Actualizações de agosto, 2013 Mostrar/Esconder Comentários | Atalhos de Teclado

  • José Luis del Campo Villares 3:00 am em 01/08/2013 Permalink | Responder
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    As Redes Sociais Corporativas e a “presencialidade” nas nossas organizações 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Uma das maiores críticas nas empresas, junto com a “diplomitis”, é a “presencialitis“. Nossos chefes sempre valorizaram mais os funcionários que passam mais horas no trabalho, independentemente de sua produtividade, e encontram uma relação equivocada entre estar presente e o compromisso real que têm com a empresa.

    Por isso hoje quero falar sobre  as Redes Sociais Corporativas e como elas conseguem o compromisso verdadeiro dos trabalhadores.

    Um uso eficiente da Rede Social Corporativa está baseado no espírito de colaboração entre seus usuários, sua garra em melhorar a empresa e colaborar como um todo. O horário e a presença do trabalhador não são determinantes para estes elementos.

    Quando um membro fica sabendo algo interessante para a empresa, pode comunicá-lo através da rede em qualquer momento (imagine uma multinacional com escritórios em diferentes zonas horárias). O que importa não é ficar 15 horas ao dia conectado senão colaborar com informações importantes para sua equipe ou empresa.

    (Mais …)

     
  • Manel Alcalde 9:00 am em 07/11/2012 Permalink | Responder
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    Questão de atitude 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Os músicos de Rock n’ Roll afirmam que uma pessoa pode ser melhor ou pior tocando um instrumento, mas que no fim das contas o que importa é a atitude. No mundo 2.0 ocorre uma coisa parecida: a tecnologia coloca ao nosso alcance ferramentas que estimulam e facilitam o trabalho em rede, mas sem a atitude necessária, dificilmente poderemos conseguir que nossos processos colaborativos se transformem em catalizadores de criatividade e inovação.

    Alguns crescemos profissionalmente em empresas nas quais a ideia de trabalho em equipe era similar ao trabalho em série, um bucle infinito projetado para garantir uns mínimos de produtividade mas nunca pensado para estimular uma cooperação realmente inovadora. Departamentos emperrados, processos complexos e burocráticos, hierarquias impossíveis de driblar e pouco claras… Neste contexto, a atitude colaboradora tem limites bem definidos, porque não encontra um ecossistema para se desenvolver. De fato, nessas estruturas se perpetuam muitas ideias patriarcais e limitadas. No nosso legado cultural existe muito medo ao trabalho em equipe, pessoas que presumem por exemplo que o colega “está se metendo onde não foi chamado”, “vai roubar as minhas ideias”, “vai colocar em destaque os meus pontos fracos”, ou pensam “Trabalhar juntos?… Tem algo por detrás disso!”, “nunca vai conseguir chegar a um acordo comigo” ou “fulaninho vai terminar obscurecendo a nossa presença”, que boicotam qualquer possibilidade de cooperação saudável e produtiva. Atitudes de uma tradição de pensamento independente, desconfiado e territorial que parece estar perdendo o sentido na era da conexão.

    Segundo John Abele, fundador da empresa tecnológica norte-americana Boston Scientific e especialista em inteligencia coletiva, para cooperar “de verdade” é preciso algo mais que uma habilidade para a comunicação e a resolução de problemas.

    É necessário criar uma “mentalidade” ou “estado colaborativo” que acabe com os preconceitos culturais e nos deixe dispostos a dar início a um processo frutífero.

    Quais as qualidades que Abele cita como necessárias para uma “mente colaborativa”?

    Confiança, para acabar com o receio de colaborar e aceitar a ajuda dos demais.
    Coragem, para ir trás dos objetivos comuns com diligência e dar palpites e opinar sem medo.
    Criatividade, para encontrar novas soluções para novos problemas.
    Prumo, para trabalhar em um ambiente plural, difuso e em constante evolução.
    Humildade, para saber reconhecer a própria imperfeição e a importância da contribuição alheia.

    Potencializar essas qualidades é, por uma lado, a função de cada um. Apesar do nossa experiência laboral estar ligada às empresas da “velha escola” e nossos hábitos no trabalho forjados em um mundo no qual o controle é mais forte que a colaboração, acredito que com uma certa “atitude” todos podemos encontrar recursos para transformar a nossa visão e nos adaptar a novas formas de funcionar. No entanto, uma mentalidade colaborativa só pode crescer se acolhida por uma comunidade colaborativa, isto é, por uma organização que tenha um objetivo comum definido, que promova a ética da cooperação, que disponibilize os meios para as pessoas trabalharem conjuntamente de maneira flexível e eficiente, e que valorize e recompense a colaboração de seus membros. Uma organização com líderes baseados em valores, que inspirem seus trabalhadores potencializando sua criatividade e saibam canalizar as energias, os talentos e o trabalho de todos para cumprir objetivos e uma identidade comum.

    Manel Alcalde é redator criativo, realizador audiovisual e comunicador digital. No seu blog pessoal, Nionnioff, escreve sobre criatividade, comunicação e narrativa.

     

     
  • Juan Manuel Rodríguez 11:49 am em 03/04/2012 Permalink | Responder
    Tags: , erros típicos, , ,   

    Os 20 erros que podem ser evitados na comunicação interna [Infografia] 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    No post As 7 áreas de valor da comunicação interna, Alejandro Formanchuck nos adiantou alguns erros que se cometem no campo da comunicação interna. Hoje nós queremos apresentar esta infografia, que explica os 20 erros mais habituais.

    A infografia foi publicada pelo diário El Comercio do Peru, e tinha sido elaborada originalmente por Apoyo Comunicción Corporativa, a empresa do Grupo Apoyo que se dedica a projetar e implementar estratégias de comunicação completa para empresas e instituições daquele país.

    Pensamos que se trata de um excelente resumo, que pode nos servir como “checklist” ou guia de como devemos (e não devemos) atuar na hora de projetar um estratégia de comunicação interna, tanto a partir do ponto de vista puramente técnico da gestão como  do ponto de vista mais humano da comunicação.

    Também pode nos ajudar na hora de escolher ferramentas adequadas (como uma rede social corporativa) e de definir estratégias de implantação que nos ajudem a conseguir os objetivos traçados.

    Esperamos que os seja realmente úteis!

    NOTA do Editor: Como seguramente muitos de vocês já sabem, este blog tem seu clone em inglês em http://en.blog.zyncro.com/ e cada artigo é publicado baseado no post do dia anterior do blog original ZyncroBlog. Não obstante, amanhã você encontrará uma infografia nova e diferente a esta em inglês. Imperdível!

     

     

     

     
  • Pablo Fuentes 9:27 am em 15/03/2012 Permalink | Responder
    Tags: ,   

    Cinco chaves para incentivar a participação na mídia interna 2.0 

    Tempo estimado de leitura+vídeo: 13 minutos

    Uma linha fina e dourada começa a iluminar o carpete cinza do Rio de la Plata. Enquanto vê o nascer do sol em Buenos Aires, Sandra deixa para trás e segura a cabeça com as mãos entrelaçadas.

    Já se passaram 3 meses desde que apresentou seu modelo de comunicação 2.0 ao comitê de direção, e esta satisfeita, embora não ao todo. O numero de visitas as mídias internas tem crescido acima do esperado, e no ultimo termômetro de clima, as áreas valorizam positivamente as novas ferramentas 2.0:

    “Facilitam compartilhar informações e melhorar praticas de forma mais eficiente, e construir equipe”, concluiu. Então, o que preocupa Sandra?

    Se incorporar e voltar a procurar os indicadores, que podem manifestar sua inquietação: o nível de participação dos funcionários é baixo. Olhando atras  comprova que tem cumprido com o plano do mercado (ver Cinco chaves para focar um modelo de comunicação interna 2.0), mas ainda são poucos os colaboradores que discutem as noticias, envolvidos em um fórum ou publicam um artigo na Wiki.

    Como incorporar a conversação ao canais internos?

    Aprofundada nos números, Sandra se sobressalta quando Maurício explode sem aviso no escritório: “Ei, você viu que Yamil Salinas falou em contas corporativas?. Com cara de reprovação pelo susto, ela deixa os papeis sobre a mesa, “para, para, o que disse?”. Maurício sorri: “creio que o pibe nos da as respostas que necessitamos.

    “Sandra acessa o blog, e efetivamente não pode evitar um sorriso quando escuta o vídeo post…

    Nota do autor: Yamil Salinas é responsável de Comunicação da Social Media do Grupo telefônica na Argentina. É um prazer contar com a colaboração de uma grande amiga e excelente profissional.

     

    Pablo Fuentes é gerente de comunicação interna da Telefônica Latinoamericana. Em seu blog relatoscorporativos.com, encontrarás as melhores estratégias e idéias para implantar sistemas de comunicação 2.0, assim como a ultima tendência em comunicação corporativa.

     

     
  • Patricia Fernandez Carrelo 9:48 am em 06/03/2012 Permalink | Responder
    Tags: , , , trabalhador,   

    O Klout da contribuição empresarial. Novo Whitepaper da Zyncro 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos.

    Cómo valorar la aportación de un trabajador a la empresa [Whitepaper]
    Atualmente todos compartilhamos, comunicamos, geramos conhecimento, criamos redes… tanto fora como dentro de nossas empresas.Poder avaliar essas contribuições no meio profissional é um avanço tanto conceitual como metológico com claros beneficios de negocio. 

    Assim, a partir da Zyncro criamos o primeiro manual a respeito:

    “Como avaliar a contribuição de um trabalhador a empresa em sua Rede Social Corporativa”

    Este whitepaper tem sido desenvolvido a partir da experiência adquirida na implementação da Zyncroapp: Painel de Estatísticas Pessoais.

    Graças a evolução da tecnologia 2.0 e sua adaptação ao mundo empresarial por meio da implementação das Redes Sociais Corporativas, como a Zyncro, agora podemos dispor de um lugar centralizado em que se armazena todo o conhecimento da empresa e quantificar a contribuição de cada funcionário em função de indicadores concretos.

    O “Klout da contribuição empresarial” define os KPls de contribuição do meio profissional e estabelecer diferentes graus de liderança e participação ao modelo da Escada de Forrester:

    • Seguidor: com uma participação “reativa” nos processos de contribuição empresarial
    • Participante: participação e iniciativas alíneas e esporádicas no grupo, com pouca interação por parte de seus contatos.
    • Sociável: nível médio de participação, regular mas com pouca repercussão a nível de organização
    • Futuro líder: candidato a converter em líder da organização pela contribuição de conteúdos e a resposta de seus contatos
    • Líder: líder de opinião e conhecimento por suas contribuições, valores, relações e interações com o resto da organização.

    Com este manual descobrirá:

    • Como se expressar atualmente no conhecimento de uma empresa
    • Os KPls da contribuição empresarial, que são, como se calculam e para que serve:
    • Liderança
    • Conhecimento
    • Rede ativa de contatos
    • Que ações podem realizar com esta informação

    Este manual é destinado a Equipes de Diretores, departamentos de Recursos Humanos, Comunicação interna e Marketing. Espalhe a noticia entre toda a equipe administrativa de sua organização.

    Baixe já nosso manual e comece uma nova etapa na gestão das contribuições de seus funcionários!

     
  • Sandra Bravo 10:17 am em 05/03/2012 Permalink | Responder
    Tags: , , , , sentimento de adesão,   

    Uma empresa em permanente aprendizagem é uma empresa em constante crescimento 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

     

    Online trainingVivemos em um momento em que as ferramentas tecnológicas estão ganhando cada vez mais importância. Os Tablets, smartphones, computadores cada vez mais potentes e outros dispositivos surpreendentes não deixam de aparecer continuamente no mercado.

    Através deles, da internet e dos seus respectivos aplicativos, conseguimos gerir uma quantidade enorme de informações e estabelecer autênticas redes sociais e de conhecimento.

    As empresas estão apostando cada vez mais nisso. Apesar da crise, se investem grandes somas de dinheiro para obter a melhor e mais moderna tecnologia. Também se procura fazer a distribuição do trabalho cada vez mais eficiente e uma otimização de recursos. Mas em numerosas ocasiões esquecemos que o motor de tudo isso é o capital humano.

    É necessário investir na tecnologia, mas não podemos deixar de notar com que rapidez se torna obsoleta. A organização do trabalho e um uso eficiente dos nossos recursos são um ponto fundamental, mas qualquer um pode fazê-lo.

    Ter os melhores profissionais, mantendo-os motivados e melhorar sua formação de forma constante para que deem o melhor de si é um valor único. É a autêntica vantagem competitiva com a qual uma empresa pode pisar forte e enfraquecer seus concorrentes.

    Uma organização ou empresa não deve fechar-se nunca a novos conhecimentos, muito pelo contrário: deveria manter-se em aprendizagem contínua, o que significa valorizar cada um de seus trabalhadores, favorecendo seu desenvolvimento intelectual e criativo e construir um meio no qual possam aprender e reverter seus novos conhecimentos para a organização como um todo.

    Assim, uma aposta inteligente em tecnologia e em outros recursos materiais, como a que comentava anteriormente, estará encaminhada também para fortalecer estes aspectos. Escolha ferramentas que facilitem a troca de experiências e pontos de vista, a formação à distância e o contato e fluxo de conhecimento entre os trabalhadores, como feito com as redes sociais corporativas ou aplicativos que potenciem a geração coletiva de ideias e produtos.

    Trabalhando em um bom ambiente se estabelece naturalmente  um sentimento forte de participação: o trabalhador se sente à vontade com seu trabalho, já que se sente valorizado e lhe facilitam os recursos necessários para desenvolver ao máximo o seu potencial.

    Apostar por uma formação contínua e multidisciplinar  (já que limitar-se estritamente ao ponto forte de nossa empresa seria um erro) significa formar um grupo de pessoas capazes, seguras de si mesmas e que confiam nas suas habilidades.

    Esta força do capital humano não superará nenhum tecnologia avançada e é algo que a concorrência não poderá copiar com facilidade, já que requer tempo, esforço e uma política de empresa que realmente acredite na formação das pessoas.

    No caso de alguém continuar considerando que é um investimento de custo muito alto, com resultados que não são “concretos”, deixo-lhes uma frase fantástica que Manuel Campo Vidal cita no seu último livro. Em um simpósio na Escola de Negócios de Badajoz um empresário respondeu diante deste tipo de argumentos:”Pior do que formar funcionários que possam te deixar no futuro é o drama de não formá-los e ficar com eles para sempre“.

    Sandra Bravo é sócia e fundadora de BraveSpinDoctors, consultoria de comunicação estratégica e marketing político

     
  • Juan Manuel Rodríguez 10:25 am em 29/02/2012 Permalink | Responder
    Tags: , ferramentas, foco, infoxicação, interrupções, líder discreto, , multitarefa, quiet leadership,   

    Quiet Leadership: Uma nova opção de liderança para a empresa do Século XXI 

    Tempo estimado de leitura: 6 minutos

    Quiet waterNo passado 21 de fevereiro aconteceu na EADA a interessante palestra de Steve Poelmans sobre o conceito de quiet leadership. Steve pesquisa a fundo a questão da liderança no meio da neurociência, é treinador, sócio e diretor do WIO, assim como professor no IESE e colaborador de ESADE. Atualmente dirige ainda o Coaching Competency Center da EADA.

    Aqui vocês vão encontrar um  resumo sobre conceitos que explicou, que têm relação direta com trocas organizacionais que estão ocorrendo atualmente nas empresas.

    A palavra inglesa “quiet” tem diferentes traduções ou conotações: silencioso, tranquilo, sereno, discreto… Estas seriam as características de um tipo diferente de líder, complementando o que todos provavelmente tem na cabeça: onipresente, extrovertido, dominante e hiperativo.

    Concentrar-se para um melhor desempenho

    Este “quiet leader”, especialmente nos dias de hoje, não surgiu à toa. Em um mundo dominado pela infoxicação e com interrupções constantes, onde estamos conectados o tempo todo, uma das missões do novo diretor deve ser proteger e filtrar ruído e interrupções (e, claro, sem adicionar mais) para que seus colaboradores possam concentrar-se e ter um melhor desempenho, ao mesmo tempo que se motivam em cooperar.

    A questão sobre o foco não é trivial. A neurociência demonstra que somente podemos render bastante tendo apenas uma ideia em mente de cada vez. A curva em função do tempo de nosso rendimento em uma tarefa tem forma de montanha:

    1. No principio necessitamos de um tempo para reunir a informação necessária e não cooperamos com novos valores.
    2. Depois realizamos a tarefa em si.
    3. Finalmente, por mais tempo que se dedique adicional, não vamos fazê-la melhor… pelo contrário!

    Há nuances, como em tudo. Além das diferenças entre indivíduos, as mulheres em geral têm maior capacidade de saltar de uma coisa para a outra sem que o rendimento seja afetado. Mas o surpreendente  é que elas também seriam mais eficientes sem essas constantes mudanças.

    A multitarefa é um “mal necessário” pelo meio dinâmico em que nos encontramos, mas para todos nós seria melhorar minimizá-la.

    Se temos interrupções constantes (e-mails, bate-papos, multitarefas excessivas ou o costume profissional bem latino de não dizer nunca que não a nada, ou comentar tudo com o colega ao lado) estamos permanentemente movendo o foco de uma tarefa a outra e não conseguimos passar da zona plana inicial da curva de rendimento. O resultado global é que passamos tempo demais nesta fase inicial. A “soma” final das curvas de rendimento ao final do dia será mais horizontal: teremos pior rendimento do que poderíamos ter tido sem mudar tanto de tarefa.

    Como podemos ver no post ” O tempo, fronteira final”, muitas empresas estão declarando “dias livre de e-mails” para reduzir as interrupções e aumentar a produtividade. Outras, como a Nike, vão ainda mais longe: quando uma pessoa necessita manter a concentração em uma tarefa determinada, ela coloca uma placa escrita ” Genius At Work” bem visível, para seus colegas serem conscientes disso. Essas iniciativas precisam que a cultura geral a sustente. Parece que a nossa não tolera precisamente o isolamento, mesmo que temporariamente.

    Se precisamos esperar dar as 6 da tarde para poder focalizar nossa atenção, temos um problema sério.

    Qual o papel do “quiet leader” em tudo isso?

    Momentos de paz e serenidade

    Em primeiro lugar esses momentos são necessários para manter o foco. Planejar e respeitar certos limites ajuda. Mas também necessitamos desconectar de vez em quando, já que isso nos faz mais criativos e eficazes. Promover essas pausas de pequena escala (segundos ou minutos) ou numa escala maior (horas ou dias) é um beneficio a longo prazo. Em muitas ocasiões permite resolver problemas que estão há muito tempo incrustados.

    Tranquilidade com reforço positivo

    A dopamina se libera quando estamos tranquilos e temos experiências positivas de recompensa. A missão do líder deve ser manter este estado nos membros de sua equipe. Está demonstrado que o medo tem apenas um efeito positivo passageiro e a longo prazo contraproducente.

    Empatia

    Simplesmente escutar quando alguém expressa seus medos, frustrações ou raivas, mas também seus sonhos, expectativas e motivações, pode ser o primeiro passo para ganhar sua confiança e começar a ser reconhecido como líder.

    Incumbir

    A sensação de ter influência, impacto e controle sobre as coisas, acalma o cérebro e nos motiva mais. A missão do diretor é encarregar tarefas o bastante para que seus colaboradores sintam essa capacidade de influência e se crie assim novos líderes, como já sugeriu Virginio Gallardo em seu post Todos Somos lideres transformadores em redes sociais. Uma investigação transcultural demonstrou que ter impacto faz as pessoas serem mais felizes em absolutamente todas as culturas. O conceito de intraempreendedor nasce dessa parcela de liberdade, que a pessoa aproveita para iniciar projetos proativamente.

    A necessária mudança organizacional

    Se imaginarmos uma organização que hospeda esses comportamentos, é óbvio que pedirá alguns ingredientes essenciais:

    • Uma cultura empresarial que não só os tolere mas que os promova
    • Uma direção envolvida que dê o exemplo
    • Ferramentas que permitam reduzir as interrupções, facilitar a iniciativa intraempreendedora e aumentar a produtividade nesses intervalos em que conseguimos manter o foco.

    Sem falar de ferramentas necessárias para seguir com este novo estilo de trabalho, ambientes de reunião da informação corporativa organizados, estruturados e não intrusivos podem ser uma boa solução.

    As Redes Sociais Corporativas como a Zyncro tentam responder a essas necessidades de ordem, de estrutura e de minimizar os impactos externos caóticos.

    Porque não testá-la?

     
  • Patricia Fernandez Carrelo 10:00 am em 16/02/2012 Permalink | Responder
    Tags: cms, Corporate Activity Stream, , sistema de informação   

    Os benefícios do Activity Stream nos sistemas de informação das empresas 

    Tempo estimado de leitura: 6 minutos

    Há algumas semanas apresentamos o último infográfico da Zyncro sobre o conceito de Corporate Activity Stream, a evolução do microblogging empresarial que abrange todos os fluxos de informação da empresa.

    Depois da leitura do artigo de Software Advice sobre os Benefícios do Activity Stream nas Interfaces de usuário do Software Industrial de Derek Singleton (obrigada Derek, por compartilhar com a Zyncro), gostaríamos de voltar a falar deste conceito e revisar seus benefícios em uma área tão árida como a do software industrial, assim como nos sistemas empresariais de gestão de conteúdos (CMS) e de dados de clientes (CRM).

    O Activity Stream no Software Industrial

    O que acontece quando o Activity Stream também se integra ao Software Industrial? A resposta para Derek Singleton parece bem clara:

    Os fluxos de atividade ou Activity Stream permitem uma produção mais ágil

    O problema da demora de informação é, sem dúvida, uma batalha importante na industria e é especialmente grave, no caso dos fabricantes que operam em Just in Time. Saber qual é a situação de uma ordem de compra ou da lista de materiais para um determinado produto e em tempo real, é muito mais eficiente graças às possibilidades de seguir o Activity Stream correspondente ao produto ou projeto em que você trabalha. Para Singleton, o resultado final da integração do Activity Stream no Software industrial é que as equipes de fabricação podem interagir em tempo real, tanto em projetos, como em pedidos. Como isso é possível?

    Automatizando a atualização da informação de maneira que o funcionário lembre o estado de seu projeto atual e também dos futuros, melhorando assim seu planejamento.

    Os funcionários compartilham a sua informação com todos e isto, por sua vez, gera um conhecimento de valor para o planejamento de toda a organização.

    Modificação de prioridades. Manter os trabalhadores permanentemente informados das prioridades de ação em cada momento e modificá-las também em tempo real, se assim solicitam os clientes, melhorando muitíssimo a capacidade de resposta da indústria.

    E consegue fabricantes muito mais eficientes

    O Activity Stream na Gestão documental e de conteúdos

    Dentro dos sistemas de CMS, possuir um espaço usável e dinâmico onde realizar um acompanhamento dos fluxos de informação ou Activity Stream é também uma vantagem. Ser capaz de fazer comentários ou avaliar as ações com os arquivos ou os processos documentais faz com que esses sistemas se transformem em ambientes dinâmicos, mais sintonizados com a realidade atual da empresa, alimenta as ações colaborativas, que melhoram os resultados e humanizam os fluxos automatizados, convertendo-os em ações reais de cada companhia.

    As atualizações de dados ou documentos tornam-se um processo integrado, envolvendo as partes interessadas de cada organização, fazendo o ambiente ser mais usável e, ao mesmo tempo, mais usado pelos funcionários.

    Acrescentar um “curtir” ou comentar a criação de um documento aumenta a motivação, impulsa o crowdsoucirng dentro da empresa e a construção bottom-up e colaborativa do conhecimento nas organizações.

    O Activity Stream nos sistemas de CRM

    Por ultimo, um ambiente onde dispor de fluxos de informação é, sem dúvida, o CRM. A interação ou a troca de informação entre comerciais, suporte ou pré-vendas em relação aos dados dos clientes ou dos clientes potenciais melhora os processos de venda e atendimento ao cliente de modo exponencial. Uma boa prova disso é a tendência de socialização que estão experimentando atualmente grandes sistemas de CRM.

    O Activity Stream é uma realidade em nossos e-mails, nossas trocas de informação corporativa e nossos grupos de trabalho, mas de maneira desordenada. Agora começa a ser também em nossos sistemas tecnológicos dentro de meios bem estruturados, usáveis e acessíveis. É a evolução natural para a gestão profissional da massa de informação que inunda atualmente nossas companhias.

    Zyncro possibilita estruturar seus fluxos de informação graças à sua capacidade de se transformar em camada social e colaborativa de todos os seus ambientes tecnológicos.

    Teste agora as suas vantagens!

     

     
  • Juan Manuel Rodríguez 9:23 am em 15/02/2012 Permalink | Responder
    Tags: compensação, , , , , redes sociais de empresas,   

    Webinar sobre redes sociais corporativas para Departamentos de RH 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Continuando com a série de webinars de treinamento lançado em dezembro pela Zyncro e Web2Present, convidamos a todos ao novo seminário pela web chamado: “As Redes Sociais internas para Recursos Humanos”

    O Que é?

    Neste novo webinar, alem dos conceitos básicos sobre o significado da rede social interna dentro da empresa, explicaremos como Departamentos de Recursos Humanos das empresas, dispões de uma ferramenta social dentro de sua própria organização pode resultar em uma excelente ferramenta para otimizar seu trabalho, melhorar os processos e favorecer a gestão humana dos trabalhadores de todos os niveis.Trataremos sobre os beneficios que uma ferramenta social interna pode trazer na gestão pessoal, gestão de talento interno, motivação e envolvimento dos funcionários, capacitando  a cultura da empresa… e inclusive os possíveis modelos de compensação associados.

    Quando?

    O webinar será realizado na quinta-feira 23 de fevereiro, as 18:00 CET e terá uma duração aproximada de 30 minutos.

    Quem?

    O seminário será ministrado por Patricia Fernandez Carrelo, gerente de marketing da Zyncro.

    Para quem?

    Este webinar se dirige a todos os responsáveis de departamentos de Recursos Humanos que procuram conhecer as possibilidades e beneficios de implantar uma Rede Social Corporativa em sua empresa.

    Como?

    Para participar em nosso webinar só tem que realizar a inscrição no seguinte formulário.

    Para aprender mais sobre as Redes Sociais Corporativas para seu departamento de Comunicação e Marketing, de um clik no seguinte link: Quero assistir ao Webinar!

     

     

     
  • Ignasi Alcalde 10:59 am em 10/02/2012 Permalink | Responder
    Tags: , , Conspiração, , , , , ,   

    O workneting e as Redes de Colaboração 

    Tempo de leitura: 6 minutos.

    Trabajo colaborativoMuito se tem falado, escrito e teorizado sobre a colaboração e a co-criação em redes de colaboração, e sobre o trabalho colaborativo. O networking e as relações importam para chegar ao trabalho, mas para a implementação de projetos mediante o trabalho conjunto e colaborativo o que realmente importa é o workneting,ou seja, decidir iniciar verdadeiras relações profissionais.

    O workeneting significa que a  verdadeira colaboração não pode ser obrigada, e é muito mais do que a coordenação de esforços, em ultimo caso, os indivíduos decidem colaborar ou não, e sua decisão é tão emocional como racional. Eles são as pessoas, o projeto, e, finalmente, a ferramenta e/ou software que dão valor e sentido para a colaboração.

    O que faz uma rede colaborativa começar e se manter?

    Principalmente comenta no momento em meu post, porque a gente compartilha conhecimento? Entre muitas mais condições, temos duas condições básicas: simetria de expectativas e assimetria de conhecimentos.

    Independente do tipo de rede de colaboração, poderíamos distinguir 3 tipos de problemas notáveis nas redes de colaboração e trabalho colaborativo que devemos levar em conta:

    • Free riding:Em uma rede de colaboração as relações são pela “fairness‘ (justiça) da contribuição. Quando alguém não trabalha ou trabalha pouco, a ritmo insuficiente e se aproveita da contribuição dos outros, temos o fenômeno da “Carona” “free riding” que toma o nome de quem utiliza o ônibus mas não pagam: o grupo ajudou a criar uma infraestrutura/serviço e alguns não colaboram para mante-lo.
    • Crowdsourcing: Outro problema é as vezes a pratica do “crowdsourcing” onde há um ator privilegiado que leva toda a criatividade do grupo ( por exemplo, uma empresa).  Se as regras de entrada são claras e indicam quem utiliza o resultado de criatividade do grupo, então não há espaço para reclamar se ele chamou de ‘crowdsourcing’ utilizar os resultados.
    • Conspiração: As redes são definidas pela confiança. A confiança é uma expectativa sobre o respeito e a capacidade de compromisso e repostas, da concorrência, das pessoas com as que colaboramos. Uma confiança sustentada completa, gera estabilidade e uma reputação. Mas a reputação pode romper se um grupo decide reduzir  a boa evolução e reputação de um elemento de rede depois de cada interação ou colaboração. O mecanismo pode ser especialmente rápida e difícil de detectar no sistema que baseiam sua evolução no voto da pessoa.

    Como vemos, em uma experiência ideal para a colaboração em equipe devemos ser capazes de detectar o sujeito comprometido em contraposição ao sujeito frustrado, já que isto pode determinar o rendimento da equipe.

    Ignasi Alcalde é consultor multimídia na Universidade Oberta de Catalunya (UOC) e mais uma vez queria compartilhar com conosco seus pensamentos sobre o trabalho colaborativo, que normalmente difunde também através de seu blog e em seu twitter.
    Te recomendamos todos seus artigos anteriores!

     

     

     

     
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