Actualizações de março, 2012 Mostrar/Esconder Comentários | Atalhos de Teclado

  • Yolanda Torres 11:18 am em 30/03/2012 Permalink | Responder
    Tags: , , humanizar, lovemark,   

    Humanizar a sua marca, a chave do sucesso 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Marca, fale comigo, me ame, faça eu me sentir importante!

    Bom dia a tod@s. Os que me seguem já conhecem um pouco minhas preocupações: Tento mostrar de alguma forma ou outra as tendências e as atuais linhas transparentes entre marca/empresa, sempre a partir de uma perspectiva digital e inovadora.

    Leio tudo que cai em minhas mãos sobre tendências de negócio, e tento explicá-lo a partir de um ponto de vista que seja aplicável aos nossos trabalhos ou negócios.

    Hoje falaremos sobre humanização. Em um período de crise difícil como o que vivemos, os consumidores querem que as marcas/produtos mostrem seu lado humano. Seth Godin define o novo marketing como “extending the narrative” (estender a narrativa), aproximando-nos dos clientes/consumidores/fornecedores/funcionários a partir do lado humano.

    Entramos de cabeça no conceito de “sociality”, isto é, a hipercomunicação através dos meios digitais, com especial participação das redes sociais corporativas ou privadas, fantásticas ferramentas para este serviço de humanização.

    • Converse
    • Compartilhe
    • Conecte
    • Reflita
    • Crie
    • Difunda
    • Expresse

    Os ambientes rígidos das companhias estão desaparecendo, dando lugar a um ambiente aberto para o diálogo e a co-criação. Exigimos participar e queremos contribuir. Esta é a realidade. :)

    Jorge Rodriguez-Guerada e Kognitif mostram graficamente o que estou falando: as mil caras da marca, as mil caras da empresa. Não podemos esquecer das pessoas!


    • Sociabilize-se
    • Digitalize-se
    • Crie ambientes participativos
    • Atreva-se a mostrar os pontos fracos
    • Deixe que opinem
    • Que te ajudem a construir sua marca/empresa
    • Mostre seu lado humano

    Junto a esta realidade, encontraremos o conceito “revendedor chic” ou “smart shopping”. Nosso cliente e nosso canal devem perceber um feedback de satisfação muito superior ao preço pago. Não queremos pagar mais do que consideramos oportuno, e exigimos um tratamento sempre primoroso.

    • Blogs
    • Redes Sociais
    • Canais digitais de atendimento ao cliente
    • Social branding
    • Transparência
    • Liderança
    • Proximidade

    …estas são as ferramentas que nos ajudarão a alcançar este objetivo, que no final mostra  o que o mundo digital proporcionou: democratizar a recomendação. Tod@s somos importantes! :-)

     

    O presente é humano, o futuro é humano e hoje mais que nunca queremos ver o interesse da marca/empresa por nós.

    Começa a corrida de “lovemarks”. Está preparado para o desafio? :-)

     

     
  • Pablo Fuentes 11:55 am em 31/01/2012 Permalink | Responder
    Tags: , , ,   

    As 5 chaves na gestão da comunicação interna 2.0 

    tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Nota do Editor: Convidamos novamente Pablo Fuentes, gerente de comunicação interna da telefônica Latino americana a compartilhar na #ZyncroBlog seus bons conselhos sobre a gestão da comunicação interna nas empresas. De suas experiências saíram ideias que nos convidam a ler. Obrigado Pablo por se unir de novo a ZyncroBlog!! E lembramos que em seu blog relatoscorporativos.com, encontraras as melhores estratégias e ideias para implantar sistemas de comunicação 2.0, assim como as ultimas tendências em comunicação corporativa.

    Sandra conclui sua apresentação ao Comitê de Direção com a sensação de ter vencido a batalha. Não obstante se passam alguns eternos segundos ate que o Presidente confirme sua vitoria: “parabéns, siga adiante”. Exausta, se senta com um suspiro de satisfação: sinal verde a seus projetos de comunicação interna 2.0.

    Não tem sido fácil. Um gestor expressou seu temor no envolvimento dos trabalhadores. “Qualquer empregado pode participar e opinar?”, “Como controlar o que ele diz?”. Outro com duvida da veracidade dos conteúdos publicados. “Quem me disse que a informação é correta?”, e um terceiro tem questionado a utilidade das ferramentas, ” muito bonito esses blogs e fóruns, mas o que eles trazem para os negócios.
    “Mas durante dias, Sandra tem preparado litros de café para dar resposta a todas as perguntas possíveis, e também as impossíveis. Alem disso falamos de um blog, relatos corporativos, em que descobriu as chaves para gerenciar seu novo modelo de comunicação interna:

    1ª O Modelo 2.0 é a nova evolução, e não uma revolução. A Intranet vai seguir sendo a porta de entrada aos serviços e conteúdos dos empregados. ( a própria intranet irá revolucionando entorno de mais participativos).

    As novas ferramentas 2.0 potenciaram e facilitaram a sinergia com os canais de comunicação interna já existentes!

    2ª Sempre existirá a informação oficial da companhia. Sandra deixa claro ao Comitê que a informação oficial da companhia não desaparece, ao contrario, seguirá sendo o pilar essencial da comunicação interna. E um de seus maiores desafios a partir de agora consistirá em garantir coerência entre a informação oficial e a informação informal que é gerada nos espaços de participação.

    3ª conteúdos alinhados com os negócios. As novas ferramentas 2.0, uma Wiki, uma rede de blogs, um fórum e incluso a rede social interna, estão orientadas as necessidades de negocio. Por isso é importante definir previamente uma politica de conteúdos que cubra os objetivos do plano estratégico, e que alavanca os avanços da mesma, e seja a inovação, a orientação ao cliente, o desenvolvimento de serviços e a eficiência nos processos o que reforça o compromisso dos empregados.

    4ª Politica de Participação. O primeiro passo para gerenciar a participação e a identificação do usuário. Aqui a Sandra encontra uma improvável aliada, a segurança: ” o empregado está registrado com seu usuário e sua senha? Ah! Então é como enviar um e mail”. Exato, nem mais, nem menos. Em segundo lugar, a equipe de comunicação interna supervisiona a publicação e moderação dos conteúdos, tanto para manter a coerência dos mesmos como para promover e orientar a conversa para temas estratégicos.

    A participação gera valor, facilita identificar talentos na organização e democratiza o conhecimento.

    5ª Incentivar a participação: Como dizia, a participação gera valor, facilita identificar talentos na organização e democratiza o conhecimento. Mas a Sandra sabe que envolver a participação é o grande desafio para qualquer equipe de comunicação interna. Se consegue isso de duas maneiras. A primeira, adicionando valor para o cliente interno, e este veja a utilidade. A segunda, construir uma verdadeira cultura digital pelas mãos dos recursos humanos, com planos de formação específicos e atividades de promoção e envolvimento ( ver o relato Cinco chaves para enforcar um modelo de comunicação interna 2.0). Caso contrario no debate sobre a participação e a qualidade do conteúdo, Sandra contou com um novo aliado, o diretor da oficina da Argentina: “Che, quando eu canto no chuveiro, é horrível, mas se eu for para um estádio e cantar de tudo, é uma melodia.”

    O êxito do plano de Sandra dependerá do impacto positivo que tenha o negócio e, sobre tudo, da capacidade de refletir sobre indicadores específicos.

     
  • Mertxe Pasamontes 11:54 am em 10/01/2012 Permalink | Responder
    Tags: liderança por valores, ,   

    Sua empresa esta dentro do novo paradigma? 

    Tempo de leitura: 3 minutos

    O novo paradigma pós-materialista aparece de vez em quando na mídia, de forma tímida demais para o meu gosto. O pós-materialismo é um conceito definido por Ronald Inglehart como sendo a sociedade baseada mais nas idéias de auto-realização e participação (“pós-materialismo”) do que em expansão da segurança econômica e segurança pública (“materialismo”). Pós-materialismo é baseado em valores como a participação nas decisões de trabalho e políticas, no progresso de valores mais humanos, em salvar o meio ambiente, na liberdade de expressão … Jordi Pigem autor de A Boa crise, é um dos que desenvolve essa temática e possui alguns vídeos interessantes sobre o tema do pós-materialismo.

    Grande parte da economia mundial se agita como um peixe fora de água, dando seu último suspiro ansiosamente, esperando um crescimento econômico que não chega. É possível que esse crescimento não venha a ser exatamente como especialistas haviam previsto (crescimento infinito) e não se trate tanto de quantidade e qualidade de vida. Porque a qualidade de vida tem a ver com ser como se é.

    Algumas empresas já começaram a entender isso, embora poucas. Elas começaram a perceber que a RSC (Responsabilidade Social Corporativa) não é algo apenas para vender uma boa reputação (como a traição, que quando descoberta mais tarde é muito pior), mas tem que ser algo que seja feito de verdade. E uma maneira de começar é aplicar estes princípios e valores éticos internamente, com os próprios trabalhadores. Os índices de Melhores Lugares para se Trabalhar nos da uma idéia de algumas empresas onde existe um bom ambiente de trabalho e é óbvio que isto é reforçado quando as pessoas se sentem bem tratadas.

    O importante é ter líderes que são mais diretores de cultura organizacional que chefes. Os trabalhadores que estão envolvidos se sentem bem tratados, reconhecidos e valorizados e sentem que tem os seus valores alinhados com os da empresa. E esses valores precisam ser reais e fazer com que a empresa tenha algo de valioso e útil com a qual contribuir, e não uma fórmula de fazer dinheiro a curto prazo. É necessário que uma empresa ganhe dinheiro para sobreviver, mas esse não pode ser o seu único fim. E dentro deste contexto é quando a filosofia 2,0 alcança o seu verdadeiro sentido. Não se trata de ter uma conta no Twitter e uma página no Facebook, mas de colaborar e compartilhar.

    Essas empresas são aquelas que estão começando a compreender e aplicar o que é uma era pós-materialista. São aquelas que continuaram no futuro, porque aplicam uma liderança de  valores que se baseia em princípios éticos, colaborativos e compartilham e criam valor – aumentando a “felicidade interna bruta”. Entendam a frase de Platão que dizia: buscando o bem de nossos semelhantes, encontramos o nosso.

    Agora, se você é empresário, pergunte-se: A sua empresa está no novo paradigma?

    E se você é “empregado”: para que tipo de empresa que você quer trabalhar?

     

     

     
  • Xavi Gracia 3:08 pm em 18/07/2011 Permalink | Responder
    Tags: , , , , mídias sociais,   

    Alinhe as Mídias Sociais com sua empresa – a visão de um CIO 

    Estamos em um momento em que  vender dá muito trabalho, a publicidade convencional já não seduz, campanhas de TV são muito caras, os spots de rádio são escassos e muitas vezes não atingem os objetivos desejados pelas empresas.

    Por outro lado temos a explosão do Social Media Marketing, que se apresenta como a solução para tudo.

    As Mídias Sociais, em minha opinião, vieram para ficar e por isso devemos incorporá-las em todos os níveis da organização, mas, como tudo, isso deve ser muito bem feito, alinhando essas mídias aos planos de negócios da empresa, e não como iniciativas independentes dos departamentos de marketing on-line.

    Se como empresas decidimos investir em Social Media Marketing, devemos incorporá-lo totalmente, como quando de implanta um CRM em todas as áreas e departamentos trabalham em redor disso.

    Hoje, as conversas se dão na rede e precisamos aprender a escutar. Mas isso de nada serve se não somos capazes de processar essa informação e tomar decisões.

    Resumindo, quando entramos no mundo das mídias sociais precisamos entender e estar dispostos a lidar com as peculiaridades deste universo.

    • Alinhamento: Integre aos planos de Marketing, vendas…. e não como uma ação isolada que “alguém” de marketing (geralmente o estagiário, porque é jovem e “domina” o Facebook)
    • TV+Internet: Se a estratégia é TV+Internet, o impacto pode ser muito grande (se bem feito)
    • Tecnologia: Ter os sistemas de informação e tecnologia preparados para possíveis picos e para o tráfego que geram as redes sociais no momento do spot de TV (repito: a combinação TV+Internet é poderosa!)
    • Compartilhe a informação: Todos devem saber da existência da campanha (Atenção ao cliente, redes de vendas, call center…), mesmo que seja através do “Facebook”, isso impacta em todas as áreas da empresa (até no financeiro!)
    • Ações: É preciso saber ouvir as conversas que rolam na rede, mas isso não serve de nada se as informações recebidas não gerarem ações específicas.
    • Gerentes de Comunidade: Sejamos todos um pouco “gerentes de comunidade”….porque quem mais sabe de nossas marcas somos nós mesmos.:-)

     

     
  • Juliana Avila (@javila_br) 4:31 pm em 04/07/2011 Permalink | Responder
    Tags: , mobilidade, , pendrive,   

    Eu não uso mais pendrive! 

    Pendrives ficaram famosos no início dos anos 2000, e vieram como resposta a necessidade, na época embrionária, de mobilidade. Acabou sendo a solução para quem não tinha notebook e queria mais opções do que o disquete ou CD ofereciam.

    Uma década depois de seu surgimento e já com o preço bastante acessível, quase todo mundo possui (pelo menos) um pendrive. Eles são portáteis, práticos, tem várias formas, cores…Eu mesma fui adepta durante muitos anos.

    Mas ao mesmo tempo que resolvem alguns problemas, poucas pessoas param para pensar no problema que eles criam: a falta de segurança da informação. Os arquivos de um pendrive podem ser acessados por qualquer pessoa de posse dele e, vivendo em um mundo 2.0, manter informações seguras é uma necessidade.

    Hoje em dia, até fotos inocentes podem ser manipuladas e se tornarem comprometedoras. Dados pessoais estão sendo usados para fraudes. As recentes atividades de hackers e crackers em todo o mundo evidenciaram o poder nocivo do acesso não autorizado à informações.

    Muito bem. Agora pense em quantos pendrives você já teve e quantos você já perdeu. Você se lembra de todas as informações que tinha neles?

    Por isso, manter seus documentos e arquivos na nuvem é a solução ideal para quem quer combinar mobilidade e segurança.

    Na nuvem, você passa a ter acesso a seus dados em qualquer lugar, a qualquer tempo e a partir de qualquer dispositivo, inclusive celulares e tablets (e não apenas dispositivos com entrada USB – necessários para o uso do pendrive). É uma ótima solução para executivos também, já que temos grupos especializados em furtar notebooks – não pelo valor do dispositivo, mas pelo valor das informações. E se nossas informações pessoais já são delicadas, imagine as informações de negócio de uma empresa!!!!

    Por esta razão a nuvem é tão fantástica. Ao mesmo tempo que dá extrema liberdade te oferece a tranquilidade de saber que essas informações estão seguras, afinal, os melhores serviços de cloud oferecem acesso apenas mediante login e senha.

    Muitas empresas e profissionais já estão se beneficiando do armazenamento de informações na nuvem. Você vai ficar de fora?????

    Conheça os serviços na nuvem da Zyncro
     
  • Silvia Giurlani 8:29 am em 27/06/2011 Permalink | Responder
    Tags: , PME, ,   

    Novos meios para comunicar idéias 

    Pode parecer incrível, mas grande número de pessoas e, em particular, de empresários e diretores de empresas de pequeno e médio portes (PMEs), sabe  muito pouco sobre o que são e para que servem as mídias sociais. Apesar das inúmeras matérias publicadas em jornais, revistas e portais na internet que abordam o assunto com frequência, boa parcela desse público ainda não se arriscou a entrar em um ou em vários desses novos canais.

    A questão é entender até que ponto conhecer esses meios digitais de interação e participar deles ativamente pode trazer benefícios para as corporações. Na verdade, ninguém sabe responder a isso com exatidão uma vez que todas as inciativas ainda são embrionárias. Tudo é muito novo, até mesmo para as grandes empresas  que estão mais avançadas nesse aspecto, não só porque possuem mais recursos humanos e financeiros, como também e, principalmente, porque para elas tornou-se obrigatório entrar nas mídias sociais. Querendo ou não as grandes empresas precisam marcar presença nesses meios por um simples motivo: as pessoas já estão falando delas nas redes.

    Embora para as PMEs isso ainda não seja uma imposição, quanto antes começarem a entender como esses canais funcionam, melhor estarão preparadas para se comunicarem com as novas gerações (pessoas da faixa etária entre 14 e 26 anos) que cada vez mais utilizam as redes sociais para se informarem sobre o que acontece no mundo, e ainda para trocar opiniões sobre produtos e serviços que costumam consumir com seus amigos e demais integrantes de suas redes de relacionamento.

    O que vale para as companhias de todos os portes é conhecer cada um desses novos canais, num primeiro momento, para então eleger em qual ou quais deles pode ser interessante entrar. Para uma fabricante de autopeças, que não vende seus produtos diretamente para o consumidor final, mas sim para as montadoras, o meio mais apropriado, por exemplo, seria criar um blog dentro do site institucional da empresa, ou um grupo dentro do LinkedIn, no qual seriam inseridos conteúdos voltados para engenheiros e profissionais do setor automotivo.

    Já para uma padaria, um canal interessante seria o Twitter, por meio do qual poderia comunicar ao seu público-alvo (moradores e pessoas que trabalham naquele determinado bairro) quando estaria saindo uma nova fornada de pães. Há exemplo real de uma padaria do Rio de Janeiro que fez isso e conseguiu fidelizar maior número de clientes com a iniciativa.

    Essas são apenas algumas das inúmeras possibilidades oferecidas por esses canais. O importante é entender que não será necessário estar presente em todas as mídias sociais, mas apenas naquelas que se mostrarem mais interessantes e que deverão ser eleitas de acordo com a atividade da empresa, seu público-alvo, e de uma série de outros aspectos. Outro ponto importante é que todas as ações nesses meios deverão estar atreladas à missão, aos valores e à política da empresa, sendo determinadas e monitoradas pela área de marketing.

    Tais meios não irão substituir as mídias tradicionais, como jornais, revistas e portais na internet, nos quais as empresas costumam publicar anúncios e notícias sobre seus produtos e serviços. As redes sociais têm outro viés e requerem outro tipo de atenção e tratamento porque não são meros canais de informação, mas sim de colaboração e de interação. Nesse sentido, os conteúdos ali postados devem ser de interesse do público pretendido e propiciar discussões e troca de ideias.  Com isso será possível conhecer melhor essas pessoas, saber quais são seus hábitos, suas necessidades e desejos – informações que, se bem analisadas pelas empresas, poderão ser utilizadas para  melhorar seus produtos e/ou serviços, ou mesmo para criar novas opções que atendam a esses anseios.

     

    Silvia Giurlani é jornalista especializada em tecnologia da informação e autora dos livros “Mídias Sociais para Pequenas e Médias Empresas – Primeiros Passos”  (escrito em parceria com Edson Melo de Souza) e “25 Anos de Assessoria de Imprensa no Brasil” (escrito em parceria com Vera Lúcia Rodrigues), ambos editados pela Germinal Editora.

     

     
  • Juliana Avila (@javila_br) 5:05 pm em 14/06/2011 Permalink | Responder
    Tags: Erik Qualman, , , Viral, Viralização,   

    Apaixonados por redes sociais! 

    Uma campanha publicitária provou mais uma vez a força das redes sociais e das campanhais virais no Brasil.

    Eduardo e Mônica é um hit dos anos 80. Talvez os mais “novinhos” não tenham muita intimidade com Renato Russo, mas na minha época (que não faz tanto tempo assim), você só podia se considerar uma pessoa cool se soubesse (decorado) Faroeste Caboclo – outro sucesso do Legião Urbana com 9 minutos de história cantada. Sem refrão!!!

    Eduardo e Mônica é uma história de amor descolada: ela, moderninha e conectada, se apaixona por um vestibulando, ainda aprendendo a beber.

    A VIVO, uma das maiores operadoras do país, lançou na semana passada uma campanha com a dramatização dessa famosa música. Muito bacana por sinal, uma versão de amor 2.0 sem dúvida. A música, de 20 aninhos, ganhou vida com tablets, smartphones, internet, compartilhamento de foto, geolocalização….. Mas com certeza foram os números que roubaram a cena.

    Nas primeiras 20 horas do lançamento, mais de 1 milhão de views no Youtube. Com essa marca o vídeo alcançou o titulo de “mais visto” no Youtube naquele dia. Comentários e mais comentários. Tweets e mais tweets. Quem viu, curtiu e retuitou e foi assim que o vídeo viralizou e caiu na boca do povo. E tudo isso, sem apoio massivo de chamadas televisivas (considerada a grande potência da comunicação no Brasil).

    Muitos outros conteúdos 100% nacionais (e as vezes quase caseiros) também atingem marcas expressivas – ainda mais quando consideramos que navegaram apenas entre o meio digital. A Banda mais Bonita da Cidade foi outro fenômeno do Youtube, que ultrapassou os 5 milhões de visualizações tendo sua promoção feita apenas no boca a boca social.

    O brasileiro está antenado, ávido por informação, extremamente consumidor de redes sociais. Eles tem nela sua grande fonte de informação, pesquisa, relacionamento e entretenimento. Por isso, como já dizia Erik Qualman, estar nas mídias sociais já não é uma opção – a questão agora é o quão bem posicionado estaremos.

    E este, meus amigos, é o desafio de toda empresa! Estar na rede e ser 2.0. Sugestões? Algumas. Redes Sociais Corporativas são uma excelente forma de começar!

    “E quem um dia irá dizer que não existe razão…”

    Alguém ainda duvida de que somos um país apaixonado por redes sociais ?????

     
  • Xavi Gracia 1:21 pm em 18/05/2011 Permalink | Responder
    Tags: , company, , , , , ,   

    De “Gerente de TI” para CIO 2.0: Oportunidade ou perigo? 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    A Tecnologia de Informação (IT) revolucionou nossa sociedade empresarial e, como consequencia, a forma como fazemos as coisas.

    Todas as áreas e departamentos funcionais estão experimentando uma transformação completa e reinventado seu trabalho a cada dia. Estamos num ambiente globalizado, em mudança, altamente competitivo e onde nunca foi tão necessário fazer mais com menos.

    Tudo é um processo, e perfis voltados para o trabalho de equipe são obrigados a contribuir mais do que sua descrição de trabalho pressupõe.

    Todos devemos ter um componente de inovação em nossos perfis e isso deve ser visível nas decisões que tomamos, sejam quais forem nossas responsabilidades funcionais.

    Se focarmos no CIO, acredito que ha uma grande oportunidade para conduzir a organização neste papel e para trazer o resto dos diretores funcionais (finanças, vendas, marketing, operações…) para aderir a essa orientação no sentido da inovação, mudança e reinvenção diária do negócio.

    Então porque o CIO?  Porque estou convencido que um CIO orientado para os negócios possui as qualidades necessárias para iniciar essa mudança:

    • Estão cientes das possibilidades tecnológicas
    • Sabem como aproveitá-las ao máximo para garantir uma vantagem competitiva para empresa
    • São orientados para Projetos (hoje em dia, tudo é um projeto)
    • Tem uma visão completa da empresa que os permite considerar todas as áreas
    • São constantemente orientados para o resultado
    • Lideram equipes multi-disciplinares
    • Controlam custos
    • Negociam com prestadores de serviço
    • Eles exteriorizam

    O CIO 2.0 deve ser visto pelo resto da organização como um motor para a mudança, alguém que está sempre pronto para um desafio na empresa e que será capaz de propor uma solução criativa, voltada para os negócios que são viáveis e dará retorno sobre o investimento.

    Para se tornar um CIO 2.0 transformador da empresa, é necessário que o CIO remova de si mesmo o papel de “Gerente de TI” e passe imediatamente a contribuir com todo conhecimento que tem (que é muito!) e seja capaz de transmiti-lo ao resto da organização..  O CIO deve assumir o risco de sair de sua “zona de conforto”e não apenas se contentar em reduzir custos, ele precisa gerar renda através de novas tecnologias devido não apenas a utilidades que adicionam por si mesmas, mas também por sua adaptação ao negócio.

    Nesse momento, a organização verá o CIO como um de seus principais ativos e, antes de considerar qualquer projeto, o CIO wserá envolvido desde o inicio, sua visão e proposta de utilidade serão a chave para o sucesso.

    Para resumir, estou convencido que o CIO é um dos ativos mais importantes que uma organização pode ter ao contribuir para mudança, inovação e desenvolvimento constante, mas é necessário que o CIO assuma esse papel pessoalmente e seja capaz de transmiti-lo para o resto da organização, conduzindo a transformação da empresa.

    Voltando para o título: De “Gerente de TI” para CIO 2.0: Oportunidade ou perigo?

    Com certeza: OPORTUNIDADE!!!.


     
  • Diana Moret 12:44 pm em 04/05/2011 Permalink | Responder
    Tags: , ,   

    Como transformar dificuldades de negócios em oportunidades online 

    Tempo estimado de leitura: 6 minutos

    Anteriormente, refletimos sobre o otimismo aparentemente bizarro presente no setor profissional online. Então hoje vamos discutir como esse argumento também pode ser sustentado a partir de uma perspectiva de marketing puro.

    Se considerarmos a crise econômica como a obsolescência dos antigos modelos e sistemas passados, não vai ser muito difícil para nós vermos o copo meio cheio. Permitam-me explicar …

    Economicamente, tempos instáveis são normalmente carregados de oportunidades. Com relação ao tópico em questão (online), os argumentos aparentes apoiam a ideia de que tudo, mesmo aquilo que é considerado estranho (A Amazon está fazendo milhões com isso) podem ser vendidos na Internet.

    Micro segmentação do público (possível graças à tecnologia 2.0), o fenômeno consequente da cauda longa (ou a empresa de minoria), o poder da multidão (ou multidão online) e o boca-a-boca são deleites para quem quer fazer qualquer negócio difícil em um modelo rentável, com uma boa estratégia online. Para mostrar que há sempre uma oportunidade comercial no mundo digital, vamos delinear alguns casos de outros setores completamente diferentes que partilham alguns fatores difíceis.

    Caso 1

    Como posso fazer uso dos ativos intangíveis do produto, a fim de vender produtos tangíveis e aumentar o potencial de mercado?

    Vamos imaginar uma empresa que produz e vende música. Especificamente um tipo suave de música, além de ser contra o sistema com o objetivo de despertar consciências.

    As dificuldades iniciais:

    • O produto pouco diferenciado, de natureza intangível, sujeita a clichês sociais.
    • Tipologia do Consumidor, delineado como tribais ou comunidade fechada internacionalmente e, aparentemente, uma minoria.
    • Modelo de Negócio (venda de música), íngreme e com uma crise de formato.

    Oportunidade:

    Em geral, os produtos intangíveis (como o perfume ou música) contam com poderosos incentivos emocionais ou filosóficos.

    Estratégia:

    1. O aspecto tangível do produto (filosofia anti-sistema), vai muito mais longe que o próprio produto (estilo musical) e nos permite atingir um público muito mais amplo. Se basear a estratégia no filosófico, conectamos não só os amantes do seu estilo, se não um segmento potencialmente identificados como Geração Nem – Nem.
    2. O processo consiste em criar a marca, baseado na filosofia e comercializá-la por meio de merchandising de produtos tangíveis. Este processo pode ser iniciado através da criação de uma proposta de conteúdo de entretenimento de acordo com o segmento Nem – Nem, (predominantemente encontrado on-line).  Isso significa reforçar a filosofia em um personagem que representa a mentalidade Nem – Nem e dispersar essas reflexões através de cápsulas de 1 minuto de vídeo com um grande absurdo sobre eles, mas sempre refletindo a marca e sua moral (para despertar consciências).
    3. Para reforçar essa ideia da marca mais filosófica do que um musical, são feitos vídeos virais do personagem no Youtube e integração com as redes sociais entre os perfis de jovens.
    4. A Internet vai se tornar um espaço para rentabilizar a filosofia por meio das vendas de merchandising (camisetas, brindes, etc.) do personagem e da marca. Incluirá também downloads gratuitos de música, reproduções (uma alternativa oportuna para o modelo original de Spotify) e vendas de faixas (modelo do iTunes).
    5. Além disso, ele irá incluir publicidade contextual das atividades e conteúdo (jogos, esportes, viagens cinematográficas, etc.) em linha com o mercado-alvo como a LKXA faz com a sua lista infinita de vantagens para os clientes.

    Mas, vamos colocar a cereja no topo do bolo com um caso mais complexo…

    Caso 2

    Como posso promover um produto com atributos desagradáveis online a partir de uma perspectiva racional?

    Uma empresa que produz apenas um tipo de molho com um sabor forte e amargo decide lançar um segundo tipo, ainda mais forte e mais medonho do que o outro, a fim de alcançar um crescimento no mercado. Esquisito … mas viável online.

    As dificuldades iniciais:

    • O produto com atributos negativos racionalmente (sabor, cor, etc.), aparentemente, para uma minoria.
    • Falta de conhecimentodo consumidor (o filtro do distribuidor sempre separa produtos nutricionais do consumidor final).
    • Restrições ao produto devido ao poder do distribuidor de comprar mais o que vende mais e as suas próprias marcas.

    Oportunidade:

    Quando um produto é raro e minoritário, seus poucos consumidores são geralmente leais. Se considerarmos esta força, a fim de ilustrar o conceito de exclusividade, nós iremos desenhar uma estratégia eficiente em linha com isso.

    Estratégia:

    1. A primeira coisa a fazer seria a de identificar os usuários pesados (aqueles que consomem em volumes maiores e mais frequentes) através de uma campanha online de demonstração de seu amor para o molho. Mais tarde (offline), eles são convidados para um evento exclusivo, onde podem experimentar diferentes versões possíveis do molho novo.
    2. Com base nessa ideia de exclusividade, a campanha continua com a interação online criando um clube específico, onde os amantes reais do molho tem que demonstrar a sua paixão em uma base social, a fim de ser aceitável. Perfis sociais específicos são criados (Facebook e Twitter) para o clube, assim como um micro site que requer um login. O hot site pode ser usado para os membros mostrarem e compartilharem seu amor para o molho com fotos, vídeos, textos, etc., onde outros membros podem votar. Os 200 mais votados podem receber uma amostra do molho  novo e são convidados a compartilhar suas experiências nas redes sociais para que os usuários possam votar sobre a embalagem que e quais os sabores de sua preferência.
    3. A estratégia é baseada na força do consumidor-pesado e no boca-a-boca (pull) omo  principal mecanismo para a difusão online. Sem dúvida, os evangelistas da marca serão capitalizados com o formato de publicidade mais eficaz que existe: a recomendação.
    4. O próximo passo seria aproveitar a força dos detratores, dinamizando a rivalidade entre “gangues” nas redes sociais.

    Em um extremo dos aparentemente não-comercializáveis, é o portal para ilhas particulares de venda. É claro que há algo para todos na Internet, bem como para todos os bolsos!

    Soluções como o freemium, nuvemSaaS e softwares livres, e gestão interna, promoção e venda on-line, participam do cenário de oportunidades com serviços gratuitos ou de custo por usuário para as empresas. Este é o caso do Google Analytics (gratuito) para a conversão tabelas de indicadores da web, Salesforce (custo por usuário) ou Sugar CRM (software livre) para conhecimento e gestão de clientes, o Google Website Optimizer (gratuito) or Hubspot (custo por usuário) para otimização de Web e SEO, Magento (freemium na nuvem) para e-commerce, Pentaho (software livre) para Business IntelligenceZyncro (SaaS freemium na nuvem), seria a aplicativo  guarda-chuva fazendo o seu caminho no sentido de integrar as melhores ferramentas de produtividade empresarial.

    Outro indicador positivo é que apenas 11% das empresas espanholas fazem vendas através dos seus sites (de acordo com estudos de Tecnologia da Informação em SMSs e grandes empresas, realizado em 2010 pelo Departamento de Assuntos Econômicos.)

    Para resumir…

    Internet é uma mina de negócios para empresas de todos os tamanhos, por que:

    • Todos os produtos podem encontrar o seu mercado-alvo online
    • Um grande número de ferramentas gratuitas de negócios on-line existentes a preços muito razoáveis.
    • Na maioria dos setores (exceto no setor do turismo), a concorrência de vendas online é inexistente..

    Por isso, esta seria a minha escolha pessoal dos pontos-chave para uma boa estratégia online:

    1. Identificação, segmentação e dinamização de usuários pesados 2.0, a fim de provocar (on e off) a recomendação por compromisso e natural (WOM).
    2. Formato e inovação do modelo de negócios nos setores mais afetados pela crise econômica.
    3. Freemium, a nuvem e o software livre para desenvolvimento de negócios.
    4. E-commerce.

    Algum destes casos parece familiar para você?Você pode pensar em qualquer coisa que desafie ou que apoie este ponto de vista?

     

     
c
compor novo post
j
próxima post/próximo comentário
k
post anterior/comentário anterior
r
responder
e
editar
o
mostrar/esconder comentários
t
voltar ao topo
l
iniciar a sessão
h
mostrar/esconder ajuda
esc
cancelar