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  • Ana Asuero 3:00 am em 23/07/2013 Permalink | Responder
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    O CEO precisa virar Social CEO 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Infografia Social CEO por CEO.com

    Num momento quando a vida pessoal e profissional virou social, perguntar se os CEO deveriam usar os meios sociais é desnecessário.

    O CEO deveria ser o primeiro em adquirir uma atitude social para ser seguido pelos demais funcionários. A direção precisa ser a primeira a estar convencida dos benefícios de ser uma empresa social para que os ‘genes sociais’ se espalhem por toda a organização. Se ele não dá protagonismo aos meios sociais, este tipo de comunicação interna dificilmente poderá expandir-se à empresa.

    No entanto, ainda encontramos CEOs que continuam sendo receosos a ser social CEOsUma pesquisa concluiu que apenas 29,7% dos CEOs da lista Fortune500 está presente em uma rede social.

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  • Juan Ignacio Barenys 3:00 am em 16/07/2013 Permalink | Responder
    Tags: comunicação, , comunicação oral   

    O Diretor e a comunicação oral: cinco premissas para falar em público 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Cada vez é mais valorizado, para as posições de Direção, um profissional que entre suas capacidades tenha a de se comunicar bemUm diretor passa a metade de seu tempo executando tarefas que envolvem falar. Para alcançar esse objetivo de falar bem, vamos estabelecer cinco premissas a serem consideradas. 

    1. Sempre temos um público. Falar em público não é uma tarefa de oradores profissionais nem de ocasiões excepcionais. Quando se fala é porque alguém vai ouvir nossas palavras e é preciso cuidar o conteúdo e a forma do discurso mesmo que este não seja pronunciado numa sala repleta de público e sim numa reunião de rotina de trabalho com uma equipe reduzida de colegas. 

    2. Falar em público é uma habilidade que pode ser treinada e aprendida. É muito frequente acreditar que falar em público é um dom que algumas pessoas têm a sorte de ter, desde o nascimento, e a outras lhes é negado. Isso não é verdade. A falar se aprende. Manejar os órgãos da voz, o conhecimento das palavras e seus significados, e adquirir as estruturas da linguagem, não é um fenômeno inerente ou de geração espontânea. É um processo progressivo ao longo da vida humana, que nunca finaliza. Com a prática, podemos chegar a ser capazes de fazer discursos longos e brilhantes, dotados de conteúdos adequados.

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  • Eduardo Zamora 3:00 am em 04/07/2013 Permalink | Responder
    Tags: comunicação, , gamificação, , , ,   

    Gamification: Um novo pilar da interação digital entre marcas e consumidores 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Um dos recursos mais atrativos para o relacionamento entre seres humanos é o jogo. Aplicado ao marketing digital, como uma marca pode usar o jogo para atrair seus consumidores?

    Isso é o que se chama gamification, também chamada ludificação. Dados interessantes:

    As pessoas se lembram de 20% do que escutaram, de 30% do que viram e ouviram e de 60% das coisas com que brincaram ou se relacionaram.

    Como desenvolver uma estratégia de gamification?

    1. Defina as metas e o alvo da estratégia. Que objetivos temos? O que queremos tornar lúdico?

    2. Decida para quem está voltado, quem se quer impactar.

    • Dominantes: Jogam para competir e ganhar.
    • Egocêntricos: Jogam para ser reconhecidos.
    • Socialites: Jogam para relacionar-se.
    • Exploradores: Jogam para descobrir as possibilidades e segredos do jogo.

    3. Saiba a motivação intrínseca do seu target. O que lhes motivam? Divertir-se, socializar-se, o prestígio ou compartilhar?

    4. Pesquise sobre os hábitos e tendências seguidas pelos seus consumidores para acertar na hora de criar uma experiência de jogo.

    5. Planeje a história ou conceito, para definir a experiência que será vivenciada.

    6. Faça o design do sistema de jogo, elementos de sua ambientação e as ferramentas para que seja um sucesso.

    7. Cuide da experiência de usuário. Encontre o equilíbrio entre a boa experiência e um nível de dificuldade adequado, nem tão simples que não apresente desafios, nem tão difícil que não possibilite avançar.

    Finalmente, deixamos aqui um exemplo claro, e de muito sucesso, desta tendência: o case de Greenpeace, que com sua estratégia de gamification conseguiu marcar a diferença.

    Eduardo Zamora (@amudiel) é Diretor estratégico na agência mexicana de comunicação integral ifahto. Há 12 anos tem a oportunidade de participar no conceito criativo e estratégico de campanhas de marketing integral para empresas de consumo massivo. Os principais objetivos alcançados com os clientes com que trabalhou foram: atingir os objetivos de vendas, lembrança de marca, aumento na participação de mercado e geração de percepção em meios digitais e tradicionais.

    Na sua empresa foram implementadas estratégias de gamification? Quais estratégias utilizaram? O resultado foi ou está sendo positivo? Conte para nós a sua experiência!

     

     
  • Sandra Bravo 3:00 am em 02/07/2013 Permalink | Responder
    Tags: , comunicação, , ,   

    Escutar ativamente é uma ferramenta de aprendizagem contínua 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    The art of conversation is being replaced by personal broadcasting. Escutei esta frase numa TED Talk de Julian Treasure sobre a importância de escutar ativamente, e não poderia concordar mais.

    Nós nos comunicamos constantemente mas poucas vezes escutamos. Escutar é muito mais do que o som que chega na orelha. Escutar é investir tempo nos demais, mudar o centro de atenção de nossa própria pessoa e se colocar no lugar dos que nos rodeiam.

    São tantas as mensagens e interferências que recebemos que não é fácil distinguir. Está comprovado que filtramos os conteúdos em função da nossa cultura e tudo isso marca a diferença entre o que ouvimos e em que prestamos atenção.

    A forma de encarar as coisas e o que acreditamos são fatores indispensáveis na comunicação. Nossa predisposição diante dos nossos interlocutores é uma condição imprescindível. A isso somamos a flexibilidade, a capacidade de deixar de lado o nosso conhecido ‘repertório’ de convicções para dar possibilidades a novas hipóteses.

    Escutar ativamente é a melhor ferramenta de aprendizagem contínua. Se não trabalhamos as nossas capacidades constantemente, ficaremos fechados nos nossos dogmas e limites.

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  • José Luis del Campo Villares 3:00 am em 04/06/2013 Permalink | Responder
    Tags: com, comunicação, , , , , , ,   

    Redes Sociais Corporativas: crescimento linear de pessoas e crescimento exponencial de talento 

    Tempo estimado de leitura: 9 minutos

    Uma das virtudes que pode ter uma organização na hora de aplicar uma adequada Rede Social Corporativa (RSC) é a de conseguir que diferentes pessoas da mesma dividam em um mesmo espaço conhecimentos e diferentes pontos de vista sobre uma mesma ideia.

    Talvez dois membros de uma organização nunca tenham partilhado ideias sobre um assunto em que trabalham ambos dentro de uma organização, tanto por circunstâncias físicas -por exemplo, porque os membros da organização trabalham em centros de trabalhos diferentes e com grande distância geográfica entre eles- ou por circunstâncias de tempo -já que cabe a possibilidade de que os turnos de  trabalho não coincidam nunca-.

    Neste contexto, pode dar-se a situação que membros de uma mesma organização que poderiam compartilhar conhecimentos com benefício tanto pessoais como para a sua empresa, nunca tenham entrado em contato nem compartilhado suas opiniões.

    A implantação de uma Rede Social Corporativa teria um papel fundamental nesta conjuntura, sendo um dos seus pontos principais, já que a soma linear das pessoas com determinados conhecimentos (talentos) acarretaria em um crescimento exponencial do talento na organização.

    Ao decidir implantar uma RSC na nossa organização, um dos principais objetivos deve de ser o de facilitar um espaço virtual colaborativo no qual diversos profissionais que trabalham em um produto, por exemplo, possam contribuir com a sua experiência e com ideias que beneficiarão a outros profissionais de sua área que estão trabalhando nesse produto em outros centros de trabalho e ainda a outros profissionais que trabalham neste produto desde outros meios.

    Parece algo mais complexo do que realmente o é e para isso nada melhor do que dar um exemplo para podermos observar como o crescimento resulta exponencial para a organização.

    Vamos supor que uma organização conta com sedes em diferentes partes do planeta como Europa, América do Norte e Ásia. Comercializam uma série de produtos e, neste exemplo, vamos considerar o produto A. Implantamos uma RSC para criar um ambiente de contato de profissionais de diferentes departamentos, por exemplo, os diretores de áreas.

    Quando um diretor da área de projeto de Ásia deste produto A entra na rede para compartilhar a experiência dos usuários finais que adquiriram esse produto, permite que o diretor de área de projeto de Europa e de América do Norte fiquem informados e possam trabalhar nesse produto para modificá-lo, se for o caso, fazendo melhorias que beneficiem seus clientes finais. Se nesse mesmo ponto de encontro participam também os diretores da área de marketing, eles poderão ver quais são os pontos fortes e poderão conseguir convencer o cliente final de todas as partes do mundo (marketing de apoio) para comprarem esse produto A. E se os diretores da área financeira também participam, poderão ver se existe a necessidade de aplicar diferentes preços ao produto em função da possível concorrência existente em cada parte do mundo.

    Com este simples exemplo podemos ver como o talento de um dos membros da organização, partilhado em um espaço comum aberto colaborativo, não só acarreta um crescimento linear do mesmo senão que também leva a um crescimento exponencial do talento que repercutirá em uma melhoria global da organização em diferentes escalas e conjuntamente. Isso é algo que dificilmente se consiga com um sistema tradicional de organização onde, com sorte, os departamentos se reúnem em uma convenção anual para expor suas ideias.

    A RSC que se implante precisa ter quatro pontos indispensáveis para que resulte uma verdadeira fonte de conhecimento colaborativo:
    • Aberta: isto é, que todos os membros da organização, com independência da área de trabalho dentro da mesma, mas que tenham o mesmo nível de responsabilidade hierárquica, possam entrar em qualquer momento para compartilhar uma ideia, um conhecimento,etc. algo que possa ser interessante para qualquer departamento e em qualquer parte da organização.
    • Colaborativa: que seja um ponto de encontro para debater e dividir conteúdos, não um espaço de rede social. Ou seja, implantar esta rede também requer cumprir alguns princípios de comportamento por parte dos seus participantes.
    • Atemporal: qualquer membro pode entrar para compartilhar algo que fique claramente definido para que os demais membros, quando decidam entrar, saibam sobre o tema e possam entrar a compartilhar, debater ou ampliar o conhecimento já deixado aqui por outro membro da organização.
    • Hierárquica: que a RSC implantada abra diferentes pontos de encontro onde possam participar diferentes profissionais de diferentes níveis de responsabilidade da organização.
    Como faria a implantação de uma RSC se eu fosse o responsável desta implantação na empresa?

    Primeiro, analisaria as atividades e departamentos que compõe a minha organização. Segundo, analisaria o nível hierárquico da minha staff. Terceiro, estabeleceria critérios que me permitissem criar diferentes pontos de encontro de profissionais da organização tanto em competências paralelas como transversais. Em outras palavras, por exemplo:

    • Pontos de encontro para os responsáveis de direção financeira, marketing, etc, compartilharem conhecimentos de vários centros de trabalho (competências paralelas).
    • Pontos de encontro para os mesmos níveis hierárquicos do mesmo centro de trabalho da organização compartilharem conhecimentos (competências transversais intracentros).
    • Pontos de encontro para os mesmos níveis hierárquicos de vários centros de trabalho compartilharem conhecimentos (competências transversais intercentros).

    Cada membro que entra a participar na RSC se responsabiliza de compartilhar seus conhecimentos em um ou mais dos centros implantados em função de a quem ele considere que lhe possam interessar.

    Claro está que isso implica formar previamente os participantes, mas o que também fica claro é que após implantado este sistema e esta RSC, o crescimento do talento dentro da organização é exponencial e não linear como o que  predomina nas organizações 1.0.

    Jose Luis del Campo Villares (@JoseLdelCampo) é Facilitador, Formador e Coach. Preocupa-se pelas pessoas e pela sua vida dentro das organizações; por isso é Consultor em Social Media e CEO de Socialmedia Network. Além de fazer diversas colaborações, escreve o seu próprio blog, recomendado pela Zyncro.

     
  • Javier Velilla 5:00 am em 23/04/2013 Permalink | Responder
    Tags: comunicação, , , , ,   

    O papel da marca nas organizações na nuvem 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    A empresa em rede é um modelo de organização intensiva em conhecimento, é descentralizada, com processos de troca de dados, com presença global e local, com talento conectado dentro e fora dos limites estritos da sociedade mercantil. A empresa em rede é definida pela capacidade de empregar as TIC graças a uma profunda transformação cultural e organizativa frente a um mercado complexo e exigente.

    É um fenômeno que cresce em todas as economias avançadas e que foi descrito por Manuel Castells em numerosos livros e artigos. Na mesma linha, Juan Freire e Antoni Gutierrez-Rubí afirmam no primeiro ponto de seu Manifesto Crowd que “os mercados são relações”.

    A organização em rede significa descentralizar: redes de unidades semiautônomas ou alianças estratégicas entre empresas. Entre as vantagens deste modelo destacam a adaptabilidade, a flexibilidade e a coordenação de objetivos, o conhecimento e a inovação em uma perspectiva tanto local como regional e global.

    Definitivamente, este tipo de empresa não se expressa com adjetivos como dentro/fora, perto/longe ou superior/inferior. Talvez porque tenham perdido esse capítulo do Bairro Sésamo ou o esqueceram. A busca de uma maior competitividade nos convida a utilizar este tipo de lógicas, que vêm acompanhadas, evidentemente, de um apoio nos meios e suportes na nuvem.

    A competitividade se movimenta em um clique: com distâncias e comportamentos novos. Esta lógica se baseia no conceito de rede, que descreve estruturas compostas por pessoas e organizações conectadas por um ou mais tipos de relações. A tecnologia evoluiu muito neste aspecto, mas a perspectiva de marca fez surgir algumas dúvidas bem oportunas. A maioria tem a ver com o equilíbrio entre consistência (controle, coesão, unicidade, homogeneidade…) e dispersão (nuvem, nodo, link, diversidade, rede…). Muitas empresas estão transitando sobre estas variáveis e o impacto na gestão de sua marca é evidente.

    Uma marca deve ser a junta de todos estes nodos e conexões. Uma marca define um horizonte para a organização e funciona como aglutinante porque estabelece o significado, a proposta de valor e os fatos e comportamentos que a sustentam. Quando toda a empresa está na nuvem, a marca deve ser o elemento que guia para dar consistência a todos os pontos de contato (marketing, recursos humanos, inovação…) e para garantir um enfoque compartilhado (objetivos, cultura corporativa, relatos…).

    As marcas sugerem cada vez mais um caminho, uma realidade que convida a todas as pessoas a transitar por diferentes plataformas, contextos e relatos difundidos. Diante de uma realidade dinâmica, experiencial e bidirecional, a marca se comporta como um agente facilitador e se expressa mais como território de marca (um espaço mental aberto dotado de diferentes realidades) do que como as legendárias USP (unique selling proposition).

    Um conselho para gerir uma marca na nuvem: enquanto tudo é periferia, a marca deve ser o centro. É a melhor maneira de gerar uma figura mental memorável (que distingue a marca do barulho), ajuda o consumidor a comprar (garantia e confiança) e sintoniza toda a organização em um ponto de vista inspirador.

    Javier Velilla (@javiervelilla) é Sócio e Diretor da consultora de comunicação estratégica Comuniza. É especialista em gestão de marca, planejamento e redes sociais e Docente para centros de formação universitária, para empresas e instituições, além de Pesquisador acadêmico e autor de um livro sobre branding

     

     
  • Cristina Aced 5:00 am em 17/04/2013 Permalink | Responder
    Tags: comunicação, , , , Redes Sociales, relações públicas 2.0,   

    Relações públicas 2.0: 6 princípios que continuam e 4 ideias novas 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Nota do editor: Hoje damos as boas-vindas como autora de nosso blog a Cristina Aced (@blogocorp), que vai nos falar sobre comunicação 2.0 e meios sociais. Estamos muito contentes pela sua participação. Obrigado Cristina!

    Existem seis princípios que qualquer responsável de comunicação deveria seguir:

    1. Dizer a verdade.
    2. Demostrá-lo com a atitude.
    3. Escutar o consumidor.
    4. Coordenar com visão de futuro.
    5. Realizar suas atividades de relações públicas como se toda a empresa dependesse disso.
    6. Manter a calma, ser paciente e conservar o bom humor.

    Na verdade, estes conselhos não são meus, mas de Arthur W. Page, que foi vice-presidente de relações públicas na American Telegraph and Telephone (AT&T) e contribuiu para o progresso das relações públicas modernas. Page foi um dos primeiros profissionais que entrou em uma empresa como responsável de comunicação, um costume muito normal na atualidade.

    Declarou estes princípios básicos no início do século XX, apesar de que poderiam ter sido escritos hoje mesmo. É um bom exemplo de que as bases da comunicação corporativa vão se mantendo e marcam a necessidade de conhecer a história para poder entender o presente (e o futuro).

    Em relações públicas há aspectos que seguem vigentes desde as origens mas também há outros que mudaram (como explico em Relações públicas 2.0. Como gerir a comunicação corporativa no ambiente digital S]). Com certeza a Internet e os meios sociais traçam um novo cenário comunicativo que é caracterizado por:

    • A conversa. Hoje em dia, os papéis de emissor e receptor se intercambiam continuamente. As empresas precisam deixar de se ver como simples emissoras de conteúdos e começar a escutar ativamente o seu público na Rede.
    • A colaboração aberta. Como diz Pierre Lévy, “ninguém sabe tudo, mas todo o mundo sabe algo”, e as novas plataformas digitais facilitam a troca de conhecimentos. Zyncro possibilita a criação de redes sociais corporativas que incentivam o trabalho colaborativo.
    • A economia da atenção. Vivemos cercados por um excesso de informação. Um exemplo: a cada minuto são somados 72 novas horas de vídeo em YouTube. Ter presença na Rede não é difícil, mas captar a atenção dos usuários não é fácil.
    • Os novos intermediários. Os meios sociais possibilitam alcançar os públicos de forma direta (algo fantástico para um comunicador!). No entanto, aparecem novos gatekeepers: as ferramentas sociais. Como explica Eli Pariser, estamos passando por um excesso de filtros. Tanto Google como Facebook aplicam filtros aos conteúdos que recebemos e muitas vezes não somos conscientes disso. Por exemplo, no Facebook veremos primeiro as atualizações das pessoas que normalmente clicamos mais ao “curtir” do que as atualizações de alguém que nunca interatuamos.

    Como vemos, os sites sociais oferecem novas oportunidades de comunicação e os profissionais das relações públicas precisam estar prontos para aproveitá-las. Claro que nem por isso podem esquecer os princípios básicos do bom comunicador: honestidade, veracidade, empatia… O que já foi dito pelo Arthur W. Page no princípio do século XX.

    Cristina Aced (@blogocorp) é jornalista e consultora de comunicação. Está especializada em meios digitais e publicou vários livros sobre este tema. O último livro chama-se “Relaciones públicas 2.0. Cómo gestionar la comunicación corporativa en el entorno digital” (Editorial da UOC, Universitat Oberta de Catalunya). Colabora como docente na Universitat Pompeu Fabra, na UOC e na Universitat Abat Oliba (todas em Barcelona), entre outras. Escreve desde 2006 em Blog-o-corp.

     
  • Gorka Zumeta 1:34 pm em 09/02/2012 Permalink | Responder
    Tags: comunicação, , , ,   

    A comunicação Interna, chave para o sucesso empresarial. 

    tempo de leitura: 10 minutos

    Nota do Editor: Hoje na ZyncroBlog compartilhamos com vocês um magnifico artigo de Gorka Zumeta, e lhe agradecemos muito que nos tenha permitido reproduzir na íntegra. Como sabes, na Zyncro trabalhamos cada dia para fornecer ferramentas que facilitem uma comunicação interna que flua muito melhor.

    Gorka Zumeta tem licenciatura em Ciência da informática pela Universidade de Navarra, PDD pela IESE Business School, e desenvolveu seu trabalho profissional principalmente na Cadena SER. É especialista em comunicação Corporativa (interna/externa) e serve como professor de comunicação na escola de marketing ESIC e como professor de radio na CES, ambas em Madrid.

    Neste post, publicado em seu blog, Gorka nos fala a fundo sobre a importância da comunicação interna como chave para o sucesso empresarial. Agradecemos muito a Gorka que nos tenha permitido reproduzi-lo na integra, logo abaixo.

    “A comunicação interna, chave para o sucesso  empresarial”

    Comunicación Interna

    O titulo já contem em si mesmo uma intenção clara: apostar nesta ferramenta para alcançar conquistas notáveis dos objetivos da companhia. Uma manchete que necessita no começo invariavelmente associada a um outro conceito que os empregadores tem dificuldade  para assimilar: a comunicação em geral, a interna e a externa em particular, nunca podem indentificar-se com “custo”; mas pelo contrario, com “investimento”.

    As companhias tem que investir em matéria prima, a tecnologia, o consumo energético sustentável, mas a parte fundamental, para que todos funcionem melhor, é a comunicação interna.Não é só o melhor investimento, sobre tudo é o Primeiro.

    Se fala agora, nas teorias modernas, da Comunicação Interna 2.0, baseada em uma grande parte dos instrumentos que o novo meio tecnológico põe a nossa disposição, com um papel especial dos novos canais de comunicação pessoal.

    Os responsáveis pela Comunicação interna, assim, se vem e vai marcando a evolução tecnológica que certamente, não para de avançar.

    E é certo, não vou afirmar o contrario, que estas ferramentas favorecem a comunicação e, se fizer uso adequado delas, podem alcançar uma maior eficiência neste processo estabelecido entre a companhia e seus trabalhadores.

    Objetivos e estratégias da Comunicação Interna

    O objetivo principal da Comunicação Interna em qualquer companhia, independentemente de seu tamanho, persegue a criação de uma cultura corporativa, promovendo um orgulho de prioridades da empresa e portanto um maior investimento do trabalhador com os objetivos da companhia. No geral, se trata de motivar os trabalhadores, algo que, incidentalmente, só pode ser de cima para baixo, nunca o inverso.

    Para desenvolver estes objetivos, a comunicação interna utiliza diversas estratégias que tendem para o mesmo destino:

    • Fazer mais para conciliar a vida profissional da pessoal
    • Promover a retenção de talentos, estimulando o trabalho em equipe
    • Economia através de uma melhor gestão dos recursos
    • Melhorar a imagem publica da companhia
    • Gerenciar o conhecimento
    • Apoiar a livre circulação de informação sobre o processo da empresa.

    A comunicação interna, creio que é de sentido comum, ajuda a reduzir a insegurança e a prevenir os temidos ‘rumores’, um dos principais inimigos de qualquer empresa.

    Em todos os manuais sobre ‘Comunicação interna’ se citam como realização conceitos como a ‘missão da companhia’ , ou ‘ a lealdade do empregado‘, identificando este como o ‘ cliente interno’.

    Ou seja, segundo esta teoria, a empresa não só quer vender seus produtos ao exterior, mas também vende-los a sua própria equipe.

    Logo analisaremos este aspecto tão delicado.

    Temos passado por aqui as linhas principais da teoria marcada pela Comunicação Interna. Mas qual é o real meio em que se movem as empresas neste campo hoje em dia?

    Lamentavelmente, a crise esta provocando o desaparecimento de milhões de pymes e a reorganização de modelos nas grandes companhias, o que em muitos casos se traduz em ERE’s em massa.

    Não se trata  do melhor contexto para pedir motivações, fidelidades, identificações, etc., ao trabalhador com respeito a sua empresa.

    Comunicação Interna em crise

    As circunstancias que vive o mundo das empresas, imersas em anos de rescisão e crises, obrigam a mudar os parâmetros com que se movem em sua relação com os empregados. Neste contexto é fatal  a ausência de informação.

    O silencio não faz mais que alimentar os rumores e com isto se gera medo, a pior sensação que deve ter em uma companhia. Caso tenha medo, instabilidade, incerteza, insegurança é mais que provável que acelere o processo de encerramento.

    Portanto, o primeiro objetivo é manter a qualquer custo informações sobre o andamento dos negócios, é o sustento da empresa.

    Mas o fato de que flua a informação, não supõe automaticamente que exista uma boa comunicação. Esta inclui outros fatores, mas alem da pura transmissão de dados.

    acuerdoA Comunicação Interna 2.0 está comprometido em uma situação de crise. Não é suficiente recorrer a esta nova formula tecnológica para tranquilizar os trabalhadores de uma empresa cuja a sobrevivência esta por um fio. 

    Nenhum funcionário vai navegar na internet para lhe dar a má notícia de que o mês que vem irá se juntar as filas dos desempregados. E que mais de um foi relatado para ser demitido por e-mail ( ou por Fax).

    Estes casos deveriam ser expostos em praça publica para escárnio de quem os comete e demonstra sua absoluta falta não só de profissionalidade em seu cargo diretor, mas sua mínima condição humana ao tratar seus semelhantes.

    O caso Spanair

    Em uma recente interrupção de atividades da companhia aérea Spanair, que recebeu ajuda econômica do Ajuntamento de Barcelona e do Governo de Catalunya, se aprecia, desde fora, uma falta absoluta de transparência interna.

    A falta de recursos da companhia era vox pópuli, mas nada podia prever um final tão apressado e eminente. Os diretores – com o empresário Ferran Soriano a frente – reconheceram que suspenderam os vôos ‘de segurança’, porque os trabalhadores “estavam nervosos”. Um sintoma determinante da falta de uma politica de Comunicação Interna eficaz.

    Como não iriam estar nervosos se o salvador da companhia, Qatar Airways, anunciou finalmente que não entraria como sócio na Spanair!A delicada situação financeira que atravessava a companhia aérea catalana, com dívidas de mais de 300 milhões de euros, sem linhas de credito e com vias publicas ( Governo) esgotados, o havia conduzido a falta de dinheiro para comprar estoques de combustível.

    Neste contexto, se fazia impresindivel não só a informação, mas a comunicação fluida entre direção e comitê da empresa.

    Talvez a situação da Spanair era já irreversível e não cabia outra saída do que encerrar, mas igualmente é certo que seu principal gestor, Ferrán Soriano, ao que se atribui um saldo inicial de 600.000 euros, reduzido logo para a metade para poder combinar esta responsabilidade com o resto da sua rede de empresas ( ou seja, 300.000 euros por sua dedicação parcial),  observaram o declínio no faturamento da empresa muito antes do dia 28 de janeiro em que decidiu parar de trabalhar.

     

    O progresso descendente de entrada e a falta de competitividade da empresa requeriam medidas de  ajuste muito antes, por não falar da falta de controle exercido pelos administradores catalanos sobre a ajuda econômica concedida a Spanair.

    A atividade econômica da Spanair se havia deteriorado muito antes de janeiro, é de agosto de 2011, com toda segurança . E inclusive antes. Mas os trabalhadores precisavam de informações fidedignas dos progressos de sua empresa, viviam e trabalhavam na ignorância, fora a evolução da conta de resultados e, portanto, do seu futuro. Como poderiam ter corrigido esse conflito?

    Não há regras infalíveis, logo; mas considero que a comunicação interna – inexistente neste caso tão flagrante – era, modestamente, uma de suas chaves de sucesso. Não estava e nem se esperava, e se não estava, era completamente quimérica.

    O exemplo dos pequenos

    Em ultima estância, a Comunicação Interna é o salva-vida para sobrevivência da empresa.

    Sem citar nomes, vou me referir a dois casos que eu conheço diretos das PME que operam em Euskadi, cuja base industrial tornou a crise menos violenta do que no resto do estado.

    Em ambos os casos, a Comunicação Interna – e não a comunicação interna 2.0, com todo meu respeito – que sua atividade continue, apesar de ter sido diretamente ameaçada de fechar.

    Em um caso eram dez operários mas o gerente e o administrador, irmãos; e em outro quatro trabalhadores e o proprietário, que também trabalhava com eles. Os dois exemplos retirados do setor da maquina-ferramenta, a comunicação entre todos era fluida.

    Sem chegar a forjar grandes amizades entre eles, a relação no caso da segunda empresa, o ambiente mais familiar, excedeu em muito a frieza do empregador-trabalhador.

    Dada a queda na renda, todos, empresários e trabalhadores se puseram de acordo para reduzir seus salários, de acordo com a conta de resultados. A decisão foi tomada com os valores a frente.

    Foi a vontade de continuar por parte de todos e a decisão se tomou de maneira unânime. Em ambos os casos, a decisão foi correta porque em ambos o exemplo da situação, graças ao mercado internacional onde são introduzidos, lhe permitiram recuperar posições.

    “Em casa de ferreiro, espeto de pau”

    As empresas cujo objetivo corporativo se desenvolve dentro do âmbito da comunicação deveriam, por simples coerência, praticar a comunicação em casa.Confidencial

    Mas, longe de cumprir com este desiderato, exercem e alimentam o rumor e a desinformação.

    Os ‘Confidenciais’, que preenche a internet com suas noticias – algumas interessadas,outras intoxicadas – cumprem com o papel de intranet em muitas companhias periodisticas. Seus empregados lhe conferem a credibilidade que não são capazes de ganhar seus direitos.

    Para piorar a situação, em algumas empresas, a veracidade de algumas destas noticias apontam que suas fontes pertencem ao staff de algumas companhias, pelo o nível de informação que manejam. Me consta que em algumas empresas se busca o topo, ou topos, e em outras já descobriram.

    Mover-se nesta estratégia é, sem duvida, o maior erro em que pode incorrer uma companhia. E assim seu objetivo é, precisamente, a comunicação. Muitas vezes, as paginas de jornais dedicado a esta seção ‘Comunicação’, mantém um duplo objetivo: louvar e elogiar as próprias ações e atacar contra o funcionamento da concorrência.

    Basta observar, por exemplo, as paginas dedicadas ao El País e El Mundo e vice e versa. O ataque não só prejudica um ao outro, mas, por extensão, ao prestigio e a credibilidade de toda a profissão.

    Comunicación

    A comunicação Interna, imprescindível em tempos de crise

    Uma coisa é a teoria outra é como se aplica na pratica. A politica de gestos, de um e outro, empresários e trabalhadores, implica na aceitação conjunta de um contexto adverso e a resposta unívoco ao desafio.

    Um empresário não pode fazer alarde de sua posição econômica, exibição publica na janela, quando a companhia que dirige atravessa uma má situação financeira.

    Ao mesmo tempo, não se pode pedir fidelidade quando a empresa decide aplicar um ERE não para garantir sua sobrevivência, senão para manter sua margem de beneficios. De igual forma, os trabalhadores não podem responder com um ataque galopante a intransigência da direção da empresa.

    A crise esta obrigando as partes a entender-se. A situação – a sobrevivencia- lhe condena a por-se de acordo. Mas se não há comunicação, se não há informação, o caminho do entendimento se apresenta como caso impossível. É certo que o tamanho da empresa pode condicionar o progresso da política de Comunicação Interna.

    Pode resultar, a primeira vista, mais fácil estar de acordo com uns poucos que fazem quando as partes somam a vários centos, ou milhares de trabalhadores. Mas há o conhecimento e o dom de oportunidade para os sócios. As vezes, em seu estagio mais básico, a Comunicação Interna se reduz a falar e a entender. Não lhe damos muitas mais voltas.

     
  • Patricia Fernandez Carrelo 10:00 am em 16/12/2011 Permalink | Responder
    Tags: comunicação, ,   

    A excelência na comunicação tem seu prêmio. 

    Tempo de leitura: 3 minutos

    Ontem, 15 de dezembro, foram anunciados os ganhadores do “Premio Nacional de comunicação 2011” do Governo de Catalunya. Felizmente para  Zyncro, Dídac Lee , nosso fundador, foi premiado com o premio na  categoria Internet .

    Didac Lee (FCB Photo)

    Qual é a razão para a premiar  uma figura como Didac Lee?
    Comunicação hoje em dia variou em seus padrões e formas, evoluindo para uma estrutura mais horizontal, em que qualquer pessoa com acesso à internet é capaz de gerar e,  acima de tudo, publicar e divulgar o conteúdo e  fornecer  sua opnião sobre atualidade e a vida. Os blogueiros tem sido consagrado como o quinto poder, com a capacidade de contribuir com dados novos e novas perspectivas do que está acontecendo ao nosso redor.
    Didac Lee é uma figura de seus próprios canais de comunicação social ( Twitter , Facebook …), através de suas empresas como a Zyncro (que como você sabe defende a otimização de comunicação corporativa) ou dentro da entidade de Futebol Club Barcelona , democratizou os fluxos informativos e tem trabalhado sempre para compartilhar conhecimento e otimizar esses fluxos.

    Agora, o Governo reconhece os seus esforços de comunicação através da concessão (concedidos) deste prêmio.

    Obrigado e parabéns, Didac, por comunicar e por comunicar-nos.

    O ato das entregas dos prêmios será na quinta-feira 22 de dezembro no Palácio do Governo de Catalunya, às 19:00.

    Desde a Zyncro aplaudimos este reconhecimento e  trabalhamos para que essa via de comunicação que é feita por Didac se faça cada dia mais aparente e real dentro das organizações para melhorar a produtividade, a competitividade e todos os processos empresariais e de nível global. Comunicando se entende o povo.

     
  • Patricia Fernandez Carrelo 9:49 am em 05/12/2011 Permalink | Responder
    Tags: comunicação, ,   

    O mundo da Social Media em 2011. E minha empresa, como fica? 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Descobri esse vídeo infográfico com a situação atual do mundo da Social Media em 2011. Os dados são esmagadores: Facebook, Twitter, LinkedIn, YouTube… estão inseridos em nossas vidas e nas nossas relações pessoais como canais básicos de comunicação. Você não se identifica com isso?

    E minha empresa, como fica?

    Nesse vídeo estão os dados, mas como relacioná-los com a sua empresa é uma responsabilidade sua. Os modelos de comunicação social já estão implantados em nossa vida pessoal, agora existem as opções:

      1. Negar as evidências e rejeitá-las no aspecto profissional 

      2. Usá-las em seu benefício e incorporá-las ao seu trabalho

    Escolheu o segundo? Então não deixe de provar a Zyncro. A Social Media aplicada ao mundo da empresa.

     

     
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