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  • Raul Gonzalez Garcia 9:00 am em 22/08/2013 Permalink | Responder
    Tags: capacidades, competências, , , ,   

    Três qualidades do trabalhador que marcam a diferença entre o século XX e XXI 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Three occupational competences that mark the difference between the 20th and 21st centuriesTrês e-qualidades do trabalhador que ainda não se aprendem em muitas universidades mas que cada vez são mais demandadas pelas organizações:

    1. Do individual passamos à equipe e da equipe estamos passando à rede.

    Se nas últimas décadas do século XX a capacidade de trabalhar em equipe era uma das qualidades mais demandadas, a ela é preciso somar a habilidade de trabalhar em rede.

    O trabalho é onipresente, perdeu as barreiras físicas habituais e as relações são mais flexíveis, exigindo que as pessoas sejam capazes de adaptar-se e colaborar abertamente em diversos ambientes e com diferentes tipos de pessoas. Estamos vivendo a transição entre o tradicional escritório de trabalho para um ambiente de trabalho virtual, no qual os indivíduos da empresa se conectam aos diferentes projetos, à outros trabalhadores e às diferentes estruturas de trabalho.

    (Mais …)

     
  • Sara Jurado 9:00 am em 12/02/2013 Permalink | Responder
    Tags: , competências, , , ,   

    As 6 qualidades do profissional de RH 2.0 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Em um sistema cada vez mais tecnológico e social, o profissional que se dedica aos Recursos Humanos reaparece como figura central da engrenagem de uma organização. E como as demandas que surgem nos ambientes de trabalho pedem novas aptidões, podemos definir da seguinte forma o perfil do profissional de RH 2.0 no que se refere às suas qualidades:

    1. Adaptável e capaz de gerir as mudanças, o que engloba ser flexível e saber impulsar as mudanças em todos os níveis, tanto em relação aos profissionais com os quais interatua como nos métodos e ferramentas de trabalho. Os profissionais de RH devem se posicionar na empresa como verdadeiros líderes para transformar a cultura e os valores organizacionais.

    2. Isso por sua vez engloba ser capaz de aprender e gerir o conhecimento para captar constantemente as novidades e saber transmiti-las para aplicá-las direta ou indiretamente. Ou seja, estar por dentro das evoluções permanentes e levar os demais nessa onda de transformação que resulta na adaptação contínua, inspirando o desenvolvimento e a materialização da inteligência coletiva.

    3. Como eixo da maquinaria de uma organização, o profissional de RH deve funcionar como uma junta, unindo diferentes departamentos, colaborando e trabalhando em rede, facilitando os procedimentos e estabelecendo relações através das quais os processos possam fluir de forma natural.

    4. Deve gerar confiança, já que destacar o compromisso com a organização é uma parte importante do trabalho de um profissional de RH, sendo ele com frequência o porta-voz direto entre os funcionários e a equipe de direção. É preciso cuidar da transparência e da nitidez em qualquer aspecto relacional para estimular o engajamento do quadro de trabalhadores.

    5. Isso nos faz extrapolar para a intrínseca elevada habilidade de comunicação interpessoal de um profissional de RH. Ainda mais com a incorporação de estratégias corporativas de social media (como a presença em redes sociais internas e externas), na qual fica marcado e bem visível o papel de RH dentro e fora da empresa. O técnico deste departamento deve participar, portanto, da cultura organizativa em diferentes níveis, o que inclui responder uma mensagem sem maior importância de um funcionário ou, por exemplo, defender a missão e os valores da companhia publicamente.

    6. O profissional de RH deverá ser também inovador ao propor e aplicar novas políticas de Recursos Humanos para valorizar as pessoas e a organização. Gerar novos processos na gestão do talento é um desafio que não se pode abrir mão ao querer compreender e aproveitar as mudanças tecnológicas para capitalizar o conhecimento das pessoas em prol da estratégia global.

    Como você queria que fosse o profissional de RH? Tem alguma qualidade indispensável que você acha que está fazendo falta no especialista de capital humano da empresa 2.0?

    Sara Jurado é psicóloga especializada em orientação e Social Media para o desenvolvimento profissional e, atualmente, Orientadora Profissional no Barcelona Activa.

     

     
  • José Luis del Campo Villares 9:00 am em 17/01/2013 Permalink | Responder
    Tags: , competências, inteligência emocional,   

    Inteligência Emocional aplicada ao meio empresarial 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Muitos já ouviram falar do conceito Inteligência Emocional, mas não chegam a poder defini-lo adequadamente. Eu pessoalmente gosto da definição de Daniel Goleman que identifica a Inteligência Emocional como a capacidade de reconhecer nossas próprias emoções e as dos demais, de automotivação e de saber controlar nossas emoções e as de outras pessoas que nos rodeiam.

    Vocês considerariam que um gerenciamento adequado da Inteligência Emocional dentro de uma organização seria beneficioso para seu correto funcionamento?

    Pergunto isso porque está comprovado que os líderes exitosos das organizações não tem em comum um QI (coeficiente intelectual) mais alto, nem são os que tem maior formação, nem são os que fizeram mais MBAs. A  característica que eles têm em comum e os une é que todos possuem um CE (controle emocional) maior que a média, o qual lhes permite controlar com maior eficiência os tempos e enfrentar com uma perspectiva diferente os problemas do seu dia a dia ou os relativos à sua equipe.

    Este controle emocional derivado de una adequada Inteligência Emocional se apoia sobre dois pilares:

    • Competência pessoal: Inteligência Emocional Interna (gestão interna)
    • Competência social: Inteligência Emocional Interpessoal (membros da sua equipe)

    Você é um líder na sua organização e quer aplicar a inteligência emocional na relação com sua equipe?

    Para isso, vai precisar contar com:

    • Competência pessoal: Autoconhecimento (consciência emocional, autoavaliação precisa, confiança em si mesmo) e Autorregulação (autocontrole emocional, transparência, adaptabilidade, orientação focada aos objetivos, iniciativa e otimismo).
    • Competência social: Conhecimento social (empatia, consciência dos objetivos da organização e orientação para o serviço) e habilidades sociais (liderar com inspiração, influenciar, ser capaz de liderar as mudanças, o trabalho em equipe e a solução de conflitos).

    Alguns destes fatores poderiam ser adquiridos com uma boa formação. Outros poderiam ser trabalhados e potencializados com ferramentas sociais colaborativas, como, por exemplo, Zyncro. No entanto, alguns são habilidades inatas das pessoas, marcadas no seu DNA. Através do autoconhecimento você vai saber realmente como você é e o que deve aprimorar para gerir a Inteligência Emocional na sua vida cotidiana.

    Mas como prefiro referir-me aos novos meios sociais e às suas ferramentas, quero enfocar na parte da competência social que devemos possuir. Precisamos ser conscientes dos sentimentos, necessidades e preocupações dos membros da nossa organização além de ter a habilidade de poder conseguir as respostas adequadas e desejadas que nos ajudem a comandar o grupo humano que temos sob nossa responsabilidade.

    Neste ponto é onde acredito que as ferramentas sociais tem papel importante na potencialização da Inteligência Emocional nas organizações, porque se baseiam precisamente nisso, em ser social, em interagir, em saber identificar o que o meio nos comenta. Centros de trabalhos interconectados por redes sociais internas ou externas, espaços em ‘nuvem’ onde compartilhar conteúdos e conhecimento, murais de debate para resolver dúvidas de colegas, não são por acaso ferramentas 2.0 aplicadas ao desenvolvimento da Inteligência Emocional? Estamos usando este conceito todos os dias mas não são muitos os que têm esta percepção.

    José Luis del Campo Villares é Facilitador, Formador e Coach. Se preocupa pelas pessoas e pela sua vida dentro das organizações; por isso é Consultor em Social Media e CEO de Socialmedia Network. Além de fazer diversas colaborações, escreve o seu próprio blog, recomendado pela Zyncro.

     

     
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