Com as tags: empreendedores RSS

  • Sara Jurado 9:00 am em 13/08/2013 Permalink | Responder
    Tags: empreendedores, , tendência   

    Sistemas de trabalho baseados na inovação do talento: o intraempreendedorismo 

    Tempo estimado  de leitura: 4 minutos

    A demanda atual no mercado de trabalho é de versatilidade e criatividade. As carreiras profissionais são cada vez menos uniformes e ser flexível é essencial para conseguir encontrar saídas de sucesso dentro do mercado existente.

    Os intraempreendedores ou empreendedores dentro do trabalho combinam uma atitude voltada à colaboração e o fato de serem knowmads. São pessoas que executam suas ideias de forma tão independente que chegam a ser capazes de causar mudanças a longo prazo na organização, envolvendo outras pessoas e conquistando novos adeptos através de sua visão de negócio inovadora.

    (Mais …)

     
  • José Luis del Campo Villares 12:00 pm em 19/02/2013 Permalink | Responder
    Tags: empreendedores,   

    Empreender dentro da própria empresa 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    A verdade é que normalmente nós relacionamos a figura do ‘empreendedor’ ao freelancer que começa com muitíssima garra um negócio, uma atividade empresarial ou uma aventura empreendedora. Ou seja, o velho e conhecido profissional liberal para muitos.

    Mas se entramos realmente na essência do que significa empreender, isto é, nas características psicossociais do que é um empreendedor, apenas um dos pontos indica que deve ser uma pessoa que “abre” um negócio próprio. Portanto, a ideia que se espalhou nos últimos anos de que empreendedor é sinônimo de criador de um negócio ou atividade é uma mera simplificação do perfil e das capacidades de um empreendedor.

    O empreendedor é também uma pessoa que luta para a sua atividade ser essencial para seu cliente e que ele se encontre em qualquer momento bem atendido. O empreendedor é minucioso e meticuloso no que faz e até mesmo se isola do seu meio para atingir o objetivo marcado, com espírito inovador…. O que precisamos diferenciar é o que identificamos nos dias de hoje como empreendedor, a pessoa, e o que é uma pessoa com espírito empreendedor, com as respectivas particularidades na forma de trabalhar ou de pensar que possui uma pessoa de tais características.

    Se focamos no segundo caso por que não existiria empreendedores nas folhas de pagamento das empresas? Por acaso não poderíamos dizer que os membros dos departamentos de I+D+i das empresas possuem um lado forte de empreendedorismo? Por que um empreendedor não pode ser um assalariado de uma empresa? Vamos usar como exemplo Albert Einstein, uma pessoa de curiosidade empreendedora: vocês sabiam que enquanto ele pesquisava, trabalhava em uma empresa estatal? (quando era ainda um jovem físico desconhecido, era funcionário da Oficina de Patentes de Berna e publicou a teoria da relatividade especial).

    A curiosidade intrínseca na personalidade de um empreendedor, a forma de focar as coisas, a forma de atuar e pensar, não são exclusivas dos freelancers, também podemos encontrá-las em trabalhadores assalariados.

    A grande diferença entre ambos os casos é o grau de envolvimento com o projeto desenvolvido já que, quando se é freelancer, não é apenas o seu trabalho, é uma vida inteira girando em volta da atividade; por outro lado, ao ser um trabalhador assalariado de uma empresa, o compromisso está relacionado ao cargo, ao salário e aos deveres e obrigações, mas a vida não gira em volta do que se faz.

    Por isso, apesar de que para muitos seja impossível, sim que podemos dizer que há empreendedores dentro das empresas, e é este coletivo humano que o departamento de RRHH das organizações precisa encontrar, proteger e mimar, já que eles formam o verdadeiro talento das organizações e, infelizmente no nosso país, sempre estiveram menosprezados. Isso se dá porque os empresários que temos optaram por trabalhadores pouco criativos, dóceis e obedientes ao invés de funcionários com iniciativa e empreendedores que, em algum momento, podem bater de frente com os chefes.

    Como estimular a cultura empreendedora dentro de nossas empresas e trabalhadores?

    Motivação, assertividade, empatia, escutar (não apenas ouvir) o que eles têm a dizer, fazê-los participar do sucesso da empresa, valorar o que está bem feito… tudo o que, ao final, deveria ser habitual mas que, infelizmente, os chefes das empresas de nosso país deixaram de lado.

    José Luis del Campo Villares é Facilitador, Formador e Coach. Preocupa-se pelas pessoas e pela sua vida dentro das organizações; por isso é Consultor em Social Media e CEO de Socialmedia Network. Além de fazer diversas colaborações, escreve o seu próprio blog, recomendado pela Zyncro.

     

     
  • Sandra Bravo 9:00 am em 08/02/2013 Permalink | Responder
    Tags: empreendedores,   

    Um requisito imprescindível para empreender? Perder o medo de sonhar! 

    Tempo estimado de leitura+vídeo: 6 minutos

    Ultimamente anda circulando pela rede um vídeo com a voz em off de Alan Watts que compara a importância do dinheiro e afirma que é uma estupidez dedicar a nossa vida a fazer coisas que não gostamos para sermos capazes de continuar fazendo coisas que não gostamos e educar nossos filhos a seguir este caminho… O conceito não é novo, mas acho legal que de vez em quando alguma mensagem como esta consiga um efeito viral na rede. Esquecemos rapidamente as coisas boas da vida e com facilidade começamos a reclamar sem qualquer esperança no futuro, por isso é importante que alguém repita essas ideias a cada certo tempo. É justamente isso que vou fazer agora, mas antes deixo o vídeo para vocês verem do que estou falando:

    Sei perfeitamente que há pessoas passando uma fase realmente difícil agora e, evidentemente, têm todo o direito do mundo de se queixar, mas este pequeno post está dedicado para aos que de forma automática e repetitiva ficam presos na posição fácil de se resignar “ao momento difícil”, e entregam os pontos. Abrem mão dos seus sonhos ou talvez nem cheguem a sonhar… Como podemos esperar ser felizes se nem sequer nos permitimos viver primeiro?

    As escolas de negócios e universidades estão lotadas de cursos para empreendedores, onde tentam nos ensinar a fazer magníficos análises DAFO, planos de empresa e nos explicam como abrir um negócio seguindo alguns simples passos… Contrariamente, elas também estão sobrecarregadas de notícias sobre o elevado número de projetos que não conseguem chegar ao primeiro ano de vida. Talvez isso ocorra porque nos convencem de algumas atitudes empresariais sem reparar primeiramente em outros aspectos fundamentais e que aparentemente não têm nenhuma relação com a economia. Onde já se viu aprender na escola a ser feliz, a lidar com as nossas emoções, a se empolgar com novos desafios, a valorizar os pequenos prazeres da vida? Que professor dedicou suas horas a ensinar a sonhar, a pensar na liberdade e na criatividade sem o preconceito de seguir uma linha previamente existente? Quantos pais mostram aos seus filhos que devem aprender dos erros, a se levantar quando tropeçam e ver o aspecto positivo da queda; a dizer te amo e obrigado?

    Um ponto imprescindível para superar a crise que nos deixa a todos parados (e empreender) é superar a crise da felicidade, dos sonhos e das esperança em um futuro melhor. Isso é algo que devemos incorporar ao sistema educativo, à filosofia de trabalho de nossas empresas e às nossas relações pessoais… É possível aprender a ser otimista, a ser feliz, a saber o que queremos. Só depois disso seremos capazes de seguir em frente, como diz Alan Watts no vídeo, sem importar o que isso signifique. Faço o que você deseja! Porque se você realmente gostar disso, poderá virar um especialista no assunto e encontrar a maneira de viver disso. E agora vamos começar novamente do começo, o que você faria para ser feliz?

    Sandra Bravo é sócia fundadora de BraveSpinDoctors, consultoria de comunicação estratégica e marketing político.

     

     
  • Joe Zyncro 2:00 pm em 26/07/2012 Permalink | Responder
    Tags: empreendedores, empreender, , ,   

    Um empreendedor necessita muita motivação, garra e dedicação para seguir adiante 

    Tempo estimado de leitura: 10 minutos

    Nota do editor: O presente artigo é parte de uma entrevista realizada pela equipe de Eureka-Startups, plataforma especializada em informar sobre startups, projetos e negócios na internet levadas a cabo por empreendedores, a Dídac Lee, presidente e fundador de Zyncro. A plataforma Eureka-Startups conta com uma seção denominada #Arquímedes, onde entrevistam diferentes empreendedores que explicam suas vivências e experiência empreendedora. Consideramos oportuno incluir esta entrevista no nosso ZyncroBlog para todos os leitores que queiram conhecer mais profundamente a experiência empreendedora de Dídac e os primeiros passos de Zyncro. Nós da equipe de Zyncro queremos também aproveitar para parabenizar aos responsáveis de Eureka-Startups pela sua iniciativa de apoiar e difundir os empreendedores!

    Estimado Dídac, antes começar quero agradecer a oportunidade de fazer esta entrevista que tem o objetivo de ajudar os empreendedores em algumas questões básicas na hora de desenvolver e lançar uma startup. Você foi e ainda é um empreendedor, além de um investidor. Vamos conhecer primeiramente como tudo começou:

    Qual a sua formação?

    Estudei Engenharia Informática, Pós-graduação em Administração de Empresas e PDG em IESE. Mas quando me lancei como empreendedor, estava cursando Engenharia Informática e abandonei a faculdade no terceiro ano.

    Em quais empresas trabalhou antes de começar seu negócio?

    No restaurante dos meus pais em Figueiras (Gerona). Coloquei em andamento o meu primeiro projeto como empreendedor aos 21 anos e até aquele momento estava dedicado aos estudos. Também fui estagiário em uma empresa de gestão informática em Figueiras.

    O que o motivou ou deu o empurrão para você virar um empreendedor?

    A vontade de fazer algo interessante e motivante. Sonhava com criar produtos inovadores que fossem vendidos no mundo inteiro. E isso aconteceu!

    Há alguns dias publicamos Zyncro como #Eureka. Vamos conhecê-la um pouco mais:

    De onde saiu a ideia e como você detectou a oportunidade de negócio?

    Há muitos anos vinha observando que o trabalho colaborativo não era eficiente. As intranets, pensadas para resolver este problema, além de caras e difíceis de implementar, eram pouco usadas. No entanto, até minha mãe usa Facebook.

    Como evoluiu a ideia? Mudou de rumo muitas vezes?

    Muitíssimas. Fizemos várias tentativas e muitas modificações durante os últimos 8 anos para chegar a Zyncro de hoje. Sempre me baseei na ideia de criar una intranet mais fácil de usar e de ser desenvolvida, começando em 2003 com uma solução que se limitava ao e-mail e o site. Foi um fracasso total. A partir disso, tentamos criar um gestor de arquivos (como o Dropbox mas em versão corporativa) con backup online, sincronizador e várias outras funcionalidades, até chegar a uma camada social sobre o gestor de arquivos e administração de grupos, que é a base do Zyncro 3.4 atual.

    Quem são os seus sócios e quem é parte da equipe fundadora? Que papéis desempenham?

    Na minha opinião, uma startup inovadora possui duas partes principais importantes, o produto e as vendas. Eu desenvolvi o produto junto com a minha equipe de sempre. E Lluis Font desenvolveu a parte comercial, formando uma equipe humana extraordinária.

    Há alguns meses vocês lançaram uma excelente iniciativa dentro de Zyncro: o “Zyncro Developers Challenge” que seguramente ajudará muitos empreendedores. O que você pode nos contar sobre isso?

    Zyncro é uma empresa com um potente DNA empreendedor. Vemos Zyncro como uma plataforma de desenvolvimento sobre a qual é possível criar soluções verticais, que é o objetivo do Zyncro Developers Challenge.

    Em todas as nossas entrevistas, fazemos uma série de perguntas sobre como encontrar investidores. No seu caso e partindo do seu ponto de vista de investidor:

    Quais os deveres que já deveriam estar cumpridos pelos empreendedores quando o procuram?

    Não me considero um investidor, sou um empreendedor. Quando um empreendedor vai pedir um investimento, acho que é fundamental que ele seja capaz de explicar claramente e de forma bem simples qual é o problema do mercado, qual é o tamanho deste mercado, seu produto/solução, o que o diferencia dos seus concorrentes, qual é a sua proposta para os seguintes 12 meses e, acima de tudo, ele tem que ser capaz de montar uma equipe vencedora. Um investimento, mesmo que seja de risco, requer evidências em forma de experiência e compromisso da equipe, vendas, pré-vendas, etc.

    Quais são os erros mais comumente cometidos?

    Não sei responder isso de forma geral, mas posso contar para você os meus erros mais comuns. O principal é ir visitar um investidor sem ter uma boa preparação. Depois, não ser capaz de escutar com humildade o que eles pensam, para assimilar e aplicar medidas corretoras e, em terceiro lugar, ser incapaz de atrair talento de primeiro nível à equipe; se um empreendedor não consegue incorporar uma pessoa fora de série ao seu projeto, dificilmente convencerá o investidor.

    Quais são os aspectos que você mais valoriza em um projeto?

    A equipe. Pela sua capacidade de trabalho, humildade, motivação e pela sua bondade, isto é, boas pessoas boas, como diz um amigo meu.

    Na sua etapa empreendedora:

    Quais foram os principais obstáculos que teve que superar?

    A solidão e a incompreensão. Especialmente no principio, quando não existiam iniciativas de apoio para empreendedores e socialmente isso não estava tão de moda como agora. Todo o mundo que empreende em inovação, está em um âmbito desconhecido, e se começa de zero, provavelmente não possui contatos, dinheiro nem experiência. Foi preciso muita motivação, garra e horas de trabalho para seguir adiante.

    Tenho certeza que nesta sua longa trajetória, você cometeu erros. Se isso for verdade, tem algum que você gostaria de compartilhar para servir de lição aos empreendedores?

    Primeiro quero frisar que cometar erros é inevitável e é a melhor maneira de aprender, a melhor universidade. De cada erro se aprende uma lição, e para mim isso é realmente importante. Acho que um dos meus maiores error ocorreu após 5 anos do primeiro projeto; já tínhamos conseguido clientes, desenvolvido vários projetos que estavam funcionando muito bem e nos acomodamos. Passamos a desenvolver projetos no laboratório, esquecendo que “a verdade está aí fora”, como dizia Fox Mulder. Quando chegou a crise das pontocom, tivemos que nos lançar a vender. Desde então sempre levo em consideração que o mais importante é escutar o mercado e os clientes. Se você não sabe o que pensam e o que estão pedindo, poderá inventar, mas não inovar.

    Que conselhos daria a um empreendedor que está começando?

    Vou ser sincero, não gosto de dar conselhos, prefiro contar as lições que aprendi nestes anos criando startups. Mas se tivesse que dar um único conselho, recomendaria entrar em Youtube, buscar por “empreender” e encontrar infinitos conselhos para startups nas mais diferentes áreas.

     
  • Lluis Font 9:57 am em 31/01/2012 Permalink | Responder
    Tags: empreendedores, investimento, investimento da rodada,   

    A Zyncro encerra sua segunda rodada de financiamento. 


    De novo queremos compartilhar com voces as boas noticias que acompanham a Zyncro neste inicio de ano. Nesta ocasião, explicaremos que a Zyncro encerrou sua segunda rodada de financiamento no valor de 1,6 milhões de euros.

    Este número tambem nos permite continuar promovendo o desenvolvimento da Zyncro como rede social corporativa, tambem tem um valor especial que simboliza a crescente confiança de nossos investidores. E em especial, eu quero referir a Active Venture Partners, que se incorpora pela primeira vez, nesta segunda rodada, aos acionistas da Zyncro.

    Active que é uma das principais empresas internacionais  da capital de risco da Espanha, que se une a esta rodada aos socios atuais “La Caixa”, atraves do fundo Caixa Capital TiC; Cabiedes $ Partners, Perennius, Aniol e Xms, assim como a sociedade holandesa Nordhol.

    Para a Zyncro e o grupo inspirit ao qual pertencemos, o apoio de nossos investidores representa uma aprovação e um reconhecimento a boa tragetoria da empresa, que não deixou de crescer desde seu lançamento em 2008.

    Mas Tambem nos alegra muitissimo as palavras do co-fundador e socio diretor da Active Venture Partners, Richard Söderberg, que ao apreciar este investimento mencionou a Zyncro como a nova tendencia em redes sociais para as empresas seguirem no Facebook. ” A zyncro é uma referencia no conceito de Empresa 2.0 junto com a Rede social corporativa ela permite melhorar a colaboração interna e a gestão do conhecimento das companhias”, Disse Richard.

    Uma Visão com a qual estamos comprometidos 100%

    Como dizia, este novo financiamento servirá para dar um impulso as prioridades da companhia: O desenvolvimento dos produtos e a continuidade de seus processos de expansão.

    Em 2012 queremos estar mais zyncronizados do que nunca e não deixar de oferecer o melhor na nossa Rede Social Corporativa!

     
  • Marta Zaragoza 10:17 am em 27/01/2012 Permalink | Responder
    Tags: empreendedores, , , , ,   

    As regras de ouro para empreender na vida 

    Tempo de leitura: 5 minutos

    Fiz minha estréia na ZyncroBlog mostrando minha opinião sobre o que representa a iniciativa empreendedora em um sentido amplo . Desse modo, incentivava-os a empreender e realizar todas as iniciativas possíveis através de um caminho de aprendizagem constante que os permitam desenvolver novas e melhores capacidades.

    Recuperando a comparação que fizemos do caminho empreendedor com o jogo do ganso, hoje eu vou oferecer algumas das regras de ouro a levar em conta para poder cobrir todo o tabuleiro e conseguir sua missão e visão.

    Regras básicas que respondem os fatores que influenciam qualquer iniciativa empreendedora:

    Primeiro, a competência que temos e representam um conjunto integrado de conhecimentos, habilidades, aptidões e atitudes que colocam em jogo em qualquer situação ou atividade.

    Precisamos identificar todo o nosso capital de competência!

    O capital adquirido tanto em áreas formais como informais. O objetivo é projetar um plano de melhoria para nos ajudar a alcançar nossos objetivos, mas ser suficientemente inspirado e motivado para continuar a desenvolver as nossas competências profissionais e empresariais.

    Segundo lugar, os valores e crenças que nos limitam ou constituem uma barreira para as nossas iniciativas de negócios, algumas por conta própria outras impostas pelo meio.

    Assim, em favor do conforto e da qualidade de vida entendida como o nível de bens e serviços capazes de adquirir e consumir, temos adotado alguns comportamentos e atitudes caracterizadas por:

    • Almejar um sucesso estereotipado que nos impede qualquer iniciativa que implique em ir ao encontro de nossa própria concepção de sucesso;
    • Considerar que um emprego para toda a vida é a melhor opção para lidar;
    • Crer que em um emprego não nos pague para pensar e muito menos para propor e até realizar nossas próprias iniciativas:

    Ser verdadeiros/as interempreendedores/as!

    • Ou simplesmente escapar de todas as situações que coloquem risco e fracasso, renunciando assim o único fator na vida que implica em um autentico aprendizado.

    Todas estas crenças têm sido alimentadas, entre outros, por uma cultura corporativa hierárquica, autoritária e com um modelo de gestão de “recursos humanos” que precisamente não levou em conta que esses recursos eram “pessoas”.

    Pessoas com competências extraordinárias à espera de serem descobertas.

    E, também, dispostas a serem habilitadas para contribuir para o bom funcionamento das próprias empresas, com autonomia, iniciativa e criatividade.

    Em terceiro lugar, também cabe falar sobre o alinhamento com o ambiente. Isto envolve a capacidade de identificar e analisar todas as informações provenientes dos meios, econômicos, sócio-culturais, político, tecnológico, ambiental, etc. Com o fim de prever as ameaças e planejar medidas, bem como aproveitar oportunidades.

     

    Qualquer iniciativa de sucesso e com visão de futuro teria que garantir o bem-estar de todas as pessoas e cuidar do meio ambiente.

     

    Finalmente, e não menos importante, a cooperação e o trabalho em rede. Trabalhar em equipe com todos os interessados ​​e os capazes de iniciar projetos em conjunto, em todas as áreas. Certamente aqui o papel das Redes Sociais Corporativas para empresas, como a Zyncro é a chave que permite uma ótima gestão do conhecimento da empresa, facilitando a cooperação dentro e entre suas equipes.

    Para concluir, acredito sinceramente que o mais interessante e emocionante do caminho, não é chegar ao fim, mas poder desenvolver nossas habilidadescompartilhar sucessos obtidos , que estejam em sintonia com os nossos próprios valorescom o ambiente.

     

     
  • ZyncroBlog 11:45 am em 10/11/2011 Permalink | Responder
    Tags: , empreendedores, ,   

    Na vida, nos negócios… e no rio! 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Queridos leitores,

    Meu nome é Bartolomé Olivares, faço parte da Sys&App, uma empresa jovem que desenvolve sistemas e aplicativos móveis. Escrevo para este blog pela primeira vez a pedido da minha querida Patricia e hoje farei um paralelo simples sobre o mercado e como as equipes nas empresas nos auxiliam para alcançar objetivos.

    Sempre tive curiosidade sobre as equipes de remo que competem pelas universidades mais prestigiadas do mundo.

    O fijense em uma equipe de remo é a única pessoa olhando a frente, dirigindo o grupo formado por jovens, realizando uma atividade mecânica única e algumas vezes, linear, olhando para trás sem saber o que esperar, apenas vendo seu objetivo. Tudo isso acontece em um ambiente extremamente harmonioso, imóvel, constante, quase utópico.


    A medida que escrevo essas palavras, me dou conta do grande contraponto entre as equipes de remo e o mundo atual que nos rodeia. Um ambiente em constante mudança, que flui e varia a uma velocidade assombrosa, mas como os grandes rios bravos, cheios de pedras e obstáculos. Em um ambiente como este, é de vital importância que a equipe mire em seu objetivo a frente, mas também olhe para os lados e para trás, que toda a equipe se comunique, se ajude e coopere. Só a comunicação, o respeito e a ajuda de todo o grupo podem manter a embarcação à tona.

    O mundo não é uma corrida de remos, mas sim um verdadeiro rafting, então meus estimados leitoras: se preparem, tenham ânimo e vão para o RIO!

     
  • Ana Fernandéz 3:28 pm em 03/10/2011 Permalink | Responder
    Tags: , empreendedores,   

    Comercial 2.0: a cultura do esforço e o Cisne Negro 

    Tempo estimado de leitura: 6 minutos

    Cena do filme A Era do Gelo (nunca se renda!)

    Esse artigo é uma reflexão que surgiu ontem, domingo, enquanto assistia alguns filmes, como faço todos os domingos, porque cinema é uma das minhas paixões. Ultimamente, como tenho um filho de três anos, estou gostando de ver filmes infantis. Embora, pessoalmente, hajam alguns que nunca gostei.

    As séries infantis da minha época (e eu não sei se sou da geração X), sempre representavam que nossa infância era feliz, sem problemas e que tudo acabaria bem no final. E eu acredito sinceramente, que faltou que nos ensinassem a cultura do esforço. Para conseguir o que se quer, tem que se cair muitas vezes e voltar a levantar todos os dias e inclusive várias vezes ao dia. Agora estamos em uma crise mundial, e também e também há crises em nosso país. Todos os dias escuto muitos “comerciais” dizerem: não vendo por causa da crise. Eu não acredito nessa máxima, a “crise” parece ser a culpada por tudo. Com certeza, antes de haver a crise, quando ninguém vendia, a desculpa era outra.

    A palavra vem do latim crisis, e essa do grego krissis. A palavra grega foi derivada do verbo krinein (separar, julgar, decidir). O ideograma chines ilustra este conceito com as figuras: perigo e oportunidade.

    A “crise” é um momento de mudança, mas uma mudança que podemos transformar em positiva, isso sim, se estiver desposto a mudar. Todos temos que estar dispostos a mudar, nos preparar para o que isso significa e aceitar que toda mudança implica em esforço. As mudanças em geral nos preocupam, não gostamos delas, principalmente pelo esforço que requerem. Eu gosto de mudar a cada dia, a mudança é boa, mas é necessário tempo para agir e mudar. Basta olhar para trás para ganhar impulso. Eu lembro que meus pais se aposentaram na empresa em que trabalharam por mais de 20 anos, mas isso não acontecerá com a gente, e temos que estar conscientes disso, ou o medo de mudanças pode acabar sendo a desculpa para ficar para trás. A mudança está incluída no nosso DNA, embora não tenhamos sido educados para lidar com isso.

    Durante nossa infância ou adolescencia as maiores mudanças que tivemos foi ver televisão a cores, ter um Amstrad e depois um Windows 3.1.

    Agora a mudança está constantemente presente em nossas vidas e devemos transmitir e ensinar isso a nossos filhos para que que não passem pelas mesmas coisas que nós.

    Por isso, é de vital importância que as empresas estimulem as pessoas para que lutem e sempre olhem para frente. É importante trabalhar constantemente e com muita atenção a tudo que se passa ao seu redor para depois vender. Primeiro plantar para depois colher. Pedidos não vão cair do do céu, como chovem hambúrgueres em “Tá Chovendo Hambúrguer”, e por isso temos que sair e buscá-los. O espírito empreendedor é vital para as empresas, e o espírito conformista deve ser eliminado das equipes de trabalho. Nunca nada é suficiente, e todos os esforços são pouco para ir adiante. Nesse sentido, acredito que devemos nos ver refletidos no filme infantil “A Era do Gelo”, temos que ser o esquilo perseguindo a sua noz.

    Seguindo a linha do início do post, hoje eu volto a ver o filme Cisne Negro. O filme “apresenta o delírio de uma jovem que enfrenta o maior desafio da sua vida, decidida a sobreviver em um ambiente hostil, cheio de inveja e rancor, onde, contudo, descobre que não existe maior rival do que ela mesma” (citação do blogdecine.com). Com a alusão ao este filme não quero dizer que vamos ficar todos loucos, mas simplesmente que devemos lutar e superar. A competição está fora, mas se nós formos capazes de sermos os melhores, ninguém poderá nos superar. A luta e o trabalho vão ser o lema dos dias de hoje.

    Um comercial ou qualquer outro trabalhador do mundo 2.0 tem que participar dessa cultura da perseverança, do esforço, da superação, da inovação constante. É possível que essas características sejam básicas em um comercial desde sempre, mas agora, mais do que nunca, quando devemos dedicar nosso corpo, alma e tweets para conseguir que nossos clientes nos comprem, não apenas o serviço ou produto, mas também a marca e a empresa. Eles devem confiar em nós, perceber que trabalhamos por e para eles e que estamos a sua disposição, em um trabalho conjunto e constante, para conseguir os melhores resultados.

    Nós somos assim na Zyncro e é assim que queremos que sejam todas as empresas que adquirirem nossa solução. Potencializamos a comunicação, colaboração, produtividade e o trabalho bem feito para que as crises não seja negativas mas sim para que sejam oportunidades para todos.

    Espero que esta artigo os ajude a começar a semana com mais animo! Boa segunda-feira e boa crise!

     
    • Alexsandro 3:37 pm em 09/11/2011 Permalink | Responder

      Oi Ana , tudo bem ? Parabens pelo artigo, achei excelente! Tambem acredito que um esforço só se torna qualificado quando você assume a responsabilidade dos problemas que o cerca, se tornando protagonista do caminho a percorrer. E isso ocorre quando entendemos que as limitacoes nao estao fora, mas dentro de cada um de nós. Eu trabalho muito com a cultura do esforço , inclusive temos uma ferramenta ” http://www.midhascrm.com.br “que serve para medir o esforço comercial de uma equipe comercial ou mesmo profissional autonomo. Caso voçe possa avaliar nossa ferramenta, fique a vontade para acessar de forma gratuita, ficaremos gratos de poder contar com sua avaliação.

      Abraço e Sucesso nas Crises!

  • Didac Lee 11:45 am em 01/08/2011 Permalink | Responder
    Tags: empreendedores, ,   

    Conforto (ou o que está implícito ao deixar a “zona de conforto” e enfrentar novos desafios) 

    Tempo de leitura estimado: 4 minutos

    Falando de cultura do esforço, eu não saberia me definir como um grande trabalhador ou um grande preguiçoso. Quando se trabalha em algo que se gosta, talvez não seja um grande esforço dedicar ao trabalho tanto tempo da sua vida. É uma tendência natural quando fazemos algo que conhecemos bem, porque isso nos proporciona uma sensação de segurança no nosso dia a dia. Poderíamos até disfarçar essa sensação de bem-estar pensando que estamos agregando valor porque estamos focando em algo que fazemos bem.

    Na verdade, fazendo o que sempre fazemos, não aprendemos. Nós só crescemos e melhoramos quando realizamos uma atividade desconfortável e desafiante, quando pegamos o touro pelos chifres ou superamos uma fobia que estava em nosso caminho. E isso é aplicável não só ao crescimento pessoal, mas também em nosso desenvolvimento profissional. Ficar dentro da nossa zona de conforto nos limita, enquanto entrar em território desconhecido nos permite aprender, progredir, e nos conduz para longe da mediocridade.

    Há momentos em que deixar nossa zona de conforto exige esforço (como aprender um novo idioma). Mas há situações mais complicadas em que devemos confrontar diretamente como nossos medos (do desconhecido, da rejeição, de parecer ridículo, de não cumprir as expectativas que as pessoas têm sobre nós).

    No meu caso eu poderia dar muitos exemplos de como eu deixei a zona de conforto para enfrentar situações desconfortáveis durante toda a minha vida como empresário. Eu me sinto confortável trabalhando em uma nova startup e desenvolvendo produtos de tecnologia inovadora. Isso para mim não é tão complicado.

    No entanto, falar em público ou administrar as finanças da minha empresa me davam fobia, então eu sempre me esquivava dessas tarefas com desculpas. Fazer o que está fora da nossa zona de conforto muitas vezes pode causar grande ansiedade, e claro, nossa tendência é evitar estados de estresse e perturbação.

    É um equívoco pensar que deixar a zona de conforto significa trabalhar mais horas. Não se trata de trabalhar mais, mas sim de enfrentar novos desafios, e especialmente fazer o que nos é custoso. Como um atleta que progride quando confrontado com aqueles que são melhores do que ele, nós crescemos quando fazemos o nosso melhor e lutamos contra nossas imperfeições.

    O empreendedor deve viver quase permanentemente fora de sua zona de conforto, assim como enfrenta problemas diariamente nas diferentes áreas da sua vida. Isso também tem muito a ver com coragem e ser espontâneo para pular na piscina com a menor evidência de que há pouca água no fundo.

    É como meu amigo Sampi diz, faça algo desafiador todos os dias (deve ser algo novo), algo de extraordinário a cada semana (que deve ser prolongado até o limite) e algo memorável a cada mês (que pode ser sustentado ao longo do tempo).

     

    Coluna publicada em El Periódico de 19 de Julio de 2011

     

     
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