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  • Jeroen Sangers 5:00 am em 22/04/2013 Permalink | Responder
    Tags: Empresa, , , ,   

    2 chaves para a produtividade em equipe 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Nota do editor: Hoje damos as boas-vindas a um novo autor para nosso blog. Jeroen Sangers (@JeroenSangers) é consultor de produtividade pessoal e autor do blog El Canasto. É especialista em técnicas modernas de gestão de tempo, ações e atenção e oferece formação, consultoria e palestras sobre um forma mais inteligente de trabalhar e viver.

    Qualquer treinador de um time sabe: mesmo que todos os jogadores sejam estrelas, isso não dá garantias da vitória. Com certeza você vê como os grandes clubes de futebol, gastando milhões de euros para contratar os melhores jogadores, as vezes acabam a temporada numa posição pior que a do ano anterior. Para que um time funcione, necessitamos mais que bons resultados a nível individual.

    A produtividade pessoal

    Ninguém trabalha sozinho. Apesar de tentarmos fazer todas as nossas tarefas da melhor maneira possível e com a máxima eficácia, para muitas coisas dependemos de nossos colegas. O desenvolvedor de websites precisa dos textos do copywriter, o vendedor precisa dos folhetos do departamento de marketing, o diretor de marketing precisa do estado de produção dos novos produtos, etc.

    Até pode ser que trabalhemos de forma eficaz, mas se os companheiros são caóticos, não terá sentido sermos produtivos.

    A realidad é que não se pode extrapolar a produtividade pessoal à eficácia de grupos de trabalho. Quais são as duas chaves para a produtividade em grupo?

    1. Papéis e responsabilidades

    Na minha opinião, o mais importante para construir uma equipe produtiva é conhecer bem aos demais membros do grupo. Cada pessoa é diferente e tem pontos fortes, fracos e sua forma de ser. Assim como as distintas posições num time de futebol, um grupo de trabalho funciona melhor se possui pessoas de vários perfis. Cada equipe necessita um líder, uma pessoa criativa, alguém que cuide das relações, alguém que diretamente põe mãos à obra, etc.

    Nos anos 70, o Dr. Meredith Belbin desenvolveu um modelo de 9 papéis essenciais para cada equipe de trabalho. Podemos usar este modelo para identificar os papéis de cada membro e buscar as habilidades que faltam no nosso grupo de trabalho.

    2. Comunicação interna

    O segundo ponto chave para obter uma equipe altamente eficaz é a comunicação interna.

    O dilema é que por um lado queremos conhecer todas as ações, os projetos, as ideias e as preocupações de nossos companheiros, mas por outro não queremos perder tempo com informação inútil.

    Por isso é imprescindível estabelecer a melhor forma de comunicação para cada caso. Em muitas escritórios, ao ter uma pergunta para um colega, o costume é simplesmente se levantar e ir até a sua mesa. Fica claro que estamos causando uma enorme interrupção.

    É melhor usar um meio de comunicação menos intruso, como, por exemplo, o e-mail, a intranet ou uma rede social empresarial. Depois podemos chegar a um acordo para excepções em situações específicas: como nos comunicamos se necessitamos uma resposta ao instante? que meio de comunicação temos disponível para falar sobre assuntos delicados ou sobre nossas emoções?

    Não existe uma solução única. O segredo é saber quais são os meios de comunicação que temos disponíveis, conhecer os benefícios e os problemas de cada forma de comunicação e estabelecer um protocolo de comunicação interna com os demais membros da equipe de trabalho.

    Se queremos formar parte de um time produtivo e ganhar a Copa, precisamos conhecer bem a equipe e ter um canal de comunicação de alta qualidade.

     
  • Bill Cushard 5:00 am em 10/04/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , Empresa, , , redes sociales de empresa, vendas 2.0   

    Aperfeiçoe a formação em vendas com as Redes Sociais Corporativas 

    Tempo estimado de leitura: 9 minutos

    Nota do editor: Hoje temos o prazer de dar as boas-vindas a Bill Cushard (@billcush), novo autor de nosso Zyncro Blog. Bill é escritor, blogueiro e designer de experiências de aprendizagem (LX). Tem uma importante trajetória de destaque na criação de programas de aprendizagem que incorporam métodos de ensino semipresencial e social. Vocês podem segui-lo no Twitter ou no Google+.

    Segundo a ASTD (American Society for Training and Development), as empresas norte-americanas gastam ao ano 15 bilhões de dólares em cursos de formação de vendas que a maior parte do pessoal de vendas considera ineficazes ou pouco úteis. Este dado deveria deixar nervoso qualquer líder empresarial, já que lhes obriga a se perguntar o que estão recebendo em troca de um investimento tão pesado. E devemos levar em consideração que esta cifra corresponde apenas aos Estados Unidos, a quanto subiria se incluíssemos as empresas de todo o mundo? Devido ao enorme capital que cada ano é destinado à formação comercial, existe um grande interesse de resolver o problema dos resultados insuficientes que conseguem a formação em vendas nas empresas.

    A pergunta é: “Como podem as organizações melhorar sua estratégia de formação em vendas para aproveitar ao máximo o investimento de capacitar uma força de vendas que faça a empresa crescer?” Após consultar alguns estudos, acho que a esperança está no uso das Redes Sociais Corporativas.

    Os estudos demonstram o caminho através das Redes Sociais Corporativas

    Em 2012, um artigo da revista especializada Journal of Personal Selling and Sales Management sugeria que, no futuro, a formação comercial deveria ser personalizada, decidida de forma conjunta, voluntária, especialmente pensada para satisfazer as necessidades mútuas e oferecida de distintos modos. Consequentemente, os autores aconselhavam que as próximas pesquisas enfocassem no aproveitamento dos distintos métodos de tecnologia que existem, incluindo o social, já que poderiam contribuir para a melhoria na eficácia da formação em vendas.

    As Redes Sociais Corporativas podem satisfazer esta necessidade, por isso estou desenvolvendo um projeto de pesquisa para a minha tese que analisa a teoria social de aprendizagem de Etienne Wenger’s (1998). Quero descobrir se existe uma correlação entre a participação na Rede Social Corporativa dos vendedores recém contratados e os resultados de vendas. Ou, dito de outra forma; o lucro de uma empresa aumenta se a equipe de vendas de nova contratação participa nas atividades de aprendizagem social em dupla? Baseados na teoria social de aprendizagem, sim.

    Como aprendem as pessoas?: Uma teoria social de aprendizagem

    Um dos principais elementos da teoria social de aprendizagem é que as pessoas aprendem através de una dualidade de ida e volta entre a participação e a materialização. A participação se baseia em formar parte da comunicação, atividades ou eventos, e se refere tanto às pessoas individuais como aos grupos. A materialização é o processo através do qual a experiência de participação se torna sólida, em forma de recursos. Em outras palavras, o aprendizado ocorre quando se participa na conversa e existem recursos disponíveis sobre o tema em questão.

    O papel das Redes Sociais Corporativas

    As Redes Sociais Corporativas foram desenvolvidas para satisfazer completamente a necessidade de participação e de materialização. Se paramos para pensar, notamos que os membros de uma Rede Social Corporativa podem participar ininterruptamente em conversas que às vezes contêm links a recursos, o que ao mesmo tempo as transforma em recursos (conversas materializadas) às quais outras pessoas têm acesso.

    Portanto, se a formação é um processo contínuo para preparar a força de vendas e a aprendizagem acontece através de um processo contínuo de participação e materialização, as Redes Sociais Corporativas deveriam ser uma plataforma imprescindível para aproveitar ao máximo a força dedicada pela organização para a formação em vendas.

    “Como podemos fazê-lo?”, você pergunta

    Existem muitas maneiras de utilizar as Redes Sociais Corporativas para reforçar a formação em vendas. Para começar, propomos três:

    1. Encontre especialistas: Para as grandes ou médias empresas nem sempre é fácil encontrar a pessoa adequada, especializada exatamente no que necessitam. E passa a ser especialmente problemático quando se trata de organizações com escritórios no mundo todo. Graças às Redes Sociais Corporativas, é possível saber em que está especializada uma pessoa, esteja onde estiver, e não há a necessidade de conhecê-la previamente.

    2. Faça perguntas: Todo o mundo sabe como é ficar emperrado em um problema para o qual não encontra uma solução, seja em uma reunião de vendas, em uma ligação para apoio técnico ou em um grande projeto com novos sócios. Consultar as pessoas que se sentam ao seu lado é muito fácil, mas como saber a opinião dos trabalhadores de outros escritórios? E se você quiser perguntar algo para alguém que talvez nem conhece? Os membros da Rede Social Corporativa podem fazer perguntas a todas as pessoas da organização.

    3. Compartilhe recursos, conquistas e fracassos: Se você lê um artigo que explica uma mudança importante em um setor no qual a sua empresa comercializa, publique o link para que todos os membros da organização fiquem sabendo. Para a publicação ser ainda mais valiosa, adicione um comentário, explicando o seu ponto de vista, o que você vê de relevante. Este comentário pode estimular a participação de outras pessoas na conversa e desencadear um debate que influencie outros membros da equipe de vendas. Além disso, você pode compartilhar uma conquista que recentemente conseguiu provar com sucesso em uma nova técnica de vendas e que poderia beneficiar o grupo, ao que alguém pode adicionar um comentário explicando que essa mesma técnica não funcionou com ele. Outras pessoas poderiam fazer perguntas e decidir se para elas a técnica seria útil ou não, e como poderiam aplicá-la para o seu caso específico. Não existe nenhuma formação que possa seguir o ritmo acelerado destas interações.

    A formação em vendas não se baseia apenas no treinamento comercial

    A formação em vendas não se baseia simplesmente em treinar os vendedores. De fato, Forrester descreve a formação  em vendas como um processo contínuo que ensina os funcionários que estão em contato com os clientes (ou clientes potenciais) a aproveitar a conversa com eles. É verdade que o treinamento é indispensável, assim como os processos sistemáticos de vendas. Mas se você quer incentivar e manter um processo contínuo de capacitação de sua força de vendas, a Rede Social Corporativa precisa se transformar na infraestrutura fundamental de sua estratégia de formação em vendas. Claro, há empresas que dedicam muitos recursos para isso, mas preparar sua equipe de modo sustentável deveria ser uma prioridade.

    E você? Como utiliza sua Rede Social Corporativa para apoiar as ações de formação em vendas? Compartilhe sua experiência nos comentários. A força de vendas de Telefónica de América Latina utiliza Zyncro é o nosso melhor exemplo.

     
  • Patricia Fernandez Carrelo 4:00 pm em 20/06/2012 Permalink | Responder
    Tags: Empresa,   

    O Social Business na Europa. Crônica de uma inovação anunciada 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    O conceito de “Social Business” é cada vez mais relevante dentro da trama empresarial internacional. Dos EUA vamos recebendo notícias constantes sobre as diferentes tendências de Empresa 2.0, como o congresso “Enterprise 2.0” que começou em Boston na segunda-feira, 18 de junho. No entanto, o velho continente não fica para atrás quanto à atualidade e inovação, estando tão atualizado como outros em relação às novas tendências empresariais.

    Após termos participado nos seguintes eventos:

    Na Zyncro podemos afirmar que o conceito de “Social Business” ou de “Empresa 2.0” não é somente moda, senão uma realidade empresarial.

    Os atributos que formam esta denominação abrangem tanto aspectos de comunicação interna, passando pela completa relação social com os clientes, como também todos os aspectos de management corporativo: gestão de mudança, de conhecimento, de ideias, de processos de aprendizagem corporativos e de pessoas.

    Aqui vocês podem ver uma foto da apresentação de Juan Liedo, Diretor da divisão de Empresa 2.0 de Ibermática, durante o Congresso de Empresa 2.0 e Social Business em Sevilha, no qual foram apreciados todos estes setores classificados de uma maneira verdadeiramente didática:

    Intranet 2.0, Aceleração da Gestão de Mudança, Atendimento ao Cliente 2.0 (e como casos de sucesso não posso deixar de citar a companhia aérea Vueling e a empresa de transportes urgentes MRW), Gestão do Conhecimento 2.0, Redes Sociais Corporativas, Open Goverment, Social Learning, Social Media Marketing, Gestão de Ideias 2.0, Sala de Imprensa 2.0, Social Recruiting, Gestão de Pessoas 2.0… e um conceito que quero agregar, derivado das contribuições de todos os agentes envolvidos no tecido empresarial e da quantidade de novos dados que são gerados no coração e ao redor da empresa: Big Data.

    Nossa participação nos eventos mencionados (e o próximo será no Porto, em Portugal: Social Now ;-)) nos confirma que todos estes conceitos são completamente parte da atualidade e por isso não podemos deixar de falar nisso no nosso ZyncroBlog.

    Sendo assim, vamos deixar de lado de uma vez por todas a ideia que uma “empresa 2.0” se define por ter uma conta no Facebook e no Twitter; devemos potencializar o valor dos profissionais que dentro das nossas corporações conhecem de fato esta nova maneira de entender e tratar as ideias, o conhecimento e a tecnologia e, acima de tudo, não esquecer que esta denominação se refere à aspectos empresariais e é assim que deve ser encarada, como um assunto de negócios que pode influenciar diretamente nos resultados.

    Em muitas ocasiões já falamos sobre o “management 2.0“, mas agora mais que nunca nós de Zyncro reivindicamos uma vez mais esta maneira de liderar um negócio, pois é o caminho correto a ser seguido para poder inovar, progredir e melhorar os resultados da companhia.

    Negócio, empresa, resultados. Assim definimos o “Social Business”, que se apoia na tecnologia para levar para frente esta nova maneira de atuar, devendo ser liderada pela direção geral, líderes departamentais, Recursos Humanos, Marketing…

    Não deixe de entrar em contato conosco se quiser saber mais sobre o que é a Empresa 2.0 e o como começar a sê-lo… nós lhe ajudaremos :-)

     

     
  • Sílvia Majó 11:03 am em 02/02/2012 Permalink | Responder
    Tags: , Empresa,   

    Branding interno, um enredo inteligente 

    tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Hoje temos a fantástica oportunidades de falar sobre o livro de Alejandro Formanchuck, um dos especialistas mais importantes em comunicação organizacional da Argentina. Em seu blog Tudo Significa ele partilha sua experiência no campo da comunicação interna e agora já fez um resumo essencial sobre isso, Intitulado Branding Interno, Um enredo inteligente.

    Agradecemos muito ao Alejandro que nos permite fazer uma entrada, dedicado as principais lições que se emergem de seu novo livro e que podemos aplicar em nossa organização.

    Para começar, quando queremos situar o valor da comunicação interna e o Branding interno nas empresas, temos que perguntar ao autor, o que é que tem valor no mundo organizacional hoje.

    A resposta no Branding interno, Um enredo inteligente Encontrará em escritos de autores como Jonas Ridderstrale e Kkell Nordstrom, que afirmam que o clássico equilíbrio capta menos de um quarto do valor real de uma empresa moderna.

    Ha um Valor de 75% dos saldos antigos que não podem ser vistos, contabilizados, medidos, registrados

    Assim mantém Formanchuk. Para ele essas figuras tem uma tradução clara:

    • Uma maquina, um edifício, um produto: 15%.
    • A imagem positiva de lealdade e de seus clientes, parceiros, funcionários e outros: 75%

    Com isso o calculo qualitativo semelhante de outros autores que põe o capital humano como o centro operacional de sucesso das empresas, a leitura de Formanchuk é um must – que devemos ao menos procurar.

    Nela encontramos declarações de referencia, quando damos de cara com o projeto de uma comunicação interna de valor:

    • Muitos dos recursos mais importantes de uma empresa que já não podem ser tocado
    • O empregado não é uma publico interno. É um ator de extremos
    • Mais limites entre comunicação interna e externa
    • As pessoas são em si mesmas um canal de branding
    • O Branding  interno é um Branding  para secar.

    Uma vez feita estas reflexões Formanchuk propõe as guias para determinar as ações que elas podem se desprender. E para o autor de Tudo Significa, o valor da marca se constrói a partir de toda organização. Por isso falamos de uma decisão estratégica que implica necessariamente integrar as disciplinas.
    Neste sentido recorda que a organização não deve esquecer que é necessário:

    • A gestão da marca Porta a dentro da empresa
    • As Ações de branding destinada aos empregados
    • As comunicações internas feitas com técnicas de Branding
    • A organização de programas ERM ( Employee Relationship Management)
    • As Estratégias B2E ( Business-to-Employees) impulsada pelos motores do “EVP” (Employer Value Proposition)

     

     

    Tudo isso a partir da Zyncro poderiam acrescentar boas praticas do Manual de Redes Sociais Corporativas.
    E um ponto final do autor em seu livro:

    As pessoas que formam uma empresa são seus melhores embaixadores.

     

     

     

     

     
  • Marta Zaragoza 10:17 am em 27/01/2012 Permalink | Responder
    Tags: , Empresa, , , ,   

    As regras de ouro para empreender na vida 

    Tempo de leitura: 5 minutos

    Fiz minha estréia na ZyncroBlog mostrando minha opinião sobre o que representa a iniciativa empreendedora em um sentido amplo . Desse modo, incentivava-os a empreender e realizar todas as iniciativas possíveis através de um caminho de aprendizagem constante que os permitam desenvolver novas e melhores capacidades.

    Recuperando a comparação que fizemos do caminho empreendedor com o jogo do ganso, hoje eu vou oferecer algumas das regras de ouro a levar em conta para poder cobrir todo o tabuleiro e conseguir sua missão e visão.

    Regras básicas que respondem os fatores que influenciam qualquer iniciativa empreendedora:

    Primeiro, a competência que temos e representam um conjunto integrado de conhecimentos, habilidades, aptidões e atitudes que colocam em jogo em qualquer situação ou atividade.

    Precisamos identificar todo o nosso capital de competência!

    O capital adquirido tanto em áreas formais como informais. O objetivo é projetar um plano de melhoria para nos ajudar a alcançar nossos objetivos, mas ser suficientemente inspirado e motivado para continuar a desenvolver as nossas competências profissionais e empresariais.

    Segundo lugar, os valores e crenças que nos limitam ou constituem uma barreira para as nossas iniciativas de negócios, algumas por conta própria outras impostas pelo meio.

    Assim, em favor do conforto e da qualidade de vida entendida como o nível de bens e serviços capazes de adquirir e consumir, temos adotado alguns comportamentos e atitudes caracterizadas por:

    • Almejar um sucesso estereotipado que nos impede qualquer iniciativa que implique em ir ao encontro de nossa própria concepção de sucesso;
    • Considerar que um emprego para toda a vida é a melhor opção para lidar;
    • Crer que em um emprego não nos pague para pensar e muito menos para propor e até realizar nossas próprias iniciativas:

    Ser verdadeiros/as interempreendedores/as!

    • Ou simplesmente escapar de todas as situações que coloquem risco e fracasso, renunciando assim o único fator na vida que implica em um autentico aprendizado.

    Todas estas crenças têm sido alimentadas, entre outros, por uma cultura corporativa hierárquica, autoritária e com um modelo de gestão de “recursos humanos” que precisamente não levou em conta que esses recursos eram “pessoas”.

    Pessoas com competências extraordinárias à espera de serem descobertas.

    E, também, dispostas a serem habilitadas para contribuir para o bom funcionamento das próprias empresas, com autonomia, iniciativa e criatividade.

    Em terceiro lugar, também cabe falar sobre o alinhamento com o ambiente. Isto envolve a capacidade de identificar e analisar todas as informações provenientes dos meios, econômicos, sócio-culturais, político, tecnológico, ambiental, etc. Com o fim de prever as ameaças e planejar medidas, bem como aproveitar oportunidades.

     

    Qualquer iniciativa de sucesso e com visão de futuro teria que garantir o bem-estar de todas as pessoas e cuidar do meio ambiente.

     

    Finalmente, e não menos importante, a cooperação e o trabalho em rede. Trabalhar em equipe com todos os interessados ​​e os capazes de iniciar projetos em conjunto, em todas as áreas. Certamente aqui o papel das Redes Sociais Corporativas para empresas, como a Zyncro é a chave que permite uma ótima gestão do conhecimento da empresa, facilitando a cooperação dentro e entre suas equipes.

    Para concluir, acredito sinceramente que o mais interessante e emocionante do caminho, não é chegar ao fim, mas poder desenvolver nossas habilidadescompartilhar sucessos obtidos , que estejam em sintonia com os nossos próprios valorescom o ambiente.

     

     
  • ZyncroBlog 9:24 am em 12/01/2012 Permalink | Responder
    Tags: Empresa, , ,   

    A Zyncro já virou referência no Japão! 

    Tempo de leitura: 2 minutos

    Chegamos ao Japão faz apenas 9 meses. Houve grande expectativa por parte de toda a nossa equipe para a entrada ao país e para o novo processo de internacionalização da Zyncro.

    Então, jornalistas, bloggers e outros enviaram-nos o seu apoio e Feedback positivo sobre sua primeira experiência com a Zyncro. E no Japão tínhamos um desafio adicional : A necessidade de manter os seus próprios desenvolvimentos tecnológicos!

    Agora podemos compartilhar com vocês que a Zyncro Japão progride muito rapidamente e as empresas que confiam em nós no país Nippon estão cada vez melhor.

    Hoje, a revista Nikkei Computer mencionou a Zyncro como uma das melhores soluções de redes sociais corporativa . Esta revista, com mais de 30 anos, é distribuída em todo o país e é uma das referências do setor de tecnologia de informação.

    Para ver a reportagem, você deve ser assinante, no entanto Ocean Bridge em seu blog, nos dá um breve resumo em japonês, é claro;-)

    De fato, a Nikkei Computer dedica janeiro deste ano às principais soluções para melhorar a comunicação interna e a gestão do conhecimento, otimizar e reduzir o uso de email e reduzir os custos envolvidos em tudo isso. Ela fala das principais características da Zyncro. No Japão, como na maioria dos países, grandes, pequenas e médias empresas estão cada vez mais preocupadas em melhorar nessas frentes. Isto foi confirmado em vários estudos e pesquisas, incluindo uma recente de Mídia Digital!!!

    Convidamos você a ir lá dar uma olhada!

    Enquanto isso, continuamos a progredir no Japão , no México , na França , ou como eu sempre digo, no mundo!

    2012 será cheio de desenvolvimentos em novos mercados , nós estaremos dizendo a você em tempo real!

     
  • Yolanda Torres 10:56 am em 04/11/2011 Permalink | Responder
    Tags: , Empresa,   

    Como ser competitivo em tempos de crise? A empresa líquida 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos


    Em um situação econômica difícil como a atual, onde as perspectivas de melhora nem sempre são visíveis, todos concordamos que 2011 é melhor que 2012, que podemos trabalhar para melhorar nossos resultados nas empresas e enfrentarmos esse período tão duro?

    A resposta é usar a TECNOLOGIA como ferramente de crescimento, internacionalização, comunicação, melhora de processos, transparência e colaboração.

    Muito se fala sobre a empresa líquida frente a sólida, mas o que isso significa? Em linhas filosóficas, a flexibilização e moderação frente a imobilidade e ao isolamento. Bauman, papa da teoria da sociedade líquida ou sociedade capaz de se adaptar a mudanças constantes, nos abre a porta para a modernização das organizações empresariais:

    • Fluir
    • Transformar-se
    • Adaptar-se
    • Internacionalizar-se
    • Hipercomunicar-se
    • Reduzir custos
    • Inovar constantemente

    Em termos técnicos: adaptando as organizações ao cloud computing. Algo simples de se conseguir superando a barreira psicológica tanto por parte do TI como da direção geral.

    Eficácia e eficiência são conceitos totalmente unidos nas organizações do século XXI, a empresa líquida ou cloud computing business organization é a chave para a competitividade das empresas nesse cenário tão complicado, e abre uma porta para a mudança de modelo que não acabará nunca:

    • Ferramentas econômicas
    • Ferramentas flexíveis e adaptáveis
    • Usabilidade
    • Máxima adaptação ao entorno empresarial
    • Treinamento constante de fornecedores

    A Zyncro, solução inovadora a nível mundial em cloud computing business network, ou redes sociais corporativas, é um exemplo claro de como uma ferramente digital pode agilizar, modernizar e resumindo, garantir um retorno em benefício das empresas que a implantam.

    Empresa líquida, tecnologia, digitalização, corporate social media são conceitos básicos com os quais as organizações vão se fortalecer nesse ambiente de mudanças e crises em que vivemos.

    Então…

    • Decida
    • Aposte em business cloud
    • Digitalize-se
    • Transforme-se
    • Adapte-se
    • Torne parte da sua estrutura líquida

    A empresa do século XXI e as ferramentas necessárias estão aqui. Atrever-se a competir, é algo fascinante…

     
  • Patricia Fernandez Carrelo 2:38 pm em 06/09/2011 Permalink | Responder
    Tags: , Empresa,   

    Ser 2.0… sem saber o que é 2.0 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Há alguns meses estava tomando um café com amigas de infância quando me perguntaram: “Patri, mas o que significa exatamente isso de ‘2.0’? Ouvimos isso o tempo todo, mas não sabemos claramente do que se trata!”

    Elas, moças muito inteligentes, com nível superior… São 2.0 e não sabiam.

    Foi mais complexo formular um explicação não-técnica pelo fato de que elas compreenderam o conceito em si, mas acho que no final conseguimos.

    Na explicação usei três conceitos básicos: uma mais sociológico, a ideia de compartilhar, e outros dois técnicos: internet e as redes sociais, como Facebook e Tuenti como paradigmas (porque esse grupo de amigas estão na casa dos 30 anos, como eu, vivem no País Basco, e lá, nessa faixa etária predomina o Tuenti…).

    Quando falei que o conceito ‘2.0’ é compartilhar, poder gerar conteúdo (sem a necessidade de ser uma empresa ou um pessoa pública) e depois publicar e compartilhar, a explicação começou a fazer sentido para elas.

    O fato de falarmos de ‘2.0’ é porque se trata de uma segunda geração, a segunda geração da internet em que não apenas criamos o conteúdo, mas publicamos e espalhamos aos poucos, e não apenas os que se decidam a isso profissionalmente, qualquer um pode criar e compartilhar. Com o risco que implica a geração de “ruído”, mas o enriquecimento de informações, visões e oportunidades oferecidas por este novo modelo de publicação.

    Para isso, foi necessário a criação de uma séria de soluções tecnológicas que tornaram possível que todos os internautas pudessem gerar, publicar, compartilhar, colaborar e co-criar conteúdos. Estas soluções são principalmente os blogs (como este), os wikis (com a Wikipedia como principal representante) e as redes sociais.

    Junto a essas soluções, também existem conceitos como o desenvolvimento web baseado na experiência do usuário, o design minimalista (modelo Google), o uso de determinadas técnicas de informática (CSS, XHTML, AJAX, SaaSque, naturalmente, eu não aprofundei em minha explicação coloquial, mas sim a ideia de que: “pode-se ter todos esses conteúdos na internet sem necessariamente ter nada guardado fisicamente” (não podia deixar de mencionar a nuvem).

    Mas o mais curioso da conversa é que elas já conheciam e inclusive praticavam o estilo 2.0 sem saber que era 2.0. Nesse grupo de amigas, primeiríssima remesa da Geração Y…

    • Os jantares não são mais marcados por e-mail ou SMS, mas por um evento no Facebook
    • Os eventos sociais (aniversários, festas, viagens…), as fotos tiradas são divididas em 2 grupos: as que vão para o Facebook e as que não vão
    • As viagens são planejadas lendo blogs
    • Quando não se sabe de alguma informação, se pesquisa na Wikipedia
    • As últimas notícias ou sobre personalidades viram TTs do Twitter
    • Os produtos ou serviços que gostamos e que podem servir para outras pessoas, nós compartilhamos recomendando páginas do Facebook.
    • Já não se usa mais e-mail entre os amigos ou colegas de trabalho, quando escrevemos para alguém fazemos isso no mural do Facebook
    • Para procurar trabalho deve-se ter um bom perfil no LinkedIn, ter muitos contatos e pertencer a muitos grupos
    • No mínimo uma vez por semana assistimos acessamos o YouTube para ver vídeos e compartilhamos se gostamos
    • Devemos ter uma conta no Gmail (mais profissional), embora que a nível pessoal precisamos para newsletter e SPAMs mandamos para o Hotmail

    Poderia continuar, fazendo uma lista interminável… Mas não quero prolongar mais este post e acabar com uma reflexão. E essa nova geração, que é 2.0 mas que não precisa saber que é, já que tem isso interiorizado, dispõem de uma forma de se relacionar, de interagir e trabalhar completamente diferente da geração a qual pertence. É por isso que adotar ferramentas 2.0 na empresas é a melhor maneira de fidelizar os membros dessa geração, motivá-los e, também, de explorar suas qualidades em favor da própria empresa e do trabalhador.

    Incorpore agora mesmo essa nova tendência dentro da sua empresa e se beneficie dos bons resultados. Sua equipe está esperando.

     
  • Patricia Fernandez Carrelo 1:54 pm em 19/08/2011 Permalink | Responder
    Tags: , Empresa   

    Crowdsourcing dentro da empresa 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    O crowdsourcing é um modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo e soluções ou desenvolver novas tecnologias.

    Definição do termo crowdsourcing da Wikipedia

    Não há muitas referências do crowdsourcing dentro da empresa, tanto da terceirização de uma tarefa como de sua realização através de um grupo formado por pessoas (“a multidão”).

    Existem 4 tipos de crowsourcing:

    1. Crowd wisdom: Muitos indivíduos contribuindo com possíveis respostas a determinadas perguntas.
    2. Crowd innovation: Quando muitos indivíduos participam da resolução de um problema.
    3. Crowd creation: Muitos indivíduos produzem algo, com frequência cada participante contribuindo de acordo com sua competência e habilidades.
    4. Crowd voting: Ideias sugeridas, que são revisadas e votadas pela comunidade.

    As contribuições de muitos indivíduos podem gerar confusão ou excesso de informação, mas canalizando e organizando bem as contribuições, o crowdsourcing em suas diferentes manifestações pode resultar em uma prática muito enriquecedora para o resultado final.

    Aplicado ao mundo empresarial e com um perspectiva de melhorar a produtividade do trabalho, Matt H. Evans defende no artigo “O poder do Crowdsourcing” (Power of Crowdsourcing) que esta forma de agir “aproveita as ideias do mundo ajudando assim as empresas a trabalhar mediante um processo de projeto rápido”.

    Assim, se unirmos a riqueza que geram as múltiplas contribuições mais o ganho de tempo no projeto pela agilidade da participação de muitos indivíduos, nos encontramos diante de uma excelente técnica para aplicar em nossas empresas, em aspectos como:

    • Gestão da inovação
    • Desenvolvimento de produtos
    • Melhora dos processos
    • Otimização dos fluxos comerciais e de marketing/comunicação
    • Ensaio de estrategias corporativas
    • Gestão de talentos

    A multidão que configura o “crowd” em uma empresa podem ser seus próprios funcionários, seus fornecedores, parceiros, clientes e inclusive, seus seguidores e/ou amigos nas redes sociais. Com a ferramenta certa, como a Zyncro, com um IdeaScale (sistema de gestão e votação de ideias) integrado, podemos levar adiante boas iniciativas de crowdsourcing que, além de fazer as coisas (Getting Things Done) envolva as pessoas e explore o potencial de cada empresa.

    Zyncronize e pratique o crowdsourcing. Sua empresa agradece!

     
    • Alberto 10:32 pm em 01/09/2011 Permalink | Responder

      Até que enfim 9 tema começou a ganhar força no Brasil.
      Já existem alguns sites colaborativos como o http://www.fixdeia.com.br, um tipo de rede social que conecta as pessoas através de ideias, é um exemplo de crowdsourcing q funciona como motor de criatividade para as empresas q souberem aproveitar.

  • Didac Lee 11:58 am em 12/08/2011 Permalink | Responder
    Tags: , Empresa, ,   

    Travessia pelo deserto 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Quando penso sobre os fatores de sucesso e fracasso de startups inovadoras, observo que existe um denominador comum entre as que deram resultado positivo: todas foram capazes de superar sua travessia pelo deserto, um processo que começa pelo lançamento e termina encontrando o canal de comercialização adequado.

    Acredito que é um erro pensar que uma boa ideia materializada em um bom produto é o suficiente. Esse é só o primeiro passo. É complexo identificar o que garante o sucesso de uma ação de massa e seu processo. Se nossas propostas forem inovadoras significa que não existe um referencial a seguir. A principal dificuldade é que estamos correndo uma maratona mas não sabemos quando ela termina. Sabemos que precisamos dosar as forças mas, como dizia Indiana Jones, não existe um X marcando o lugar do tesouro.

    O empreendedor e sua equipe começam a buscar a rota para o mercado com a ilusão e recursos escasos, mas o mercado é um juiz frio que não se importa se você conquistou seu sonho. O mais provável é que não acerta de primeira… Dyson precisou de 15 anos e 5127 protótipos até inventar o aspirador sem saco.

    Com tantas incertezas, o cérebro a falhar, tende a desistir enquanto seu coração te empurra para seguir em frente tentando conquistar seu sonho.

    Quando olho para trás, você não pode imaginar quantas vezes me perguntei porque não desistir de criar caranguejos para investir em projetos não convencionais.

    Passei por travessias em que me perguntei se alguém sã consciência continuaria. Acho que isso varia com a maneira de ser e é inevitável. Me animo pensando que não importa quantas vezes se falhe porque com apenas um acerto já se tem o suficiente.

    Me cerco de gente e de um ambiente estimulantes e inovadores que favoreçam a criatividade e assim mantenho uma fonte de opiniões críticas, esses são os principais fatores que me ajudam a manter o sonho.

    Para superar as travessias é preciso também de um pouco de tempero, com dizia em uma propaganda da Nike, o empreendedor deve ter a habilidade de manter o entusiasmo de sua equipe e seu entorno, especialmente depois de uma tentativa frustrada, deve-se aguentar muitos finais de semana bitolado, em que o empreendedor se perguntará: Por que o mercado não aceita minha ideia?

    Minha última travessia durou 3 anos e trouxe várias tentativas fracassada no lançamento, a Zyncro conta agora com 100.000 usuários e abriu sedes no Japão e Brasil. Além disso, ganhamos o Prêmio Bdigital. Muito obrigado a todo pro tornarem isso possível!

    Coluna publicada em El Periódico de 21 de Junho de 2011

     

     
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