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  • Virginio Gallardo 11:07 am em 27/03/2012 Permalink | Responder
    Tags: , , evolução, extinção, , , , progresso tecnológico, sobrevivência   

    Os mecanismos biológicos da empresa 

    Tempo estimado de leitura: 6 minutos

    ADN
    A humanidade, com seu selvagem progresso tecnológico, está causando a extinção de milhões de espécies inteiras com milhões de anos de existência, porque não estavam programadas geneticamente para a mudança acelerada que impusemos irracionalmente na Terra.

    O selvagem progresso tecnológico provocará o desaparecimento das empresas nas quais a inovação for inferior a de seus concorrentes, porque seu mecanismo se sobrevivência e gestão não estão adaptados para isso.

    Segundo a teoria da evolução, o processo de seleção natural ou processo de preservação das espécies se baseia em modificações no DNA. A função do DNA é codificar as instruções essenciais para fabricar um ser vivo idêntico a do que veio.

    Se a organização fosse um organismo vivo com DNA que permitisse reproduzir os comportamentos empresariais de geração em geração, de nível organizacional para nível organizacional, e criar outros a sua imagem e semelhança, o DNA organizacional seria a cultura que criam os líderes.

    Nas empresas a evolução se baseia na cultura inovadora, também chamada cultura orgânica pelos especialistas em management, que é a capacidade de se adaptar ao meio.

    Segundo estes especialistas de desenvolvimento organizacional (DO), a sobrevivência nos novos ecossistemas empresariais tem um ciclo vital próprio. As empresas, como as espécies, nascem, crescem e morrem.

    Quando nascem, as empresas tem uma elevada mortalidade: pouquíssimas sobrevivem.  As que conseguem, aprendem rapidamente quais são as chaves de seu sucesso no mercado. E rapidamente o escrevem no DNA empresarial: a cultura. Querem ter certeza que os comportamentos e valores que lhes dão sucesso sejam mantidos.

    Para isso o status quo e os líderes tentaram a modo de herança genética que todos saibam o que se deve fazer. E isto faz que as culturas sejam difíceis de mudar, pois mantêm critérios de adaptação do passado.

    Mas, assim como acontece com as espécies, o meio muda e se suas características genéticas não podem evoluir ao mesmo ritmo, desaparecem. As espécies, quando fazem mutações genéticas, muitas delas não se adaptam, da mesma forma que acontece nas empresas.

    Os mecanismos de adaptações a novos meios empresariais se chamam aprendizagem organizacional, “adhocracia”, flexibilidade organizacional, organização aberta, simbioses com outras empresas… Todos estes mecanismos produzem ações empresariais de tentativa e erro necessárias para garantir a adaptação.

    As empresas devem manter um frágil equilíbrio entre assegurar os comportamentos, processos, valores, produtos, que sabem que são responsáveis por sua sobrevivência no passado com os novos processos, valores, comportamentos que lhe darão o sucesso no futuro.

    Curiosamente defender o sucesso do passado é a principal causa do envelhecimento organizacional, que frequentemente leva à morte. Um dos segredos da liderança se baseia em entender que o sucesso e a gloria do passado não significam quase nada.

    Se uma empresa não esta disposta a inovar, deve saber que não pode sobreviver. Inovar não é um processo ou criar um posto de trabalho, é uma atitude mental das pessoas de uma organização que sabem que é obrigatório reinventar o futuro.

    As empresas onde a capacidade inovadora é inferior à mudança do meio – basicamente às mudanças feitas pela concorrência– é somente uma questão de tempo e estarão mortas. A era da inovação se caracteriza pela capacidade inovadora mais alta para sobreviver das empresas, diariamente.

    Infelizmente para as espécies ameaçadas de extinção continuará o drama. E se não pararmos de mudar o meio natural: os genes, os elementos básicos do DNA não esta projetado para fazer mudanças tão rápidas.

    Felizmente, o elemento básico da evolução empresarial que permite reinventar o futuro, a inteligência coletiva, está composto por dezenas, centenas ou milhares de elementos orgânicos de algo mais de um quilo chamado cérebro.

    Por sorte, estes elementos orgânicos estão projetados para se adaptar e inventar. Basta não fechá-los na prisão da rotina para que sejam elementos de adaptação e permitam o sucesso empresarial.

    Virginio Gallardo é diretor do Humannova, consultor de Recursos Humanos especializado em ajudar a liderar a inovação nas empresas e gestionar a transformação organizacional. É autor do livro “Liderazgo transformacional” [ES] e coordenador de Liderazgo e Innovación 2.0″ [ES]. Este artigo foi publicado originalmente em seu blogSupervivencia Directiva“, onde poderão seguir suas reflexões.

     
  • Virginio Gallardo 12:12 pm em 08/02/2012 Permalink | Responder
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    Todos somos líderes transformadores em redes sociais. 

    Tempo estimado de leitura: 6 minutos

    Nota do editor: A partir de hoje a ZyncroBlog compartilha com vocês o livro ” Liderança e Inovação 2.0″ ( recentemente publicado pela Netbiblo), a equipe Humannova, formada por Alicia Pomares, Sergio Gil, Eduard Legazpi, Juan Franscisco Arza e Virginio Gallardo (coordenador).

    Neste livro, os membros da consultoria Humannova, tratam sobre a mudança de paradigmas na organização e gestão de pessoas e o papel que as redes sociais podem ter  na hora de integrar a inovação no dia a dia das equipes.

    A tese do livro é que o futuro pertence aqueles que podem fazer com que as suas organizações mudem o ritmo do seu ambiente e isto podemos chamar de muitas formas, mas se tem chamado de Inovação. Para isso, nos propomos a construir uma nova agenda em nossa empresa que levem em conta esta nova realidade.

    Este novo livro tem como objetivo assumir o desafio de inovação continua e assegurar  o processo básico de transformar ideias em resultados.

    Agradecemos aqui a todos os autores do livro que permitiram divulgar as ideias e resultados de sua obra. E esperamos que com nosso trabalho a partir da Zyncro esteja contribuindo a fornecer ferramentas para realizar essa transformação que propomos.

    Reproduzimos abaixo um trecho da introdução do livro. Esperamos que você ache interessante!

    “Todos somos líderes  transformadores em redes sociais.”

    A liderança transformacional que impulsiona as novas organizações inovadoras onde as comunidades sejam protagonista não se baseia no mito do CEO ou de um diretor geral heróico agente de mudanças. Mesmo com base em um comitê de direção com características “excepcionais”.

    Para que uma Organização 2.0 tenha capacidade inovadora, as características associadas a liderança deverão ser divulgadas pela organização e se juntar a centenas de líderes e profissionais chave de uma organização.

    Necessita que as ideias surjam e se convertam em comportamentos cotidianos, pouco espetaculares, mas que somados são os que criam esta capacidade organizacional que damos o nome de inovação.

    A principal missão da nova gestão é criar outros lideres, para garantir que existam as condições de liderança distribuída.

    Ou seja, tornar sua organização em um lugar onde haja um numero máximo de pessoas com elevada capacidade de tomar decisão, onde qualquer pessoa em sua comunidade seja capaz de implantar suas ideias aos demais. A principal missão do gestor será converter sua organização em uma Organização 2.0.

    Analisaremos o porque, para que haja inovação, a liderança deverá ser mais distribuída e  as pessoas devem ter mais liberdade. Ou, se quiser traduzir esse conceito em termos empresariais: mais autonomia, mais poder, mais capacidade para correr riscos.

    E isto não  será tanto as crenças sobre as pessoas, se fará por necessidade, porque será essa a forma mais eficiente de inovar.

    Para todos que estão surgindo com novas ferramentas que permitirão este novo tipo de inovação:
    as Tecnologias 2.0.

    Estas serão as novas ferramentas da inovação e sua complexidade não será tecnologia, a complexidade será como gerenciar comunidades com liderança distribuída e como podemos criar os vínculos emocionais para que haja colaboração.

     
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