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  • Pedro Amador 9:00 am em 13/05/2014 Permalink | Responder
    Tags: coaching, , , , psycho-coaching   

    Estabelecer expectativas 

    Tempo estimado de leitura: 12 minutos

    Parabéns! Bem-vindo ao segundo post! De certeza que pensa: “Pois claro! Que tolice!” Certo? Já alguma vez já pensou por que é que gosta de um livro? Por que é que alguns conseguem envolvê-lo desde o inicio e lê tudo de uma só vez? Pela capa, pela introdução, pelo autor? As respostas podem ser várias. Os leitores também influenciam. Alguns estão tão ocupados que nem os começam. Outros apenas folheiam para decidir se vão ou não continuar. E outros terminam unicamente porque quando se compra um livro, por chato que seja, devem lê-lo do princípio ao fim.

    Permita-me que lhe mostre um novo exercício: O que é o que realmente o levou a continuar a ler este capitulo? Reserve alguns segundos para responder. Como já viu, aqui cabem muitas respostas: Não tinha nada melhor para ler, ofereceram-me o livro, foi-me recomendada a leitura deste livro… No entanto uma vez mais, apenas a sua resposta é valida, e é importante que se lembre disto até o final deste capítulo.

    O que são realmente as expectativas e como controlá-las conscientemente? Seria suficiente pegar um bom dicionário ou ter acesso à internet para encontrar a solução. Mas é melhor um exemplo:

    Imagine um dia típico de verão, tão quente que passa o dia a beber água bem fria. Ao ficar sem água, aproxima-se a um estabelecimento aberto. Entra e pede uma garrafa de água e vê um cartaz atractivo que diz: garrafa grande de água 1€. Sem pensar duas vezes pede ao empregado uma garrafa grande de água.

    (Mais …)

     
  • Sandra Bravo 3:00 am em 02/07/2013 Permalink | Responder
    Tags: coaching, , , ,   

    Escutar ativamente é uma ferramenta de aprendizagem contínua 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    The art of conversation is being replaced by personal broadcasting. Escutei esta frase numa TED Talk de Julian Treasure sobre a importância de escutar ativamente, e não poderia concordar mais.

    Nós nos comunicamos constantemente mas poucas vezes escutamos. Escutar é muito mais do que o som que chega na orelha. Escutar é investir tempo nos demais, mudar o centro de atenção de nossa própria pessoa e se colocar no lugar dos que nos rodeiam.

    São tantas as mensagens e interferências que recebemos que não é fácil distinguir. Está comprovado que filtramos os conteúdos em função da nossa cultura e tudo isso marca a diferença entre o que ouvimos e em que prestamos atenção.

    A forma de encarar as coisas e o que acreditamos são fatores indispensáveis na comunicação. Nossa predisposição diante dos nossos interlocutores é uma condição imprescindível. A isso somamos a flexibilidade, a capacidade de deixar de lado o nosso conhecido ‘repertório’ de convicções para dar possibilidades a novas hipóteses.

    Escutar ativamente é a melhor ferramenta de aprendizagem contínua. Se não trabalhamos as nossas capacidades constantemente, ficaremos fechados nos nossos dogmas e limites.

    (Mais …)

     
  • Eduardo Sanz 3:00 am em 18/06/2013 Permalink | Responder
    Tags: coaching, , , , ,   

    O Líder-Coach é o líder do mundo 2.0 

    Um líder-coach é “a pessoa que consegue que outra pessoa ou grupo de pessoas alcance uma meta ou objetivos comuns, baseado no seu próprio esforço e desempenho e que não seria possível conseguir sem o apoio e o acompanhamento do líder-coach”.

    Num mundo competitivo, desenvolver esta liderança marca a diferença entre o sucesso e o fracasso de uma empresa.

    Nossas equipes são um reflexo de nossa liderança e é por isso que precisamos ajudá-los a se direcionar, a ser confiantes, otimistas e motivados.

    Como o líder-coach lida com as pessoas?

    1. Dá autonomia à equipe. Consegue que a equipe se sinta protagonista e sabe permanecer em segundo plano.
    2. Gera responsabilidade e compromisso, o que ajuda a equipe a partilhar os objetivos da organização.
    3. Trabalha em rede e está por dentro das novas tendências, convertendo estas novidades em poderosas ferramentas que poderão ser aplicadas no seu trabalho.
    4. É coerente com o que pensa, diz e faz. Transmite esta coerência para fazer qualquer desafio ser atingível para a organização e para a equipe sem gerar dúvidas.
    5. Possibilita acesso à informação e aos recursos para tomar decisões adequadas. Disponibiliza toda a informação e os recursos necessários para que a equipe possa fazer a sua gestão.
    6. Trabalha com a equipe para escolher a opção mais adequada para resolver cada problema, o que permite tomar decisões rápidas.
    7. Tem a habilidade para ser determinante ao tomar decisões coletivas com uma forma de expressar-se consciente, congruente, clara, direta e equilibrada, cuja finalidade é comunicar suas ideias e defender posições sem a intenção de ferir ou prejudicar, agindo sempre a partir de um estado interior de autoconfiança.
    8. Tem sempre pensamento positivo e a capacidade para fazer as mudanças na equipe e/ou procedimentos de modo que sejam acatados e integrados de forma natural.
    9. Domina a linguagem Verbal e não Verbal e escuta ativamente, o que facilita tomar decisões adequadas vantajosas para a organização.
    10. Está empenhado num processo pessoal de crescimento e aprendizagem contínua que utiliza para melhorar sua performance e a da equipe.

    Eduardo Sanz (@esanzm) é Empreendedor, Coach e Fundador de Directivos en Acción.

    E na sua empresa? Existe a figura de liderança com este perfil ou ainda está o pseudolíder?


     
  • Eduardo Sanz 5:00 am em 24/04/2013 Permalink | Responder
    Tags: coaching, , , , ,   

    Liderança em tempos difíceis (II): Líder por Acaso ou “o que eu fiz para merecer isso” 

    Tempo estimado de leitura: 8 minutos

    Gostaria de começar agradecendo o retorno que vocês deram ao meu primeiro artigo neste blog e os comentários de muitos, tanto de forma privada como publicamente. Isso reafirmou a intuição que minhas ideias não eram só um ponto de vista meu, confirmando que todos nós temos o dever de mudar o panorama espanhol das pequenas e médias empresas no que se refere a Diretores de qualidade e de nível.

    Outra razão que comprova que conseguimos “colocar o dedo na ferida” é que todos os que dividiram suas experiências conosco tinham convivido com pseudolíderes. Portanto, eles não são uma lenda, algo que ninguém nunca viu, ou seja, como se diz popularmente, “existir, existem”. Já não vale achar que são unicamente uma coisa das gerações passadas e que só restam os substitutos via “tal pai, tal filho”.

    Curiosamente, nem um único pseudolíder escreveu, em público ou em privado, para dizer “Olá, me chamo X. Sou um pseudolíder e quero mudar, o que preciso fazer?”. Então, eu me pergunto, onde está a autocrítica?

    Um líder por acaso poderíamos ser todos; uma figura comprometida, curiosa, cooperativa e que sempre trabalhou pensando que algum dia teria a oportunidade de liderar um projeto pelo seu próprio mérito.

    Normalmente, o líder por acaso se depara com a função de chefe da noite para o dia porque a empresa concluiu que era a decisão com o menor custo e sabe que este aceitará o cargo sem perguntar como nem por que, limitando-se a fazer o que mandarem.

    Recebe a notícia à queima-roupa. “Olá, decidimos mudar o rumo da Direção Comercial e depois de avaliar várias opções achamos que você é a pessoa. Temos relatórios satisfatórios do seu chefe, você está conosco faz tempo e conhece a firma. Por isso, faça as viagens que estavam previstas e dentro de 15 dias nos reunimos novamente para falar de como seguiremos trabalhando”.

    Você ficará empolgado e acabará o trabalho e as viagens planejadas. No hotel, à noite, vai se dedicar a traçar uma minuciosa estratégia de negócio seguindo o estilo da empresa, pensando o que ela e o mercado estão pedindo.

    Quando chegar o dia marcado, a mensagem que recebe é “Esperamos que isso mude logo e que você se limite a fazer o que mandarmos, sem esquecer que você chegou até aqui graças a nós” ou “O que precisamos fazer é vender, parar de inventar desculpas e vender. O seu chefe anterior ficava o dia inteiro apresentando dados da concorrência, dizendo que tínhamos que mudar, analisando preços, mas o que nós precisamos é de vender. Para pensar já estamos nós; menos power point e mais vender”.

    Você vai sair da reunião completamente arrasado mas pensando que aos poucos as coisas irão mudando e vão melhorar. Passarão meses e a conversa vai continuar sendo a mesma. Eles não queriam um Líder e você vai perceber que para isso não vale a pena ter trabalhado e se esforçado durante tanto tempo.

    Você vai tentar treinar a sua equipe e a resposta será “Formação é um gasto, menos formação e mais vender”. Ao chegar um momento determinado, e ao notar que não contam com você para tomar as decisões, você vai se perguntar: sigo assim ou não?

    Você sabe que tem potencial, conhece seus pontos fortes e tem vontade de reforçá-los. E tem também ideias para dar um empurrão e ajudar a empresa.

    Descobri que sou um Líder por acaso, e agora?

    Se você leu isso e se sente espelhado, não se desespere. Fique tranquilo, há um caminho para remediá-lo. Existem várias opções e, apesar de que nenhuma delas é especialmente positiva ou negativa, aqui estão algumas. Mas lembre-se de que a decisão certa será a que você tomar.

    Opção 1: Aceitar e resignar-se. Se esse papel é suficiente para você e o que você quer é ter um título no seu cartão de visitas, essa decisão será tão respeitável como qualquer outra. Muitas pessoas passam a vida inteira fazendo o que não gostam e esperando as horas passarem para acabar a sua jornada. Se você é uma delas, estará a tempo de mudar algum dia. Se não quiser mudar nunca, boa sorte na sua tarefa; não ficarei com inveja.

    Opção 2: Você gosta de desafios e o que se depara não é o futuro que tinha imaginado.

    • Primeiro, não se desespere.
    • Pense positivo, talvez você seja a pessoa que vai conseguir mudar a forma de fazer as coisas.
    • Procure aliados que ajudem a mudar as coisas para melhorar passo a passo.
    • Valorize as pequenas conquistas, de um novo cliente a um vendedor que você treinou. Permita-se celebrar momentos de automotivação.
    • Não deixe de continuar se formando e tenha as suas redes de contatos bem firmes para caso apareçam oportunidades.
    • Enquanto você estiver envolvido com o projeto, empenhe-se sempre 110% para ninguém poder dizer  “que você não o fez” e, se não tiver bons resultados, poder estar seguro de ter dado o melhor de si.
    • Confie em si mesmo e nas suas convicções.
    • Talento você tem, o sucesso é questão de treino.
    • Nunca se precipite na hora de tomar uma decisão que afete o seu futuro. Como diz a letra “you’ll never walk alone”. “Quando caminhar atravessando uma tempestade, mantenha a cabeça para cima e não se preocupe pela escuridão. Ao final da tempestade o céu será dorado”

    No próximo artigo, fechando esta trilogia, vou escrever sobre os novos líderes: o Líder-Coach, germe da Liderança Sustentável.

    Como sempre, o que eu escrevi é a minha opinião, mas o que me interessa é saber o que vocês pensam! Vamos conversar nos comentários?

    Eduardo Sanz (@esanzm) é Empreendedor, Coach e Fundador de Directivos en Acción.

     
  • Eduardo Sanz 9:00 am em 12/03/2013 Permalink | Responder
    Tags: coaching, , , , , pseudolíder,   

    Liderança em tempos difíceis (I): o mal do pseudolíder 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Nota do editor: Hoje queremos dar as boas-vindas ao blog a um novo colaborador. Eduardo Sanz é empreendedor, coach e fundador de Directivos en Acción. Ele vai dividir conosco seus conhecimentos sobre Empresa 2.0, Recursos Humanos e Liderança.

    Este é o meu primeiro artigo de uma série que espero seja bem extensa de colaboração com este blog. Minha forma de escrever é um pouco provocativa. Meu objetivo é mexer com a consciência de todos e fazê-los refletir qual o caminho a ser seguido. Vou falar em uma série de 3 posts sobre a evolução da Liderança nos últimos 3 anos até chegar ao modelo de liderança que do meu ponto de vista é a liderança do futuro: a Liderança sustentável.

    Na semana passada tive a oportunidade de dar uma palestra sobre este novo paradigma da liderança na apresentação do livro do qual sou co-autor, “LinkedIn 200 millones: el CEO se ha quedado obsoleto”. Num mundo que se caracteriza pelo rápido fluxo das informações, notícias e oportunidades de negócio, ainda existem pseudolíderes que pensam que o seu modelo é o único válido para gerir “sua” empresa. E insisto em “sua” porque em qualquer diálogo aproveitam para afirmar o “aqui mando eu”, desconfiam de todas as mudanças e consideram o fax uma tecnologia de ponta.

    O que é um pseudolíder? Características:

    1. Eles fazem lembrar os grandes chefes tribais de antigamente, aos que todos visitavam para pedir conselhos e tomar decisões. O pseudolíder vive, nasce e morre com toda a sabedoria da organização e, se ele não está, não se faz nada.
    2. Ele é quem sempre decide e qualquer decisões precisa do seu consentimento. o confia em ninguém (por exemplo deixo aqui o caso de um companheiro que, numa empresa com 450 trabalhadores e 35 milhões de euros de faturamento, não podia comprar papel higiênico sem a autorização do Presidente).
    3. Pensa que a informação é poderosa e não a compartilha.
    4. Quer que toda a organização esteja apoiada na sua pessoa.
    5. Recompensa o que ele chama fidelidade (servilismo) mais do que o talento e não aceita opiniões diferentes da sua.
    6. Desconfia das novas tecnologias e acha que sua equipe as utiliza para coisas que não são trabalho.
    7. Pensa que a formação e o desenvolvimento de sua equipe é um gasto e não um investimento.

    Ter um pseudolíder traz consequências para a organização

    1. O seu modo de gerenciamento englobando tudo, até o último detalhe, paralisa e bloqueia os processos de trabalho. Num mundo que gira com a velocidade de um Ferrari, ele vai à cavalo como os chefes indígenas e isso faz as decisões chegarem tarde demais.
    2. Se ele não reagir em breve, ele e sua empresa vão resultar obsoletos, acarretando numa crise de gestão e liderança.

    Mas ainda bem que sempre é possível reagir e, como veremos no próximo post desta série, existe outro modelo e uma forma de chegar até ele. E na sua empresa? Vocês continuam com pseudolíderes ou têm líderes de verdade?

    Eduardo Sanz (@esanzm) é Empreendedor, Coach e Fundador de Directivos en Acción.

     

     
  • Pedro Amador 9:00 am em 31/01/2013 Permalink | Responder
    Tags: coaching, incompetência,   

    As 10 regras que utiliza um profissional incompetente 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Nota do editor: Hoje temos o prazer de apresentar um novo autor de Zyncro Blog, Pedro Amador, considerado tanto na Espanha como na América Latina um pioneiro em comunicação e crescimento pessoal e profissional. É conferencista profissional e  colaborou muitíssimas vezes na TV, rádio ou imprensa. Desenvolveu o inovador aplicativo da felicidade miGPSVital, baseado na Metodologia Autocoaching que consegue melhorar a produtividade das pessoas. Autor de três livros de crescimento pessoal e de dezenas de artigos que são sem dúvida um valor agregado nos seus workshops e palestras. Atualmente vive no Uruguai e visita a Europa com frequência. Bem-vindo Pedro!

     

     

    Vou compartilhar com vocês as melhores regras que conseguem posicionar a ignorância nos limites que ninguém poderia imaginar. Tenho certeza de que vocês poderão reconhecê-las em alguma pessoa bem próxima que se apresenta como um completo profissional, apesar de que na realidade não deixe de ser um amador desqualificado. Estas são, no meu ponto de vista, as mais importantes:

     

    1. “Culpar aos demais”: aconteça o que acontecer, sempre vai existir uma outra pessoa para colocar a culpa de todos os problemas, por maior ou menor que seja a sua responsabilidade. A gíria utilizada pelos inúteis dá a esta regra o nome de “ficar na defensiva” ou chegar a mencionar algo como “foi o meu cachorro que comeu os deveres“.

    2. “Apropriar e aproveitar-se das conquistas dos demais”: coisa que resulta fundamental para subir muito, enquanto os que ficam embaixo não param de se queixar da sua incompetência. A gíria dos inúteis neste caso, o denomina de: “fazer bonito com o chapéu alheio”.

    3. “Dizer que não fez nada”: apesar de o terem filmado cometendo o pior crime do mundo, o nega até o fim. Sempre pode ficar a ideia que foi um complô, preparado pelo seu inimigo número querendo colocar em questão o seu completo espírito de honestidade.

    4. “Não dar a cara a tapa e evitar explicações”: nunca tenta se defender se fez algo errado. O acusarão de coisas que nunca houvesse imaginado. Melhor evitar explicar-se e mencionar um simples: “Não fiz nada, estão todos contra a minha honestidade e boa-fé”.

    5. “Buscar testemunhas falsas para apoiar a calúnia”: sempre tem um amigo desligado, destes que fazem qualquer coisa para estar do seu lado e estarão dispostos a declarar qualquer coisa para consolidar a bobagem. É importante ter alguns à mão.

    6. “Colocar os demais para falar no seu lugar”: se não há outro remédio, e não dá para usar a regra 4, é muito melhor que outros o façam no seu lugar. Junto com as testemunhas do item anterior, procure agora deixar falar pessoas bem simplonas para deixar todo o mundo entediado.

    7. “Deixar um advogado falar no seu lugar”: esgotado o item anterior, melhor escolher um advogado para responder com evasivas e contradições.

    8. “Inventar um papel de Santo”: se finalmente toca dizer algo, é importante ter inventado uma história que deixa da mesma altura do Espírito Santo, e que faça todos pensarem que sob nenhuma circunstância faríamos tais atos.

    9. “Jogar pedras no telhado do outro”, alguém quer nos encurralar? Por mais santo que seja, terá algum defeito. Procurar esse lado escuro e bater com força até não ficar qualquer dúvida que ele é pior que o Demônio.

    10. “Inventar um complô”: quando alguém conseguiu encurralá-lo , e mesmo assim não foi possível derrubá-lo, não resta outro remédio que maquinar um complô, através de uma cortina de fumaça. As histórias mais utilizadas são as que incluem violação ou abuso relacionado a uma mulher, porque sempre consegue juntar muitos louros sem sentido.

    Adoro falar de coisas positivas, mas tem horas que é importante mencionar as práticas ruins porque, nos gostando ou não, são as que primeiro temos que evitar. Nenhuma delas saiu da Internet ou de um livro. Todas as mencionadas eu vivi na minha pele, seja em tribunais ou em ataques, e serviram para que pudesse detectar o que denomino baratas humanas. Sempre recomendo o maravilhoso livro de Fernando Trías de Bes, “O livro negro do empreendedor”, onde menciona os grandes erros de muitos empreendedores, e acreditem, que se aprende mais dos erros que do sucesso. Dando continuidade à linha de Fernando, em breve vou poder editar “O livro negro do coach” (ou do político, ou do banqueiro, fiquem à vontade de  incluir a professão de sua preferência), porque exemplos de incompetentes não vão faltar.

    Tenham cuidado, porque ultimamente, parece ser que os ignorantes têm muito sucesso.

     

     
  • José Luis del Campo Villares 9:00 am em 17/01/2013 Permalink | Responder
    Tags: coaching, , inteligência emocional,   

    Inteligência Emocional aplicada ao meio empresarial 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Muitos já ouviram falar do conceito Inteligência Emocional, mas não chegam a poder defini-lo adequadamente. Eu pessoalmente gosto da definição de Daniel Goleman que identifica a Inteligência Emocional como a capacidade de reconhecer nossas próprias emoções e as dos demais, de automotivação e de saber controlar nossas emoções e as de outras pessoas que nos rodeiam.

    Vocês considerariam que um gerenciamento adequado da Inteligência Emocional dentro de uma organização seria beneficioso para seu correto funcionamento?

    Pergunto isso porque está comprovado que os líderes exitosos das organizações não tem em comum um QI (coeficiente intelectual) mais alto, nem são os que tem maior formação, nem são os que fizeram mais MBAs. A  característica que eles têm em comum e os une é que todos possuem um CE (controle emocional) maior que a média, o qual lhes permite controlar com maior eficiência os tempos e enfrentar com uma perspectiva diferente os problemas do seu dia a dia ou os relativos à sua equipe.

    Este controle emocional derivado de una adequada Inteligência Emocional se apoia sobre dois pilares:

    • Competência pessoal: Inteligência Emocional Interna (gestão interna)
    • Competência social: Inteligência Emocional Interpessoal (membros da sua equipe)

    Você é um líder na sua organização e quer aplicar a inteligência emocional na relação com sua equipe?

    Para isso, vai precisar contar com:

    • Competência pessoal: Autoconhecimento (consciência emocional, autoavaliação precisa, confiança em si mesmo) e Autorregulação (autocontrole emocional, transparência, adaptabilidade, orientação focada aos objetivos, iniciativa e otimismo).
    • Competência social: Conhecimento social (empatia, consciência dos objetivos da organização e orientação para o serviço) e habilidades sociais (liderar com inspiração, influenciar, ser capaz de liderar as mudanças, o trabalho em equipe e a solução de conflitos).

    Alguns destes fatores poderiam ser adquiridos com uma boa formação. Outros poderiam ser trabalhados e potencializados com ferramentas sociais colaborativas, como, por exemplo, Zyncro. No entanto, alguns são habilidades inatas das pessoas, marcadas no seu DNA. Através do autoconhecimento você vai saber realmente como você é e o que deve aprimorar para gerir a Inteligência Emocional na sua vida cotidiana.

    Mas como prefiro referir-me aos novos meios sociais e às suas ferramentas, quero enfocar na parte da competência social que devemos possuir. Precisamos ser conscientes dos sentimentos, necessidades e preocupações dos membros da nossa organização além de ter a habilidade de poder conseguir as respostas adequadas e desejadas que nos ajudem a comandar o grupo humano que temos sob nossa responsabilidade.

    Neste ponto é onde acredito que as ferramentas sociais tem papel importante na potencialização da Inteligência Emocional nas organizações, porque se baseiam precisamente nisso, em ser social, em interagir, em saber identificar o que o meio nos comenta. Centros de trabalhos interconectados por redes sociais internas ou externas, espaços em ‘nuvem’ onde compartilhar conteúdos e conhecimento, murais de debate para resolver dúvidas de colegas, não são por acaso ferramentas 2.0 aplicadas ao desenvolvimento da Inteligência Emocional? Estamos usando este conceito todos os dias mas não são muitos os que têm esta percepção.

    José Luis del Campo Villares é Facilitador, Formador e Coach. Se preocupa pelas pessoas e pela sua vida dentro das organizações; por isso é Consultor em Social Media e CEO de Socialmedia Network. Além de fazer diversas colaborações, escreve o seu próprio blog, recomendado pela Zyncro.

     

     
  • Juan Manuel Rodríguez 10:36 am em 08/03/2012 Permalink | Responder
    Tags: coaching, , livro, , motivulario, pensamentos positivos   

    Entrevista: “Motivulario: o Vocabulário da Motivação” 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    MotivularioNo ZyncroBlog hoje vamos entrevistar María Graciani García, autora do libro “Motivulario” que será publicado no próximo dia 23 de abril (Empresa Activa).

    Maria é uma jovem jornalista de Sevilha especializada na gestão de Recursos Humanos com enfoque nas áreas de Seleção, Formação, Comunicação Corporativa e Coaching de Executivos.

    María quis partilhar conosco suas reflexões sobre a importância de um vocabulário positivo para a nossa própria motivação  e para contagiar o entusiasmo nos que estão ao nosso redor.

    No seu livro, e a partir de agora no seu blog, todos nós podemos aprofundar muito mais sobre essa ideia.

    O que é o Motivulario e como nasceu?

    É uma palavra que inventei, significa ” Vocabulário da Motivação”. A ideia de escrever um livro é de quando eu tinha 11 anos, quando eu disse a mim mesma “Você vai ser escritora”, mas a ideia do Motivulario nasceu mais recentemente, de um experiência profissional própria em que a motivação teve um papel muito importante.

    O que ocorreu exatamente?

    Trabalhei 7 meses como técnica de Recursos Humanos em uma empresa de mineração, e já nos primeiros dias comecei a fazer algo que teve um impacto muito positivo no resto da empresa. Cada dia chegava 1 hora antes ao trabalho e enviava um e-mail ao meus companheiros, chamado ” Felicidade Matinal”, sempre cheio de pensamentos positivos.

    Quem recebia esses e-mails?

    No princípio eram só 4 ou 5 pessoas, mas logo começou a expandir-se e o número de pessoas que recebiam passou para 65, incluído o Diretor Executivo. As pessoas inclusive o reenviavam a seus amigos e familiares. Um dia entrou um novo estagiário, veio diretamente me perguntar se eu era responsável da “Felicidade Matinal”, e fiquei sabendo que os diretores da empresa também liam meus e-mails às segundas de manhã… antes dos e-mails de trabalho.

    E essa onda de pensamentos positivos tinha impacto no dia a dia indo além dos e-mails em si?

    Não eram simplesmente e-mails…Uma sexta-feira ao mês eu levava bolo, e os chamava de ” Sextas Doces”. Todo o mundo estava convidado a passar e pegar um ” pedaço da manhã doce”. Ao redor desse bolo surgiam conversas espontâneas entre companheiros que trocavam opiniões sobre diversos temas e que talvez não tivessem muita oportunidade de falar diretamente no dia a dia.

    Melhorou também o clima do trabalho?

    Onde antes havia muitos altos e baixos no nível de “energia” dos colegas, com o passar das semanas este nível se tornou maior e mais estável, graças ao bom ambiente que foi sendo gerado. Diria que passamos de oscilações entre 50% e 100%, a um 80% mais estável. Gerou-se um ambiente de confiança, entusiasmo e constância.

    A Zyncro publicou o primeiro “Manual de boas práticas em redes sociais corporativas“. Que relação vê entre o “Motivulario” e a mudança organizacional que a Zyncro promove através do uso de uma rede social corporativa?

    Estou convencida de que o vocabulário positivo ao final impregna tudo, e funciona sempre, independentemente do meio em que se use. Se usar uma rede social privada pode favorecer a comunicação e ajudar a formar virtualmente essas conversas espontâneas que se formam com as ” Sextas Doces”, e o vocabulário utilizado for positivo, influenciará na motivação, e indiretamente também nos resultados.

    Dar liberdade sempre acarreta algum risco, mas considero que os benefícios superam amplamente os poucos riscos que possam haver. O diálogo sempre é bom, favorece a empatia, aproxima, etc.

    O livro propõe uma série de palavras que fazem a função de lembretes, como “Persona”, “Reto”, “Conde”… O que significam?

    Persona” significa “PERSpectiva Otimista por NAtureza”, “Reto”, “REsponsabilidade TOtal”, “conde” quer dizer “CONquistador De Entusiasmo”… mas tem mais. “ECO” se refere ao que comentávamos antes: “Entusiasmo, Confiança e COnstância”, “Crici” é “CRiar as CIrcunstâncias”, “TOMA” é um “TOque MÁgico”… São expressões que nos ajudam a ter sempre em mente esses pensamentos positivos.

    Como acha que os conceitos que explica no livro poderiam ser seguidos dentro de uma Rede Social Corporativa?

    Bom, acho que uma boa ideia seria criar, nesta plataforma, grupos como por exemplo um clube de “Condes”, ou de “Retos”… onde as pessoas pudessem transmitir esses pensamentos positivos e reforçar seus membros de forma mais constante. Também poderá ser uma boa ideia criar um grupo para mostrar exemplos concretos onde o Motivulario tenha demonstrado sua utilidade tangível.

    Tomamos nota! 😉
     

    Quer gerar um clima legal na sua organização?

    Descarregue nosso “Manual de boas práticas em redes sociais corporativas” e comece a utilizar o Motivulario!

     
  • Sandra Bravo 10:17 am em 05/03/2012 Permalink | Responder
    Tags: coaching, , , , sentimento de adesão,   

    Uma empresa em permanente aprendizagem é uma empresa em constante crescimento 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

     

    Online trainingVivemos em um momento em que as ferramentas tecnológicas estão ganhando cada vez mais importância. Os Tablets, smartphones, computadores cada vez mais potentes e outros dispositivos surpreendentes não deixam de aparecer continuamente no mercado.

    Através deles, da internet e dos seus respectivos aplicativos, conseguimos gerir uma quantidade enorme de informações e estabelecer autênticas redes sociais e de conhecimento.

    As empresas estão apostando cada vez mais nisso. Apesar da crise, se investem grandes somas de dinheiro para obter a melhor e mais moderna tecnologia. Também se procura fazer a distribuição do trabalho cada vez mais eficiente e uma otimização de recursos. Mas em numerosas ocasiões esquecemos que o motor de tudo isso é o capital humano.

    É necessário investir na tecnologia, mas não podemos deixar de notar com que rapidez se torna obsoleta. A organização do trabalho e um uso eficiente dos nossos recursos são um ponto fundamental, mas qualquer um pode fazê-lo.

    Ter os melhores profissionais, mantendo-os motivados e melhorar sua formação de forma constante para que deem o melhor de si é um valor único. É a autêntica vantagem competitiva com a qual uma empresa pode pisar forte e enfraquecer seus concorrentes.

    Uma organização ou empresa não deve fechar-se nunca a novos conhecimentos, muito pelo contrário: deveria manter-se em aprendizagem contínua, o que significa valorizar cada um de seus trabalhadores, favorecendo seu desenvolvimento intelectual e criativo e construir um meio no qual possam aprender e reverter seus novos conhecimentos para a organização como um todo.

    Assim, uma aposta inteligente em tecnologia e em outros recursos materiais, como a que comentava anteriormente, estará encaminhada também para fortalecer estes aspectos. Escolha ferramentas que facilitem a troca de experiências e pontos de vista, a formação à distância e o contato e fluxo de conhecimento entre os trabalhadores, como feito com as redes sociais corporativas ou aplicativos que potenciem a geração coletiva de ideias e produtos.

    Trabalhando em um bom ambiente se estabelece naturalmente  um sentimento forte de participação: o trabalhador se sente à vontade com seu trabalho, já que se sente valorizado e lhe facilitam os recursos necessários para desenvolver ao máximo o seu potencial.

    Apostar por uma formação contínua e multidisciplinar  (já que limitar-se estritamente ao ponto forte de nossa empresa seria um erro) significa formar um grupo de pessoas capazes, seguras de si mesmas e que confiam nas suas habilidades.

    Esta força do capital humano não superará nenhum tecnologia avançada e é algo que a concorrência não poderá copiar com facilidade, já que requer tempo, esforço e uma política de empresa que realmente acredite na formação das pessoas.

    No caso de alguém continuar considerando que é um investimento de custo muito alto, com resultados que não são “concretos”, deixo-lhes uma frase fantástica que Manuel Campo Vidal cita no seu último livro. Em um simpósio na Escola de Negócios de Badajoz um empresário respondeu diante deste tipo de argumentos:”Pior do que formar funcionários que possam te deixar no futuro é o drama de não formá-los e ficar com eles para sempre“.

    Sandra Bravo é sócia e fundadora de BraveSpinDoctors, consultoria de comunicação estratégica e marketing político

     
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