Actualizações de agosto, 2013 Mostrar/Esconder Comentários | Atalhos de Teclado

  • Ana Asuero 9:00 am em 27/08/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , , ,   

    Gamification: estimule a participação de seus usuários na sua Rede Social Corporativa através do jogo 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Um dos maiores medos na hora de implementar uma Rede Social Corporativa é como convencer seus funcionários de utilizá-la e que sejam participativos?

    O sucesso de sua Rede Social Corporativa depende da estratégia definida, seu desenvolvimento e sua consolidação, fatores que deverão ser estipulados com antecedência com a equipe, mas existem outros fatores que podem ajudar a criar uma certa adição nos seus trabalhadores. Por que não fazê-lo através de dinâmicas de jogos?

    (Mais …)

     
  • Raul Gonzalez Garcia 9:00 am em 22/08/2013 Permalink | Responder
    Tags: capacidades, , , , ,   

    Três qualidades do trabalhador que marcam a diferença entre o século XX e XXI 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Three occupational competences that mark the difference between the 20th and 21st centuriesTrês e-qualidades do trabalhador que ainda não se aprendem em muitas universidades mas que cada vez são mais demandadas pelas organizações:

    1. Do individual passamos à equipe e da equipe estamos passando à rede.

    Se nas últimas décadas do século XX a capacidade de trabalhar em equipe era uma das qualidades mais demandadas, a ela é preciso somar a habilidade de trabalhar em rede.

    O trabalho é onipresente, perdeu as barreiras físicas habituais e as relações são mais flexíveis, exigindo que as pessoas sejam capazes de adaptar-se e colaborar abertamente em diversos ambientes e com diferentes tipos de pessoas. Estamos vivendo a transição entre o tradicional escritório de trabalho para um ambiente de trabalho virtual, no qual os indivíduos da empresa se conectam aos diferentes projetos, à outros trabalhadores e às diferentes estruturas de trabalho.

    (Mais …)

     
  • Sara Jurado 9:00 am em 13/08/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , tendência   

    Sistemas de trabalho baseados na inovação do talento: o intraempreendedorismo 

    Tempo estimado  de leitura: 4 minutos

    A demanda atual no mercado de trabalho é de versatilidade e criatividade. As carreiras profissionais são cada vez menos uniformes e ser flexível é essencial para conseguir encontrar saídas de sucesso dentro do mercado existente.

    Os intraempreendedores ou empreendedores dentro do trabalho combinam uma atitude voltada à colaboração e o fato de serem knowmads. São pessoas que executam suas ideias de forma tão independente que chegam a ser capazes de causar mudanças a longo prazo na organização, envolvendo outras pessoas e conquistando novos adeptos através de sua visão de negócio inovadora.

    (Mais …)

     
  • Ana Asuero 3:00 am em 23/07/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , , , ,   

    O CEO precisa virar Social CEO 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Infografia Social CEO por CEO.com

    Num momento quando a vida pessoal e profissional virou social, perguntar se os CEO deveriam usar os meios sociais é desnecessário.

    O CEO deveria ser o primeiro em adquirir uma atitude social para ser seguido pelos demais funcionários. A direção precisa ser a primeira a estar convencida dos benefícios de ser uma empresa social para que os ‘genes sociais’ se espalhem por toda a organização. Se ele não dá protagonismo aos meios sociais, este tipo de comunicação interna dificilmente poderá expandir-se à empresa.

    No entanto, ainda encontramos CEOs que continuam sendo receosos a ser social CEOsUma pesquisa concluiu que apenas 29,7% dos CEOs da lista Fortune500 está presente em uma rede social.

    (Mais …)

     
  • Ana Fernandéz 3:00 am em 23/07/2013 Permalink | Responder
    Tags: , ,   

    A sociedade em rede: o poder é de quem sabe compartilhar e localizar o conhecimento 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Internet revolucionou nossa maneira de comunicar-nos e  conectar-nos. Antes só podíamos conectar com quem estava fisicamente próximo à nós ou se soubéssemos onde as pessoas estavam; agora as distâncias não importam. Mudamos para uma sociedade em rede.

    O conectivismo surge como teoria para explicar as mudanças que origina a técnica na sociedade. O teórico como tal tende a desaparecer e agora o que é importante é saber onde está a informação e quem a possui.

    Ao possuir conjuntos de informação conectados, nosso conhecimento aumenta em escala mundial. Por isso, surge a necessidade não de aprender e sim de classificar a informação e ter critério para diferenciar o que é importante do que é necessário.

    (Mais …)

     
  • Sara Jurado 5:00 am em 06/06/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , marca profissional, , , personal branding, recruitment 2.0, , recursos humanos 2.0,   

    O novo modelo de competências de LinkedIn: networking + personal branding 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Fonte: Infografia blog LinkedIn

    Nós psicólogos há muito falamos da importância do reforço positivo, mas já parou para pensar que o papel das redes sociais é justamente o de reforço social? São uma forma de autoafirmação (o que gostamos, o que sabemos, o que lemos…) mas isso já faziam os blogs e a web 1.0.

    Parte do sucesso das plataformas de microblogging e das redes sociais foi o fato de nos permitir sair do nosso umbigo e nos projetar ao mundo através dos demais (retweets, botão +1); todas estas formas de partilhar nosso “agreement” não são mais do que um sistema de reforço.

    Linkedin começou a aproveitar este fenômeno com as referências de competências e especialidades, com a intenção de estimular a interação entre seus usuários. Foi uma decisão acertada porque:

    1. Mantém a tendência de apresentar a informação de forma visual.

    2. Facilita o processo de deixar registrado o que se valoriza de um contato. No entanto, o que pode ser uma vantagem no uso da ferramenta, resulta também em um defeito para os que a menosprezam, que afirmam que cairá a qualidade das recomendações feitas. O risco de que o usuário tenha pouco critério ou objetividade sempre existirá e é algo que devem saber discernir os especialistas em RH.

    3. Imagino que a próxima mudança implementada será um mecanismo para quantificar o valor da referência, estabelecendo um grau de relação real do profissional que dá a referência.

    4. Dar referências de um antigo colega por uma qualidade que você admirava possibilita entrar em contato novamente com essa pessoa “a dar-lhe de presente”, algo positivo sem que haja comunicação direta, o que acaba significando colocar na prática a competência de networking do modo mais cortês.

    5. Pode melhorar o posicionamento de um perfil, dado que o que se usa como referência são tags previamente escolhidos. Isso significa que, além de ajudar a qualquer pessoa a identificar rapidamente os seus pontos fortes (sendo um bom instrumento de branding pessoal), também é uma ótima para o SEO.

    Sara Jurado é psicóloga especializada em orientação e Social Media para o desenvolvimento profissional e, atualmente, Orientadora Profissional no Barcelona Activa.

     

     
  • Dioni Nespral 5:00 am em 16/05/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , , , , , ,   

    A revolução empresarial se chama social business 

    Tempo estimado de leitura: 8 minutos

    Nota do editor: Hoje damos as boas-vindas a um novo colaborador em nosso blog. Dioni Nespral (@dioninespral) é Social Business and Digital Innovation Manager em everis. Dioni é especialista em Inovação empresarial e estratégia sociodigital. Formado em Administração e Direção de Empresas pela Universidade Antonio de Nebrija, conta também com um Mestrado EXMBA pelo Instituto de Empresa e um Mestrado em Gestão Comercial e Direção de Marketing por ESIC.

    O medo às mudanças é universal e existe desde que o mundo é mundo. Ninguém gosta de mudanças no seu ambiente e todos sonhamos com a máxima estabilidade possível. No entanto, a época que nos está tocando viver está baseada nas mudanças permanentes e com uma peculiaridade que a diferencia: a velocidade das mudanças é exponencial. Nada transcorre no “nosso ritmo”, tudo discorre de forma dinâmica e claramente imprevisível. É o grande desafio de nossa era: vivemos em um mundo cada vez mais instantâneo.

    Com certeza todos escutamos muitos diretores falar de crescimento, de melhoria, de mudança e inclusive de inovação. O ouvimos em muitas ocasiões, mas, será que estamos aproveitando verdadeiramente o potencial de nossa organização? Estamos obtendo o máximo potencial das pessoas e dos talentos que trabalham conosco? A resposta é óbvia: não. Um Não categórico. A árvore, de novo, nos impede ver o bosque. E o bosque é imenso.

    Ambientes tão dinâmicos pedem lideranças com uma visão clara e uma administração ordenada. Criamos fanáticos da administração perfeita que foram enterrando, e continuam a fazê-lo, visões diversificadas que nos permitiriam enfrentar mudanças adicionais. A combinação de visão e administração é muito recomendável, porque estamos acostumados demais à empresa preparada para “não mudar” em um mundo de caos constante. Imagino que muitas organizações vão se ver espelhadas nestas palavras e estão buscando a forma de poder começar uma mudança voltada à uma melhora adicional, ao crescimento, à diversidade e, por que não, à inovação.

    Uma sociedade conectada impõe uma organização socioconectada

    O Social Business surge como uma das soluções de maior profundidade para alcançar uma maior velocidade nas companhias. Quando se vive em um ambiente tão conectado, a adaptação é imprescindível e adotar soluções baseadas na filosofia em Rede e na tecnologia social é o motor de ação. A velocidade de mudança das sociedades é cada vez maior. Os comportamentos dos usuários, dos cidadãos, dos clientes, e enfim, das pessoas, estão modificando com passos de gigante e isto exige que as organizações tenham as pontes de conexão constantemente abertas e sejam flexíveis e dinâmicas.

    Nasce, portanto, a organização socioconectada, que precisa sê-lo antes de parecê-lo. Precisa estar conectada entre seus membros, deve ser colaborativa, aberta, digital e inovadora. Obviamente na medida certa de exigência de seu mercado. Não é o mesmo uma empresa de um setor dinâmico do que outra de um mercado mais tradicional e, portanto, com uma menor velocidade de mudança. Conhecer também a velocidade correta ajuda a circular de forma mais fluida no caminho empresarial de cada mercado.

    E com certeza, são as pessoas. Parece algo óbvio, porém a mudança não vai acontecer se não colocarmos o talento no centro de nossas organizações. Como é fácil falar e como pode ser tão complicado colocá-lo na prática. Algo lógico de acontecer, já que ninguém nos ensinou a fazê-lo. No centro da organização sempre deveriam estar os processos, normas, protocolos, a gestão. Contudo, quando miramos para dentro, e buscamos como impulsar nosso talento, não sabemos fazê-lo, porque precisamos situar no centro elementos diferenciais, não tão previsíveis e muito menos flexíveis. Mas esse é o nosso desafio e a r-evolução pendente.

    O Social Business influi na estratégia, na cultura, nos processos, nas pessoas e na tecnologia. O impacto do social é tão forte que alcança todos os cantos da organização, um a um, fazendo necessário o uso de um modelo de implementação sociodigital único para cada caso.

    As tecnologias sociais, junto à comunicação aberta, horizontal, colaborativa e conectada, possibilita, ao serem utilizadas na empresa, sua adaptação aos processos tradicionais da organização. Todos estes trazem benefícios tangíveis como, por exemplo, a redução do número de processos, a melhoria no atendimento ao cliente, a geração de ideias e inovações incrementadas, a descoberta de talento diferencial ou o conhecimento inteligente do comportamento dos clientes, graças à análise de sua experiência e o tratamento dos dados relevantes.

    Em um princípio, as mudanças são organizativas e culturais pois a primeira grande decisão é olhar para dentro e potencializar as estruturas mais planas, onde as pessoas podem se conectar e comunicar mais facilmente. Porque a maioria das novas ideias, as que provocam inovação e possibilitam mudanças adicionais, virão das pessoas que formam a organização. E estas precisam encontrar a via rápida que permita um fluxo adequado e constante.

    Bem-vindo à próxima revolução. Bem-vindo ao Social Business.

     
  • Joan Alvares 5:00 am em 14/05/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , colaboração multidisciplinar, , , ,   

    Equipes líquidas para tempos líquidos 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Tem uma pergunta que costuma ser repetida sempre que alguém está apresentando a sua empresa: quantos vocês são? Às vezes eu digo que somos três e outras, trinta e poucos, depende da necessidade que noto no meu ouvinte de ser impressionado. E em ambos os casos estou dizendo a verdade, porque em Poko trabalhamos com um núcleo básico de Project Managers e uma equipe líquida que se adapta ao tamanho de cada projeto.

    Sou desses que acha que para fazer algo que tenha sentido, uma equipe precisa se adaptar ao projeto e nunca ao revés. Porque quando uma empresa se resiste a sair da zona de conforto, quando não sente a necessidade de envolver talento externo e explorar além dos seus próprios horizontes, normalmente é porque está fazendo algo que já existe, algo mais ou menos dispensável, fora de validade, facilmente copiável.

    Hoje os melhores restaurantes do mundo o são por fazer chegar à cozinha áreas tão variadas como a arte, a ciência ou o desenho industrial; para isso foi preciso contar com os melhores profissionais destes campos. Talento que em uma estrutura fixa com certeza não teria sido contratado, e que além disso não teria sentido dentro de uma cozinha de forma permanente. O projeto de amanhã será diferente do de hoje e nos obrigará a encontrar colaborações com outros profissionais.

    Em um mundo em mudança contínua, Internet possibilita construir grandes empresas sem precisar construir grandes estruturas. Consiste em criar ecossistemas de talento, capazes de detectar os desafios de um projeto e atrair o melhor especialista para dar a resposta. Internet convida a descobrir, a eliminar intermediações, à cooperação entre profissionais com diversos talentos, trabalhando em várias partes do mundo. Depende de nós aceitar esse convite.

    Na sua empresa estão também apostando por redes de colaboração para diferentes projetos? Ao colaborar com equipes espalhadas, você precisa tê-las bem comunicadas para que tudo funcione. O que acharia de usar uma Rede Social Corporativa para isso? Experimente Zyncro!

    Joan Alvares é sócio-diretor de Poko e professor do Istituto Europeo di Design

     
  • Ana Asuero 5:00 am em 06/05/2013 Permalink | Responder
    Tags: , ,   

    6 ideias essenciais que você precisa entender sobre o Social Business 

    Tempo estimado de leitura: 6 minutos

    Há algumas semanas, li sobre ideias e estratégias interessantes para empresas sociais em um relatório realizado pela equipe e colaboradores de Sprinklr: ‘How the Most Social Brands do it‘.

    Especificamente falando, Olivier Blanchard (@TheBrand builder) me fez lembrar alguns princípios básicos que precisamos entender e colocar na prática e nunca deixar de lado se realmente queremos construir negócios sociais.

    É importante voltar um pouco no tempo de vez em quando e esquecer a tecnologia para avaliar independentemente desta o que as empresas precisam para o Social Business. Já sabemos que não se trata apenas de ferramentas. Inclui também uma mudança na cultura organizacional.

    Olivier falava de algumas lições que podemos aprender com as organizações que tiveram sucesso graças à de dedicação ao Social Business.

    1. ‘Social’ é algo que se é, não algo que se faz. É uma questão de cultura de empresa. Se uma empresa não dá importância a construir relações com seus clientes como parte de sua estratégia geral, as possibilidades de fazê-lo nos novos meios sociais são remotas. E não funcionarão. As ferramentas não determinam se uma empresa é social ou não; isso é algo que está definido no ‘ser’ da companhia. Primeiro, socialize o coração de sua organização e baseie sua estratégia geral na construção de relações com seus clientes no mundo real; depois, use os novos meios sociais para cultivar essas relações, que você valoriza, também no mundo digital.

    2. Fazer marketing nos canais sociais não é ser ‘Social’. Um blog é só um blog. Publicar conteúdo em um blog não transforma a empresa automaticamente em social nem a faz influente por um passe de mágica. Publicar ideias em um blog não significa conseguir gerar ‘engagement’ com seus clientes. Aprenda a diferença entre marketing e ‘social engagement’ e combine-os de maneira efetiva.

    3. A ‘transparência’ não pode ser só uma palavra. Se você não tem a intenção de praticá-la, não presuma nem mencione a transparência, pois não pode ser uma bandeira erguida só quando convém.

    4. Mude seu modelo de gestão, é indispensável para desenvolver o ‘Social Business’. Já comentamos que ‘Social’ é algo que você é e não o que você faz. Por isso, a maioria das organizações não têm sucesso no espaço social só mudando o que fazem e não como são. Se você não se preocupa pelos seus clientes, um diretor de Social Media ou um Social Media Manager não será capaz de transformar sua companhia e lhe ajudar a tirar partido com as novas ferramentas. Primeiro, você precisa querer ser uma organização focada no cliente. O resto vem depois.

    5. As pessoas são mais importantes que a tecnologia. Contrate gente que se preocupe pela gente. Se você contrata gente ignorante, sua companhia estará cheia de ignorantes. Não importará a estratégia que você desenvolva nas redes sociais, nem quantas ferramentas de monitoramento de conversas utilize. Comece pelas pessoas, não pelas ferramentas. São elas as que farão o social ser um sucesso ou um fracasso.

    6. Fale menos, ouça mais. Em muitas ocasiões, as organizações ficam obcecadas em produzir conteúdo, artigos para o blog, comunicados de imprenta, tweets, eventos… Isso é bom, mas não é o único. Você deveria dedicar o mesmo tempo que passa produzindo conteúdo para escutar o que este mesmo público tem a dizer. Ouça seus clientes, ouça seus trabalhadores, ouça a concorrência. Se você só investe em falar e publicar, perderá o diálogo.

    Com tudo isso, você já pode começar a trabalhar e praticar o Social Business. Alcançar o sucesso exige trabalho, tempo, paciência, garra, honestidade, integridade e, também, um pouco de sorte. Se alguém disser que isso é simples, mente. Na Zyncro falamos de Social Business. Quer saber mais?

    Ana Asuero (@aasuero) trabalha como Social Media Manager na Zyncro. É especialista em comunicação corporativa digital, meios sociais e social media marketing. No passado, trabalhou em projetos de comunicação corporativa institucional, planejamento de meios, estratégias em campanhas de publicidade e análise de audiências.

     
  • Carlos González Jardón 4:00 am em 30/04/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , , , , ,   

    As Redes Sociais Corporativas e a Gestão de Projetos 

    Tempo estimado de leitura: 9 minutos

    Nota do editor: Hoje queremos dar as boas-vindas para um novo autor do nosso blog. Ficamos surpresos com a clareza de seu primeiro artigo e isso nos fez estar ainda mais contentes com sua entrada ao nosso grupo de colaboradores. Carlos González Jardón é Consultor e Formador em Direção de Projetos. Com mais de 18 anos de experiência em TI, sua atividade abrange a Direção de Projetos TI e padrões de qualidade como CMMi. É Engenheiro Técnico em Informática pela Universidade de Vigo, Master Executive pelo ICAI/ICADE e Certificado PMP pelo Project Management Institute (PMI). Atualmente é Consultor em Gestão de Projetos na Tecnocom. Bem-vindo e obrigado!

    Vivemos em uma sociedade onde o acesso à informação deixou de ser um privilégio de poucos e foi democratizado. Nos dias atuais, e com um simples clique do mouse, podemos acessar uma grande variedade de dados através de múltiplas fontes: buscadores, periódicos online, blogs, redes sociais corporativas… A revolução tecnológica que estamos vivendo está produzindo uma revolução social e profissional no modo em que nos relacionamos com o nosso meio. A informação continua sendo importante, mas cada vez pesa mais o como acessamos/adquirimos esta informação.

    No nosso entorno, uma rede social corporativa pode se transformar em uma ferramenta de referência que nos permitirá reforçar alguns aspectos indispensáveis do nosso trabalho:

    • Rapidez. Tomada rápida de decisões.
    • Confiabilidade. Qualidade dos dados.
    • Colaboração. Compartilhar a informação.
    • Acessibilidade. Uma única fonte de dados, múltiplos dispositivos para consultá-los.

    O assunto é muito abrangente mas vamos abordar, brevemente, como pode ajudar-nos uma rede social corporativa a partir do ponto de vista da execução de projetos.

    Os Projetos e as Redes Sociais Corporativas

    Quando se trata de projetos, a comunicação é um dos fatores críticos em questão. Mas o que se entende por comunicação no âmbito de um projeto?

    Segundo a guia do PMBok® (corpo de conhecimento da gestão de projetos), que é uma das principais referências de todo diretor de projeto, a gestão da comunicação inclui todos os processos necessários para garantir a geração, coleta, distribuição, armazenamento e última disposição da informação do projeto, em forma e tempo determinados.

    Isto significa que o responsável de projeto deve estar confiante de que todos os interlocutores de seu projeto (stakeholders) possuem ou têm acesso, no momento apropriado, à informação requerida utilizando os meios mais adequados e eficazes. Isso é muito importante já que a gestão inadequada da comunicação e da informação em um projeto pode “aumentar” o tempo que o responsável do projeto investe em comunicar, distribuir, compartilhar e acessar à informação, podendo inclusive levar ao seu fracasso.

    Para que um responsável de projeto disponha constantemente da informação correta, precisa interatuar com sua equipe de trabalho, clientes, fornecedores, e quanto mais “próximo” estiver do trabalho que se está fazendo, melhor será a informação obtida. Basicamente, o responsável de projeto precisa ser SOCIAL com todos os Stakeholders de seu projeto e, cada vez mais, não bastam as capacidades sociais baseadas em uma interação “presencial”. Temos que buscar apoio em ferramentas que nos permitam gerir, de forma online/virtual, equipes multidisciplinares e multilocalizadas.

    Neste contexto, uma rede social corporativa pode ter um papel diferenciador. Se compartilhamos aspectos de nossa vida cotidiana, por que os membros de uma equipe de projeto não podem compartilhar, através de uma rede social corporativa, seus problemas, dúvidas e curiosidades relacionadas com as atividades que estão desenvolvendo no projeto? Essa atividade já está sendo realizada, em conversas de corredor, por telefone, mas é difícil ter um apoio documental das conclusões a que se chegaram. O uso de ferramentas colaborativas pode fazer surgir e documentar informação que de outra forma se perderia. Nas organizações mais voltadas para projetos, uma rede social corporativa pode agregar muito mais valor através do compartilhamento e acesso aos dados de forma prática e rápida.

    Benefícios das Redes Sociais Corporativas na Gestão de Projetos

    Apesar de que com certeza há muitas mais, estas são algumas das vantagens que poderíamos obter:

    Acesso rápido a uma das melhores fontes de conhecimento: a experiência da equipe.

    Os que têm um perfil de senior são uma excelente fonte de conhecimentos e esse conhecimento possibilita resolver as diferentes situações que surgem no dia a dia de um projeto. Atividades de coaching, mentoring, tutoria, formação ou resolução de dúvidas podem ser realizadas de modo bem dinâmico através de uma rede social corporativa.

    Repositório de informação e documentos do projeto.

    Embora este ponto já esteja coberto com muitas outras ferramentas, a rede social corporativa pode ser o ponto principal de acesso aos recursos compartilhados. Significaria transformar a atual intranet estática ou monodirecional (sempre focada partindo da empresa para o funcionário) em um entorno social e colaborativo ‘empresa-funcionário’ e ‘funcionário-funcionário’ (indo além de um simples site de perguntas e respostas).

    Reduzir o mal da “reunionitis”.

    Em muitas organizações há um excesso de reuniões pouco eficientes. É habitual terminarmos o dia com a sensação de não ter feito nada “produtivo”. Reuniões simples de troca de informação e para ficar por dentro dos acontecimentos, poderiam ser substituídas com breves reuniões virtuais (e-meetings): por exemplo, a situação de nosso projeto, resolução de dúvidas, etc. Estes e-meetings não substituirão as reuniões presenciais, mas as complementariam e as reduziriam ao mínimo imprescindível, já que o custo, tanto econômico como na relação custo-oportunidades (o que deixo de fazer) é muito elevado.

    Simplificar a gestão em entornos multi-site.

    Nos entornos onde o grupo de trabalho está localizado em diversas regiões de empresa ou de cliente (ou inclusive em situações de trabalho remoto), a rede social nos facilitará enormemente essa função de “compartilhar”, reduzindo, ou até mesmo eliminando, os problemas oriundos de não estarem localizados no mesmo lugar.

    Gestão postergada.

    Em muitas ocasiões sofremos constantes interrupções rápidas que quebram o nosso ritmo normal de trabalho. As redes sociais corporativas trazem a possibilidade de que essas pequenas interferências possar ser feitas através deste canal para poderem ser atendidas em outro momento; podendo inclusive ser resolvidas por qualquer membro da equipe de forma colaborativa, deixando constância de sua resolução no próprio “entorno social”.

    Nosso valor, cada vez mais, não está no que sabemos, mas na nossa capacidade de nos “atualizarmos” rapidamente (saber o que não sabemos, adquirir conhecimento) e na forma de compartilhar com nossos colegas.

    Neste cenário, uma rede social corporativa pode se transformar na ferramenta de trabalho perfeita, onde os diferentes stakeholders de nosso projeto podem interagir em função de seu papel, com independência de onde se encontram física ou temporariamente.

    O ambiente de trabalho é uma atividade nitidamente social na maior parte das vezes. Por que não utilizar redes sociais corporativas? Desta forma, compartilhar o conhecimento entre a equipe de projeto pode ser muito mais prático, embora, para consegui-lo, será necessária uma mudança cultural nas organizações.

     
c
compor novo post
j
próxima post/próximo comentário
k
post anterior/comentário anterior
r
responder
e
editar
o
mostrar/esconder comentários
t
voltar ao topo
l
iniciar a sessão
h
mostrar/esconder ajuda
esc
cancelar