Actualizações de novembro, 2011 Mostrar/Esconder Comentários | Atalhos de Teclado

  • Yolanda Torres 10:47 am em 22/11/2011 Permalink | Responder
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    Miscigenação 3.0, a união faz a força 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Bom dia! Hoje eu vou apresentar um conceito para vocês: Miscigenação 3.0, ou como utilizar e integrar todas as ferramentas digitais disponíveis para facilitar, agilizar e melhorar nossos processos de trabalho.

    Acabo de voltar da Ásia, lá sou voluntária de um orfanato em Bac Kan (Norte do Vietnã) onde nasceu minha fundação Spirits of Hanoi, estive também em Laos e na Tailândia, ou melhor, dei uma passeio por algumas das economias emergentes que mais crescem (Vietnã com crescimentos de 9% ao ano), e fui apontando e anotando tudo aquilo que me pareceu inovador e interessante: é claro que viajar ensina, mas… podemos viajar digitalmente, no mundo do digital não há fronteiras, o mundo é plano e podemos aprender e melhorar nossos conhecimentos, processos e inclusive fornecedores e clientes, ampliando nosso campo de pesquisa e foco. Miscigenação 3.0 significa também romper fronteiras e internacionalizar-se. Mas como?

    • Se informe sobre quem faz o mesmo que você.
    • Analise como eles fazem isso.
    • Estude os processos de uma ótica crítica.
    • Entre em contato com quem interessa.
    • Internacionalizar-se via partnerships sobre uma boa ideia.
    • Participe de fóruns e debates.
    • Aprenda cada dia mais, abra sua mente.
    • Mantenha-se informado, seja curioso.

    Como disse no início, essa miscigenação 3.0 pode ser aplicada em nossos cotidianos, mediante a integração de ferramentas que nos ajudem a simplificar processos, e nesse sentido a Zyncro 3.1 integra toda a informação corporativa em uma só plataforma. Vamos ser criativos, nos arriscar um pouco, não cair nos efeitos nocivos da negatividade, aplicar ao nosso dia a dia e na empresa nesse momento de crise econômica:

    • Investigar
    • Unir
    • Tentar
    • Inovar
    • Arriscar-se
    • Aprender
    • Mudar
    • Mesclar

    Miscigenação 3.0 é um estado de inquietude e inovação necessário hoje em dia, é a atitude do executivo 3.0, tema do meu próximo post.

    Deixo o link “cuidando de um ligar chamado mundo” de Facto Delafe, que resume brevemente a miscigenação transversal de que estou falando.

    E uma reflexão de Seth Godin: After you’ve done your best (and it didn’t work)”. Ótima semana 😀

     
  • Mertxe Pasamontes 11:16 am em 17/11/2011 Permalink | Responder
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    Você é bom ou é o melhor? 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Em outubro estive em Calamocha participando do Dia do Empreendedor de Aragon. Antes da minha apresentação sobre networking houve uma sobre Internacionalização com Pedro Pablo Andreu, diretor de internacionalização da Fersa. Pedro tem ampla experiencia nos EUA onde estudou e é professor da Universidade de Harvard. Uma das coisas que ele comentou foi que os estudantes quando pensam sobre seu futuro profissional o fazem da seguinte forma: eu vou ser o melhor em

    Não quero cair em tópicos nem clichês, simplesmente uso esse caso para falar do tema profissionalismo. Fala-se muito sobre produtividade, mas pouco sobre profissionalismo. E para mim esses são conceitos que andam juntos. Pode-se fazer muitas coisas e fazer isso de maneira medíocre, ou pode-se fazer poucas coisas, mas realizando isso com excelência. E eu não estou falando sobre ser perfeccionista ou obsessivo, mas estar atendo aos detalhes. É o valor agregado que um bom profissional imprime em cada coisa que faz, algo que talvez nem seja notado, mas que impressiona positivamente.

    Tanto os serviços e produtos de uma empresa como seus profissionais ou o trabalho desempenhado por alguém dentro da empresa podem ser bons ou “os melhores”. Para ser o melhor é preciso acreditar no que se faz, se apaixonar por isso, ser perseverante, aceitar que sempre é preciso aprender, melhorar e escutar os feedbacks, sejam positivos ou negativos. Com tudo isso entra-se em um processo de melhora contínua, é o que permite que um profissional ou empresa ganhe destaque.

    Porque, embora possa haver um mercado para um produto ou serviço fraco, nunca faltará espaço para os excepcionalmente bons. E eu não estou falando sobre ser o “mais caro” ou de luxo. Não é por isso que a Apple tem fãs apaixonados. Essa fidelidade do cliente pode ser dada por uma barra de menu, escolhendo um ingredientes de boa qualidade, preparado com muito carinho e tratando cada cliente como o mais importante. Ou você pode dar um serviço de hospedagem quando você resolver um problema em menos de uma hora.

    Ame o que você faz e sinta que está contribuindo de forma única, por menor que seja sua ação. Ou o sorriso de um cliente satisfeito vale pouco? Então, só me resta perguntar uma coisa: você é bom ou é o melhor?

     
  • Tatiana Nascimento 12:28 pm em 06/10/2011 Permalink | Responder
    Tags: apple, steve jobs   

    O Legado de Steve Jobs 

    Às vezes a vida te bate com um tijolo na cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me fez continuar foi que eu amava o que eu fazia. Você precisa encontrar o que você ama. E isso vale para o seu trabalho e para seus amores. Seu trabalho irá tomar uma grande parte da sua vida e o único meio de ficar satisfeito é fazer o que você acredita ser um grande trabalho. E o único meio de se fazer um grande trabalho é amando o que você faz. Caso você ainda não tenha encontrado[ o que gosta de fazer], continue procurando. Não pare. Do mesmo modo como todos os problemas do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer relacionamento longo, só fica melhor e melhor ao longo dos anos. Por isso, continue procurando até encontrar, não pare”.

    Essa fala foi feita por Steve Jobs em seu discurso para a turma de formandos da Universidade de Stanford em 2005.

    Mais do que ter criado aparelhos que revolucionaram a forma de nos comunicar, o grande legado que o gênio da Apple parece ter deixado é representado pelas multidões de fãs apaixonados pela marca, verdadeiros aficionados, que aguardam ansiosamente seus novos lançamentos.

    Poucas marcas conseguiram esse feito. Jobs mostrou às pessoas algo que nem elas mesmas sabiam que queriam. Essa é a grande lição que ele deixa para todas as empresas, sejam elas adeptas dos produtos Apple ou não. Uma estratégia de negócios focada na emoção, no pessoal.

    Hoje muitas empresas estão se esquecendo disso, são tantas as ferramentas tecnológicas que as relações acabam ficando mecanizadas. Negócios são sempre sobre pessoas, vender é encantar e Jobs soube fazer isso como ninguém.

    Os aparelhos criados por Jobs, de fato, mudaram a vida de muitas pessoas. E por mais que você não seja um dos apaixonados pela Apple, não menospreze o poder da comunicação, principalmente nas relações corporativas.

    Steve Jobs se vai, mas seu legado permanece. #RipJobs

     
  • Mertxe Pasamontes 12:27 pm em 04/10/2011 Permalink | Responder
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    Tudo é pessoal 

    Tempo de leitura estimado: 3 minutos

    Uma de nossas pretensões mais difundidas é separar o pessoal do profissional. Inclusive, essa é uma frase para nos autoafirmarmos. Eu não acho que esteja errado como conceito, como uma maneira de estabelecer limites entre trabalho e vida pessoal, certas fronteiras de segurança. Mas não podemos deixar de entender que tudo é pessoal. Quando estamos no trabalho somos pessoas, da mesma forma que somos fora dele, temos conflitos com outras pessoas, termos emoções… Pode ser que o terreno profissional priorize certas condutas, reprove certas atitudes que são comuns na vida pessoa, adote alguns padrões de comportamento específicos. Mas no final, tudo isso ainda é você.

    É importante estar consciente disso pro várias razões. Uma muito importante é se dar conta que o tempo que se passa no trabalho é também tempo da sua vida, não uma realidade a parte. E o que acontece nesse tempo, impacta não só na sua vida profissional mas também na pessoal. Não somos máquinas e a vida não é divida em compartimentos. Pode ser útil em alguns casos “deixar os problemas no trabalho”, mas com consciência de que é uma questão que você está deixando para resolver mais tarde e não algo que você vá ficar enrolando para resolver. E isso não quer dizer que todo tudo que acontece deve ser encarado de maneira pessoal, que você precisa de identificar com isso, é só um lembrete para que você, como pessoa, com sua personalidade e emoções, está ali sempre, goste disso ou não.

    É conveniente que você procure trabalhar em algo que goste e em um ambiente cordial e humanizado. Sei que existem crises e que as vezes é difícil esconder, mas isso não é razão para se ter uma reação falsa. Poder fazer algo que se gosta e com o que se possa evoluir( tanto profissional como pessoalmente), assim como ser bem tratado onde estiver. Um chefe rude é alguém que não te respeita, um colega ganancioso é alguém sem consideração, etc. O motivo para reagir a essas situações é sempre o mesmo, tudo é pessoal e portando afetam você.

    E por ultimo, lembre que qualquer mudança feita em uma empresa tem que ter clara essa premissa, ela afeta pessoas, não recursos nem empregados, são pessoas.

    Você acredita que tudo é pessoal?

     
  • Ana Fernandéz 3:28 pm em 03/10/2011 Permalink | Responder
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    Comercial 2.0: a cultura do esforço e o Cisne Negro 

    Tempo estimado de leitura: 6 minutos

    Cena do filme A Era do Gelo (nunca se renda!)

    Esse artigo é uma reflexão que surgiu ontem, domingo, enquanto assistia alguns filmes, como faço todos os domingos, porque cinema é uma das minhas paixões. Ultimamente, como tenho um filho de três anos, estou gostando de ver filmes infantis. Embora, pessoalmente, hajam alguns que nunca gostei.

    As séries infantis da minha época (e eu não sei se sou da geração X), sempre representavam que nossa infância era feliz, sem problemas e que tudo acabaria bem no final. E eu acredito sinceramente, que faltou que nos ensinassem a cultura do esforço. Para conseguir o que se quer, tem que se cair muitas vezes e voltar a levantar todos os dias e inclusive várias vezes ao dia. Agora estamos em uma crise mundial, e também e também há crises em nosso país. Todos os dias escuto muitos “comerciais” dizerem: não vendo por causa da crise. Eu não acredito nessa máxima, a “crise” parece ser a culpada por tudo. Com certeza, antes de haver a crise, quando ninguém vendia, a desculpa era outra.

    A palavra vem do latim crisis, e essa do grego krissis. A palavra grega foi derivada do verbo krinein (separar, julgar, decidir). O ideograma chines ilustra este conceito com as figuras: perigo e oportunidade.

    A “crise” é um momento de mudança, mas uma mudança que podemos transformar em positiva, isso sim, se estiver desposto a mudar. Todos temos que estar dispostos a mudar, nos preparar para o que isso significa e aceitar que toda mudança implica em esforço. As mudanças em geral nos preocupam, não gostamos delas, principalmente pelo esforço que requerem. Eu gosto de mudar a cada dia, a mudança é boa, mas é necessário tempo para agir e mudar. Basta olhar para trás para ganhar impulso. Eu lembro que meus pais se aposentaram na empresa em que trabalharam por mais de 20 anos, mas isso não acontecerá com a gente, e temos que estar conscientes disso, ou o medo de mudanças pode acabar sendo a desculpa para ficar para trás. A mudança está incluída no nosso DNA, embora não tenhamos sido educados para lidar com isso.

    Durante nossa infância ou adolescencia as maiores mudanças que tivemos foi ver televisão a cores, ter um Amstrad e depois um Windows 3.1.

    Agora a mudança está constantemente presente em nossas vidas e devemos transmitir e ensinar isso a nossos filhos para que que não passem pelas mesmas coisas que nós.

    Por isso, é de vital importância que as empresas estimulem as pessoas para que lutem e sempre olhem para frente. É importante trabalhar constantemente e com muita atenção a tudo que se passa ao seu redor para depois vender. Primeiro plantar para depois colher. Pedidos não vão cair do do céu, como chovem hambúrgueres em “Tá Chovendo Hambúrguer”, e por isso temos que sair e buscá-los. O espírito empreendedor é vital para as empresas, e o espírito conformista deve ser eliminado das equipes de trabalho. Nunca nada é suficiente, e todos os esforços são pouco para ir adiante. Nesse sentido, acredito que devemos nos ver refletidos no filme infantil “A Era do Gelo”, temos que ser o esquilo perseguindo a sua noz.

    Seguindo a linha do início do post, hoje eu volto a ver o filme Cisne Negro. O filme “apresenta o delírio de uma jovem que enfrenta o maior desafio da sua vida, decidida a sobreviver em um ambiente hostil, cheio de inveja e rancor, onde, contudo, descobre que não existe maior rival do que ela mesma” (citação do blogdecine.com). Com a alusão ao este filme não quero dizer que vamos ficar todos loucos, mas simplesmente que devemos lutar e superar. A competição está fora, mas se nós formos capazes de sermos os melhores, ninguém poderá nos superar. A luta e o trabalho vão ser o lema dos dias de hoje.

    Um comercial ou qualquer outro trabalhador do mundo 2.0 tem que participar dessa cultura da perseverança, do esforço, da superação, da inovação constante. É possível que essas características sejam básicas em um comercial desde sempre, mas agora, mais do que nunca, quando devemos dedicar nosso corpo, alma e tweets para conseguir que nossos clientes nos comprem, não apenas o serviço ou produto, mas também a marca e a empresa. Eles devem confiar em nós, perceber que trabalhamos por e para eles e que estamos a sua disposição, em um trabalho conjunto e constante, para conseguir os melhores resultados.

    Nós somos assim na Zyncro e é assim que queremos que sejam todas as empresas que adquirirem nossa solução. Potencializamos a comunicação, colaboração, produtividade e o trabalho bem feito para que as crises não seja negativas mas sim para que sejam oportunidades para todos.

    Espero que esta artigo os ajude a começar a semana com mais animo! Boa segunda-feira e boa crise!

     
    • Alexsandro 3:37 pm em 09/11/2011 Permalink | Responder

      Oi Ana , tudo bem ? Parabens pelo artigo, achei excelente! Tambem acredito que um esforço só se torna qualificado quando você assume a responsabilidade dos problemas que o cerca, se tornando protagonista do caminho a percorrer. E isso ocorre quando entendemos que as limitacoes nao estao fora, mas dentro de cada um de nós. Eu trabalho muito com a cultura do esforço , inclusive temos uma ferramenta ” http://www.midhascrm.com.br “que serve para medir o esforço comercial de uma equipe comercial ou mesmo profissional autonomo. Caso voçe possa avaliar nossa ferramenta, fique a vontade para acessar de forma gratuita, ficaremos gratos de poder contar com sua avaliação.

      Abraço e Sucesso nas Crises!

  • Mertxe Pasamontes 9:19 am em 28/09/2011 Permalink | Responder
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    Equilíbrio entre trabalho e vida? Ou apenas trabalho? 

    Tempo estimado de leitura: 2.5 minutos

    Estamos realmente conciliando o nosso trabalho e vida familiar ou estamos vivendo para trabalhar? É verdade que, na maioria dos casos, as horas de trabalho são impostas pela empresa que você trabalha em vez de serem de sua própria escolha. No entanto, todo esse tempo extra que você trabalha (e, como consequência deduz da sua vida pessoal) não será devolvido a você por qualquer meio.

    Em teoria, muitas grandes empresas têm políticas de equilíbrio trabalho-vida (de todos os tipos, nas menores, mas menos pessoais, por vezes, impedem que isso seja possível), mas todos nós sabemos que algumas delas não são cumpridas. Essas políticas estão aí e ninguém vai te pedir especificamente para ficar depois de sua hora de trabalho, mas você sabe que, devido à cultura da empresa e, devido ao clima geral diário, que você simplesmente vai ter que ficar.

    Felizmente em alguns lugares, há uma tentativa de combinar com a participação o trabalho remoto, tirando alguma pressão do trabalhador. Ferramentas como Zyncro, ou outras similares fornecem uma maneira para se trabalhar a distância, bem como permitem que você mantenha-se atualizado com o que está acontecendo. Existem, porém, muitos postos de trabalho em que isso não é possível já que eles precisam de atendimento, em geral, é encontrado no setor de serviços.

    O principal problema é que mais horas não resultarão em um aumento ou melhora da produtividade. Dar a sua equipe objetivos inatingíveis não significa que ela estará mais motivada. As pessoas têm um limite quanto à sua produtividade e, quando esse limite é ultrapassado, a única coisa que se consegue é um resultado menor do que poderia ter sido alcançado sem essa pressão. De fato, a Espanha é conhecida por ser um dos países menos produtivos na Europa. O verdadeiro culpado não é o equilíbrio entre vida e trabalho, é a falta dele. Se você considerar o seu “empregado” como um “recurso humano”, você pode pensar que não importa se eles estão desgastados, eles sempre podem ser substituídos, mas isso não é tão verdadeiro quanto pode parecer. Estabelecer-se em uma nova empresa, entender como ela funciona e desenvolver seu potencial requer um certo tempo. Substituir alguém tem um custo maior do que apenas o econômico. Mas para que essa nova mentalidade decole, muitas organizações devem ser mudadas, aquelas que são mais engessadas e presas em seus modelos do seculo século 20 (ou 21) do que eles gostariam de admitir. Desta forma, as empresas do tipo manystart-up estão em vantagem porque já nascem com essa nova filosofia.

    Então, se a sua empresa não permitem que você equilibre sua vida profissional e familiar, você pode sempre procurar por outra. Ou comece seu caminho para o empreendedorismo ou se tornar um freelancer. Afinal, não é sobre o trabalho que estamos falando, mas sobre sua vida.

    Você é capaz de alcançar um equilíbrio entre vida e trabalho na sua empresa? Quais as opções que você vai pensar se não for uma possibilidade?

     
  • Yolanda Torres 11:49 am em 08/09/2011 Permalink | Responder
    Tags: , , personal brading   

    Digital Personal Branding 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    • Meu nome: Yolanda Torres
    • Nasci em: Ibiza
    • Minha profissão: comunicação
    • Minha empresa: Equipo Singular
    • Minha digital personal branding: @yolandaibz

    Fundei a Equipo Singular a cerca de 17 anos, agência especializada em branding estratégico e posicionamento de produtos utilizando todas as ferramentas de comunicação on e off line.

    Mais tarde me reciclei na ESDEN. As novas tecnologias avançam tão ráído que achei necessário fazer um mestrado em marketing digital para ganhar perspectiva; e foi o que eu ganhei, estou projetando várias estratégias de posicionamento digital, mas a que mais me emociona é a da minha terra, Ibiza.

    Em um jantar com alguns amigos, um deles, que tem uma conhecida empresa com seu nome, voltou a falar sobre Personal Branding, que com a internet gerou uma cobrança absurda. Mas por que?

    • Na internet temos uma identidade digital comparável a que tem uma marca ou produto.
    • Nosso nome/apelido se posiciona na rede, dependendo da nossa atividade on/off line.
    • Nossa atividade nas redes sociais são outro elemento que constitui nossa reputação pessoal digital.
    • Com ou sem estratégia de personal branding, eu sou minha marca.

    Na agência, temos mantido uma política de privacidade sobre a nossa identidade, de fato, durante muitos anos o logo da Equipo foram sombras humanas “estão na sombra de nossos clientes”, foi a nossa reivindicação, éramos isso: Equipo sim, mas com identidades particulares.

    A era 2.0 está revolucionado e mudando totalmente as regras do jogo. Hoje temos que “estar com nomes e apelidos, estamos condenados a ter uma identidade digital e uma pegada online visível”, o Digital Personal Branding trabalha para adequar essa pegada a nossos interesses, já que temos que aparecer, vamos trabalhar nossa identidade de acordo com nossos objetivos: Personal Branding, como fazer?

    Desenhando nosso próprio plano de marketing pessoal:

    • Missão: o que eu quero?
    • Visão: quem eu sou, onde estou com relação ao meu objetivo?
    • Objetivo: como quero ser visto?
    • Estratégia: quais métodos vou utilizar?
    • Timming: quanto tempo vou dedicar a isso?

    Ao definir o que queremos, estamos fazendo um planejamento não só profissional mas também as vezes vital, pois já sabemos o tempo e dedicação necessários no trabalho… A respeito disso, deixo um link engraçado http://z.ync.ro/6lTwK, que demonstra de forma exagerada o que estou dizendo.

    Nossa visão, como disse um de meus mestres, Seth Godin, em seu post “Mark Zuckerberg is not Mark Zukerberg” somos nós com nossos prós e contras no contexto em que nos encontramos.

    Os objetivos têm relação estreia com a missão, é decidir: O que queremos conquistar? Os objetivos profissionais se alinham muitas vezes com os pessoais, somos um e o único Digital Personal Branding deveria levar em conta nossos objetivos vitais.

    Se fizermos o que nos realiza profissionalmente, seremos muito mais eficazes.

    Sobre a estrategia, vamos nos aprofundar nas ferramentas 2.0, ou como gerir o talento em Social Media, meu conselho é o seguinte: conhecer as ferramentas 2.0 é fundamental para o Digital Personal Branding, dificilmente podemos utilizar meios que não conhecemos.

    O timming depende da importância que damos ao nosso posicionamento pessoal, cada um tende- dependendo de seus objetivos – a um timming para conseguí-los, outro conselho acompanhado de uma reflexão:

    A rede não anda, ela voa!

    Pense antes de agir, a rede voa e temos que saber para onde queremos voar antes de entrar no avião”.

    Estão preparados para o Digital Personal Branding?

     
  • Patricia Fernandez Carrelo 2:38 pm em 06/09/2011 Permalink | Responder
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    Ser 2.0… sem saber o que é 2.0 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Há alguns meses estava tomando um café com amigas de infância quando me perguntaram: “Patri, mas o que significa exatamente isso de ‘2.0’? Ouvimos isso o tempo todo, mas não sabemos claramente do que se trata!”

    Elas, moças muito inteligentes, com nível superior… São 2.0 e não sabiam.

    Foi mais complexo formular um explicação não-técnica pelo fato de que elas compreenderam o conceito em si, mas acho que no final conseguimos.

    Na explicação usei três conceitos básicos: uma mais sociológico, a ideia de compartilhar, e outros dois técnicos: internet e as redes sociais, como Facebook e Tuenti como paradigmas (porque esse grupo de amigas estão na casa dos 30 anos, como eu, vivem no País Basco, e lá, nessa faixa etária predomina o Tuenti…).

    Quando falei que o conceito ‘2.0’ é compartilhar, poder gerar conteúdo (sem a necessidade de ser uma empresa ou um pessoa pública) e depois publicar e compartilhar, a explicação começou a fazer sentido para elas.

    O fato de falarmos de ‘2.0’ é porque se trata de uma segunda geração, a segunda geração da internet em que não apenas criamos o conteúdo, mas publicamos e espalhamos aos poucos, e não apenas os que se decidam a isso profissionalmente, qualquer um pode criar e compartilhar. Com o risco que implica a geração de “ruído”, mas o enriquecimento de informações, visões e oportunidades oferecidas por este novo modelo de publicação.

    Para isso, foi necessário a criação de uma séria de soluções tecnológicas que tornaram possível que todos os internautas pudessem gerar, publicar, compartilhar, colaborar e co-criar conteúdos. Estas soluções são principalmente os blogs (como este), os wikis (com a Wikipedia como principal representante) e as redes sociais.

    Junto a essas soluções, também existem conceitos como o desenvolvimento web baseado na experiência do usuário, o design minimalista (modelo Google), o uso de determinadas técnicas de informática (CSS, XHTML, AJAX, SaaSque, naturalmente, eu não aprofundei em minha explicação coloquial, mas sim a ideia de que: “pode-se ter todos esses conteúdos na internet sem necessariamente ter nada guardado fisicamente” (não podia deixar de mencionar a nuvem).

    Mas o mais curioso da conversa é que elas já conheciam e inclusive praticavam o estilo 2.0 sem saber que era 2.0. Nesse grupo de amigas, primeiríssima remesa da Geração Y…

    • Os jantares não são mais marcados por e-mail ou SMS, mas por um evento no Facebook
    • Os eventos sociais (aniversários, festas, viagens…), as fotos tiradas são divididas em 2 grupos: as que vão para o Facebook e as que não vão
    • As viagens são planejadas lendo blogs
    • Quando não se sabe de alguma informação, se pesquisa na Wikipedia
    • As últimas notícias ou sobre personalidades viram TTs do Twitter
    • Os produtos ou serviços que gostamos e que podem servir para outras pessoas, nós compartilhamos recomendando páginas do Facebook.
    • Já não se usa mais e-mail entre os amigos ou colegas de trabalho, quando escrevemos para alguém fazemos isso no mural do Facebook
    • Para procurar trabalho deve-se ter um bom perfil no LinkedIn, ter muitos contatos e pertencer a muitos grupos
    • No mínimo uma vez por semana assistimos acessamos o YouTube para ver vídeos e compartilhamos se gostamos
    • Devemos ter uma conta no Gmail (mais profissional), embora que a nível pessoal precisamos para newsletter e SPAMs mandamos para o Hotmail

    Poderia continuar, fazendo uma lista interminável… Mas não quero prolongar mais este post e acabar com uma reflexão. E essa nova geração, que é 2.0 mas que não precisa saber que é, já que tem isso interiorizado, dispõem de uma forma de se relacionar, de interagir e trabalhar completamente diferente da geração a qual pertence. É por isso que adotar ferramentas 2.0 na empresas é a melhor maneira de fidelizar os membros dessa geração, motivá-los e, também, de explorar suas qualidades em favor da própria empresa e do trabalhador.

    Incorpore agora mesmo essa nova tendência dentro da sua empresa e se beneficie dos bons resultados. Sua equipe está esperando.

     
  • ZyncroBlog 1:43 pm em 30/08/2011 Permalink | Responder
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    Líderes narcisistas não tem lugar no 2.0 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Se tem algo que não é bem visto, especialmente dentro dos RH das empresas, é o narcisismo. E se ele estiver presente na figura do líder, a situação é ainda mais grave.

    Pessoas que têm um perfil narcisista não são bons líderes, embora seus subordinados possam pensar de maneira diferente. Isso é devido a sua preocupação excessiva em ser o mais brilhante em tudo, o que impede que se desenvolvam as características principais do trabalho em grupo: o livre crescimento e o intercambio de ideias.

    Estamos falando em termos de organizações 1.0, mas quando passamos para organizações 2.0 a coisa me parece mais grave.

    Se entendemos o Community Manager como líder da organização em um mundo 2.0, porque ele é realmente a imagem da empresa na web, se ele tem uma conta pessoal no Twitter, por exemplo, é ruim que ele se apresente dessa forma, ao invés de seu trabalho como CM da empresa, já que isso demonstra um comportamento narcisista na forma como ele atua na web.

    Sem ir mais longe, como gosto de exemplificar as coisas, vou comentar o que aconteceu em uma conferencia que esti com 200 membros de uma empresa. Poucos ali tinham conta no Twitter, mas apenas 1,5% dos assistentes sabiam que sua empresa tinha um Community Manager, frente a 20% que conheciam essa pessoa por sua conta pessoal no Twitter. Pior do que sua empresa não saber da sua existência é ela saber, mas não dar a mínima pra isso.

    Isso mostra claramente uma alta dose de narcisismo no líder 2.0 que pode ser um Community Manager

    Pode ser que em certas situações o narcisismo em um líder seja algo positivo, como por exemplo, em uma crise, porque as pessoas sentem que alguém forte e dominante pode assumir o controle e fazer a coisa certa, o que reduz as incertezas e o estresse.

    Mas se o que se busca é cresce como equipe colaborativa em qualquer circunstancia e principalmente, no mundo 2.0, os brainstorms, a comunicação reflexiva e a escuta ativa são vitais, pois poem em comum diferentes pontos de vista que conduzem ao crescimento do grupo e aproveitam os talentos da equipe ao máximo, e essas coisas são algo que os líderes narcisistas não fazem na sua forma de trabalhar.

    Se os líderes narcisistas já eram um problema no mundo 1.0, quando os encontramos no mundo 2.0 a coisa se torna ainda mais grave, porque é onde a interação e o compartilhamento de conhecimentos mais se evidencia, é algo nato da cultura 2.0: cada pessoa pode contribuir e isso beneficia toda a equipe, é o que a faz conseguir bons resultados e todas as vantagens dessa forma altruísta de compartilhar conhecimento.

     
  • Pep Cura 10:52 am em 25/08/2011 Permalink | Responder
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    Comunicação Mediada por Computador. Antropologia 2.0 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Em meu artigo anterior neste blog eu coloquei uma pergunta: de que maneira as relações online podem enriquecer a esfera dos relacionamentos em comparação às offline?

    Não somos os primeiros a nos fazer essa pergunta. Nos anos 1990, um grupo de cientistas sociais realizaram algumas investigações particularmente relevantes a esse respeito.

    O objetivo era encontrar o melhor caminho para desenvolver os Sistemas de Comunicação Mediados por Computador (CMC) para organização e identificação de possíveis benefícios e dificuldades.

    Foi Kiesler que começou a investigar o tópico em 1984. Ele designou uma tarefa a um grupo de pessoas por meio de videoconferência e, para outro grupo, por meio de interação física. Os resultados que ele obteve apontaram uma falta de sinais sociais nos CMCs (por exemplo, características de gênero, idade, status social, expressão facial, entonação, nacionalidade) que resultaram em um fator de desinibição no grupo que não teve contato físico, que se traduziu em:

    – Maior igualdade na comunicação participativa.

    – Aumento nos níveis de agressão na comunicação (acredita-se que as pessoas perdem seus modos quando a pessoa lhes é desconhecida).

    Spears et al. (1990), não vendo claramente os resultados do primeiro estudo desenvolvido por Kiesler, propôs a mudança: analisar o uso de um único tipo de tecnologia (email) em diferentes contextos (ambientes de trabalho). Nos resultados da investigação foram observados que decisões tomadas em nível de grupo poderiam variar dependendo do senso de pertencimento dos participantes com o grupo. Em outras palavras; o contexto em que a tecnologia é aplicada é tão importante ou ainda mais importante que a tecnologia em si, ao menos no que se refere à tomada de decisões.

    Mantovani, também insatisfeito com os resultados de Kiesler, descobriu em outro estudo, realizado em 1994, que nos CMCs, a barreira hierárquica entre as pessoas é fortalecida ao invés de ser rompida, finalmente concluindo que a tecnologia não pode ser avaliada independentemente do contexto em que é aplicada.

    Parece que algumas das perguntas que aqueles cientistas sociais se fizeram no inicio da Internet ainda são válida hoje:

    – A hierarquia aumenta ou diminui nas relações CMC?

    – Existe maior transparência?

    – Acontece uma maior participação no desenvolvimento de tarefas?

    – O papel dos comunicadores varia significativamente?

    Do meu ponto de vista, o avanço mais significativo desses estudo está no reconhecimento de que as ferramentas de comunicação ou CMCs são DEPENDENTES, e, portanto, nós não podemos separá-las do contexto em que são utilizadas.

    Source: HINE, C: “Etnografía virtual”. Coleción Nuevas tecnologías y Sociedad. Ed.UOC. 2000 (“Virtual Ethnolgraphy” by HINE, C. in Spanish)

     
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