Com as tags: empreendedorismo RSS

  • Sara Jurado 9:00 am em 13/08/2013 Permalink | Responder
    Tags: , empreendedorismo, tendência   

    Sistemas de trabalho baseados na inovação do talento: o intraempreendedorismo 

    Tempo estimado  de leitura: 4 minutos

    A demanda atual no mercado de trabalho é de versatilidade e criatividade. As carreiras profissionais são cada vez menos uniformes e ser flexível é essencial para conseguir encontrar saídas de sucesso dentro do mercado existente.

    Os intraempreendedores ou empreendedores dentro do trabalho combinam uma atitude voltada à colaboração e o fato de serem knowmads. São pessoas que executam suas ideias de forma tão independente que chegam a ser capazes de causar mudanças a longo prazo na organização, envolvendo outras pessoas e conquistando novos adeptos através de sua visão de negócio inovadora.

    (Mais …)

     
  • José Luis del Campo Villares 12:00 pm em 19/02/2013 Permalink | Responder
    Tags: , empreendedorismo   

    Empreender dentro da própria empresa 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    A verdade é que normalmente nós relacionamos a figura do ‘empreendedor’ ao freelancer que começa com muitíssima garra um negócio, uma atividade empresarial ou uma aventura empreendedora. Ou seja, o velho e conhecido profissional liberal para muitos.

    Mas se entramos realmente na essência do que significa empreender, isto é, nas características psicossociais do que é um empreendedor, apenas um dos pontos indica que deve ser uma pessoa que “abre” um negócio próprio. Portanto, a ideia que se espalhou nos últimos anos de que empreendedor é sinônimo de criador de um negócio ou atividade é uma mera simplificação do perfil e das capacidades de um empreendedor.

    O empreendedor é também uma pessoa que luta para a sua atividade ser essencial para seu cliente e que ele se encontre em qualquer momento bem atendido. O empreendedor é minucioso e meticuloso no que faz e até mesmo se isola do seu meio para atingir o objetivo marcado, com espírito inovador…. O que precisamos diferenciar é o que identificamos nos dias de hoje como empreendedor, a pessoa, e o que é uma pessoa com espírito empreendedor, com as respectivas particularidades na forma de trabalhar ou de pensar que possui uma pessoa de tais características.

    Se focamos no segundo caso por que não existiria empreendedores nas folhas de pagamento das empresas? Por acaso não poderíamos dizer que os membros dos departamentos de I+D+i das empresas possuem um lado forte de empreendedorismo? Por que um empreendedor não pode ser um assalariado de uma empresa? Vamos usar como exemplo Albert Einstein, uma pessoa de curiosidade empreendedora: vocês sabiam que enquanto ele pesquisava, trabalhava em uma empresa estatal? (quando era ainda um jovem físico desconhecido, era funcionário da Oficina de Patentes de Berna e publicou a teoria da relatividade especial).

    A curiosidade intrínseca na personalidade de um empreendedor, a forma de focar as coisas, a forma de atuar e pensar, não são exclusivas dos freelancers, também podemos encontrá-las em trabalhadores assalariados.

    A grande diferença entre ambos os casos é o grau de envolvimento com o projeto desenvolvido já que, quando se é freelancer, não é apenas o seu trabalho, é uma vida inteira girando em volta da atividade; por outro lado, ao ser um trabalhador assalariado de uma empresa, o compromisso está relacionado ao cargo, ao salário e aos deveres e obrigações, mas a vida não gira em volta do que se faz.

    Por isso, apesar de que para muitos seja impossível, sim que podemos dizer que há empreendedores dentro das empresas, e é este coletivo humano que o departamento de RRHH das organizações precisa encontrar, proteger e mimar, já que eles formam o verdadeiro talento das organizações e, infelizmente no nosso país, sempre estiveram menosprezados. Isso se dá porque os empresários que temos optaram por trabalhadores pouco criativos, dóceis e obedientes ao invés de funcionários com iniciativa e empreendedores que, em algum momento, podem bater de frente com os chefes.

    Como estimular a cultura empreendedora dentro de nossas empresas e trabalhadores?

    Motivação, assertividade, empatia, escutar (não apenas ouvir) o que eles têm a dizer, fazê-los participar do sucesso da empresa, valorar o que está bem feito… tudo o que, ao final, deveria ser habitual mas que, infelizmente, os chefes das empresas de nosso país deixaram de lado.

    José Luis del Campo Villares é Facilitador, Formador e Coach. Preocupa-se pelas pessoas e pela sua vida dentro das organizações; por isso é Consultor em Social Media e CEO de Socialmedia Network. Além de fazer diversas colaborações, escreve o seu próprio blog, recomendado pela Zyncro.

     

     
  • Sandra Bravo 9:00 am em 08/02/2013 Permalink | Responder
    Tags: , empreendedorismo   

    Um requisito imprescindível para empreender? Perder o medo de sonhar! 

    Tempo estimado de leitura+vídeo: 6 minutos

    Ultimamente anda circulando pela rede um vídeo com a voz em off de Alan Watts que compara a importância do dinheiro e afirma que é uma estupidez dedicar a nossa vida a fazer coisas que não gostamos para sermos capazes de continuar fazendo coisas que não gostamos e educar nossos filhos a seguir este caminho… O conceito não é novo, mas acho legal que de vez em quando alguma mensagem como esta consiga um efeito viral na rede. Esquecemos rapidamente as coisas boas da vida e com facilidade começamos a reclamar sem qualquer esperança no futuro, por isso é importante que alguém repita essas ideias a cada certo tempo. É justamente isso que vou fazer agora, mas antes deixo o vídeo para vocês verem do que estou falando:

    Sei perfeitamente que há pessoas passando uma fase realmente difícil agora e, evidentemente, têm todo o direito do mundo de se queixar, mas este pequeno post está dedicado para aos que de forma automática e repetitiva ficam presos na posição fácil de se resignar “ao momento difícil”, e entregam os pontos. Abrem mão dos seus sonhos ou talvez nem cheguem a sonhar… Como podemos esperar ser felizes se nem sequer nos permitimos viver primeiro?

    As escolas de negócios e universidades estão lotadas de cursos para empreendedores, onde tentam nos ensinar a fazer magníficos análises DAFO, planos de empresa e nos explicam como abrir um negócio seguindo alguns simples passos… Contrariamente, elas também estão sobrecarregadas de notícias sobre o elevado número de projetos que não conseguem chegar ao primeiro ano de vida. Talvez isso ocorra porque nos convencem de algumas atitudes empresariais sem reparar primeiramente em outros aspectos fundamentais e que aparentemente não têm nenhuma relação com a economia. Onde já se viu aprender na escola a ser feliz, a lidar com as nossas emoções, a se empolgar com novos desafios, a valorizar os pequenos prazeres da vida? Que professor dedicou suas horas a ensinar a sonhar, a pensar na liberdade e na criatividade sem o preconceito de seguir uma linha previamente existente? Quantos pais mostram aos seus filhos que devem aprender dos erros, a se levantar quando tropeçam e ver o aspecto positivo da queda; a dizer te amo e obrigado?

    Um ponto imprescindível para superar a crise que nos deixa a todos parados (e empreender) é superar a crise da felicidade, dos sonhos e das esperança em um futuro melhor. Isso é algo que devemos incorporar ao sistema educativo, à filosofia de trabalho de nossas empresas e às nossas relações pessoais… É possível aprender a ser otimista, a ser feliz, a saber o que queremos. Só depois disso seremos capazes de seguir em frente, como diz Alan Watts no vídeo, sem importar o que isso signifique. Faço o que você deseja! Porque se você realmente gostar disso, poderá virar um especialista no assunto e encontrar a maneira de viver disso. E agora vamos começar novamente do começo, o que você faria para ser feliz?

    Sandra Bravo é sócia fundadora de BraveSpinDoctors, consultoria de comunicação estratégica e marketing político.

     

     
  • Joan Alvares 9:00 am em 22/11/2012 Permalink | Responder
    Tags: empreendedorismo,   

    Empresário ou empreendedor? 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Alguns poderiam pensar que são duas formas de dizer o mesmo. Ou que uma coisa leva à outra. Porém, nem todo empresário é empreendedor e nem todo empreendedor é empresário. Não é empreendedor aquele que herda uma empresa familiar criada pelo seu pai ou avó. Como não são empresários outros muitos que, apesar de terem deixado seu trabalho para se dedicar à sua vocação, arriscando toda a sua poupança em uma ideia, não possuem uma empresa constituída. Alguns nunca chegarão a fazê-lo, mas isso não impede a sua condição de empreendedores.

    Provavelmente “empreendedor” é um destes vocábulos que estão tão batidos que passam desapercebidos aos nossos ouvidos. Em qualquer acontecimento acadêmico, congresso profissional ou em incubadoras de empresas, é citado continuamente, de uma forma quase obscena. Como se empreender fosse uma finalidade em si mesma. Ou a única solução à crise econômica mundial. Como se as pessoas que voluntariamente optaram por trabalhar em uma empresa tivessem praticamente que pedir desculpas. Buscam-se corajosos, otimistas, visionários. E lhes incentivam a pensar grande, a inventar o próximo Facebook; a fundar companhias que cresçam de um mês para o outro, gerem muitíssimos empregos, produzam enormes contas de exploração e fiquem com o ego e os bolsos bem fornidos. Em poucas palavras: se considera óbvio que o empreendedor, para estar realizado, deve almejar tornar-se um grande empresário. O que provavelmente tem mais a ver com ser um bom administrador do que com ser um visionário. É surpreendente, por exemplo, que as melhores escolas de negócio na Espanha, ao contrário das dos Estados Unidos, formem tantos executivos e tão poucos empreendedores.

    É famosa a frase que Steve Jobs usou, nos anos 80, para instigar John Sculley, naquele então CEO da Pepsi, a aceitar o cargo de diretor general da Apple: “você pode continuar vendendo água açucarada ou vir mudar o mundo conosco”. Não lhe ofereceu um pacote de ações, nem um salário maior ou trabalhar com comida gourmet. Prometeu uma atitude. Era a atitude de um empreendedor por cima da de um alto executivo. Um empreendedor posteriormente transformado em proprietário maioritário da empresa mais valiosa do mundo, mas que optou por entrar na história como visionário e não como empresário. Sua contínua necessidade de reinventar a Apple, ou durante uma etapa Next e Pixar, são a prova disso. Podemos talvez concluir que o segredo para empreender com sucesso está nisso: em nunca deixar de ser o mesmo empreendedor do primeiro dia.

    Joan Alvares é sócio-diretor de Poko e professor do Istituto Europeo di Design

     

     
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