Actualizações de março, 2012 Mostrar/Esconder Comentários | Atalhos de Teclado

  • Juan Manuel Rodríguez 9:18 am em 14/03/2012 Permalink | Responder
    Tags: , cloud day,   

    A Zyncro participará do “Cloud Day III: um raio de sol entre as nuvens” 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Cloud Day III: Un rayo de sol entre las nubesDepois das edições com mais de 250 participantes, na próxima quarta 21 de março acontecerá em Madrid a terceira edição do Cloud Day, um evento organizado pela EuroCloud España.

    EuroCloud é a associação europeia de empresas provedoras da SaaS eCloud Computing, a qual a Zyncro se incorporou como membro em setembro de 2011.

    O que é o Cloud Day?

    Neste evento se reunirá as principais empresas do setor para tratar os temas mais quentes do Cloud Computing, sempre a partir de uma experiência pratica onde o usuário poderá conhecer de primeira mão em que consiste trabalhar ” nas nuvens”.
    Contará com personalidades da Tecnologia, Inovação e da área jurídica, alem de empresas do setor tecnológico Cloud, jornalistas e o mercado.

    Quando e onde?

    O Cloud Day III acontecerá na quarta-feira, 21 de Março de 2012, no Hotel Meliá Galgos de Madrid.

    Do que se falará?

    Será reforçado o intercambio e oferecerão exemplos concretos e casos reais de uso da tecnologia cloud. A Zyncro participará com um trabalho de Lluís Font ( CEO da Zyncro) sobre redes corporativas, a partir das 12:30 em um bloco chamado ” Sessão 1″.

    A agenda do evento será a seguinte:

    9:30 -10:30 Recepção dos assistentes

    10:00-10:30 Sessão de abertura
    -Mauricie Van der Woude, Diretor Geral da EuroCloud Europe.
    -Pedro Prestel, Presidente da EuroCloud España.
    -Antonio Gutiérrez Rubi, consultor de comunicação e acessor político.
    -Mesa redonda presidida por Thierry Le Divenach, Tesourero da EuroCloud España.

    12:00 – 12:30 Coffee Break

    12:30 – 14:00 Sessões paralelas
    -Sessão 1
    : Sentinel  Cloud, Zyncro e Geanet.
    -Sessão 2: Flexxibli IT, CAPSiDE e OfiPro.
    -Sessão 3: Secure File, ESker e Litebi.

    14:00 – 14:30 Vinho Espanhol e encerramento do evento

    Como pode assistir?

    Se desejar assistir ao Cloud Day III, realize já sua inscrição gratuita!

    Assentos Limitados!

     

     
  • Yolanda Torres 10:56 am em 04/11/2011 Permalink | Responder
    Tags: , ,   

    Como ser competitivo em tempos de crise? A empresa líquida 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos


    Em um situação econômica difícil como a atual, onde as perspectivas de melhora nem sempre são visíveis, todos concordamos que 2011 é melhor que 2012, que podemos trabalhar para melhorar nossos resultados nas empresas e enfrentarmos esse período tão duro?

    A resposta é usar a TECNOLOGIA como ferramente de crescimento, internacionalização, comunicação, melhora de processos, transparência e colaboração.

    Muito se fala sobre a empresa líquida frente a sólida, mas o que isso significa? Em linhas filosóficas, a flexibilização e moderação frente a imobilidade e ao isolamento. Bauman, papa da teoria da sociedade líquida ou sociedade capaz de se adaptar a mudanças constantes, nos abre a porta para a modernização das organizações empresariais:

    • Fluir
    • Transformar-se
    • Adaptar-se
    • Internacionalizar-se
    • Hipercomunicar-se
    • Reduzir custos
    • Inovar constantemente

    Em termos técnicos: adaptando as organizações ao cloud computing. Algo simples de se conseguir superando a barreira psicológica tanto por parte do TI como da direção geral.

    Eficácia e eficiência são conceitos totalmente unidos nas organizações do século XXI, a empresa líquida ou cloud computing business organization é a chave para a competitividade das empresas nesse cenário tão complicado, e abre uma porta para a mudança de modelo que não acabará nunca:

    • Ferramentas econômicas
    • Ferramentas flexíveis e adaptáveis
    • Usabilidade
    • Máxima adaptação ao entorno empresarial
    • Treinamento constante de fornecedores

    A Zyncro, solução inovadora a nível mundial em cloud computing business network, ou redes sociais corporativas, é um exemplo claro de como uma ferramente digital pode agilizar, modernizar e resumindo, garantir um retorno em benefício das empresas que a implantam.

    Empresa líquida, tecnologia, digitalização, corporate social media são conceitos básicos com os quais as organizações vão se fortalecer nesse ambiente de mudanças e crises em que vivemos.

    Então…

    • Decida
    • Aposte em business cloud
    • Digitalize-se
    • Transforme-se
    • Adapte-se
    • Torne parte da sua estrutura líquida

    A empresa do século XXI e as ferramentas necessárias estão aqui. Atrever-se a competir, é algo fascinante…

     
  • Lluis Font 11:08 am em 26/09/2011 Permalink | Responder
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    Gestão da Reputação Online 

    Tempo estimado de leitura: 6 minutos

    Já faz um tempo que digo que a gestão da reputação online será o grande negócio dos próximo anos. Hoje eu tenho ainda mais certeza disso, depois que na Zyncro sofremos um ataque contra nossa reputação.

    Vou explicar a história. Faz algumas semanas, com um importante cliente, decidimos fazer uma análise de segurança da nova plataforma que íamos lançar em conjunto. Esta plataforma ainda estava fora de produção aguardando o momento ideal para fazer testes de segurança intensivamente.

    Realizamos o teste e encontramos uma séria de vulnerabilidades que já havíamos detectados e corrigido em outras plataformas. Estudamos detalhadamente o que nos foi dito pela empresa de segurança, se havia mais algum erro e em 48 horas tínhamos corrigido o problema sem grandes incidentes.

    Até ai, tudo bem, mas na sexta-feira descobrimos que a empresa auditora, Internet Security Auditors, publicou um estudo em um fórum de segurança. Não dizia muito sobre a empresa. Era um relatório secreto feito de forma confidencial, essa publicação vai contra qualquer código de ética e pode ter repercussão legal. Como se não bastasse, o relatório deixa muito claro que os potenciais problemas já haviam sito corrigidos. Aqui está um link para o relatório.

    Se tivesse acabado nisso, haveria pouco mais para contar, mas então chegou a difamação online. Um de nossos concorrentes postou um artigo em um blog no Tumblr sobre isso e o publicou no Menéame. O blog se chama Segurança em Rede e o artigo critica a arquitetura da Zyncro, descreve todas as vulnerabilidades e não faz nenhuma referencia as correções que foram feitas. Este artigo no blog não permite comentários nem foi assinado, e é o único post do magnífico blog. Objetivo: denegrir a reputação da Zyncro.

    Como era de se esperar, logo a empresa e seus amigos começaram a retuitar e para expor o caso ao máximo. Lembrando que a maioria retuita sem verificar as fontes (eu também), e que poucas pessoas irão verificar a origem real da informação, muito técnica e em inglês.

    Essa técnica também teve o objetivo de obter um bom posicionamento quando se buscam as palavras “Zyncro Segurança” em sites de busca.

     

    O que fazer diante desse tipo de ataques difamatórios?

    Minha opinião é que se deve responder diretamente, segurando o touro pelos chifres, não valem respostas colaterais. Lembrei do caso da Actimel quando seus produtos foram atacados num e-mail que dizia um monte de mentiras supostamente repassadas por estudo científicos (sem citar as fontes). Acho que a empresa demorou muito para dar um resposta clara, até alguns consumidores habituais chegaram a duvidar se era verdade ou não. Essa é a força desse tipo de difamação, plantar a dúvida nas pessoas que confiam no produto ou serviço.

    Como guia de atuação, recomendo:

    1. Não responda de cabeça quente, espere algumas horas (não dias nem semanas) para pensar sobre a resposta
    2. Faça isso de forma tranquila e serena explicando os fatos com clareza
    3. Não responda com contra-ataque sem mencionar os fatos. Por exemplo, publicar hoje um artigo técnico mencionando a segurança da Zyncro não seria o suficiente, e poderia provocar mais dúvidas. Mas para os que quiserem saber mais nobre nossa segurança, segue um bom documento (que não foi escrito por nós :)): http://my.zyncro.com/files/6hs64Cg
    4. Tente não ficar com raiva, eu não consegui… Sorte que tenho uma equipe sensacional e um sócio que é mestre em pensamento positivo que me acalmaram 

    Termino lembrando que o espírito 2.0 da Zyncro faz com que tenhamos uma filosofia de transparência total em tudo. Quantos produtos na nuvem publicam suas disponibilidade e nível de serviço? Posso lhes dizem sem medo de estar sendo equivocado que poucos, nossa arquitetura técnica nos permite ter alta disponibilidade e segurança. Aos que são provedores de software na nuvem recomendo status.zyncro.com, é algo que custa pouco e da muito transparência.

     
  • Joan Alvares 3:48 pm em 05/09/2011 Permalink | Responder
    Tags: , , software,   

    Menos é mais (ou mais é menos): na vida, no trabalho… e no software 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Pense um momento: você comprou seu carro para que? Para passeio ou transporte? Se sua resposta foi a segunda, deixe-me lembra-lo que qualquer alternativa (ir de táxi, metrô, bicicleta) permitira cumprir o mesmo objetivo sem todos os gastos que um carro tem: o combustível, as inevitáveis multas, os inevitáveis reparos, o seguro obrigatório ou o excessivo tempo – leia-se dinheiro – que se perde procurando uma vaga para estacionar. Mas mesmo que você continue discutindo sobre a necessidade de dirigir, você deve concordar comigo que seria mais rentável alugar um por hora, não? Você precisa de um carro para se locomover pelo centro da cidade? Alugue um utilitário. Vai fazer uma trilha? Uma over road. Precisa impressionar um cliente? Melhor um desportivo. Troque “comprar” por “alugar” e “ter” por “compartilhar” e vai ver como o mesmo dinheiro te da mais possibilidades. Use o CarSharing e escolha o carro que você precisa hoje, usar o CouchSurfing e sinta a sensação de ter uma casa em qualquer lugar do mundo.

    É a era ownerless: ter menos para desfrutar mais.

    Durante décadas as empresas de sucesso foram definidas pelo velho significado de “mais”. Esse significado implica em possuir recursos e condições de superioridade sobre a concorrência. Até recentemente este era o exemplo a ser seguido: ter sede em MAIS países, ter MAIS faturamento, ter MAIS empregados. Empresas onde esses empregados competem para ganhar salários MAIORES, com os quais possam comprar carros MAIORES e viajar nas férias para lugares MAIS distantes. Contudo, a crise financeira, a primeira da era digital, nos obriga agora a rever o significado de “mais”. E nos lembra que:

    1. Estar fisicamente em mais países (ser ‘multinacional’) já não é mais condição para ser global.
    2. Faturar mais não significa ganhar mais: a margem bruta sempre foi mais relevante, embora menos carismática, que o faturamento.
    3. Ter mais empregados não significa ser mais forte, como foi demonstrado na “queda de gigantes” como Lehman Brothers o General Motors.

    Recentemente escutei um empreendedor dizer orgulhoso que seu modelo é muito 2.0. “Somos minha mulher, eu e ponto”, brincou, explicando o quão bem ele estava indo com sua microestrutura. Isso me fez pensar sobre o modelo que meu sócio e eu um dia escolhemos para a Poko, e que um dia nos foi questionado. Esse modelo que abandonou o caminho da ‘empresa grande’ para se converter em uma ‘grande empresa’. Que revolucionou ao deixar de buscar abundancia (mais) para buscar a excelência (melhor).

    Confesso que cada vez estou mais orgulhosos de pertencer a uma empresa sem medo de diminuir, que continuamente otimiza sua estrutura para conseguir mais valor com menos recursos. Entendo que isso nos faz melhor para nossos clientes. Porque a cada dia estou mais seguro que as empresas que vão suportar essa crise não serão as ‘grandes empresas’ mas sim as ‘empresas sustentáveis’. Tendencias como Cloud Computing, Software as a Service, Crowdsourcing Software livre – que pretendo aprodundar em meu próximo post – dão da possibilidade de qualquer empresario gerir áreas chave nem a necessidade de criar grandes departamentos. Porque como dizem ‘não é mais rico o que tem mais, mas o que precisa de menos‘.

     

     
  • ZyncroBlog 12:00 pm em 29/08/2011 Permalink | Responder
    Tags: , , , social CRM, social ERP, ,   

    Como ser um Comercial 2.0 e não morrer tentando. Introdução 

    Antes de mais nada, vou me apresentar. Sou Ana Fernández, Sales Manager da Zyncro e gostaria de agradecer a oportunidade que a empresa me ofereceu de publicar meu primeiro post neste blog. Minha intenção é iniciar com este artigo uma seção para explicar como tornar o conceito “comercial” um “comercial 2.0” e não morrer tentando…

    Acredito piamente no uso da informação para conseguir resultados. A geração 1.0 reluta em compartilhar informação e colaborar. Os Comerciais dessa geração pensam que os clientes são seus simplesmente porque tem seus cartões com contato, seu e-mail, seu telefone. Isso está em desuso, e também é improdutivo com ferramentas como LinkedIn e as redes sociais. Os clientes só irão compartilhar suas informações nas redes com você se realmente acreditarem que você é a pessoa certa para gerir suas necessidades.

    As empresas tradicionais também acreditam que os clientes são seus, exclusivos, e não se dão conta que os cliente são livres e que podem perde-los com mais facilidade do que tiveram para consegui-los.

    Atualmente, o paradigma comercial está mudando. Acredito firmemente:

    • No uso de ferramentas que acompanhem o dia a dia do comercial, como ERP Social, CRM Social, e no uso de ferramentas colaborativas como a Zyncro
    • No intercambio de informação – mais imediato do que nunca – entre os diferentes departamentos
    • E na fidelização dos clientes através de todos os canais possíveis.

    As empresas que considerarem seus departamentos como feudos estarão destinadas ao fracasso. Os departamentos devem colaborar. O departamento técnico, o de marketing e o comercial devem se unir, lutarem com a mesma intensidade pelas oportunidades de negócio e compartilhar informação.

    Assim, periodicamente irei apresentando artigos sobre o que significa ser um Comercial 2.0, desde a “filosofia” e os conceitos básicos sobre a nova mudança de paradigma nas relações “cliente-comercial”, passando pelas “ferramentas”: LinkedIn, Twitter, Salesforce, iContact e claro, a Zyncro. E até as relações marketing-vendas em uma empresa 2.0, relações técnicos-vendas, perfis comerciais 2.0, a gestão de seus contatos em um mundo hiperconectado e social (na visão comercial)…

    Por último, em honra ao meu cargo, queria explicar porque prefiro defender essa perspectiva comecial 2.0, e sobre tudo, porque com a Zyncro.

    A Zyncro permite compartilhar informação, e sinceramente, acredito que esta é chave do sucesso. A colaboração é um princípio básico da mudança que estamos vivendo. Tudo muda e para sobreviver ao uso de palavras como informação, colaboração, e sobre tudo no âmbito comercial. A Zyncro, através da geração de grupos de trabalho, permite que a equipe comercial compartilhe apresentações, ofertas, e melhorias em seu rendimento, e o mais importante, a possibilidade de saber do sucesso de seus companheiros com os clientes e aprender com isso. Através do sistema de microbloging se pode lançar perguntas no ar, e seus companheiros podem responder enquanto estão em um cliente, e assim pode as necessidades do cliente ao mesmo tempo. Através da opção perfil de empregados podemos buscar dentro da organização de nossa própria empresa quem tem o conhecimento adequado para responder as perguntas de nosso cliente. E isso só para começar… Nos próximos posts iremos descobrir muito mais sobre o mundo comercial 2.0 e também da Zyncro. Este foi só o primeiro capítulo.

    Bem vindos a seção “Comercial 2.0” do ZyncroBlog!

     

     
  • Joan Alvares 3:43 pm em 08/08/2011 Permalink | Responder
    Tags: , ,   

    Mude seu escritório para a praia 

    Escrevo esse artigo a 34°C. Os meteorologias prevem calor para as próximas semanas. Uma onda de calor africano, eles avisam.

    Lembro que por volta de 2003, quando eu fazia Jornalismo na Universidade Autônoma de Barcelona, a Diretora Mavi Dolz (que descansa em paz) nos dava aula em baixo de um pinheiro. Fazia tanto calor dentro da sala de aula que, sabiamente, ela constatou que nossa atenção – e, consequentemente, a produtividade de seus esforços – não iriam estar 100%. desde então penso que trabalhar ao ar livre, pelo menos um dia por ano, deveria ser um direito de qualquer um que trabalhe em um escritório.

    É possível trabalhar na praia? Talvez você nunca tenha se feito essa pergunta. Na Poko também não, até o dia em que o ar condicionado nos deixou de cama. No ano de 2009 um escritório na nuvem soava como algo utópico, e trabalhávamos dentro de uma sala. Então um dia nós juntamos nossas coisas, trouxemos para La Barceloneta e nos instalamos por um dia e meio na areia. Trabalhamos até esgotar nossas baterias. Não mais que 3 horas. Depois tomamos banho de mar, batemos papo e construímos castelos de areia até a hora do almoço.

    Se a produtividade de uma empresa se mede, em parte, pela felicidade de seus membros, considero que esse dia na praia foi um dia altamente produtivo.

    O Butão é conhecido por ser o único país que mede sua riqueza em Felicidade Interior Bruta, o que deveria nos fazer pensar se no Ocidente trabalhamos para ser mais ricos ou mais felizes. Estou certo de que um trabalhador mais feliz é um trabalhador mais produtivo. Recentemente ouvi de um bem sucedido empreendedor do Vale do Silício que a ideia de “negócio” estava evoluindo para deixar de ser o que etimologicamente significa: “negociação de trabalho”. E argumentou dizendo que não se pode aspirar a ser o melhor em algo que não é divertido. Simplesmente somos incapazes de dedicar todo o tempo necessário para isso.

    Mas quando falo em diversão no trabalho não me refiro a jogar futebol na sala do café. Falo de gostar de fazer aquilo com que se ganha a vida. Como Messi, melhor jogador profissional de futebol do mundo, que também se irrita com seu chefe toda vez que é mandado para o banco. Gostar do ambiente de trabalho é fundamental.

     
  • Joe Zyncro 9:42 am em 04/08/2011 Permalink | Responder  

    Zyncro, a força da empresa a nuvem 

    Tempo de leitura: 1 minuto
    Duração do vídeo: 1’42”

    É inverno no Brasil, mas nós da Zyncro estamos a todo gás e aproveitamos para apresentar nosso ZyncroTeam. Uma equipe jovem, cheia de força, energia, vitalidade… E que vive na nuvem. Aqui está nossa participação no evento Park 2.0.11 de La Salle (Barcelona), mas que realmente poderia ter sido em qualquer outra cidade ou evento para empreendedores :)

    Esperamos que esse vídeo transmita a força com que chegamos todos os dias em nossos escritórios e que colocamos no desenvolvimento de nossos produtos. Gostou do nosso estilo? Então o que está esperando para se zyncronizar?

    Nos vemos na nuvem da Zyncro!


     

     
  • ZyncroBlog 3:14 pm em 03/08/2011 Permalink | Responder
    Tags:   

    10 ideias para tornar sua empresa 2.0 

    Tempo estimado de leitura: 7 minutos

    Nota do Editor: José Luis del Campo Villares concedeu gentilmente este artigo de seu blog que explica de forma clara e concisa um decálogo metodológico sobre como implementar a estratégia 2.0 no mundo dos negócios. Nós da Zyncro estamos compartilhando este artigo porque ele representa perfeitamente a nossa visão sobre Empresa 2.0, conceitos claramente aplicáveis a Zyncro. Obrigado @JoseLdelCampo.

    Sempre que falo sobre organizações, refiro-me também as pessoas que a compõem. Então, quando eu falo de uma organização (empresa) que quer se tornar 2.0, isso implica necessariamente que os membros da organização sigam a mesma direção.

    Frequentemente se fala da diferença entre a cultura corporativa e as políticas da empresa. Mas agora vamos determinar que toda empresa hoje que queira dar um salto em Social Media deve fazer isso afetando seus membros.

    Se partirmos da ideia de que os meios de comunicação social são uma via de mão dupla, sua capacidade de se comunicar com o mundo exterior e de se relacionar com gente fora do seu circulo social habitual, imagine o que eles poderiam fazer pela sua organização e seus membros: departamentos menos fechados ou isolados, redução do volume de e-mails e reuniões, conexão fácil e direta com os membros internos… E todo isso em tempo real.

    Sua empresa já está estruturada? Isso já caracteriza o 2.0. Então, se é aqui que você quer que sua empresa esteja, o que está esperando?

    Introduzir Social Media na sua empresa é comunicar-se melhor com seus clientes, mas não é só isso. Incorporar Social Media na sua organização (empresa) significa também se conectar com os clientes, assim como com os funcionários, construindo uma base sólida de colaboração da sua própria empresa.

    Mudanças na cultura empresarial: a maioria das organizações se adapta as Mídias Sociais a partir de influências externas, quando o mais eficaz é começar o processo internamente.

    A incorporação da colaboração social em uma organização ajuda a estabelecer a cultura e liderança dentro das “paredes só escritório”. O ritmo de adesão à tecnologia permite que as empresas sejam sociais, mas são as ideias compartilhadas pelos seus funcionários que se tornam tangíveis.

    Aqui estão 10 maneiras para seus funcionários se beneficiarem das ferramentas sociais na sua empresa:

      1. Conectar-se com seus especialistas internos: Você tem uma pergunta para alguém de produtos, marketing, vendas ou finanças, mas não sabe com quem falar para ter as respostas? Envie o seu pedido através de uma rede social privada e consiga as respostas, assim você pode identificar os especialistas dentro da sua empresa. 

      2. Integrar funcionários remotos e móveis da sua equipe: Os funcionários remotos, muitas vezes sentem-se desconectados da empresa. Eles podem se comunicar com seus gerentes, mas a conexão com o resto da equipe é limitada. Reunir todos com uma ferramenta permite mante-los conectados e também aproveitar suas experiencias regionais.

      3. Compartilhar facilmente arquivos pesados: Envio de documentos grandes e apresentações por e-mail obstrui as caixas de entrada e pode gerar mensagens de erro. Além disso, você nunca sabe se você tem a versão mais recente. Suba e compartilhe arquivos com em uma ferramenta de colaboração como a Zyncro, sem ultrapassar o limite do e-mail ou precisar se registrar em outro serviço de compartilhamento de arquivos.

      4. Preparar-se para as apresentações: em vez de perder tempo em reuniões intermináveis, de ir e vir com apresentações para clientes, suba os slides da sua equipe na ferramente e você vai conseguir dúvidas e comentários na metade do tempo.

      5. Gerenciar os projetos da equipe: Projetos complexos implicam em um grupo grande de pessoas envolvidas, algumas vezes com uma equipe remota. Traga o projeto e as tarefas relacionadas entre si para que todos estejam na mesma página com as últimas informações, sem encher as caixas de entrada dos e-mail com discussões intermináveis.

      6. Discutir temas confidenciais: Departamentos como recursos humanos, finanças e jurídico precisam de um espaço seguro e privado para discutir informações confidenciais. O uso de um grupo privado em uma ferramenta colaborativa assegura que essas conversas serão confidenciais. 

      7. Obter as respostas: A próxima vez que você fizer uma pergunta para a equipe de desenvolvimento de produto, marketing ou qualquer outro departamento, não envie vários e-mails: faça uma enquete na ferramenta e obtenha as respostas sem precisar de identificação.

      8. Compartilhar informações com colegas de trabalho: Quando você encontra artigos interessantes, vídeos ou sites que são relevantes para sua organização, publique no mural ao invés de enviar um e-mail para o escritório inteiro.

      9. Resolver os problemas dos clientes: Quando um cliente tem um problema, muitas vezes é preciso trabalhar com pessoas de toda a empresa para resolver rapidamente. Para dar o melhor serviço possível, uma vez que o problema é postado será respondido diretamente pela pessoa que tem o conhecimento necessário e está disponível.

      10. Brainstorm de Marketing: Ir a uma reunião e ter um brainstorm virtual. Publique o seu tópico usando uma ferramenta de colaboração e obtenha ideias para sua equipe quando for conveniente para eles ou obtenha informações de um grupo de foco para testar as ideias de publicidade ou marketing.

    As organizações devem pensar em como podem utilizar plataformas sociais internamente para comunicar através de seus negócios, criando um elo em tempo real, de ideias, opiniões e comentários.

     
  • Patricia Fernandez Carrelo 1:21 pm em 02/08/2011 Permalink | Responder
    Tags: , , , ,   

    Redes Sociais Corporativas: a importância da motivação, coordenação e formação de pessoas 

    Tempo de leitura estimado: 4 minutos

    Depois de várias experiências formadas no uso das ferramentas sociais a partir da perspectiva empresarial, se aprende de forma natural a discernir quais são os pontos-chave na implementação desse tipo de solução.

    O contato direto com os usuários (também chamado de disciplina UX ou “Experiencia do Usuario), o treinamento dos clientes no uso da Zyncro e manter relatórios sobre os aspectos metodológicos necessários para a implementação de uma Rede Social Corporativa permitem descobrir o papel de questões como:

    • A coordenação da equipe por parte do responsável ou administrador da comunidade
    • A motivação dos seus membros ao usar a solução
    • O treinamento das pessoas em ferramentas desse tipo

    Sem estes três pontos a implementação de soluções sociais internas tem uma boa chance de fracassar, pelo menos em organizações com modelos estruturais de estilo clássico e tradicional, em que seus empregados provavelmente não vai estar lendo este post. Vamos ver o que eu quero dizer, ponto por ponto.

    Coordenação
    A
    coordenação e o envolvimento do “administrador” ou “dinamizador” da comunidade são essenciais para o uso adequado e implantação da solução. Também seu treinamento sobre as possibilidades da ferramenta (que eu vou falar no terceiro tópico do artigo).

    O responsável precisa ser uma pessoa envolvida (tanto com a empresa como com o projeto), que acredite nas vantagens da ferramenta e, acima de tudo, capaz de coordenar e gerir a equipe para atingir os objetivos propostos. Isso é vital para que os funcionários mais “antigos” mudem seus hábitos de comunicação e evoluam no sentido mais social ou “2.0”.

    Eu sempre considerei a gestão dentro da empresa como uma das tarefas que mais exigem habilidade e capacidade profissional; e a gestão no âmbito 2.0, tanto pelo seu forte componente tecnológico como pela novidade do seu estilo, refletem em uma gestão ainda mais complexa e valorizada dentro das grandes organizações.

    Motivação
    Da mesma forma que o administrador ou dinamizador deve coordenar, também
    deve garantir que a equipe esteja motivada a usar a rede. É essencial que eles entendam todos os benefícios da ferramenta, que ela é uma ajuda, não uma obrigação, e que pode facilitar o trabalho.

    Sem motivação e, especialmente, sem treinamento (conhecimento do ambiente favorece muito a motivação, enquanto a ignorância ou inexperiência fazem o oposto), a solução não será usada.

    Treinamento
    Por último, mas não menos importante, está conhecer o ambiente, tanto a metodologia e processos (compartilhar, comunicar, expressar, colaborar, classificar …) como a parte tecnológica (conceitos de armazenamento e gestão básica de documentos, interação com interfaces para publicação de conteúdo web ou outras aplicações 2.0).

    Assim, quando se trata de treinamento de funcionários não devemos apenas dizer o que é uma Rede Social Corporativa, mas explicar o que significa desempenho profissional a partir da perspectiva 2.0 e todas as ferramentas que atualmente compõem o espectro social de aplicações digitais.

    Mais tarde vamos discutir estes dois conceitos. Atualmente, sua empresa valoriza a motivação, coordenação e treinamento? Você acha está faltando algum outro aspecto? Então não hesite em compartilhar isso com sua equipe.


     
  • Tatiana Nascimento 11:26 am em 14/07/2011 Permalink | Responder
    Tags: agência, ,   

    Criação X Atendimento – Essa briga pode ter final feliz? 

    Talvez quem não seja da área não saiba, mas os atritos entre os setores de criação e atendimento são muito comuns em agências de comunicação.

    A sequência dos fatos é quase sempre a mesma: o atendimento chega na criação com um pedido do cliente de prazo muito apertado e a criação tem que ficar até tarde na agência para conseguir fechar o job. Depois, o job vai pra aprovação e o atendimento volta com alterações absurdas, descaracterizando totalmente o trabalho da criação.

    E então, vêm as acusações: a criação diz que o atendimento não joga no time da agência, que sempre aceita tudo que o cliente diz sem argumentar. Já o atendimento contra ataca dizendo que a criação tem o ego muito inflado e não aceita questionamentos sobre os jobs.

    O que falta nessa questão do atendimento e da criação é um elemento muito importante: o cliente! Todas as questões do conflito giram em torno do cliente, então nada mais natural do que envolvê-lo no processo, não?

    As três pontas do processo de desenvolvimento de um job devem estar conectadas e entrosadas. Cliente, atendimento e criação devem falar a mesma língua, entender o processo e, assim, o resultado final certamente será muito melhor.

    E como trazer o cliente para dentro do processo, como alinhar criação e atendimento? A resposta para isso está nas redes sociais corporativas. Ferramentas colaborativas, como a Zyncro, por exemplo, permitem não só a integração dentro da agência, mas também inserir o cliente. O processo se torna mais claro para ele, que consegue compreender a importância dos prazos. Além disso, as redes sociais corporativas são um convite para o trabalho colaborativo.

    Conflitos sempre vão existir, mas podemos melhorar muito o trabalho com as ferramentas certas.

     

     
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