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  • Ana Asuero 3:00 am em 23/07/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , comunicação 2.0, , ,   

    O CEO precisa virar Social CEO 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Infografia Social CEO por CEO.com

    Num momento quando a vida pessoal e profissional virou social, perguntar se os CEO deveriam usar os meios sociais é desnecessário.

    O CEO deveria ser o primeiro em adquirir uma atitude social para ser seguido pelos demais funcionários. A direção precisa ser a primeira a estar convencida dos benefícios de ser uma empresa social para que os ‘genes sociais’ se espalhem por toda a organização. Se ele não dá protagonismo aos meios sociais, este tipo de comunicação interna dificilmente poderá expandir-se à empresa.

    No entanto, ainda encontramos CEOs que continuam sendo receosos a ser social CEOsUma pesquisa concluiu que apenas 29,7% dos CEOs da lista Fortune500 está presente em uma rede social.

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  • Juan Ignacio Barenys 3:00 am em 16/07/2013 Permalink | Responder
    Tags: , comunicação 2.0, comunicação oral   

    O Diretor e a comunicação oral: cinco premissas para falar em público 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Cada vez é mais valorizado, para as posições de Direção, um profissional que entre suas capacidades tenha a de se comunicar bemUm diretor passa a metade de seu tempo executando tarefas que envolvem falar. Para alcançar esse objetivo de falar bem, vamos estabelecer cinco premissas a serem consideradas. 

    1. Sempre temos um público. Falar em público não é uma tarefa de oradores profissionais nem de ocasiões excepcionais. Quando se fala é porque alguém vai ouvir nossas palavras e é preciso cuidar o conteúdo e a forma do discurso mesmo que este não seja pronunciado numa sala repleta de público e sim numa reunião de rotina de trabalho com uma equipe reduzida de colegas. 

    2. Falar em público é uma habilidade que pode ser treinada e aprendida. É muito frequente acreditar que falar em público é um dom que algumas pessoas têm a sorte de ter, desde o nascimento, e a outras lhes é negado. Isso não é verdade. A falar se aprende. Manejar os órgãos da voz, o conhecimento das palavras e seus significados, e adquirir as estruturas da linguagem, não é um fenômeno inerente ou de geração espontânea. É um processo progressivo ao longo da vida humana, que nunca finaliza. Com a prática, podemos chegar a ser capazes de fazer discursos longos e brilhantes, dotados de conteúdos adequados.

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  • Eduardo Zamora 3:00 am em 04/07/2013 Permalink | Responder
    Tags: , comunicação 2.0, gamificação, , , ,   

    Gamification: Um novo pilar da interação digital entre marcas e consumidores 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Um dos recursos mais atrativos para o relacionamento entre seres humanos é o jogo. Aplicado ao marketing digital, como uma marca pode usar o jogo para atrair seus consumidores?

    Isso é o que se chama gamification, também chamada ludificação. Dados interessantes:

    As pessoas se lembram de 20% do que escutaram, de 30% do que viram e ouviram e de 60% das coisas com que brincaram ou se relacionaram.

    Como desenvolver uma estratégia de gamification?

    1. Defina as metas e o alvo da estratégia. Que objetivos temos? O que queremos tornar lúdico?

    2. Decida para quem está voltado, quem se quer impactar.

    • Dominantes: Jogam para competir e ganhar.
    • Egocêntricos: Jogam para ser reconhecidos.
    • Socialites: Jogam para relacionar-se.
    • Exploradores: Jogam para descobrir as possibilidades e segredos do jogo.

    3. Saiba a motivação intrínseca do seu target. O que lhes motivam? Divertir-se, socializar-se, o prestígio ou compartilhar?

    4. Pesquise sobre os hábitos e tendências seguidas pelos seus consumidores para acertar na hora de criar uma experiência de jogo.

    5. Planeje a história ou conceito, para definir a experiência que será vivenciada.

    6. Faça o design do sistema de jogo, elementos de sua ambientação e as ferramentas para que seja um sucesso.

    7. Cuide da experiência de usuário. Encontre o equilíbrio entre a boa experiência e um nível de dificuldade adequado, nem tão simples que não apresente desafios, nem tão difícil que não possibilite avançar.

    Finalmente, deixamos aqui um exemplo claro, e de muito sucesso, desta tendência: o case de Greenpeace, que com sua estratégia de gamification conseguiu marcar a diferença.

    Eduardo Zamora (@amudiel) é Diretor estratégico na agência mexicana de comunicação integral ifahto. Há 12 anos tem a oportunidade de participar no conceito criativo e estratégico de campanhas de marketing integral para empresas de consumo massivo. Os principais objetivos alcançados com os clientes com que trabalhou foram: atingir os objetivos de vendas, lembrança de marca, aumento na participação de mercado e geração de percepção em meios digitais e tradicionais.

    Na sua empresa foram implementadas estratégias de gamification? Quais estratégias utilizaram? O resultado foi ou está sendo positivo? Conte para nós a sua experiência!

     

     
  • Sandra Bravo 3:00 am em 02/07/2013 Permalink | Responder
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    Escutar ativamente é uma ferramenta de aprendizagem contínua 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    The art of conversation is being replaced by personal broadcasting. Escutei esta frase numa TED Talk de Julian Treasure sobre a importância de escutar ativamente, e não poderia concordar mais.

    Nós nos comunicamos constantemente mas poucas vezes escutamos. Escutar é muito mais do que o som que chega na orelha. Escutar é investir tempo nos demais, mudar o centro de atenção de nossa própria pessoa e se colocar no lugar dos que nos rodeiam.

    São tantas as mensagens e interferências que recebemos que não é fácil distinguir. Está comprovado que filtramos os conteúdos em função da nossa cultura e tudo isso marca a diferença entre o que ouvimos e em que prestamos atenção.

    A forma de encarar as coisas e o que acreditamos são fatores indispensáveis na comunicação. Nossa predisposição diante dos nossos interlocutores é uma condição imprescindível. A isso somamos a flexibilidade, a capacidade de deixar de lado o nosso conhecido ‘repertório’ de convicções para dar possibilidades a novas hipóteses.

    Escutar ativamente é a melhor ferramenta de aprendizagem contínua. Se não trabalhamos as nossas capacidades constantemente, ficaremos fechados nos nossos dogmas e limites.

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  • Javier Velilla 5:00 am em 23/04/2013 Permalink | Responder
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    O papel da marca nas organizações na nuvem 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    A empresa em rede é um modelo de organização intensiva em conhecimento, é descentralizada, com processos de troca de dados, com presença global e local, com talento conectado dentro e fora dos limites estritos da sociedade mercantil. A empresa em rede é definida pela capacidade de empregar as TIC graças a uma profunda transformação cultural e organizativa frente a um mercado complexo e exigente.

    É um fenômeno que cresce em todas as economias avançadas e que foi descrito por Manuel Castells em numerosos livros e artigos. Na mesma linha, Juan Freire e Antoni Gutierrez-Rubí afirmam no primeiro ponto de seu Manifesto Crowd que “os mercados são relações”.

    A organização em rede significa descentralizar: redes de unidades semiautônomas ou alianças estratégicas entre empresas. Entre as vantagens deste modelo destacam a adaptabilidade, a flexibilidade e a coordenação de objetivos, o conhecimento e a inovação em uma perspectiva tanto local como regional e global.

    Definitivamente, este tipo de empresa não se expressa com adjetivos como dentro/fora, perto/longe ou superior/inferior. Talvez porque tenham perdido esse capítulo do Bairro Sésamo ou o esqueceram. A busca de uma maior competitividade nos convida a utilizar este tipo de lógicas, que vêm acompanhadas, evidentemente, de um apoio nos meios e suportes na nuvem.

    A competitividade se movimenta em um clique: com distâncias e comportamentos novos. Esta lógica se baseia no conceito de rede, que descreve estruturas compostas por pessoas e organizações conectadas por um ou mais tipos de relações. A tecnologia evoluiu muito neste aspecto, mas a perspectiva de marca fez surgir algumas dúvidas bem oportunas. A maioria tem a ver com o equilíbrio entre consistência (controle, coesão, unicidade, homogeneidade…) e dispersão (nuvem, nodo, link, diversidade, rede…). Muitas empresas estão transitando sobre estas variáveis e o impacto na gestão de sua marca é evidente.

    Uma marca deve ser a junta de todos estes nodos e conexões. Uma marca define um horizonte para a organização e funciona como aglutinante porque estabelece o significado, a proposta de valor e os fatos e comportamentos que a sustentam. Quando toda a empresa está na nuvem, a marca deve ser o elemento que guia para dar consistência a todos os pontos de contato (marketing, recursos humanos, inovação…) e para garantir um enfoque compartilhado (objetivos, cultura corporativa, relatos…).

    As marcas sugerem cada vez mais um caminho, uma realidade que convida a todas as pessoas a transitar por diferentes plataformas, contextos e relatos difundidos. Diante de uma realidade dinâmica, experiencial e bidirecional, a marca se comporta como um agente facilitador e se expressa mais como território de marca (um espaço mental aberto dotado de diferentes realidades) do que como as legendárias USP (unique selling proposition).

    Um conselho para gerir uma marca na nuvem: enquanto tudo é periferia, a marca deve ser o centro. É a melhor maneira de gerar uma figura mental memorável (que distingue a marca do barulho), ajuda o consumidor a comprar (garantia e confiança) e sintoniza toda a organização em um ponto de vista inspirador.

    Javier Velilla (@javiervelilla) é Sócio e Diretor da consultora de comunicação estratégica Comuniza. É especialista em gestão de marca, planejamento e redes sociais e Docente para centros de formação universitária, para empresas e instituições, além de Pesquisador acadêmico e autor de um livro sobre branding

     

     
  • Cristina Aced 5:00 am em 17/04/2013 Permalink | Responder
    Tags: , comunicação 2.0, , , Redes Sociales, relações públicas 2.0,   

    Relações públicas 2.0: 6 princípios que continuam e 4 ideias novas 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Nota do editor: Hoje damos as boas-vindas como autora de nosso blog a Cristina Aced (@blogocorp), que vai nos falar sobre comunicação 2.0 e meios sociais. Estamos muito contentes pela sua participação. Obrigado Cristina!

    Existem seis princípios que qualquer responsável de comunicação deveria seguir:

    1. Dizer a verdade.
    2. Demostrá-lo com a atitude.
    3. Escutar o consumidor.
    4. Coordenar com visão de futuro.
    5. Realizar suas atividades de relações públicas como se toda a empresa dependesse disso.
    6. Manter a calma, ser paciente e conservar o bom humor.

    Na verdade, estes conselhos não são meus, mas de Arthur W. Page, que foi vice-presidente de relações públicas na American Telegraph and Telephone (AT&T) e contribuiu para o progresso das relações públicas modernas. Page foi um dos primeiros profissionais que entrou em uma empresa como responsável de comunicação, um costume muito normal na atualidade.

    Declarou estes princípios básicos no início do século XX, apesar de que poderiam ter sido escritos hoje mesmo. É um bom exemplo de que as bases da comunicação corporativa vão se mantendo e marcam a necessidade de conhecer a história para poder entender o presente (e o futuro).

    Em relações públicas há aspectos que seguem vigentes desde as origens mas também há outros que mudaram (como explico em Relações públicas 2.0. Como gerir a comunicação corporativa no ambiente digital S]). Com certeza a Internet e os meios sociais traçam um novo cenário comunicativo que é caracterizado por:

    • A conversa. Hoje em dia, os papéis de emissor e receptor se intercambiam continuamente. As empresas precisam deixar de se ver como simples emissoras de conteúdos e começar a escutar ativamente o seu público na Rede.
    • A colaboração aberta. Como diz Pierre Lévy, “ninguém sabe tudo, mas todo o mundo sabe algo”, e as novas plataformas digitais facilitam a troca de conhecimentos. Zyncro possibilita a criação de redes sociais corporativas que incentivam o trabalho colaborativo.
    • A economia da atenção. Vivemos cercados por um excesso de informação. Um exemplo: a cada minuto são somados 72 novas horas de vídeo em YouTube. Ter presença na Rede não é difícil, mas captar a atenção dos usuários não é fácil.
    • Os novos intermediários. Os meios sociais possibilitam alcançar os públicos de forma direta (algo fantástico para um comunicador!). No entanto, aparecem novos gatekeepers: as ferramentas sociais. Como explica Eli Pariser, estamos passando por um excesso de filtros. Tanto Google como Facebook aplicam filtros aos conteúdos que recebemos e muitas vezes não somos conscientes disso. Por exemplo, no Facebook veremos primeiro as atualizações das pessoas que normalmente clicamos mais ao “curtir” do que as atualizações de alguém que nunca interatuamos.

    Como vemos, os sites sociais oferecem novas oportunidades de comunicação e os profissionais das relações públicas precisam estar prontos para aproveitá-las. Claro que nem por isso podem esquecer os princípios básicos do bom comunicador: honestidade, veracidade, empatia… O que já foi dito pelo Arthur W. Page no princípio do século XX.

    Cristina Aced (@blogocorp) é jornalista e consultora de comunicação. Está especializada em meios digitais e publicou vários livros sobre este tema. O último livro chama-se “Relaciones públicas 2.0. Cómo gestionar la comunicación corporativa en el entorno digital” (Editorial da UOC, Universitat Oberta de Catalunya). Colabora como docente na Universitat Pompeu Fabra, na UOC e na Universitat Abat Oliba (todas em Barcelona), entre outras. Escreve desde 2006 em Blog-o-corp.

     
  • Marta Carrió 9:00 am em 05/03/2013 Permalink | Responder
    Tags: comunicação 2.0, , , , ,   

    8 tendências em reputação corporativa para 2013 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Há algumas semanas atrás, Leslie Gaines-Ross, diretora de estratégia visando a reputação em Weber Shandwick, apresentou no blog The Huffington Post as últimas tendências a nível de Reputação Corporativa que devem ser levadas em consideração esse ano.

    Estas tendências mostram a especial relevância que a reputação interna terá para marcas e empresas e por isso considero interessante examiná-las aqui. Ao final das contas, as tendências que destaco a seguir não fazem mais que enfatizar a ideia da necessidade das empresas de cuidar sua comunicação interna como chave de sua reputação entre os funcionários.

    É aí onde as Redes Sociais Corporativas podem dar uma ajuda primordial para as organizações que apostam pela inovação e pelo uso de ferramentas colaborativas e de gestão compartilhada do conhecimento.

    Vamos revisar essas 8 tendências principais:

    1. Os CEO precisam ser os principais protetores da reputação corporativa. Conforme algumas pesquisas, já comentadas recentemente aqui no blog, quase a metade da reputação de uma empresa continua sendo atribuída ao seu CEO. Dado que a probabilidade de uma empresa experimentar uma crise tende a ser cada vez mais frequente, “uma resposta oportuna, sensível e direta” pela figura do diretor geral inspirará confiança e credibilidade.

    2. A reputação interna é fundamental. Os trabalhadores ajudam a construir uma reputação favorável quando estão comprometidos e satisfeitos com a organização. E isso acontece quando existe uma comunicação bidirecional dentro da companhia. Trabalhar estes aspectos será cada vez mais importante, principalmente pelo impacto resultante nos principais indicadores do negócio.

    3. As crises de reputação não podem passar desapercebidas. Como nos explica Gaines-Ross, normalmente as companhias pensam que sua reputação foi atacada injustamente. No entanto, quase sempre as crises começam dentro da própria empresa e poderiam ser evitadas se os primeiros indícios tivessem chamado a atenção. É por isso que este ano um maior número de empresas vai começar a utilizar as últimas tecnologias com a finalidade de construir sistemas mais adequados para a gestão e a diminuição do risco de uma má fama, assim como para a identificação de vulnerabilidades na reputação.

    4. A objetivação da reputação terá mais peso. As empresas vão procurar se focar mais nas fórmulas para medir objetivamente sua reputação. No entanto, a preocupação pelas cifras talvez não forneça uma visão completa de um ativo multidimensional e baseado nas percepções, como é o caso da reputação.

    5. A reputação corporativa e a marca serão inseparáveis. Quase 9 de cada 10 diretores acreditam que uma reputação corporativa forte é tão importante como uma marca de produto/serviço forte. Encontrar o equilíbrio adequado será uma prioridade para a empresa neste 2013.

    7. A reputação vai ser redefinida em função das mudanças sociais e políticas. Estamos começando a perceber a forma com que a reputação da empresa se está adaptando cada vez mais ao que ocorre dentro da sociedade civil e do meio político. As preocupações sociopolíticas e as organizacionais vão estar cada vez mais ligadas e isso não vai poder ser medido na construção e na manutenção da reputação corporativa.

    8. Gerenciar a reputação nas redes sociais vai adquirir uma maior importância. As empresas que forem verdadeiramente sociais, que envolvam a direção, os trabalhadores, os clientes e parceiros em um diálogo genuíno dentro das redes sociais, serão reconhecidas como os novos líderes empresariais. A figura do CEO social será a seguinte novidade. Por enquanto, o ponto de partida deixa um pouco a desejar: uma pesquisa realizada pela IBM  em 2012 com os seus CEO de 64 países e dentro de 18 setores, concluiu que apenas 16 por cento dos mesmos participava nos meios sociais.

    Marta Carrió é Doutora em Reputação Corporativa (UPF) e sócia de Plan, uma consultoria especializada em medir, analisar e gerenciar a reputação corporativa.

     

     
  • Laura Dieguez 2:00 pm em 07/08/2012 Permalink | Responder
    Tags: comunicação 2.0, , saudepublica   

    A importância da comunicação digital no âmbito da saúde 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Que Internet veio para ficar não é novidade senão a pura realidade. Neste sentido, as próprias empresas e instituições devem ser as que aproveitem esta oportunidade para se comunicar de forma mais humana, transparente e próxima com seus clientes potenciais.

    As empresas de consumo, comércio e turismo sabem se mexer bem confiantes, atraindo todos os olhares na pista de dança do 2.0. No entanto, as organizações sanitárias continuam na expectativa, esperando o momento oportuno para subir ao palco.

    Conversar é curar

    Cada vez existem mais profissionais de saúde que utilizam a Internet como um lugar para se formar e se atualizar usando redes sociais, wikis e comunidades de prática profissional.

    A interação entre profissionais de saúde no ambiente digital contribui para consolidar a inteligência coletiva, o que permite intercambiar conhecimento entre colegas para ajudar na sua formação continuada e aprimorar sua competência profissional.

    Os pacientes, por sua vez, também sabem aproveitar a rede. Quem de vocês não utilizou Internet para procurar informação sobre algum sintoma ou comparar a informação dada pelo médico? Não se preocupem, vocês não são os primeiros.

    Este novo perfil de paciente, mais conhecido como e-paciente, busca também apoio emocional em fóruns de pessoas que compartilham experiências por doenças similares [1]

    Este tipo de comunicação não só tem efeitos benéficos para os participantes senão que ainda, através das mensagens que intercambiam, criam uma nova fonte de dados para aqueles que se interessarem por aprofundarem na experiência de padecer uma doença.

    A Comunicação 2.0 e as organizações de saúde

    De forma diferente a estes dois agentes mencionados acima, as instituições e organizações de saúde utilizam um modelo informativo (não comunicativo) com os demais atores do sistema presentes na rede [2].

    Perda de poder?, medo ao desconhecido? A plataforma de colaboração está pronta, o que impede então a participação no baile do 2.0? São muitas as perguntas que aparecem diante da dificuldade de interatuar com as organizações na Internet. No entanto, não será aqui onde falaremos sobre isso.

    É interessante frisar a necessidade de acabar com a estrutura hierárquica e começar um modelo novo, baseado na “organização sem organização”, centrada na atenção ao cidadão por meio da comunicação bidirecional, transparente e próxima.

    Exemplos a serem seguidos

    Importantes organizações e instituições sanitárias já adotaram o 2.0. Entre elas, e apesar de cada vez existirem mais, destacaremos algumas organizações que utilizaram as estratégias mais inovadoras para se incorporar na era digital, bem como as que possuem um modelo comunicativo para conectar profissionais e pacientes.

    Na Espanha

    Xarxa Castelldefels Salut
    Hospital Sant Joan de Déu
    Oficina 2.0
    Col·legi Oficial de Metges de Barcelona

    Internacionais

    Hospital Cleveland Clinic

    [1] Capítulo 2.3: Salud 2.0: el ePaciente y las redes sociales, de Manuel (Manny) Hernández. Livro: El ePaciente y las redes sociales, de Vicente Traver Salcedo e Luis Fernández-Luque

    [2] Internet, Salud y Sociedad. Análisis de los usos de Internet relacionados con la salud en Catalunya [Tesis doctoral, 2009], de Francisco Lupiáñez-Villanueva

    Laura Diéguez é jornalista especializada em comunicação empresarial e, atualmente, diretora de Conteúdos eHealth na empresa Signature Pharma

     

     
  • Sandra Bravo 2:00 pm em 03/08/2012 Permalink | Responder
    Tags: comunicação 2.0, , , flexibilidade   

    Como arrasar uma empresa em cinco práticos passos 

    Tempo estimado de leitura: 6 minutos

    A palavra “empreendedor” está tão na moda que começa a ser chato ler sobre isso. Qualquer nova empresa, principalmente se está liderada por jovens, é um projeto empreendedor e é comum ler sobre conselhos e recomendações para o novo empreendedor. Mas neste momento escolhi a opção contrária e apresento a seguir cinco conselhos práticos e simples para acabar com a sua empresa de forma rápida e eficiente.

    Não é preciso ser jovem nem empreendedor, mesmo que a sua empresa tenha uma base sólida e esteja consolidada, ao dedicar o esforço necessário para atingir estes objetivos, conseguirá arrasá-la em um piscar de olhos.

    Vamos lá:

    1. Subestimar o valor da comunicação. Deixar de lado a transmissão de nossas mensagens, ser incapazes de comunicar os nossos valores, nossos objetivos, a nossa motivação; ter um sistema informativo hermético ou uma falsa transparência; somente comunicar com as pessoas de fora, sem que nos importe a opinião do nosso pessoal interno e sem fazer questão que se sintam valorizados e orgulhosos do trabalho que realizam… São apenas algumas das circunstâncias que são vividas diariamente em organizações que pensam que a comunicação é um aspecto secundário e independente da sua atividade principal, na qual só é necessário investir quando ocorre uma crise informativa ou quando se deseja lançar uma campanha publicitária.
    2. Ser inflexíveis. Muitas empresas acreditam que ser fiel aos seus princípios é sinônimo de ser rígido, mas é exatamente o contrário. Se não somos capazes de ser suficientemente flexíveis para nos adaptar às mudanças, corremos o risco de cair vencidos na primeira batalha. Ser inflexível significa não dar importância para a formação de todos e de cada um dos nossos trabalhadores, manter estruturas excessivamente hierárquicas e pouco funcionais, não prestar atenção nas críticas construtivas ou nas adversidades para fortalecer nossos pontos fracos e acreditar que a nossa única finalidade é vender e ter um benefício ecenômico, ignorando que isso deveria ser a consequência de uma boa gestão e não o objetivo em si de todas as nossas ações.
    3. Não envolver emocionalmente. O que seria do mundo sem a emoção, sem os sonhos, sem a motivação? Todos temos, mas para torná-los realidade, devemos saber comunicá-los! Isso engloba compartilhar nossas inquietudes, fazê-las compreensíveis para a nossa audiência e, indo ainda mais longe, envolver as pessoas emocionalmente. Os sonhos tendem a ser metas difíceis de atingir e às vezes são utópicos, mas se conseguirmos fazer com que os nossos trabalhadores, clientes e colaboradores os interiorizem e se sintam parte deste sonho, serão mais pessoas que, em muitas ocasiões de maneira inconsciente, colaborarão com o seu grãozinho de areia para atingir estes objetivos.
    4. Menosprezar a concorrência. Se prestamos atenção aos três pontos citados anteriormente, seremos uma organização com um alto grau de conhecimento sobre a nossa essência –apesar de parecer um exagero dizer que muitas empresas não sabem sequer a sua razão de existir– e isso contribuirá para um aumento da autoconfiança coletiva e para nos fazer sentir orgulhosos do que somos. Isso é algo fundamental e muito positivo, sempre que seja levado com humildade. Nunca devemos menosprezar a concorrência, mesmo que pensemos que a sua estratégia não é adequada, seus gestores são pessoas pouco capacitadas, que sua visão empresarial é absurda… Em vez de perder tempo rindo dos seus defeitos, observemos as diferenças para tentar aprender com elas e potencializar aspectos próprios que, justamente por ter uma visão totalmente distinta, nós não teríamos nem sequer imaginado.
    5. Não ter senso de humor. Meu último conselho para acabar com uma empresa de maneira rápida e eficaz é ter uma total e absoluta falta de senso de humor. Uma pessoa pode gostar mais ou menos do seu trabalho, mas em nenhum momento ele deveria ser visto como um tormento diário. As organizações que sabem rir de si mesmas e que percebem que o humor melhora o rendimento e a sensação de pertencimento têm maior probabilidade de se consolidar e de gerar laços entre os trabalhadores, que levarão a melhores resultados no balanço do mês. Mas se nosso objetivo for ter uma empresa com um ambiente tenso, onde qualquer coisa gere atrito e as pessoas se sintam fora de lugar, é preciso ser rígido e intransigente e rapidinho faremos explodir tudo pelos ares.

    Sandra Bravo é sócia fundadora de BraveSpinDoctors, consultoria de comunicação estratégica e marketing político.

     

     
  • Yolanda Torres 11:18 am em 30/03/2012 Permalink | Responder
    Tags: , comunicação 2.0, humanizar, lovemark,   

    Humanizar a sua marca, a chave do sucesso 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Marca, fale comigo, me ame, faça eu me sentir importante!

    Bom dia a tod@s. Os que me seguem já conhecem um pouco minhas preocupações: Tento mostrar de alguma forma ou outra as tendências e as atuais linhas transparentes entre marca/empresa, sempre a partir de uma perspectiva digital e inovadora.

    Leio tudo que cai em minhas mãos sobre tendências de negócio, e tento explicá-lo a partir de um ponto de vista que seja aplicável aos nossos trabalhos ou negócios.

    Hoje falaremos sobre humanização. Em um período de crise difícil como o que vivemos, os consumidores querem que as marcas/produtos mostrem seu lado humano. Seth Godin define o novo marketing como “extending the narrative” (estender a narrativa), aproximando-nos dos clientes/consumidores/fornecedores/funcionários a partir do lado humano.

    Entramos de cabeça no conceito de “sociality”, isto é, a hipercomunicação através dos meios digitais, com especial participação das redes sociais corporativas ou privadas, fantásticas ferramentas para este serviço de humanização.

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    Os ambientes rígidos das companhias estão desaparecendo, dando lugar a um ambiente aberto para o diálogo e a co-criação. Exigimos participar e queremos contribuir. Esta é a realidade. :)

    Jorge Rodriguez-Guerada e Kognitif mostram graficamente o que estou falando: as mil caras da marca, as mil caras da empresa. Não podemos esquecer das pessoas!


    • Sociabilize-se
    • Digitalize-se
    • Crie ambientes participativos
    • Atreva-se a mostrar os pontos fracos
    • Deixe que opinem
    • Que te ajudem a construir sua marca/empresa
    • Mostre seu lado humano

    Junto a esta realidade, encontraremos o conceito “revendedor chic” ou “smart shopping”. Nosso cliente e nosso canal devem perceber um feedback de satisfação muito superior ao preço pago. Não queremos pagar mais do que consideramos oportuno, e exigimos um tratamento sempre primoroso.

    • Blogs
    • Redes Sociais
    • Canais digitais de atendimento ao cliente
    • Social branding
    • Transparência
    • Liderança
    • Proximidade

    …estas são as ferramentas que nos ajudarão a alcançar este objetivo, que no final mostra  o que o mundo digital proporcionou: democratizar a recomendação. Tod@s somos importantes! :-)

     

    O presente é humano, o futuro é humano e hoje mais que nunca queremos ver o interesse da marca/empresa por nós.

    Começa a corrida de “lovemarks”. Está preparado para o desafio? :-)

     

     
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