Actualizações de novembro, 2012 Mostrar/Esconder Comentários | Atalhos de Teclado

  • Marta Carrió 9:00 am em 27/11/2012 Permalink | Responder
    Tags: , , ,   

    O CEO social: um estado mental 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Nota do editor: Hoje queremos apresentar a todos uma nova autora do blog: Marta Carrió. É Doutora em Reputação Corporativa (UPF), possui um Executive MBA de ESADE, um mestrado em Comunicação Social (UPF) e um mestrado em Direção de Marketing (UPF). É técnica em análise de comportamento em redes sociais (COLPIS) e sócia de Plan, uma consultoria especializada na intervenção, análise e gestão da reputação corporativa em ambientes on e offline. Bem-vinda!

    Gosto de seguir e retuitar os posts de Leslie Gaines-Ross, uma renomada RP de Weber Shandwick. Em uma recente publicação no blog, ela divide conosco, e eu assinaria embaixo, o que é ser um CEO “social”. Seus comentários se baseiam em um post que Spencer Rascoff, CEO de Zillow (um dos portais líderes para obter informação sobre casas a venda nos Estados Unidos), publicou no seu blog, no qual argumenta o que para ele significa ser um CEO “social”. Esta é um pequeno fragmento das palavras de Rascoff:

    “Isso me fez refletir sobre o que significa ser um CEO social. Sim, isso significa que posso participar em Twitter, Facebook, Pinterest e, como não, nos meus dois blogs. Mas vai mais além, é um estado mental. Ser CEO social significa que estou sempre acessível – para meus funcionários, nossos anunciantes, nossos parceiros de negócios e nossos usuários.

    Quando Zillow começou a cotizar na bolsa de valores, me preocupava o fato que talvez fosse necessário reduzir nossa “sociabilidade”. Finalmente tomei a decisão de trabalhar pesado para manter uma cultura social na companhia. E foi menos difícil do que esperava. É verdade que existem vários temas que devem ficar fora do “social”: os resultados financeiros, as declarações com vistas ao futuro ou outros temas semelhantes. No entanto, sempre tenho autorização para falar publicamente sobre a empresa e sua estratégia, assim como para participar na discussão e debates sobre Zillow e seu setor. Estou convencido que os diretores gerais que optam por não participar nas redes sociais estão sendo evasivos. Tudo bem que não queiram usar os meios sociais. Mas depois não podem culpar os advogados pelas consequências derivadas desta atitude”.

    Como bem menciona Gaines-Ross e o próprio Rascoff, ser um CEO “social” é um estado mental, um estado mental próprio dos diretivos que entendem que arriscar a reputação está quase sempre diretamente relacionado com as decisões estratégicas tomadas pelas organizações. E, definitivamente, que é a direção o responsável final por manter e proteger a reputação da companhia.

     
  • Joan Alvares 12:17 pm em 12/03/2012 Permalink | Responder
    Tags: cartões de visita, evento networking,   

    Networking ou not-working? 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos


    Admito que estou um pouco cansado deste termo. “Networking” é uma das palavras mais batidas nos negócios nos dias de hoje.

    Mas apesar de ficar meio desconfiado deste tipo de eventos, durante o último ano participei de dezenas deles, atraído pela curiosidade de resolver uma dúvida que levo comigo há tempos: se estes eventos realmente servem para fazer negócios ou se, como suspeitava, a maioria parece mais uma discoteca de comerciantes, onde a maioria dos participantes vai com a única intenção de buscar clientes e onde, portanto, nascem poucas relações sérias.

    Conselhos como os dois a seguir, saídos da boca de especialistas em networking, me reforçam a segunda teoria:

    1. “Venha carregado de cartões”

    Segundo esta teoria, quanto mais cartões você entrega, maior a possibilidade de gerar negócios. Para fazer isso, você vai tentar falar com o maior número de pessoas, evitando que elas roubem demasiado tempo da sua função de seguir entregando cartões de visita.

    Ao chegar em casa, você colocará todos os cartões recebidos bem ordenados e, antes de jogá-los no lixo, mandará os dados da sua empresa a cada um desses e-mails. Eles vão responder, agradecendo. Você também responderá, agradecendo.

    E de repente vocês terão 20 novas empresas sobrando suas suas respectivas caixas de entrada.

    2. “Venda sua empresa em poucas palavras”

    Em um evento de networking as pessoas não têm tempo a perder. Preventivamente muitos eventos usam o formato das consultas rápidas (speed-dating). Portanto, você deverá aproveitar esse pouco tempo para vender sua empresa ou projeto. Um “você é meu e vou vender-lhe algo”. E quando você passar a palavra a quem lhe estava escutando, ele fará o mesmo com você.

    Na realidade ele só vai escutar o que você tem a dizer para saber o que pode lhe oferecer. E vice-versa.

    Se em algum momento você perceber que ele pode ser um cliente em potencial, você vai tentar impressioná-lo. Ele fará o mesmo. Em seguida, trocam de pares. E começa tudo de novo.

    Acho que o espírito do networking não tem nada a ver com nenhum destes conselhos. Melhorar sua rede de contatos não é aumentá-la em quantidade mas sim melhorar a qualidade. Para fazer contatos, é tão importante  saber falar como saber ouvir. É tão útil encontrar quem possa ajudar a sua empresa como encontrar quem você pode ajudar. Em uma palavra: Valorizar.

    Sugiro um exercício: a próxima vez que alguém lhe estiver explicando seu negócio, pense no melhor contato que você poderia apresentar-lhe.
    Prática 69: Dê o mesmo que espera receber.


    Joan Alvares é sócio-diretor da Poko e professor do Instituto Europeu de Desing.

     

     
  • Juan Manuel Rodríguez 10:36 am em 08/03/2012 Permalink | Responder
    Tags: , , livro, , motivulario, pensamentos positivos   

    Entrevista: “Motivulario: o Vocabulário da Motivação” 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    MotivularioNo ZyncroBlog hoje vamos entrevistar María Graciani García, autora do libro “Motivulario” que será publicado no próximo dia 23 de abril (Empresa Activa).

    Maria é uma jovem jornalista de Sevilha especializada na gestão de Recursos Humanos com enfoque nas áreas de Seleção, Formação, Comunicação Corporativa e Coaching de Executivos.

    María quis partilhar conosco suas reflexões sobre a importância de um vocabulário positivo para a nossa própria motivação  e para contagiar o entusiasmo nos que estão ao nosso redor.

    No seu livro, e a partir de agora no seu blog, todos nós podemos aprofundar muito mais sobre essa ideia.

    O que é o Motivulario e como nasceu?

    É uma palavra que inventei, significa ” Vocabulário da Motivação”. A ideia de escrever um livro é de quando eu tinha 11 anos, quando eu disse a mim mesma “Você vai ser escritora”, mas a ideia do Motivulario nasceu mais recentemente, de um experiência profissional própria em que a motivação teve um papel muito importante.

    O que ocorreu exatamente?

    Trabalhei 7 meses como técnica de Recursos Humanos em uma empresa de mineração, e já nos primeiros dias comecei a fazer algo que teve um impacto muito positivo no resto da empresa. Cada dia chegava 1 hora antes ao trabalho e enviava um e-mail ao meus companheiros, chamado ” Felicidade Matinal”, sempre cheio de pensamentos positivos.

    Quem recebia esses e-mails?

    No princípio eram só 4 ou 5 pessoas, mas logo começou a expandir-se e o número de pessoas que recebiam passou para 65, incluído o Diretor Executivo. As pessoas inclusive o reenviavam a seus amigos e familiares. Um dia entrou um novo estagiário, veio diretamente me perguntar se eu era responsável da “Felicidade Matinal”, e fiquei sabendo que os diretores da empresa também liam meus e-mails às segundas de manhã… antes dos e-mails de trabalho.

    E essa onda de pensamentos positivos tinha impacto no dia a dia indo além dos e-mails em si?

    Não eram simplesmente e-mails…Uma sexta-feira ao mês eu levava bolo, e os chamava de ” Sextas Doces”. Todo o mundo estava convidado a passar e pegar um ” pedaço da manhã doce”. Ao redor desse bolo surgiam conversas espontâneas entre companheiros que trocavam opiniões sobre diversos temas e que talvez não tivessem muita oportunidade de falar diretamente no dia a dia.

    Melhorou também o clima do trabalho?

    Onde antes havia muitos altos e baixos no nível de “energia” dos colegas, com o passar das semanas este nível se tornou maior e mais estável, graças ao bom ambiente que foi sendo gerado. Diria que passamos de oscilações entre 50% e 100%, a um 80% mais estável. Gerou-se um ambiente de confiança, entusiasmo e constância.

    A Zyncro publicou o primeiro “Manual de boas práticas em redes sociais corporativas“. Que relação vê entre o “Motivulario” e a mudança organizacional que a Zyncro promove através do uso de uma rede social corporativa?

    Estou convencida de que o vocabulário positivo ao final impregna tudo, e funciona sempre, independentemente do meio em que se use. Se usar uma rede social privada pode favorecer a comunicação e ajudar a formar virtualmente essas conversas espontâneas que se formam com as ” Sextas Doces”, e o vocabulário utilizado for positivo, influenciará na motivação, e indiretamente também nos resultados.

    Dar liberdade sempre acarreta algum risco, mas considero que os benefícios superam amplamente os poucos riscos que possam haver. O diálogo sempre é bom, favorece a empatia, aproxima, etc.

    O livro propõe uma série de palavras que fazem a função de lembretes, como “Persona”, “Reto”, “Conde”… O que significam?

    Persona” significa “PERSpectiva Otimista por NAtureza”, “Reto”, “REsponsabilidade TOtal”, “conde” quer dizer “CONquistador De Entusiasmo”… mas tem mais. “ECO” se refere ao que comentávamos antes: “Entusiasmo, Confiança e COnstância”, “Crici” é “CRiar as CIrcunstâncias”, “TOMA” é um “TOque MÁgico”… São expressões que nos ajudam a ter sempre em mente esses pensamentos positivos.

    Como acha que os conceitos que explica no livro poderiam ser seguidos dentro de uma Rede Social Corporativa?

    Bom, acho que uma boa ideia seria criar, nesta plataforma, grupos como por exemplo um clube de “Condes”, ou de “Retos”… onde as pessoas pudessem transmitir esses pensamentos positivos e reforçar seus membros de forma mais constante. Também poderá ser uma boa ideia criar um grupo para mostrar exemplos concretos onde o Motivulario tenha demonstrado sua utilidade tangível.

    Tomamos nota! 😉
     

    Quer gerar um clima legal na sua organização?

    Descarregue nosso “Manual de boas práticas em redes sociais corporativas” e comece a utilizar o Motivulario!

     
  • Patricia Fernandez Carrelo 9:48 am em 06/03/2012 Permalink | Responder
    Tags: , , , trabalhador,   

    O Klout da contribuição empresarial. Novo Whitepaper da Zyncro 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos.

    Cómo valorar la aportación de un trabajador a la empresa [Whitepaper]
    Atualmente todos compartilhamos, comunicamos, geramos conhecimento, criamos redes… tanto fora como dentro de nossas empresas.Poder avaliar essas contribuições no meio profissional é um avanço tanto conceitual como metológico com claros beneficios de negocio. 

    Assim, a partir da Zyncro criamos o primeiro manual a respeito:

    “Como avaliar a contribuição de um trabalhador a empresa em sua Rede Social Corporativa”

    Este whitepaper tem sido desenvolvido a partir da experiência adquirida na implementação da Zyncroapp: Painel de Estatísticas Pessoais.

    Graças a evolução da tecnologia 2.0 e sua adaptação ao mundo empresarial por meio da implementação das Redes Sociais Corporativas, como a Zyncro, agora podemos dispor de um lugar centralizado em que se armazena todo o conhecimento da empresa e quantificar a contribuição de cada funcionário em função de indicadores concretos.

    O “Klout da contribuição empresarial” define os KPls de contribuição do meio profissional e estabelecer diferentes graus de liderança e participação ao modelo da Escada de Forrester:

    • Seguidor: com uma participação “reativa” nos processos de contribuição empresarial
    • Participante: participação e iniciativas alíneas e esporádicas no grupo, com pouca interação por parte de seus contatos.
    • Sociável: nível médio de participação, regular mas com pouca repercussão a nível de organização
    • Futuro líder: candidato a converter em líder da organização pela contribuição de conteúdos e a resposta de seus contatos
    • Líder: líder de opinião e conhecimento por suas contribuições, valores, relações e interações com o resto da organização.

    Com este manual descobrirá:

    • Como se expressar atualmente no conhecimento de uma empresa
    • Os KPls da contribuição empresarial, que são, como se calculam e para que serve:
    • Liderança
    • Conhecimento
    • Rede ativa de contatos
    • Que ações podem realizar com esta informação

    Este manual é destinado a Equipes de Diretores, departamentos de Recursos Humanos, Comunicação interna e Marketing. Espalhe a noticia entre toda a equipe administrativa de sua organização.

    Baixe já nosso manual e comece uma nova etapa na gestão das contribuições de seus funcionários!

     
  • Patricia Fernandez Carrelo 10:00 am em 16/02/2012 Permalink | Responder
    Tags: cms, Corporate Activity Stream, , sistema de informação   

    Os benefícios do Activity Stream nos sistemas de informação das empresas 

    Tempo estimado de leitura: 6 minutos

    Há algumas semanas apresentamos o último infográfico da Zyncro sobre o conceito de Corporate Activity Stream, a evolução do microblogging empresarial que abrange todos os fluxos de informação da empresa.

    Depois da leitura do artigo de Software Advice sobre os Benefícios do Activity Stream nas Interfaces de usuário do Software Industrial de Derek Singleton (obrigada Derek, por compartilhar com a Zyncro), gostaríamos de voltar a falar deste conceito e revisar seus benefícios em uma área tão árida como a do software industrial, assim como nos sistemas empresariais de gestão de conteúdos (CMS) e de dados de clientes (CRM).

    O Activity Stream no Software Industrial

    O que acontece quando o Activity Stream também se integra ao Software Industrial? A resposta para Derek Singleton parece bem clara:

    Os fluxos de atividade ou Activity Stream permitem uma produção mais ágil

    O problema da demora de informação é, sem dúvida, uma batalha importante na industria e é especialmente grave, no caso dos fabricantes que operam em Just in Time. Saber qual é a situação de uma ordem de compra ou da lista de materiais para um determinado produto e em tempo real, é muito mais eficiente graças às possibilidades de seguir o Activity Stream correspondente ao produto ou projeto em que você trabalha. Para Singleton, o resultado final da integração do Activity Stream no Software industrial é que as equipes de fabricação podem interagir em tempo real, tanto em projetos, como em pedidos. Como isso é possível?

    Automatizando a atualização da informação de maneira que o funcionário lembre o estado de seu projeto atual e também dos futuros, melhorando assim seu planejamento.

    Os funcionários compartilham a sua informação com todos e isto, por sua vez, gera um conhecimento de valor para o planejamento de toda a organização.

    Modificação de prioridades. Manter os trabalhadores permanentemente informados das prioridades de ação em cada momento e modificá-las também em tempo real, se assim solicitam os clientes, melhorando muitíssimo a capacidade de resposta da indústria.

    E consegue fabricantes muito mais eficientes

    O Activity Stream na Gestão documental e de conteúdos

    Dentro dos sistemas de CMS, possuir um espaço usável e dinâmico onde realizar um acompanhamento dos fluxos de informação ou Activity Stream é também uma vantagem. Ser capaz de fazer comentários ou avaliar as ações com os arquivos ou os processos documentais faz com que esses sistemas se transformem em ambientes dinâmicos, mais sintonizados com a realidade atual da empresa, alimenta as ações colaborativas, que melhoram os resultados e humanizam os fluxos automatizados, convertendo-os em ações reais de cada companhia.

    As atualizações de dados ou documentos tornam-se um processo integrado, envolvendo as partes interessadas de cada organização, fazendo o ambiente ser mais usável e, ao mesmo tempo, mais usado pelos funcionários.

    Acrescentar um “curtir” ou comentar a criação de um documento aumenta a motivação, impulsa o crowdsoucirng dentro da empresa e a construção bottom-up e colaborativa do conhecimento nas organizações.

    O Activity Stream nos sistemas de CRM

    Por ultimo, um ambiente onde dispor de fluxos de informação é, sem dúvida, o CRM. A interação ou a troca de informação entre comerciais, suporte ou pré-vendas em relação aos dados dos clientes ou dos clientes potenciais melhora os processos de venda e atendimento ao cliente de modo exponencial. Uma boa prova disso é a tendência de socialização que estão experimentando atualmente grandes sistemas de CRM.

    O Activity Stream é uma realidade em nossos e-mails, nossas trocas de informação corporativa e nossos grupos de trabalho, mas de maneira desordenada. Agora começa a ser também em nossos sistemas tecnológicos dentro de meios bem estruturados, usáveis e acessíveis. É a evolução natural para a gestão profissional da massa de informação que inunda atualmente nossas companhias.

    Zyncro possibilita estruturar seus fluxos de informação graças à sua capacidade de se transformar em camada social e colaborativa de todos os seus ambientes tecnológicos.

    Teste agora as suas vantagens!

     

     
  • Joan Alvares 11:34 am em 13/02/2012 Permalink | Responder
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    O mundo precisa de mais porcos… (por Joan Alvares) 

    Tempo de leitura: 4 minutos

    Qual é a diferença entre trabalho e compromisso? Os ovos e o bacon: a galinha trabalha, mas o porco se compromete. Essa é uma das frases mais gráficas que conhecemos para buscar pessoas para uma empresa ou projeto. Pessoas que almejam alem do salário,  ou taxas, devem almejar a desfrutar. Assim são os que não desfrutam do trabalho, talvez  devem pensar em mudar de trabalho. Sei que é fácil de dizer, mas aqui vão 3 razões para isso:

    1. Vai passar um terço da sua vida trabalhando: É importante lembrar antes de alugar  seu tempo fazendo um trabalho que você não goste, ou de criar sua própria empresa em algo que não interessa só porque acha que vai te dar muito dinheiro com isso. Um trabalho não é para sofrer ou para resistir, sim uma oportunidade para crescer pessoalmente e profissionalmente. Mas o dinheiro é uma moeda má quando deixar de trabalhar para viver e começar a  viver para trabalhar. Quantas pessoas trabalham onze meses com a única intenção de se livrar do ultimo mês, viajando o máximo possível que sua conta corrente permitir. Lembro-me que meu avô dizia que crescer é descobrir que os recursos mais valiosos que temos ( tempo e saúde) não se podem comprar ou guardar, mas desfrutar dos momentos.

    2. Trabalhar dignifica… e especialmente se você gosta. Ha quem pense que desfrutar do trabalho é um mito só ao alcance de artistas ou jogadores de futebol, ou aqueles poucos sortudos que recebem uma fortuna para fazer o que amam e que, quando são substituído, ou quando o seu patrão / treinador o despede, descontente deixam o banco.  Conheço de desingners a engenheiro, sapateiro ou cozinheiro que gostam de seu trabalho. Nem todos eram profissionais excelentes, muito menos milionários, mas estou certo que nenhum deles conhece a síndrome pós ferias ou a ‘ febre do domingo a noite’.

    3. É impossível ser o melhor em algo que não goste. O mundo esta cheio de bons profissionais, e ainda necessitam de mais profissionais excelentes. Gente que luta diariamente para melhorar a aspiração e tentar amenizar o que ele faz. A busca do sucesso, não é como uma reunião em que tem que chegar, mas sim como um caminho a percorre. Seguindo com o futebol, o melhor exemplo do que digo é um jogador de futebol excelente porque gosta muito de futebol. E poderíamos citar muitos outros gênios, desde Ferran Adrià a Martin Scorsesse. Todo mundo tem algo em comum além do seu talento: a paixão que transmitem pelo seu trabalho. Como dizia Walt Disney: ” encontre um trabalho que ame e não vai trabalhar o resto da sua  vida.”

    *Joan é socio-fundador de Poko e professor do instituto Europeu de Design.

     
  • Gorka Zumeta 1:34 pm em 09/02/2012 Permalink | Responder
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    A comunicação Interna, chave para o sucesso empresarial. 

    tempo de leitura: 10 minutos

    Nota do Editor: Hoje na ZyncroBlog compartilhamos com vocês um magnifico artigo de Gorka Zumeta, e lhe agradecemos muito que nos tenha permitido reproduzir na íntegra. Como sabes, na Zyncro trabalhamos cada dia para fornecer ferramentas que facilitem uma comunicação interna que flua muito melhor.

    Gorka Zumeta tem licenciatura em Ciência da informática pela Universidade de Navarra, PDD pela IESE Business School, e desenvolveu seu trabalho profissional principalmente na Cadena SER. É especialista em comunicação Corporativa (interna/externa) e serve como professor de comunicação na escola de marketing ESIC e como professor de radio na CES, ambas em Madrid.

    Neste post, publicado em seu blog, Gorka nos fala a fundo sobre a importância da comunicação interna como chave para o sucesso empresarial. Agradecemos muito a Gorka que nos tenha permitido reproduzi-lo na integra, logo abaixo.

    “A comunicação interna, chave para o sucesso  empresarial”

    Comunicación Interna

    O titulo já contem em si mesmo uma intenção clara: apostar nesta ferramenta para alcançar conquistas notáveis dos objetivos da companhia. Uma manchete que necessita no começo invariavelmente associada a um outro conceito que os empregadores tem dificuldade  para assimilar: a comunicação em geral, a interna e a externa em particular, nunca podem indentificar-se com “custo”; mas pelo contrario, com “investimento”.

    As companhias tem que investir em matéria prima, a tecnologia, o consumo energético sustentável, mas a parte fundamental, para que todos funcionem melhor, é a comunicação interna.Não é só o melhor investimento, sobre tudo é o Primeiro.

    Se fala agora, nas teorias modernas, da Comunicação Interna 2.0, baseada em uma grande parte dos instrumentos que o novo meio tecnológico põe a nossa disposição, com um papel especial dos novos canais de comunicação pessoal.

    Os responsáveis pela Comunicação interna, assim, se vem e vai marcando a evolução tecnológica que certamente, não para de avançar.

    E é certo, não vou afirmar o contrario, que estas ferramentas favorecem a comunicação e, se fizer uso adequado delas, podem alcançar uma maior eficiência neste processo estabelecido entre a companhia e seus trabalhadores.

    Objetivos e estratégias da Comunicação Interna

    O objetivo principal da Comunicação Interna em qualquer companhia, independentemente de seu tamanho, persegue a criação de uma cultura corporativa, promovendo um orgulho de prioridades da empresa e portanto um maior investimento do trabalhador com os objetivos da companhia. No geral, se trata de motivar os trabalhadores, algo que, incidentalmente, só pode ser de cima para baixo, nunca o inverso.

    Para desenvolver estes objetivos, a comunicação interna utiliza diversas estratégias que tendem para o mesmo destino:

    • Fazer mais para conciliar a vida profissional da pessoal
    • Promover a retenção de talentos, estimulando o trabalho em equipe
    • Economia através de uma melhor gestão dos recursos
    • Melhorar a imagem publica da companhia
    • Gerenciar o conhecimento
    • Apoiar a livre circulação de informação sobre o processo da empresa.

    A comunicação interna, creio que é de sentido comum, ajuda a reduzir a insegurança e a prevenir os temidos ‘rumores’, um dos principais inimigos de qualquer empresa.

    Em todos os manuais sobre ‘Comunicação interna’ se citam como realização conceitos como a ‘missão da companhia’ , ou ‘ a lealdade do empregado‘, identificando este como o ‘ cliente interno’.

    Ou seja, segundo esta teoria, a empresa não só quer vender seus produtos ao exterior, mas também vende-los a sua própria equipe.

    Logo analisaremos este aspecto tão delicado.

    Temos passado por aqui as linhas principais da teoria marcada pela Comunicação Interna. Mas qual é o real meio em que se movem as empresas neste campo hoje em dia?

    Lamentavelmente, a crise esta provocando o desaparecimento de milhões de pymes e a reorganização de modelos nas grandes companhias, o que em muitos casos se traduz em ERE’s em massa.

    Não se trata  do melhor contexto para pedir motivações, fidelidades, identificações, etc., ao trabalhador com respeito a sua empresa.

    Comunicação Interna em crise

    As circunstancias que vive o mundo das empresas, imersas em anos de rescisão e crises, obrigam a mudar os parâmetros com que se movem em sua relação com os empregados. Neste contexto é fatal  a ausência de informação.

    O silencio não faz mais que alimentar os rumores e com isto se gera medo, a pior sensação que deve ter em uma companhia. Caso tenha medo, instabilidade, incerteza, insegurança é mais que provável que acelere o processo de encerramento.

    Portanto, o primeiro objetivo é manter a qualquer custo informações sobre o andamento dos negócios, é o sustento da empresa.

    Mas o fato de que flua a informação, não supõe automaticamente que exista uma boa comunicação. Esta inclui outros fatores, mas alem da pura transmissão de dados.

    acuerdoA Comunicação Interna 2.0 está comprometido em uma situação de crise. Não é suficiente recorrer a esta nova formula tecnológica para tranquilizar os trabalhadores de uma empresa cuja a sobrevivência esta por um fio. 

    Nenhum funcionário vai navegar na internet para lhe dar a má notícia de que o mês que vem irá se juntar as filas dos desempregados. E que mais de um foi relatado para ser demitido por e-mail ( ou por Fax).

    Estes casos deveriam ser expostos em praça publica para escárnio de quem os comete e demonstra sua absoluta falta não só de profissionalidade em seu cargo diretor, mas sua mínima condição humana ao tratar seus semelhantes.

    O caso Spanair

    Em uma recente interrupção de atividades da companhia aérea Spanair, que recebeu ajuda econômica do Ajuntamento de Barcelona e do Governo de Catalunya, se aprecia, desde fora, uma falta absoluta de transparência interna.

    A falta de recursos da companhia era vox pópuli, mas nada podia prever um final tão apressado e eminente. Os diretores – com o empresário Ferran Soriano a frente – reconheceram que suspenderam os vôos ‘de segurança’, porque os trabalhadores “estavam nervosos”. Um sintoma determinante da falta de uma politica de Comunicação Interna eficaz.

    Como não iriam estar nervosos se o salvador da companhia, Qatar Airways, anunciou finalmente que não entraria como sócio na Spanair!A delicada situação financeira que atravessava a companhia aérea catalana, com dívidas de mais de 300 milhões de euros, sem linhas de credito e com vias publicas ( Governo) esgotados, o havia conduzido a falta de dinheiro para comprar estoques de combustível.

    Neste contexto, se fazia impresindivel não só a informação, mas a comunicação fluida entre direção e comitê da empresa.

    Talvez a situação da Spanair era já irreversível e não cabia outra saída do que encerrar, mas igualmente é certo que seu principal gestor, Ferrán Soriano, ao que se atribui um saldo inicial de 600.000 euros, reduzido logo para a metade para poder combinar esta responsabilidade com o resto da sua rede de empresas ( ou seja, 300.000 euros por sua dedicação parcial),  observaram o declínio no faturamento da empresa muito antes do dia 28 de janeiro em que decidiu parar de trabalhar.

     

    O progresso descendente de entrada e a falta de competitividade da empresa requeriam medidas de  ajuste muito antes, por não falar da falta de controle exercido pelos administradores catalanos sobre a ajuda econômica concedida a Spanair.

    A atividade econômica da Spanair se havia deteriorado muito antes de janeiro, é de agosto de 2011, com toda segurança . E inclusive antes. Mas os trabalhadores precisavam de informações fidedignas dos progressos de sua empresa, viviam e trabalhavam na ignorância, fora a evolução da conta de resultados e, portanto, do seu futuro. Como poderiam ter corrigido esse conflito?

    Não há regras infalíveis, logo; mas considero que a comunicação interna – inexistente neste caso tão flagrante – era, modestamente, uma de suas chaves de sucesso. Não estava e nem se esperava, e se não estava, era completamente quimérica.

    O exemplo dos pequenos

    Em ultima estância, a Comunicação Interna é o salva-vida para sobrevivência da empresa.

    Sem citar nomes, vou me referir a dois casos que eu conheço diretos das PME que operam em Euskadi, cuja base industrial tornou a crise menos violenta do que no resto do estado.

    Em ambos os casos, a Comunicação Interna – e não a comunicação interna 2.0, com todo meu respeito – que sua atividade continue, apesar de ter sido diretamente ameaçada de fechar.

    Em um caso eram dez operários mas o gerente e o administrador, irmãos; e em outro quatro trabalhadores e o proprietário, que também trabalhava com eles. Os dois exemplos retirados do setor da maquina-ferramenta, a comunicação entre todos era fluida.

    Sem chegar a forjar grandes amizades entre eles, a relação no caso da segunda empresa, o ambiente mais familiar, excedeu em muito a frieza do empregador-trabalhador.

    Dada a queda na renda, todos, empresários e trabalhadores se puseram de acordo para reduzir seus salários, de acordo com a conta de resultados. A decisão foi tomada com os valores a frente.

    Foi a vontade de continuar por parte de todos e a decisão se tomou de maneira unânime. Em ambos os casos, a decisão foi correta porque em ambos o exemplo da situação, graças ao mercado internacional onde são introduzidos, lhe permitiram recuperar posições.

    “Em casa de ferreiro, espeto de pau”

    As empresas cujo objetivo corporativo se desenvolve dentro do âmbito da comunicação deveriam, por simples coerência, praticar a comunicação em casa.Confidencial

    Mas, longe de cumprir com este desiderato, exercem e alimentam o rumor e a desinformação.

    Os ‘Confidenciais’, que preenche a internet com suas noticias – algumas interessadas,outras intoxicadas – cumprem com o papel de intranet em muitas companhias periodisticas. Seus empregados lhe conferem a credibilidade que não são capazes de ganhar seus direitos.

    Para piorar a situação, em algumas empresas, a veracidade de algumas destas noticias apontam que suas fontes pertencem ao staff de algumas companhias, pelo o nível de informação que manejam. Me consta que em algumas empresas se busca o topo, ou topos, e em outras já descobriram.

    Mover-se nesta estratégia é, sem duvida, o maior erro em que pode incorrer uma companhia. E assim seu objetivo é, precisamente, a comunicação. Muitas vezes, as paginas de jornais dedicado a esta seção ‘Comunicação’, mantém um duplo objetivo: louvar e elogiar as próprias ações e atacar contra o funcionamento da concorrência.

    Basta observar, por exemplo, as paginas dedicadas ao El País e El Mundo e vice e versa. O ataque não só prejudica um ao outro, mas, por extensão, ao prestigio e a credibilidade de toda a profissão.

    Comunicación

    A comunicação Interna, imprescindível em tempos de crise

    Uma coisa é a teoria outra é como se aplica na pratica. A politica de gestos, de um e outro, empresários e trabalhadores, implica na aceitação conjunta de um contexto adverso e a resposta unívoco ao desafio.

    Um empresário não pode fazer alarde de sua posição econômica, exibição publica na janela, quando a companhia que dirige atravessa uma má situação financeira.

    Ao mesmo tempo, não se pode pedir fidelidade quando a empresa decide aplicar um ERE não para garantir sua sobrevivência, senão para manter sua margem de beneficios. De igual forma, os trabalhadores não podem responder com um ataque galopante a intransigência da direção da empresa.

    A crise esta obrigando as partes a entender-se. A situação – a sobrevivencia- lhe condena a por-se de acordo. Mas se não há comunicação, se não há informação, o caminho do entendimento se apresenta como caso impossível. É certo que o tamanho da empresa pode condicionar o progresso da política de Comunicação Interna.

    Pode resultar, a primeira vista, mais fácil estar de acordo com uns poucos que fazem quando as partes somam a vários centos, ou milhares de trabalhadores. Mas há o conhecimento e o dom de oportunidade para os sócios. As vezes, em seu estagio mais básico, a Comunicação Interna se reduz a falar e a entender. Não lhe damos muitas mais voltas.

     
  • Marta Zaragoza 10:17 am em 27/01/2012 Permalink | Responder
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    As regras de ouro para empreender na vida 

    Tempo de leitura: 5 minutos

    Fiz minha estréia na ZyncroBlog mostrando minha opinião sobre o que representa a iniciativa empreendedora em um sentido amplo . Desse modo, incentivava-os a empreender e realizar todas as iniciativas possíveis através de um caminho de aprendizagem constante que os permitam desenvolver novas e melhores capacidades.

    Recuperando a comparação que fizemos do caminho empreendedor com o jogo do ganso, hoje eu vou oferecer algumas das regras de ouro a levar em conta para poder cobrir todo o tabuleiro e conseguir sua missão e visão.

    Regras básicas que respondem os fatores que influenciam qualquer iniciativa empreendedora:

    Primeiro, a competência que temos e representam um conjunto integrado de conhecimentos, habilidades, aptidões e atitudes que colocam em jogo em qualquer situação ou atividade.

    Precisamos identificar todo o nosso capital de competência!

    O capital adquirido tanto em áreas formais como informais. O objetivo é projetar um plano de melhoria para nos ajudar a alcançar nossos objetivos, mas ser suficientemente inspirado e motivado para continuar a desenvolver as nossas competências profissionais e empresariais.

    Segundo lugar, os valores e crenças que nos limitam ou constituem uma barreira para as nossas iniciativas de negócios, algumas por conta própria outras impostas pelo meio.

    Assim, em favor do conforto e da qualidade de vida entendida como o nível de bens e serviços capazes de adquirir e consumir, temos adotado alguns comportamentos e atitudes caracterizadas por:

    • Almejar um sucesso estereotipado que nos impede qualquer iniciativa que implique em ir ao encontro de nossa própria concepção de sucesso;
    • Considerar que um emprego para toda a vida é a melhor opção para lidar;
    • Crer que em um emprego não nos pague para pensar e muito menos para propor e até realizar nossas próprias iniciativas:

    Ser verdadeiros/as interempreendedores/as!

    • Ou simplesmente escapar de todas as situações que coloquem risco e fracasso, renunciando assim o único fator na vida que implica em um autentico aprendizado.

    Todas estas crenças têm sido alimentadas, entre outros, por uma cultura corporativa hierárquica, autoritária e com um modelo de gestão de “recursos humanos” que precisamente não levou em conta que esses recursos eram “pessoas”.

    Pessoas com competências extraordinárias à espera de serem descobertas.

    E, também, dispostas a serem habilitadas para contribuir para o bom funcionamento das próprias empresas, com autonomia, iniciativa e criatividade.

    Em terceiro lugar, também cabe falar sobre o alinhamento com o ambiente. Isto envolve a capacidade de identificar e analisar todas as informações provenientes dos meios, econômicos, sócio-culturais, político, tecnológico, ambiental, etc. Com o fim de prever as ameaças e planejar medidas, bem como aproveitar oportunidades.

     

    Qualquer iniciativa de sucesso e com visão de futuro teria que garantir o bem-estar de todas as pessoas e cuidar do meio ambiente.

     

    Finalmente, e não menos importante, a cooperação e o trabalho em rede. Trabalhar em equipe com todos os interessados ​​e os capazes de iniciar projetos em conjunto, em todas as áreas. Certamente aqui o papel das Redes Sociais Corporativas para empresas, como a Zyncro é a chave que permite uma ótima gestão do conhecimento da empresa, facilitando a cooperação dentro e entre suas equipes.

    Para concluir, acredito sinceramente que o mais interessante e emocionante do caminho, não é chegar ao fim, mas poder desenvolver nossas habilidadescompartilhar sucessos obtidos , que estejam em sintonia com os nossos próprios valorescom o ambiente.

     

     
  • Patricia Fernandez Carrelo 2:25 pm em 26/01/2012 Permalink | Responder
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    O Hotel 2.0: A gestão hoteleira hiperconectada 

    Tempo de leitura: 5 minutos

    Na sequência da publicação da infografia da ” Empresa 2.0 ” apresentaremos o ” Hotel 2.0 “. Uma representação gráfica da gerência do hotel a partir da perspectiva de integração , a hiperconexão e as tendências sociais .

    O “Hotel 2.0” é aquele em que:

    • Os departamentos se comunicam entre si de forma harmoniosa e transversal
    • A tecnologia é integrada e os sistemas interligados:
    • CMS : Para Gerenciamento de Conteúdo específico
    • PMS : para o gerenciamento de todos os recursos  hoteleiros
    • BI : Para obter  estatística de negócio
    • Se considera todas as informações sociais fora do hotel e que vem de:
    • Redes sociais
    • Canais  multimídias
    • Gestão de opiniões e reservas
    • Comparadores e mecanismos de metabusca
    • Realiza-se um gerenciamento centralizado e eficiente dos processos

    Tudo isso através de uma rede integrada que permite esta hiperconexão total: Sua Rede Social Corporativa como a Zyncro .

    Quer provar dos benefícios de negócios da incorporação da tecnologia 2.0 em seu hotel?

    Como sempre se desejar, você pode distribuir nossa infográfia baixando-as no seguinte zlink.

     
  • William Trout 11:32 am em 13/01/2012 Permalink | Responder
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    10 dicas indispensáveis para a comunicação interna 

    Tempo de leitura: 5 minutos

    Nota do Editor: William Trout fez um resumo em 10 breves dicas as chaves para uma comunicação interna bem sucedida e queria compartilhar conosco na # ZyncroBlog . Como diretor de comunicação interna da BBVA Compass en EE. UU, é especializado em processos de comunicação de liderança com o objetivo de aumentar market share, aumentar o valor da marca e alinhar objetivos de todas as pessoas que fazem um ecossistema de negócios.

    Aqui deixmoas o seu conselho para articular uma estratégia também em Redes Sociais Corporativas que conhecemos através do blog Formanchuk  e Associados .

    Obrigado William e Alexandre!

     

    1. Use seu CEO. Nenhuma voz fala tão alto como a do seu CEO. Leve-o juntamente com outros líderes para reuniões. Na BBVA Compass, temos tido sucesso com as ‘Reuniões de Cafezinho’ – nossas sessões de bate-papo (onde grupos selecionados a partir do pessoal da linha de frente se reunem durante um café com o CEO), que aproveita para enviar todos os podcasts para todos os funcionários.

    2. Considere a opnião dos Funcionários. As comunicações internas de muitas empresas se leem como notas corporativa. Abandone o tom de “voz de Deus”  na sua intranet e em outros canais e deixe que as histórias de seus empregados se destaquem neles. Na BBVA Compass, o depoimento de funcionários (em vídeo ou impresso) estão sempre entre o conteúdo mais visitado .

    3. Comprometa-se com uma comunicação bidirecional. Oferecer aos funcionários uma voz faz com que eles queiram comentar o assunto, diretamente ou através da plataforma da comunidade. É preciso ser engenhoso: na BBVA Compass, a nossa plataforma de intranet de 10 anos de idade não permite que tenham duas vias do diálogo, mas quando lançamos uma plataforma de vídeo independente hospedado em servidores externos, nos certificamos de incluir uma função de ‘comentários‘ .

    4. Reforce o seu “Employee Value Proposition” (Proposta de Valia dos Funcionários). O EVP é o ‘acordo’ entre a empresa e os funcionários, e precisa ser muito mais convincente do que um salário, benefícios e condições de trabalho. Deve cobrir o modo como o funcionário vê a sua empresa (por exemplo, um pioneiro em uma indústria em crescimento contra outro que cai do penhasco) e seus interesses pessoais no sucesso do seu negócio. Na BBVA Compass, os resultados mais recentes de uma pesquisa com funcionários (90% dizem que eles entendem como seus papéis se encaixam na direcção estratégica global do banco) sugerem que temos sido capazes de articular um EVP sólido que enfatiza o desenvolvimento pessoal e profissional de cada funcionário.

    5. Trabalhe para integrar uma cultura de comunicação na sua empresa. Na BBVA Compass, nós gostamos de dizer que a “comunicação” não pertence ao departamento das Comunicações. Além disso, todo mundo é um comunicador . Para reforçar este conceito, nós estabelecemos a Comunicadores Network, um grupo de pessoas em médio-alto nível de todo o banco. Estes entusiastas de comunicação se reúnem mensalmente e ajudam a eliminar os buracos negros de dentro da organização, dando a chave para que os projetos de comunicação interna alcancem o resultado planejado, e fornece suporte aos gerentes de linha em seus esforços de comunicação em cascata.

    6. Construa a sua marca internamente. Os funcionários são seus melhores embaixadores, e as percepções internas devem refletir o que você está dizendo para o mundo. Nós temos feito uso de nossa promessa de marca de “soluções contruídas sob medida” com grande efeito dentro da organização. Como dissemos, temos programas de benefícios flexíveis e políticas favoráveis ​​aos trabalhadores e trabalhamos duramente para explicar o conceito e posicionamento estratégico através da nova marca para os funcionários. Até mesmo colocar os canais de comunicação individuais (como a telefonia VoIP segmentada) baseada em torno das necessidades de grupos específicos de funcionários. O resultado: um número de empregado ‘vivendo a marca’.

    7. Medição, medição, medição. As taxas de visitas e tempo gasto em páginas Web e outros canais digitais são apenas uma parte. Trabalhar com sua equipe de pesquisa de mercado para criar uma pesquisa para empregados requer indicadores trimestrais da lembrança das mensagens, o sentimento de união com os funcionários da empresa, e assim por diante. Você saberá que está fazendo um bom trabalho se você acompanhar estas tendências. Compartilhe essas tendências com colegas e superiores e eles vão saber também.

    8. Envolva os gerentes e diretores. Os líderes da empresa podem ser uma chave para obter informações ou uma fonte de inspiração para suas equipes. Comece por fazê-los trabalhar com a comunicação. Apesar de aparentemente óbvio, você pode se surpreender com o grau de insatisfação que eles podem lhe informar, com o cinismo ou simplesmente com a comunicação claramente incômoda na tarefa de envolver seus respectivos grupos. Dê a esse grupo a mensagens-chave e outras ferramentas para dar-lhes a confiança necessária para realmente envolver os funcionários.

    9. Reinvente a tentativa e  o erro. Uma pesquisa de funcionários (ou até mesmo informações anedóticas) podem ajudar a avaliar quais de seus canais são mais eficazes. Reinvente aqueles deixados para trás. Se você estiver usando uma estrutura em cascata para as comunicações importantes, adapte-as ao século 21. Uma cascata híbrida que incorpora reuniões presenciais, vídeos e e-mail de comunicação pode ser muito eficaz. Considere o impacto que as novas tecnologias podem trazer para os canais tradicionais. Tivemos uma grande resposta à explosão de telefonia VoIP segmentada. Mais de um empregado caiu da cadeira surpreso ao pegar o telefone e ouvir a voz “ao vivo” do CEO.

    10. Venda-se . Posicionar-se a si mesmo como um agente de mudança dentro da sua organização é uma das coisas mais importantes que você pode fazer como líder em comunicações internas. Compartilhe o que você e seu departamento  pode fazer. Você vai ter uma noção de como as pessoas percebem seu trabalho (se pensam que seu trabalho é “enviar comunicados”, então você tem de melhorar muito) e irá aumentar e fortalecer suas fontes.

    E se você acha que pode incluir algumas dicas a mais, não deixe de comentar sobre esse post !

     

     
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