Actualizações de março, 2012 Mostrar/Esconder Comentários | Atalhos de Teclado

  • Juan Manuel Rodríguez 10:36 am em 08/03/2012 Permalink | Responder
    Tags: , , livro, , motivulario, pensamentos positivos   

    Entrevista: “Motivulario: o Vocabulário da Motivação” 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    MotivularioNo ZyncroBlog hoje vamos entrevistar María Graciani García, autora do libro “Motivulario” que será publicado no próximo dia 23 de abril (Empresa Activa).

    Maria é uma jovem jornalista de Sevilha especializada na gestão de Recursos Humanos com enfoque nas áreas de Seleção, Formação, Comunicação Corporativa e Coaching de Executivos.

    María quis partilhar conosco suas reflexões sobre a importância de um vocabulário positivo para a nossa própria motivação  e para contagiar o entusiasmo nos que estão ao nosso redor.

    No seu livro, e a partir de agora no seu blog, todos nós podemos aprofundar muito mais sobre essa ideia.

    O que é o Motivulario e como nasceu?

    É uma palavra que inventei, significa ” Vocabulário da Motivação”. A ideia de escrever um livro é de quando eu tinha 11 anos, quando eu disse a mim mesma “Você vai ser escritora”, mas a ideia do Motivulario nasceu mais recentemente, de um experiência profissional própria em que a motivação teve um papel muito importante.

    O que ocorreu exatamente?

    Trabalhei 7 meses como técnica de Recursos Humanos em uma empresa de mineração, e já nos primeiros dias comecei a fazer algo que teve um impacto muito positivo no resto da empresa. Cada dia chegava 1 hora antes ao trabalho e enviava um e-mail ao meus companheiros, chamado ” Felicidade Matinal”, sempre cheio de pensamentos positivos.

    Quem recebia esses e-mails?

    No princípio eram só 4 ou 5 pessoas, mas logo começou a expandir-se e o número de pessoas que recebiam passou para 65, incluído o Diretor Executivo. As pessoas inclusive o reenviavam a seus amigos e familiares. Um dia entrou um novo estagiário, veio diretamente me perguntar se eu era responsável da “Felicidade Matinal”, e fiquei sabendo que os diretores da empresa também liam meus e-mails às segundas de manhã… antes dos e-mails de trabalho.

    E essa onda de pensamentos positivos tinha impacto no dia a dia indo além dos e-mails em si?

    Não eram simplesmente e-mails…Uma sexta-feira ao mês eu levava bolo, e os chamava de ” Sextas Doces”. Todo o mundo estava convidado a passar e pegar um ” pedaço da manhã doce”. Ao redor desse bolo surgiam conversas espontâneas entre companheiros que trocavam opiniões sobre diversos temas e que talvez não tivessem muita oportunidade de falar diretamente no dia a dia.

    Melhorou também o clima do trabalho?

    Onde antes havia muitos altos e baixos no nível de “energia” dos colegas, com o passar das semanas este nível se tornou maior e mais estável, graças ao bom ambiente que foi sendo gerado. Diria que passamos de oscilações entre 50% e 100%, a um 80% mais estável. Gerou-se um ambiente de confiança, entusiasmo e constância.

    A Zyncro publicou o primeiro “Manual de boas práticas em redes sociais corporativas“. Que relação vê entre o “Motivulario” e a mudança organizacional que a Zyncro promove através do uso de uma rede social corporativa?

    Estou convencida de que o vocabulário positivo ao final impregna tudo, e funciona sempre, independentemente do meio em que se use. Se usar uma rede social privada pode favorecer a comunicação e ajudar a formar virtualmente essas conversas espontâneas que se formam com as ” Sextas Doces”, e o vocabulário utilizado for positivo, influenciará na motivação, e indiretamente também nos resultados.

    Dar liberdade sempre acarreta algum risco, mas considero que os benefícios superam amplamente os poucos riscos que possam haver. O diálogo sempre é bom, favorece a empatia, aproxima, etc.

    O livro propõe uma série de palavras que fazem a função de lembretes, como “Persona”, “Reto”, “Conde”… O que significam?

    Persona” significa “PERSpectiva Otimista por NAtureza”, “Reto”, “REsponsabilidade TOtal”, “conde” quer dizer “CONquistador De Entusiasmo”… mas tem mais. “ECO” se refere ao que comentávamos antes: “Entusiasmo, Confiança e COnstância”, “Crici” é “CRiar as CIrcunstâncias”, “TOMA” é um “TOque MÁgico”… São expressões que nos ajudam a ter sempre em mente esses pensamentos positivos.

    Como acha que os conceitos que explica no livro poderiam ser seguidos dentro de uma Rede Social Corporativa?

    Bom, acho que uma boa ideia seria criar, nesta plataforma, grupos como por exemplo um clube de “Condes”, ou de “Retos”… onde as pessoas pudessem transmitir esses pensamentos positivos e reforçar seus membros de forma mais constante. Também poderá ser uma boa ideia criar um grupo para mostrar exemplos concretos onde o Motivulario tenha demonstrado sua utilidade tangível.

    Tomamos nota! 😉
     

    Quer gerar um clima legal na sua organização?

    Descarregue nosso “Manual de boas práticas em redes sociais corporativas” e comece a utilizar o Motivulario!

     
  • Mertxe Pasamontes 9:35 am em 14/02/2012 Permalink | Responder
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    Trabalhar em conjunto para crescermos juntos. 

    tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Em seu livro Excedente cognitivo, Clay Shirky nos ajuda a entender como funciona as comunidades da internet, os motivos pelo qual milhares de pessoas compartilham informações e conhecimentos com os outros e como grande parte disso pode fazer devido a estrutura social ocidental já permite ter maior tempo livre e com isso dispor de um ” excedente cognitivo” que podemos escolher quem vai ocupar.

    Obviamente, esse intercâmbio entre as pessoas já é possível pela aparição da tecnologia que os permite, qualquer usuário da Rede pode publicar conteúdos, conversas em um fórum, compartilhar fotos ou documentos com muita facilidade. Na maioria dos casos só se requer um nível básico do usuário para faze-lo. Neste post poderei ler um pouco mais sobre o conteúdo do livro.

    Criar uma comunidade na internet é possível hoje em dia e existem diversas ferramentas para faze-lo: desde criar comunidades publicas, como são os fóruns com programas como vbulletin ou Buddypress se é na plataforma wordpress, a comunidades privadas que funcionam como uma intranet para empresas, como é o caso da Zyncro.

    O que não é tão fácil é que essas comunidades funcionem e cheguem a um bom fim. Por isso Shirky, baseado nos estudos de Dominique Foray ( A economia do conhecimento) nos recomenda quatro condições para alcançar o funcionamento de uma comunidade:

    1 O Tamanho da comunidade. O tamanho da mesma deve estar em proporção com o conhecimento a compartilhar. Como é citado, uma comunidade para compartilhar versões de feliz aniversario pode ser muito maior, já que qualquer um pode entende-la,  do que uma para falar de poesia em sânscrito.

    2. O custo da transmissão de conhecimento. Neste caso, a tecnologia como já comentado antes, facilita muito que o intercâmbio seja simples e econômico. Isso já fez crescer muito a possibilidade de que as pessoas se juntem parar compartilhar interesses pois podem faze-lo com comodidade em casa, a um baixo custo e em troca obter o prazer de compartilhar com os outros.

    3. A clareza do conhecimento compartilhado. O conhecimento se expande mais rapidamente em uma comunidade se os integrantes são capazes de por em forma fácil de compreender: retas, listas, tutoriais, etc…

    4. Ter uma cultura comum. Neste caso a cultura se refere as suposições compartilhadas de uma comunidade sobre como deveria funcionar em relação a seu trabalho e as relações de seus membros entre si. As pessoas não só vão entender o conhecimento compartilhado, e sim entender uns aos outros.

    Por tanto, já não tem desculpas para não ter sua comunidade ou grupo de trabalho para o tema que te interesse. Pode ser de 3 pessoas ou de 5000, mas a possibilidade de faze-la seja real. E o melhor de tudo, é que quando compartilhamos com os outros seguindo essas 4 condições, o produto resultante desse ato de partilhar pode ser muito diferente do que se falou no início.

    Se eu quero ficar sozinho com meus conhecimentos, isto pode aumentar na medida em que vão obtendo novos dados. Mas se compartilhar esses conhecimentos com outras pessoas, não só em possibilidade que se dá uma mudança quantitativa se não qualitativa, do qual surja um conhecimento novo, transformado. Portanto, trabalhar em conjunto nos permite crescer juntos.

    Tem alguma comunidade com a que compartilhe interesses? São do tipo geral ou específico?


     
  • Virginio Gallardo 12:12 pm em 08/02/2012 Permalink | Responder
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    Todos somos líderes transformadores em redes sociais. 

    Tempo estimado de leitura: 6 minutos

    Nota do editor: A partir de hoje a ZyncroBlog compartilha com vocês o livro ” Liderança e Inovação 2.0″ ( recentemente publicado pela Netbiblo), a equipe Humannova, formada por Alicia Pomares, Sergio Gil, Eduard Legazpi, Juan Franscisco Arza e Virginio Gallardo (coordenador).

    Neste livro, os membros da consultoria Humannova, tratam sobre a mudança de paradigmas na organização e gestão de pessoas e o papel que as redes sociais podem ter  na hora de integrar a inovação no dia a dia das equipes.

    A tese do livro é que o futuro pertence aqueles que podem fazer com que as suas organizações mudem o ritmo do seu ambiente e isto podemos chamar de muitas formas, mas se tem chamado de Inovação. Para isso, nos propomos a construir uma nova agenda em nossa empresa que levem em conta esta nova realidade.

    Este novo livro tem como objetivo assumir o desafio de inovação continua e assegurar  o processo básico de transformar ideias em resultados.

    Agradecemos aqui a todos os autores do livro que permitiram divulgar as ideias e resultados de sua obra. E esperamos que com nosso trabalho a partir da Zyncro esteja contribuindo a fornecer ferramentas para realizar essa transformação que propomos.

    Reproduzimos abaixo um trecho da introdução do livro. Esperamos que você ache interessante!

    “Todos somos líderes  transformadores em redes sociais.”

    A liderança transformacional que impulsiona as novas organizações inovadoras onde as comunidades sejam protagonista não se baseia no mito do CEO ou de um diretor geral heróico agente de mudanças. Mesmo com base em um comitê de direção com características “excepcionais”.

    Para que uma Organização 2.0 tenha capacidade inovadora, as características associadas a liderança deverão ser divulgadas pela organização e se juntar a centenas de líderes e profissionais chave de uma organização.

    Necessita que as ideias surjam e se convertam em comportamentos cotidianos, pouco espetaculares, mas que somados são os que criam esta capacidade organizacional que damos o nome de inovação.

    A principal missão da nova gestão é criar outros lideres, para garantir que existam as condições de liderança distribuída.

    Ou seja, tornar sua organização em um lugar onde haja um numero máximo de pessoas com elevada capacidade de tomar decisão, onde qualquer pessoa em sua comunidade seja capaz de implantar suas ideias aos demais. A principal missão do gestor será converter sua organização em uma Organização 2.0.

    Analisaremos o porque, para que haja inovação, a liderança deverá ser mais distribuída e  as pessoas devem ter mais liberdade. Ou, se quiser traduzir esse conceito em termos empresariais: mais autonomia, mais poder, mais capacidade para correr riscos.

    E isto não  será tanto as crenças sobre as pessoas, se fará por necessidade, porque será essa a forma mais eficiente de inovar.

    Para todos que estão surgindo com novas ferramentas que permitirão este novo tipo de inovação:
    as Tecnologias 2.0.

    Estas serão as novas ferramentas da inovação e sua complexidade não será tecnologia, a complexidade será como gerenciar comunidades com liderança distribuída e como podemos criar os vínculos emocionais para que haja colaboração.

     
  • Sílvia Majó 11:03 am em 02/02/2012 Permalink | Responder
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    Branding interno, um enredo inteligente 

    tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Hoje temos a fantástica oportunidades de falar sobre o livro de Alejandro Formanchuck, um dos especialistas mais importantes em comunicação organizacional da Argentina. Em seu blog Tudo Significa ele partilha sua experiência no campo da comunicação interna e agora já fez um resumo essencial sobre isso, Intitulado Branding Interno, Um enredo inteligente.

    Agradecemos muito ao Alejandro que nos permite fazer uma entrada, dedicado as principais lições que se emergem de seu novo livro e que podemos aplicar em nossa organização.

    Para começar, quando queremos situar o valor da comunicação interna e o Branding interno nas empresas, temos que perguntar ao autor, o que é que tem valor no mundo organizacional hoje.

    A resposta no Branding interno, Um enredo inteligente Encontrará em escritos de autores como Jonas Ridderstrale e Kkell Nordstrom, que afirmam que o clássico equilíbrio capta menos de um quarto do valor real de uma empresa moderna.

    Ha um Valor de 75% dos saldos antigos que não podem ser vistos, contabilizados, medidos, registrados

    Assim mantém Formanchuk. Para ele essas figuras tem uma tradução clara:

    • Uma maquina, um edifício, um produto: 15%.
    • A imagem positiva de lealdade e de seus clientes, parceiros, funcionários e outros: 75%

    Com isso o calculo qualitativo semelhante de outros autores que põe o capital humano como o centro operacional de sucesso das empresas, a leitura de Formanchuk é um must – que devemos ao menos procurar.

    Nela encontramos declarações de referencia, quando damos de cara com o projeto de uma comunicação interna de valor:

    • Muitos dos recursos mais importantes de uma empresa que já não podem ser tocado
    • O empregado não é uma publico interno. É um ator de extremos
    • Mais limites entre comunicação interna e externa
    • As pessoas são em si mesmas um canal de branding
    • O Branding  interno é um Branding  para secar.

    Uma vez feita estas reflexões Formanchuk propõe as guias para determinar as ações que elas podem se desprender. E para o autor de Tudo Significa, o valor da marca se constrói a partir de toda organização. Por isso falamos de uma decisão estratégica que implica necessariamente integrar as disciplinas.
    Neste sentido recorda que a organização não deve esquecer que é necessário:

    • A gestão da marca Porta a dentro da empresa
    • As Ações de branding destinada aos empregados
    • As comunicações internas feitas com técnicas de Branding
    • A organização de programas ERM ( Employee Relationship Management)
    • As Estratégias B2E ( Business-to-Employees) impulsada pelos motores do “EVP” (Employer Value Proposition)

     

     

    Tudo isso a partir da Zyncro poderiam acrescentar boas praticas do Manual de Redes Sociais Corporativas.
    E um ponto final do autor em seu livro:

    As pessoas que formam uma empresa são seus melhores embaixadores.

     

     

     

     

     
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