Actualizações de julho, 2013 Mostrar/Esconder Comentários | Atalhos de Teclado

  • Eduardo Zamora 3:00 am em 04/07/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , gamificação, , , ,   

    Gamification: Um novo pilar da interação digital entre marcas e consumidores 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Um dos recursos mais atrativos para o relacionamento entre seres humanos é o jogo. Aplicado ao marketing digital, como uma marca pode usar o jogo para atrair seus consumidores?

    Isso é o que se chama gamification, também chamada ludificação. Dados interessantes:

    As pessoas se lembram de 20% do que escutaram, de 30% do que viram e ouviram e de 60% das coisas com que brincaram ou se relacionaram.

    Como desenvolver uma estratégia de gamification?

    1. Defina as metas e o alvo da estratégia. Que objetivos temos? O que queremos tornar lúdico?

    2. Decida para quem está voltado, quem se quer impactar.

    • Dominantes: Jogam para competir e ganhar.
    • Egocêntricos: Jogam para ser reconhecidos.
    • Socialites: Jogam para relacionar-se.
    • Exploradores: Jogam para descobrir as possibilidades e segredos do jogo.

    3. Saiba a motivação intrínseca do seu target. O que lhes motivam? Divertir-se, socializar-se, o prestígio ou compartilhar?

    4. Pesquise sobre os hábitos e tendências seguidas pelos seus consumidores para acertar na hora de criar uma experiência de jogo.

    5. Planeje a história ou conceito, para definir a experiência que será vivenciada.

    6. Faça o design do sistema de jogo, elementos de sua ambientação e as ferramentas para que seja um sucesso.

    7. Cuide da experiência de usuário. Encontre o equilíbrio entre a boa experiência e um nível de dificuldade adequado, nem tão simples que não apresente desafios, nem tão difícil que não possibilite avançar.

    Finalmente, deixamos aqui um exemplo claro, e de muito sucesso, desta tendência: o case de Greenpeace, que com sua estratégia de gamification conseguiu marcar a diferença.

    Eduardo Zamora (@amudiel) é Diretor estratégico na agência mexicana de comunicação integral ifahto. Há 12 anos tem a oportunidade de participar no conceito criativo e estratégico de campanhas de marketing integral para empresas de consumo massivo. Os principais objetivos alcançados com os clientes com que trabalhou foram: atingir os objetivos de vendas, lembrança de marca, aumento na participação de mercado e geração de percepção em meios digitais e tradicionais.

    Na sua empresa foram implementadas estratégias de gamification? Quais estratégias utilizaram? O resultado foi ou está sendo positivo? Conte para nós a sua experiência!

     

     
  • Sara Jurado 5:00 am em 06/06/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , marca profissional, , , personal branding, recruitment 2.0, , recursos humanos 2.0,   

    O novo modelo de competências de LinkedIn: networking + personal branding 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Fonte: Infografia blog LinkedIn

    Nós psicólogos há muito falamos da importância do reforço positivo, mas já parou para pensar que o papel das redes sociais é justamente o de reforço social? São uma forma de autoafirmação (o que gostamos, o que sabemos, o que lemos…) mas isso já faziam os blogs e a web 1.0.

    Parte do sucesso das plataformas de microblogging e das redes sociais foi o fato de nos permitir sair do nosso umbigo e nos projetar ao mundo através dos demais (retweets, botão +1); todas estas formas de partilhar nosso “agreement” não são mais do que um sistema de reforço.

    Linkedin começou a aproveitar este fenômeno com as referências de competências e especialidades, com a intenção de estimular a interação entre seus usuários. Foi uma decisão acertada porque:

    1. Mantém a tendência de apresentar a informação de forma visual.

    2. Facilita o processo de deixar registrado o que se valoriza de um contato. No entanto, o que pode ser uma vantagem no uso da ferramenta, resulta também em um defeito para os que a menosprezam, que afirmam que cairá a qualidade das recomendações feitas. O risco de que o usuário tenha pouco critério ou objetividade sempre existirá e é algo que devem saber discernir os especialistas em RH.

    3. Imagino que a próxima mudança implementada será um mecanismo para quantificar o valor da referência, estabelecendo um grau de relação real do profissional que dá a referência.

    4. Dar referências de um antigo colega por uma qualidade que você admirava possibilita entrar em contato novamente com essa pessoa “a dar-lhe de presente”, algo positivo sem que haja comunicação direta, o que acaba significando colocar na prática a competência de networking do modo mais cortês.

    5. Pode melhorar o posicionamento de um perfil, dado que o que se usa como referência são tags previamente escolhidos. Isso significa que, além de ajudar a qualquer pessoa a identificar rapidamente os seus pontos fortes (sendo um bom instrumento de branding pessoal), também é uma ótima para o SEO.

    Sara Jurado é psicóloga especializada em orientação e Social Media para o desenvolvimento profissional e, atualmente, Orientadora Profissional no Barcelona Activa.

     

     
  • Cristina Aced 5:00 am em 17/04/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , , , Redes Sociales, relações públicas 2.0,   

    Relações públicas 2.0: 6 princípios que continuam e 4 ideias novas 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Nota do editor: Hoje damos as boas-vindas como autora de nosso blog a Cristina Aced (@blogocorp), que vai nos falar sobre comunicação 2.0 e meios sociais. Estamos muito contentes pela sua participação. Obrigado Cristina!

    Existem seis princípios que qualquer responsável de comunicação deveria seguir:

    1. Dizer a verdade.
    2. Demostrá-lo com a atitude.
    3. Escutar o consumidor.
    4. Coordenar com visão de futuro.
    5. Realizar suas atividades de relações públicas como se toda a empresa dependesse disso.
    6. Manter a calma, ser paciente e conservar o bom humor.

    Na verdade, estes conselhos não são meus, mas de Arthur W. Page, que foi vice-presidente de relações públicas na American Telegraph and Telephone (AT&T) e contribuiu para o progresso das relações públicas modernas. Page foi um dos primeiros profissionais que entrou em uma empresa como responsável de comunicação, um costume muito normal na atualidade.

    Declarou estes princípios básicos no início do século XX, apesar de que poderiam ter sido escritos hoje mesmo. É um bom exemplo de que as bases da comunicação corporativa vão se mantendo e marcam a necessidade de conhecer a história para poder entender o presente (e o futuro).

    Em relações públicas há aspectos que seguem vigentes desde as origens mas também há outros que mudaram (como explico em Relações públicas 2.0. Como gerir a comunicação corporativa no ambiente digital S]). Com certeza a Internet e os meios sociais traçam um novo cenário comunicativo que é caracterizado por:

    • A conversa. Hoje em dia, os papéis de emissor e receptor se intercambiam continuamente. As empresas precisam deixar de se ver como simples emissoras de conteúdos e começar a escutar ativamente o seu público na Rede.
    • A colaboração aberta. Como diz Pierre Lévy, “ninguém sabe tudo, mas todo o mundo sabe algo”, e as novas plataformas digitais facilitam a troca de conhecimentos. Zyncro possibilita a criação de redes sociais corporativas que incentivam o trabalho colaborativo.
    • A economia da atenção. Vivemos cercados por um excesso de informação. Um exemplo: a cada minuto são somados 72 novas horas de vídeo em YouTube. Ter presença na Rede não é difícil, mas captar a atenção dos usuários não é fácil.
    • Os novos intermediários. Os meios sociais possibilitam alcançar os públicos de forma direta (algo fantástico para um comunicador!). No entanto, aparecem novos gatekeepers: as ferramentas sociais. Como explica Eli Pariser, estamos passando por um excesso de filtros. Tanto Google como Facebook aplicam filtros aos conteúdos que recebemos e muitas vezes não somos conscientes disso. Por exemplo, no Facebook veremos primeiro as atualizações das pessoas que normalmente clicamos mais ao “curtir” do que as atualizações de alguém que nunca interatuamos.

    Como vemos, os sites sociais oferecem novas oportunidades de comunicação e os profissionais das relações públicas precisam estar prontos para aproveitá-las. Claro que nem por isso podem esquecer os princípios básicos do bom comunicador: honestidade, veracidade, empatia… O que já foi dito pelo Arthur W. Page no princípio do século XX.

    Cristina Aced (@blogocorp) é jornalista e consultora de comunicação. Está especializada em meios digitais e publicou vários livros sobre este tema. O último livro chama-se “Relaciones públicas 2.0. Cómo gestionar la comunicación corporativa en el entorno digital” (Editorial da UOC, Universitat Oberta de Catalunya). Colabora como docente na Universitat Pompeu Fabra, na UOC e na Universitat Abat Oliba (todas em Barcelona), entre outras. Escreve desde 2006 em Blog-o-corp.

     
  • Bill Cushard 5:00 am em 10/04/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , , , , redes sociales de empresa, vendas 2.0   

    Aperfeiçoe a formação em vendas com as Redes Sociais Corporativas 

    Tempo estimado de leitura: 9 minutos

    Nota do editor: Hoje temos o prazer de dar as boas-vindas a Bill Cushard (@billcush), novo autor de nosso Zyncro Blog. Bill é escritor, blogueiro e designer de experiências de aprendizagem (LX). Tem uma importante trajetória de destaque na criação de programas de aprendizagem que incorporam métodos de ensino semipresencial e social. Vocês podem segui-lo no Twitter ou no Google+.

    Segundo a ASTD (American Society for Training and Development), as empresas norte-americanas gastam ao ano 15 bilhões de dólares em cursos de formação de vendas que a maior parte do pessoal de vendas considera ineficazes ou pouco úteis. Este dado deveria deixar nervoso qualquer líder empresarial, já que lhes obriga a se perguntar o que estão recebendo em troca de um investimento tão pesado. E devemos levar em consideração que esta cifra corresponde apenas aos Estados Unidos, a quanto subiria se incluíssemos as empresas de todo o mundo? Devido ao enorme capital que cada ano é destinado à formação comercial, existe um grande interesse de resolver o problema dos resultados insuficientes que conseguem a formação em vendas nas empresas.

    A pergunta é: “Como podem as organizações melhorar sua estratégia de formação em vendas para aproveitar ao máximo o investimento de capacitar uma força de vendas que faça a empresa crescer?” Após consultar alguns estudos, acho que a esperança está no uso das Redes Sociais Corporativas.

    Os estudos demonstram o caminho através das Redes Sociais Corporativas

    Em 2012, um artigo da revista especializada Journal of Personal Selling and Sales Management sugeria que, no futuro, a formação comercial deveria ser personalizada, decidida de forma conjunta, voluntária, especialmente pensada para satisfazer as necessidades mútuas e oferecida de distintos modos. Consequentemente, os autores aconselhavam que as próximas pesquisas enfocassem no aproveitamento dos distintos métodos de tecnologia que existem, incluindo o social, já que poderiam contribuir para a melhoria na eficácia da formação em vendas.

    As Redes Sociais Corporativas podem satisfazer esta necessidade, por isso estou desenvolvendo um projeto de pesquisa para a minha tese que analisa a teoria social de aprendizagem de Etienne Wenger’s (1998). Quero descobrir se existe uma correlação entre a participação na Rede Social Corporativa dos vendedores recém contratados e os resultados de vendas. Ou, dito de outra forma; o lucro de uma empresa aumenta se a equipe de vendas de nova contratação participa nas atividades de aprendizagem social em dupla? Baseados na teoria social de aprendizagem, sim.

    Como aprendem as pessoas?: Uma teoria social de aprendizagem

    Um dos principais elementos da teoria social de aprendizagem é que as pessoas aprendem através de una dualidade de ida e volta entre a participação e a materialização. A participação se baseia em formar parte da comunicação, atividades ou eventos, e se refere tanto às pessoas individuais como aos grupos. A materialização é o processo através do qual a experiência de participação se torna sólida, em forma de recursos. Em outras palavras, o aprendizado ocorre quando se participa na conversa e existem recursos disponíveis sobre o tema em questão.

    O papel das Redes Sociais Corporativas

    As Redes Sociais Corporativas foram desenvolvidas para satisfazer completamente a necessidade de participação e de materialização. Se paramos para pensar, notamos que os membros de uma Rede Social Corporativa podem participar ininterruptamente em conversas que às vezes contêm links a recursos, o que ao mesmo tempo as transforma em recursos (conversas materializadas) às quais outras pessoas têm acesso.

    Portanto, se a formação é um processo contínuo para preparar a força de vendas e a aprendizagem acontece através de um processo contínuo de participação e materialização, as Redes Sociais Corporativas deveriam ser uma plataforma imprescindível para aproveitar ao máximo a força dedicada pela organização para a formação em vendas.

    “Como podemos fazê-lo?”, você pergunta

    Existem muitas maneiras de utilizar as Redes Sociais Corporativas para reforçar a formação em vendas. Para começar, propomos três:

    1. Encontre especialistas: Para as grandes ou médias empresas nem sempre é fácil encontrar a pessoa adequada, especializada exatamente no que necessitam. E passa a ser especialmente problemático quando se trata de organizações com escritórios no mundo todo. Graças às Redes Sociais Corporativas, é possível saber em que está especializada uma pessoa, esteja onde estiver, e não há a necessidade de conhecê-la previamente.

    2. Faça perguntas: Todo o mundo sabe como é ficar emperrado em um problema para o qual não encontra uma solução, seja em uma reunião de vendas, em uma ligação para apoio técnico ou em um grande projeto com novos sócios. Consultar as pessoas que se sentam ao seu lado é muito fácil, mas como saber a opinião dos trabalhadores de outros escritórios? E se você quiser perguntar algo para alguém que talvez nem conhece? Os membros da Rede Social Corporativa podem fazer perguntas a todas as pessoas da organização.

    3. Compartilhe recursos, conquistas e fracassos: Se você lê um artigo que explica uma mudança importante em um setor no qual a sua empresa comercializa, publique o link para que todos os membros da organização fiquem sabendo. Para a publicação ser ainda mais valiosa, adicione um comentário, explicando o seu ponto de vista, o que você vê de relevante. Este comentário pode estimular a participação de outras pessoas na conversa e desencadear um debate que influencie outros membros da equipe de vendas. Além disso, você pode compartilhar uma conquista que recentemente conseguiu provar com sucesso em uma nova técnica de vendas e que poderia beneficiar o grupo, ao que alguém pode adicionar um comentário explicando que essa mesma técnica não funcionou com ele. Outras pessoas poderiam fazer perguntas e decidir se para elas a técnica seria útil ou não, e como poderiam aplicá-la para o seu caso específico. Não existe nenhuma formação que possa seguir o ritmo acelerado destas interações.

    A formação em vendas não se baseia apenas no treinamento comercial

    A formação em vendas não se baseia simplesmente em treinar os vendedores. De fato, Forrester descreve a formação  em vendas como um processo contínuo que ensina os funcionários que estão em contato com os clientes (ou clientes potenciais) a aproveitar a conversa com eles. É verdade que o treinamento é indispensável, assim como os processos sistemáticos de vendas. Mas se você quer incentivar e manter um processo contínuo de capacitação de sua força de vendas, a Rede Social Corporativa precisa se transformar na infraestrutura fundamental de sua estratégia de formação em vendas. Claro, há empresas que dedicam muitos recursos para isso, mas preparar sua equipe de modo sustentável deveria ser uma prioridade.

    E você? Como utiliza sua Rede Social Corporativa para apoiar as ações de formação em vendas? Compartilhe sua experiência nos comentários. A força de vendas de Telefónica de América Latina utiliza Zyncro é o nosso melhor exemplo.

     
  • Gloria Diez 5:00 am em 08/04/2013 Permalink | Responder
    Tags: disposito móvel, , , , redes sociais móveis,   

    O futuro móvel das redes sociais corporativas: 10 chaves 

    Tempo estimado de leitura: 6 minutos

    Nota do editor: Hoje estamos contentes por poder dar as boas-vindas a uma nova colaboradora de nosso blog. Gloria Díez (@globadoo) dirige a equipe de Wamba em Londres e de aí apoia a estratégia global de marketing e desenvolvimento de negócio internacional da companhia. Morou em muitas cidades do mundo, fala 6 línguas e tem um MBA em Internacionalização de negócios. É um prazer poder contar com ela na Zyncro. Bem-vinda!

    A forma de se socializar no mundo empresarial vai em direção às plataformas móveis. Como uma ferramenta a mais no mundo profissional, as redes sociais corporativas não escapam da febre portátil.

    1. As redes sociais corporativas móveis já são presente. O tráfico com dispositivos móveis está crescendo em todos os tipos de redes sociais. No nosso sistema Wamba, aproximadamente 30% dos usuários se conectam através da versão para dispositivos móveis usando o aplicativo Mamba para iPhone, Android e Windows. E a tendência aumenta a cada mês. Não precisamos ir muito longe para encontrar um bom exemplo no mundo corporativo: o aplicativo móvel de Zyncro e seus aplicativos personalizados para seus clientes, como o “App on”, para a gestão móvel da equipe de vendas de Telefónica em 14 países ou o da Câmara de Comércio de Barcelona, que conecta 15.000 empresas.

    2. 87% da população mundial tem um dispositivo portátil, sendo China o país do mundo com mais smartphones (246 milhões) seguido de Estados Unidos com 230 milhões. Nos últimos três anos, 300.000 aplicativos foram desenvolvidos e calcula-se que em 2017 o valor do mercado global de aplicativos será de 12 bilhões de libras. Espanha lidera a entrada de smartphones na Europa com 63%, na frente do Reino Unido (62%), da França (51 %), da Itália (51%) e da Alemanha (48 %) segundo ComScore.

    3. Já estamos viciados. Nokia informou que consultamos o telefone 150 vezes ao dia, ou seja, a cada seis minutos e meio durante as horas que estamos acordados.

    4. Meio natural de comunicação das novas gerações. Ou dito de outro modo: do futuro do mercado laboral. Segundo MMA España, 65% das crianças de 8 a 12 anos têm um celular, da mesma forma que 75% dos jovens com 13 a 17 anos. 45% dos usuários de redes sociais com dispositivos móveis são jovens de  18 a 30 anos, segundo IAB.

    5. Grande parte do uso de Internet nos smartphones é de caráter socializador. Na Espanha, segundo IAB, 56% das pessoas que acessam redes sociais o fazem também através de seu dispositivo móvel, o que significa um aumento de 47% em um ano. Segundo Comscore, na Europa, 30 % de usuários móveis acessaram uma rede social ou blog durante o segundo bimestre do ano passado, sendo que 36% eram espanhóis.

    6. Rápido crescimento da consulta do e-mail com o celular inteligente. A proporção de e-mails abertos em dispositivos móveis alcançou 41% na segunda metade de 2012 e vai encaminhada a superar a dos computadores de mesa já no final deste ano.

    7. O efeito “Double Screen”. Os dispositivos móveis se transformaram em um pequeno momento kit-kat para tirar os olhos do computador. E quem não tenha consultado o celular no trabalho “umas duas vezes”, que jogue a primeira pedra (ou jogue fora seu velho celular, deixe de se fazer de difícil e compre imediatamente esse smartphone).

    8. Conforto e autonomia. Para os colegas que passam o dia de reunião em reunião, ou para esse detalhe de última hora que nos lembramos em plena fila do cinema. O contato usando o celular inteligente é cômodo, sempre acompanha o usuário e não precisa necessariamente de uma rede wifi.

    9. As possibilidades de geo posicionamento. Sem dúvida, o maior benefício adicional de um celular inteligente na hora de se socializar é a possibilidade de localizar outras pessoas ao seu redor. Os serviços de localização possibilitam saber onde está um colega na rua antes de ir a encontrá-lo; receber avisos quando o amigo que você está esperando voltou para o seu escritório; saber onde está a showroom que seu colega está documentando com fotos ou ver de qual das filiais da sua multinacional um colega de trabalho, que você nunca viu pessoalmente, está atualizando a informação. O geo posicionamento também aparece como nova ferramenta de utilidade na gestão de recursos humanos.

    10. Será que os dispositivos móveis substituirão o computador no mundo profissional? Apesar de estar no auge, parece pouco provável que a comodidade de um computador de mesa possa ser substituível em qualquer ocasião. No entanto, em trabalhos de distribuição logística ou de vendas, o efeito poderia ser mais do que notável.

     
  • Jose Manuel Perez Marzabal 6:00 am em 21/03/2013 Permalink | Responder
    Tags: legal 2.0, , ,   

    Importância do naming na rede para sua estratégia digital 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Um dos aspectos críticos da estratégia de marca online está relacionado aos nomes de domínio. Historicamente, fomos encontrando uma certa disputa entre os nomes de domínio na Internet e marcas de terceiros coincidentes com os mesmos. Uma tensão que acarretou em numerosas práticas predatórias e parasitárias como, entre outras, um modelo de negócio de apoderamento sistemático de nomes de domínio para a sua posterior venda à melhor contraoferta.

    De uma perspectiva atual e prática, no contexto da denominada Web 2.0 que supõe uma evolução em relação aos sites corporativos tradicionais, estamos diante do fenômeno do naming e dos endereços personalizados que as redes sociais oferecem (vanity URL, em inglês). Na minha modesta opinião, é uma repetição da situação anterior, que tinha o precedente claro da figura de ciberocupação antes de que fosse consolidada a política existente da ICANN como peça fundamental da engrenagem para o cadastramento e a resolução de controvérsias entre o titular de um nome de domínio e um terceiro pelo registro e exploração abusiva do mesmo no que se refere aos domínios de Internet (conhecida também pelas sua sigla em inglês UDRP), para assegurar a solução de disputas por mecanismos arbitrais com a intervenção de entidades acreditadas, entre as que destaca a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI, em inglês).

    Os elementos que formam a rede de redes necessitam ser identificados e diferenciados dos demais por uma URL única e irrepetível. Tal identificação pode ser conseguida através de endereços IP e do sistema de nomes de domínio (DNS, em inglês). Os nomes de domínio, que participam da natureza jurídica própria dos bens imateriais, passaram de ser um endereço eletrônico qualquer a um sinal distintivo sui generis que identifica as personas, físicas e jurídicas, que configuram o ecossistema de Internet.

    No entanto, e aqui está uma potencial fonte de litigiosidade, é possível registrar praticamente qualquer nome de usuário como endereço URL nas redes sociais e aplicativos web com o único requisito de que esteja disponível (provavelmente uma das poucas exceções seja Facebook). Ou seja, dentro do atual regime “aberto”, sem esquecer-se das condições de serviço nos ambientes sociais, existem pouquíssimas restrições para que as pessoas ou entidades se cadastrem. Apesar disso, diante de uma infração, seria suscetível aplicar tanto a normativa de marcas como a de concorrência desleal que tem a vantagem processal da possibilidade de tomar medidas cautelares ab initio.

    Enquanto se esperam novos acontecimentos, o rápido crescimento das redes sociais, assim como o interesse estratégico de potencializar a marca na Web 2.0, especialmente para as companhias cuja atividade é de caráter transnacional, incentiva também a criação de um amplo portfólio de nomes de usuário. Por tudo isso, é recomendável a todos os atores com um mínimo de presença na rede ou que buscam uma vantagem competitiva baseada na diferenciação e imagem de marca, utilizar ferramentas como namechk ou Alertas de Google previamente ao desenho de seu portfólio de nomes de domínio e marcas que sirvam para solidificar sua estratégia de marketing digital.

    Jose Manuel Pérez Marzabal (@jmperezmarzabal) é advogado especializado em Internet e comércio eletrônico em MTNProjects. É também Professor externo de BES La Salle e Consultor docente na Universitat Oberta de Catalunya (UOC). Tem um Mestrado em direito internacional (LL.M.) pela WWU Münster e Diploma em Estudos Avançados (DEA) em direito e economia internacional pela Universidade de Barcelona.

     

     
  • Marta Carrió 12:00 pm em 07/02/2013 Permalink | Responder
    Tags: concorrente, , , , ,   

    Tempos de Crise? Invista na sua reputação interna 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Atualmente as empresas estão se deparando com o impacto dos interesses e das necessidades de distintos coletivos e indivíduos. É por este motivo que é importante que as organizações pesem e analisem estas forças e expectativas a fim de ajustá-las aos seus objetivos estratégicos.

    No contexto geral da gestão da reputação, é comum que muitas organizações deixem em segundo plano a firme promoção da reputação interna, apesar de que hoje em dia este é um tema de máxima importância para, por exemplo, aumentar as vendas. Enquanto muitas empresas estão voltando toda a sua atenção para o âmbito comercial, está demonstrado que as vendas aumentam quando a percepção positiva dos trabalhadores é superior à dos clientes. Mesmo assim, promover uma reputação interna favorável contribui para atrair e manter o talento, reduzir custos vinculados à gestão de uma crise, melhorar a eficiência da entidade e ainda a colaboração, inclusão, comunicação, fidelidade, identificação e a resolução de conflitos internos nas empresas.

    Em um panorama como o que estamos vivendo, será melhor que a empresa que estiver tentando melhorar sua reputação através da recuperação da confiança dos clientes mude suas prioridades.

    A concorrência não é a ameaça mais importante para a sua reputação mas sim a falta de identificação, motivação, comunicação, colaboração e deixar de aproveitar as capacidades e habilidades existentes a nível interno. É por este motivo que a maioria das crises de reputação que encontramos hoje nas redes sociais têm origem nos próprios funcionários.

    Não é possível conseguir arrumar a falta de sintonia dentro da empresa através de pesquisas de clima laboral ou fazendo vários tipos de dinâmicas de grupo. É preciso identificar e analisar as relações e papéis de cada coletivo e dos indivíduos de uma organização baseado nas dimensões da reputação interna de uma entidade (satisfação e compromisso dos funcionários) com o objetivo de traçar um plano de resposta que permita reposicionar o sentimento e as atitudes dos trabalhadores em relação à empresa.

    Uma Rede Social Corporativa, como Zyncro, pode: contribuir e facilitar na aplicação de um processo de Internal Reputation Assement; comunicar de forma abrangente para toda a empresa a importância de participar no processo, o que cria sintonia e confiança; informar continuamente sobre a implementação do processo, seus participantes, fases e resultados; e ainda atuar de plataforma de feedback, entre outros aspectos.

    Sabendo isso, o que você está esperando para começar a vender mais, reduzir custos e a ser mais eficiente? Se você desejar saber mais sobre como gerir a reputação interna da sua empresa, pode baixar gratuitamente o whitepaper que criamos com Zyncro [ES]: Reputação Interna na Empresa.

    Marta Carrió é Doutora em Reputação Corporativa (UPF) e sócia de Plan, uma consultoria especializada em medir, analisar e gerenciar a reputação corporativa.

     

     
  • Jose Miguel Bolivar 9:00 am em 14/01/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , ,   

    10 traços das Organizações 2.0 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    MolecularA situação geral, em relação às mudanças que poderíamos englobar com a etiqueta genérica “2.0″ continua avançando na direção certa.

    Embora seja verdade que esta evolução está acontecendo em ritmo muito mais lento do que a muitos nos agradaria e, principalmente, do que seria preciso, pelo menos parece que começam a aparecer as condições para que a aceleração definitiva acabe ocorrendo e cheguem mudanças generalizadas.

    Estou falando, obviamente, de organizações cuja matéria-prima é o conhecimento, totalmente ou pelo menos em grande parte, isto é, de uma porcentagem crescente das organizações nos países desenvolvidos.

    Olhando quatro ou cinco anos atrás, veremos que nós passamos de uma situação onde praticamente todas as pessoas em cargos de responsabilidade nas organizações não sabiam bem o que era tudo isso do “2.0”, a uma outra onde apareceram três grandes grupos bem diferenciados entre si:

    1. O primeiro grupo, provavelmente o mais numeroso, formado por pessoas que ainda não se atrevem a fazer nada para formar parte da mudança mas que cada vez são mais conscientes que deveriam fazê-lo.
    2. O segundo grupo, o que conta com o número mais reduzido de pessoas, curiosamente está formado por pessoas que demonstram ter a coragem suficiente para contribuir à mudança de forma ativa. São nossa grande esperança e um exemplo a ser seguido.
    3. O terceiro grupo, felizmente com cada vez menos participantes, aglutina diversas tribos: os cínicos, os ecéticos, os que não acreditam em nada, os ignorantes, os soberbos, os ególatras e outros exemplares organizativos, que continuam exercendo a passividade ativa, ou inclusive resistindo abertamente, por acreditar absurdamente que seguir igual é uma opção viável e a forma de proteger seu statu quo.

    Apesar disso, parece continuar existindo um pouco de confusão sobre que traços definem uma organização 2.0. Porque ser uma organização 2.0 vai além de “possuir” comunidades de prática, redes sociais corporativas, wikis internos e presença nas redes sociais.

    Ser uma organização 2.0 é, acima de tudo, “demonstrar” que foram entendidas, implantadas, interiorizadas e iniciadas a expressão uma série de valores que vem sendo chamados de  valores 2.0, e também evidenciar que ocorreu uma evolução, superando o modelo de administração burocrática tradicional em direção à novas formas de entender o papel das pessoas, os processos, as tecnologias e as estruturas nas organizações, que permitam responder às necessidades que nos depara esta nova realidade.

    Tenho a certeza que existem mais aspectos e considero, portanto, que estes dez pontos são apenas um ponto de partida. Vejamos quais são os 10 traços das organizações 2.0:

    1. Redárquica: Este requisito é completamente indispensável. Uma organização não pode se considerar genuinamente 2.0 enquanto não supera o paradigma do controle. Uma organização 2.0 é, por definição, uma organização na rede, regida por critérios meritocráticos, não hierárquicos. A meritocracia substitui o organigrama. Doa a quem doer, os sintomas de “hierarquitis” e “grupitis” são doenças organizativas próprias do modelo de administração burocrático. Como muito bem expressando por Eugenio Moliní, “a rede é a única configuração na que é possível brilhar com luz própria ao mesmo tempo que outros também o fazem“.
    2. Distribuída: Uma autêntica redarquia não necessita estruturas físicas para criar identidade. As grandes infraestruturas corporativas perdem o seu sentido num mundo em rede, onde a conexão substitui a presença física. Na Era do Conhecimento, trabalho é o que você faz e não um lugar que você frequenta. O centro de trabalho e o horário laboral são duas relíquias do passado que resultam anacrônicas em uma organização 2.0. Em um mundo cada vez mais globalizado, as estruturas devem ser flexíveis, dinâmicas e deslocalizadas.
    3. Líquida: Vivemos em tempos líquidos e as empresas 2.0 não podem viver ignorando esta realidade. Por isso devem ser flexíveis em configuração e tamanho, deixando de lado o velho conceito de posição no trabalho e orientação a projetos. Trata-se de deixar de entender a organização como entidade para vê-la como plataforma.
    4. Conectada: O BYOD é uma ponte para um novo ambiente onde cada nodo de rede será responsável autônomo e independente da tecnologia que usa. Em uma organização 2.0, estar conectado é básico. Os diferentes nodos de conexão da rede devem ser capazes de compartilhar informação e conhecimento em qualquer momento e circunstância, de imediato e com eficácia. A tecnologia deve ser entendida como um meio para unir pessoas e não se transformar em um obstáculo permanente à colaboração, como ocorre nos dias de hoje na grande maioria de organizações tradicionais.
    5. Com propósito: Grande parte das organizações atuais deixaram de ser um meio e passaram a ser um fim em si mesmas. As hierarquias procuram se perpetuar, mesmo pagando o preço de sacrificar a finalidade para a qual  foram estabelecidas. Nas organizações 2.0 não é possível deixar de escanteio o sensemaking. Uma organização 2.0 não precisa ter uma missão, visão ou valores vazios de conteúdo, senão um autêntico “para quê”  compartilhado que represente os interesses e valores de seus nodos de rede.
    6. Inovadora: Inovar está no DNA de qualquer organização 2.0, devendo inclusive formar parte de seu propósito. A inovação compreende um requisito indispensável para a adaptação e a sobrevivência. As pessoas, os processos, a tecnologia e as estruturas de uma organização 2.0 têm o objetivo de promover e facilitar a inovação constante.
    7. Diversificada: Um dos principais obstáculos que as organizações hierárquicas tradicionais encontram quando caminham em direção à inovação é falta de diversidade. A “grupitis” típica das hierarquias acarreta no pensamento único. A diversidade, a hibridação de experiências, conhecimentos, caráteres e perspectivas distintas e complementárias está na essência de qualquer organização com vocação inovadora.
    8. Aberta: Sendo coerente com o enfoque inovador, a organização 2.0 é uma organização aberta. Se é verdade, como parece, que existe algo chamado inteligência coletiva, por que não aproveitamos o que nossos clientes, fornecedores, colegas ou inclusive a concorrência podem nos proporcionar? Em uma organização 2.0, o empenho em aprender e colaborar para inovar deve estar sempre acima do interesse de competir e ganhar.
    9. Com voz humana: Em uma organização 2.0 há espaço para todas as vozes e opiniões, não só porque todas são enriquecedoras, mas sim porque, em caso contrário, esta deixaria de ser uma organização com voz humana.
    10. Com pessoas produtivas: A meta das organizações 2.0 é virar uma rede de indivíduos produtivos que inovam. O aumento da produtividade deve passar a ser visto como o resultado adicional do aumento da produtividade pessoal de todos os nodos da rede. O rendimento de uma organização 2.0 somente é possível graças à produtividade das pessoas que a formam a título individual.

    Quais características você acrescentaria, modificaria ou não consideraria? Você conhece alguma organização 2.0? Convido a todos a continuar a conversa nos comentários.

     Jose Miguel Bolivar se formou em Química, e posteriormente em Sociologia, na Universidade Complutense de Madrid; tem um mestrado em Recursos Humanos e Coaching. Atualmente é autor no blog Óptima Infinito,  um espaço colaborativo onde escreve sobre Inovação e Produtividade para um Mundo 2.0 a partir da perspectiva dos indivíduos, das redes e das organizações, onde poderão encontrar o post original.


     

     
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