É membro da SBGC (Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento), do PMI Global e do PMI-RJ. Atua na área de tecnologia da informação desde 2000.

    Blog: http://www.gestaoetc.com.br

    Linkedin: http://www.linkedin.com/in/rafasr

    Twitter: http://twitter.com/rsouzaramos

    Gustavo Nogueira: Administrador por formação e profissional de tecnologia da informação por carreira, Gustavo Nogueira é um apaixonado por tudo que diz respeito a gestão de carreiras, negócios e TI. Nascido em 1981 e atuando no mercado desde 1992, acumulou experiência em áreas diversas como varejo, desenvolvimento de software, petróleo & gás, esportes e etc. Pelo lado pessoal, Gustavo é um amante dos esportes, tendo praticado squash, mergulho, paraquedismo e triathlon. Sem essa emoção, sua vida não funciona.

    Site: http://www.gustavonogueira.net

    Twitter: http://www.gustavonogueira.net/twitter

    LinkedIn: http://www.gustavonogueira.net/linkedin

    Tatiana Nascimento (mais conhecida como Poka): Formada em Rádio e TV pela Unesp de Bauru, Tatiana Nascimento (mais conhecida como Poka) caiu na redação publicitária por acaso, pegou gosto e não saiu mais. Passou por algumas agências escrevendo para clientes como Brastemp, Deca, Bayer, Cyrela, Visa Vale entre outros. Viciada em Social Media, focou em web e hoje é Analista de Redes Sociais, além de fazer pós-graduação em Mídias Digitais na USP.

    http://twitter.com/pokanascimento

    http://www.facebook.com/pokanascimento

    gplus.to/pokanascimento

     


     

     
  • Tatiana Nascimento 11:26 am em 14/07/2011 Permalink | Responder
    Tags: agência, ,   

    Criação X Atendimento – Essa briga pode ter final feliz? 

    Talvez quem não seja da área não saiba, mas os atritos entre os setores de criação e atendimento são muito comuns em agências de comunicação.

    A sequência dos fatos é quase sempre a mesma: o atendimento chega na criação com um pedido do cliente de prazo muito apertado e a criação tem que ficar até tarde na agência para conseguir fechar o job. Depois, o job vai pra aprovação e o atendimento volta com alterações absurdas, descaracterizando totalmente o trabalho da criação.

    E então, vêm as acusações: a criação diz que o atendimento não joga no time da agência, que sempre aceita tudo que o cliente diz sem argumentar. Já o atendimento contra ataca dizendo que a criação tem o ego muito inflado e não aceita questionamentos sobre os jobs.

    O que falta nessa questão do atendimento e da criação é um elemento muito importante: o cliente! Todas as questões do conflito giram em torno do cliente, então nada mais natural do que envolvê-lo no processo, não?

    As três pontas do processo de desenvolvimento de um job devem estar conectadas e entrosadas. Cliente, atendimento e criação devem falar a mesma língua, entender o processo e, assim, o resultado final certamente será muito melhor.

    E como trazer o cliente para dentro do processo, como alinhar criação e atendimento? A resposta para isso está nas redes sociais corporativas. Ferramentas colaborativas, como a Zyncro, por exemplo, permitem não só a integração dentro da agência, mas também inserir o cliente. O processo se torna mais claro para ele, que consegue compreender a importância dos prazos. Além disso, as redes sociais corporativas são um convite para o trabalho colaborativo.

    Conflitos sempre vão existir, mas podemos melhorar muito o trabalho com as ferramentas certas.

     

     
  • Tatiana Nascimento 3:50 pm em 29/06/2011 Permalink | Responder
    Tags: , , web 2.0   

    Quem vai cuidar das redes? 

    Até bem pouco tempo (e ainda acontece tem alguns lugares), as empresas encaravam as Redes Sociais como um modismo, elas não sabiam para que, mas queriam estar presentes porque, afinal, todo mundo estava. E em um cenário como esse qualquer um poderia gerir as redes da empresa, e o que mais se via era:

    O estagiário: Afinal, só pra ficar atualizando Twitter está bom.
    Errado! A atualização das redes é a palavra da sua empresa para o mundo, é uma função importante demais para ser delegada apenas ao estagiário.

    O dono da empresa: Quem melhor para falar do meu negócio do que eu mesmo?
    Errado! A melhor pessoa para falar do seu negócio não é você, é seu publico, e é justamente para isso que as redes sociais servem, para um diálogo.

    O cara do TI: É o único computador da empresa onde as redes não estão bloqueadas. Errado! Cuidar das redes sociais de uma empresa exige todo um planejamento, que deve ser feito por um profissional capacitado.

    Muitas empresas já perceberam isso, mas a grande questão agora é: quem é esse profissional de Redes Sociais? E surge um novo problema: todo mundo acha que é especialista em Redes Sociais.

    Para começar, para se dizer “especialista” em Redes Sociais deve-se primeiro ser especialista em outra área: conteúdo, interface, relacionamento… Não é porque esse é um meio novo que o domínio sobre ele surge da simples experiência como usuário ou mesmo em ações profissionais isoladas. Toda experiência ajuda a formar esse conhecimento, mas há um longo caminho a se trilhar até se formar um especialista, isso em qualquer área.

    Hoje há muitos técnicos em redes sociais, mas especialistas de fato, ainda poucos.

     

    Texto também publicado no blog Vitamina Publicitária.

     

     
  • Tatiana Nascimento 4:14 pm em 22/06/2011 Permalink | Responder
    Tags: , , ,   

    Trabalho na era 2.0 

    Você estuda, se forma, ingressa em uma empresa e espera ficar a sua vida toda lá, “fazer carreira”. Então você se levanta todos os dias cedo, vai trabalhar e passa o dia inteiro lá. Nessa empresa, existem muitas hierarquias, os processos passam por muitas fases e você geralmente não tem autonomia para tomas decisões. Você tem ideias de melhorias, mas se sente inseguro para dize-las porque não tem espaço.

    Esse velho modelo de trabalho não existe mais. A web mudou o mercado e seus processos, o que exige um novo modelo de profissional. Nesse novo cenário, o trabalho não está mais ligado ao escritório, e o limite entre vida pessoal e profissional se mistura cada vez mais.

    Nessa nova empresa existem cada vez menos hierarquias, todos estão conectados e a colaboração é a lei. Ela exige que seus profissionais sejam autossuficientes, antenados com as novas tendências e inovadores.

    O tempo de trabalho não pode ser estimado, mesmo fora do chamada horário comercial pode-se estar trabalhando, compartilhando um link interessante ou participando de um evento da área.

    A noção do que seria uma carreira de sucesso também mudou, a concorrência por bons profissionais faz com que eles troquem constantemente de empresa. Muitos são freelancers ou consultores e dividem seus conhecimentos em diferentes lugares.

    Os dispositivos móveis também revolucionaram a forma de trabalho. Pode-se estar conectado de qualquer lugar, a qualquer hora. E a grande aliada nesse sentidos são as plataformas multitarefas, elas permitem carregar o escritório com você, essencial num sistema de trabalho baseado cada vez mais na colaboração, onde a a demanda, ou mesmo a inspiração podem surgir a qualquer momento.

    O mercado já se tornou 2.0. E você, vai ficar para trás?

     

     
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