Com as tags: Intranet 2.0 RSS

  • Matthieu Pinauldt 3:00 am em 19/06/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , Intranet 2.0, , , , , , , ,   

    [Whitepaper] Por que implementar uma Rede Social Corporativa? 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Você acha que sua empresa funciona bem e que neste momento não é preciso fazer nenhuma mudança na comunicação e na colaboração entre trabalhadores? Apesar do uso das Redes Sociais Corporativas estar cada vez mais abrangente, não vê claramente os benefícios que poderiam trazer para a sua empresa?

    Neste livro branco você vai descobrir 10 bons motivos para implementar uma Rede Social Corporativa para potencializar a colaboração, a comunicação, a produtividade e o  rendimento da sua empresa.

    Quando termine a leitura, só vai ficar em dúvida como dar o primeiro empurrão para começar a preparar a organização para ter uma Rede Social Corporativa. Não se preocupe, já tínhamos pensado nisso. Temos outro livro branco onde explicamos como convencer a direção da empresa e dar os primeiros passos.

    Baixe o manual e saiba quais são as 10 boas razões para você apostar em uma Rede Social Corporativa.

    As Redes Sociais Corporativas são atualmente uma das principais ferramentas incorporadas pelas empresas. A Deloitte prevê que próximo ao final de 2013, 90% das empresas da lista Fortune 500 terão uma Rede Social Corporativa implementada.

    Sabemos que o caminho que leva a uma empresa a tornar-se uma Empresa 2.0 significa uma mudança cultural e de procedimentos que nem sempre é fácil. Nossa missão é ajudar as organizações a dar esse passo e tirar o maior proveito do uso da Tecnologia Social aplicada aos ambientes corporativos.

    Neste documento você vai encontrar 10 bons motivos para se lançar a implementar uma Rede Social Corporativa na sua organização.

    1. Ajuda a harmonizar a cultura de empresa
    2. Melhora seus procedimentos
    3. Favorece a troca de conhecimento e habilidades
    4. Potencializa a gestão do conhecimento
    5. Motiva as equipes
    6. Favorece a inovação
    7. Aproxima os funcionários
    8. Melhora a mobilidade
    9. Conecta com as demais ferramentas utilizadas na empresa e organiza o fluxo de informação dentro de um único feed de atividades
    10. Aumenta a rentabilidade

    Baixe o whitepaper e descubra os benefícios de passar a ser uma empresa social.

    Talvez depois de lê-lo, você queira o nosso apoio para colocar em andamento o projeto. Entre em contato conosco e ajudaremos a fazer a sua Rede Social Corporativa ser um sucesso. Escreva para sales (@) zyncro.com.

    Matthieu Pinauldt (@mattpinauldt) é Diretor Regional de Marketing da Zyncro. Após várias experiências em grandes empresas e de transformar-se também em empresário, entrou na equipe de Zyncro para ajudar a desenvolver a  marca internacionalmente. É especialista em inovação e possui um Mestrado em Gestão da Inovação pela Universidade Paris Dauphine, ENS Cachan e Mines Paritech.


     
  • Sonia Ruiz 6:00 am em 26/03/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , Intranet 2.0, , , , , , , ,   

    [Whitepaper] As chaves para convencer seus diretores de implementar uma rede social corporativa 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Você conhece os benefícios de implementar uma Rede Social Corporativa na sua empresa…

    Mas não sabe como convencer seu chefe?

    Então você está de parabéns! Porque hoje temos o prazer de apresentar o whitepaper colaborativo entre PrideCom e Zyncro com os argumentos básicos para convencer a Direção de incorporar uma rede social corporativa.

    Este documento metodológico é o primeiro de uma completa série de livros brancos que Zyncro, sua Rede Social Corporativa, apresentará durante os próximos meses em parceria com PrideCom, a primeira agência de comunicação interna 2.0 espanhola e uma das pioneiras a nível internacional.

    Neste whitepaper você vai encontrar:

    1. As dicas necessárias para abordar a fase de venda interna do projeto, focado especialmente em como argumentar os objetivos estratégicos e os benefícios que acarretará à organização
    2. Uma completa TUDO list para você não deixar nada na ponta do lápis
    3. Um lista dos mitos que você terá que encarar, junto com os contra-argumentos para vencê-los.

    Se você seguir os passos sugeridos, temos certeza de que  seu chefe terminará preguntando-lhe: Quando vamos começar?

    Baixe o manual e transforme-se em um dos primeiros a ter acesso à melhor ferramenta de venda interna de um projeto social: Zyncro & PrideCom Pensando em implementar uma Rede Social Corporativa mas… como convencer o seu chefe?

    Se depois de ler o documento você ficar achando que necessita apoio para construir a argumentação adaptada à sua organização, não deixe de entrar em contato conosco e faremos com que a sua venda interna seja um sucesso. Escreva para: fans (@) pridecom.es e nós cuidaremos com muita dedicação do seu caso.

    Graças a experiência de Zyncro com seus clientes e a experiência de PrideCom em transformação cultural, iremos publicando de modo conjunto as pautas metodológicas essenciais para que a implementação de sua rede seja um sucesso em qualquer caso.

    O primeiro passo é baixar o manual e, em seguida, colocar na prática suas ideias. Você vai ver o resultado positivo :-)

    “A atitude social influencia na conta de resultados”. Assim é como devemos apresentar o impacto que um projeto de digitalização do negócio pode chegar a ter para a Direção Geral, se o que queremos é que o abracem. Se você está pensando em levantar bandeira para uma iniciativa de transformação digital dentro de sua empresa, este livro branco é perfeito para você. Nele você vai encontrar conselhos práticos para abordar a etapa de influenciar a Direção, uma TUDO list completa, para você não deixar nada na ponta do lápis e uma lista de mitos que costumamos ter que encarar nas empresas que serão a coluna vertebral dos seus argumentos de venda interna.

    Com este documento você vai conseguir salvar a primeira etapa de adesão ao projeto social. Já na segunda etapa, terá o desafio de transformar seu chefe em um líder SuperCo, mas isso é assunto de outro episódio.

    Então, o que você está esperando? Clique aqui agora para baixar o livro branco: Pensando em implementar uma rede social corporativa mas… como convencer o seu chefe?

    Sonia Ruiz Moreno (@soniaruizmoreno) conta com mais de 12 anos de experiência em Comunicação Corporativa em âmbitos multinacionais, é fundadora de PrideCom, a primeira agência de Comunicação Interna 2.0  Mestrado em Comunicação Corporativa pela Université de Lille III na França, formada em Jornalismo pela Universidad Complutense de Madrid e membro do Conselho de Comunicação Interna de DIRCOM. Palestrante e docente de Comunicação Interna 2.0 em diversas Escolas de Negócios.

     

     
  • Patricia Fernandez Carrelo 9:00 am em 04/05/2012 Permalink | Responder
    Tags: intranet, Intranet 2.0, , , , ,   

    As 7 diferenças entre Intranet, Intranet Colaborativa (ou 2.0) e Rede Social Corporativa 

    Tempo estimado de leitura: 6 minutos

    Provavelmente muitos leitores deste blog já estão familiarizados com estes conceitos… Provavelmente muitos de vocês os utilizam como sinônimos ou sem fazer distinção entre conceitos. No entanto, o objetivo do artigo de hoje é estabelecer as principais diferenças entre estes termos e os conceitos que representam. Vamos lá então.

    1. O nome

    Para conceitos diferentes, nomes diferentes. Esta é a ideia básica da linguagem, apesar que às vezes só os chamados “expertos” (pelas vivências, experiências ou conhecimentos que possuem) são capazes de distinguir nominalmente as suas diferenças conceituais, como ocorre na língua dos esquimós, a única que possui uma dúzia de nomes diferentes para denominar a neve e suas derivações…

    Portanto, o fato de utilizar os termos Intranet, Intranet Colaborativa (com o seu respectivo sobrenome) ou Rede Social Corporativa, significa que são conceitos diferentes. A diferença terminológica não é em vão. Qual é a principal diferença terminológica?

    • Intranet: Termo técnico e anglo-saxão que é composto de “intra” (interno) + “net” (rede). Espaço digital interno conectado em rede.
    • Intranet Colaborativa (ou 2.0): Neste caso adicionamos um sobrenome, que precisamente indica um matiz: colaborativo e/ou social (2.0).
    • Rede Social Corporativa: Por último, falamos diretamente de Rede, que é o que importa, a estrutura entrelaçada de todos os componentes.

    2. A definição

    Segundo a diferenciação terminológica descrita, nos encontramos portanto diante de distintas definições. Vou procurar recopilar aqui uma definição “neutra” e generalizada de fontes escritas que servem de referência (basicamente, da Wikipedia).

    • Intranet: Uma intranet é uma rede de computadores privados que utiliza tecnologia Internet para compartilhar dentro de uma organização parte de seus sistemas de informação e sistemas operativos. O conceito de intranet pode ser metaforicamente interpretado como “uma versão privada da Internet“, confinada a uma organização.
    • Intranet Colaborativa (ou 2.0): A mesma definição, adicionando um matiz colaborativo e/ou social, como já foi comentado no item anterior, o que significa que seus conteúdos e estrutura podem ser enriquecidos de maneira colaborativa devido às contribuições de seus membros.
    • Rede Social Corporativa: Neste caso nos referimos à uma Rede, um espaço que se estrutura e completa a partir das relações entre os membros da comunidade e cujos conteúdos são fornecidos pelos próprios membros, onde todos têm a oportunidade de contribuir para o conhecimento coletivo, sempre dentro (como nas anteriores) do âmbito de uma organização.

    3. O emissor

    Já que com os três termos nos referimos a um ambiente digital, no qual se transmite internamente os conteúdos… Quem é o autor ou emissor em cada caso? Vamos voltar à nossa “tricotomia”:

    • Intranet: O emissor é aquele que foi definido como a voz da empresa: Recursos Humanos, Comunicação Interna ou inclusive IT. São os que decidiram como e para que se utiliza a intranet.
    • Intranet Colaborativa (ou 2.0): Neste caso o emissor é o mesmo, embora os empregados tenham permissão para adicionar comentários, opiniões ou valorações para dar esta distinção de “colaboração” ao sistema interno corporativo.
    • Rede Social Corporativa: Em uma Rede Social Corporativa todos os membros do entramado empresarial são emissores, autores e porta-vozes da empresa: empregados, parceiros, clientes, seguidores, assinantes, difamadores, concorrência… Todos fornecem conhecimentos ao projeto e todos ajudam no crescimento da empresa. Seja de maneira direta (por ter acesso à rede) ou de maneira indireta, através de suas colaborações na internet (na rede externa) através de sistemas de monitoramento de conteúdos (Google Alerts, RSS…).

    4. O receptor

    Da mesma maneira que existe um emissor, em todo processo comunicativo nos encontramos também com o receptor. Para quem vão direcionados os conteúdos que são publicados em cada um destes espaços digitais corporativos?

    • Intranet: Para os empregados. Estrutura vertical top-down clássica.
    • Intranet Colaborativa (ou 2.0): Para os empregados e, em alguns casos, para os altos cargos. Ao dar a opção de comentar o que “a voz da empresa” transmite, esta voz pode se transformar às vezes em “ouvidos” e receber e/ou escutar sugestões.
    • Rede Social Corporativa: Para todos, pois a ideia é potencializar o conhecimento bottom-up, evitando criar nichos de informação, para que assim as ideias de todos os empregados (especialmente as produtivas) cheguem até os altos cargos e vice-versa, já que em muitas ocasiões a visão da direção também não é transmitida corretamente às equipes de trabalho.

    Juntando os itens 3 e 4… toda contribuição e escuta ativa colectiva (“the power of the crowd“) é muito mais rica que as contribuições e respostas individuais e isoladas.

    5. A ferramenta

    Também podemos chamar esta seção de “tecnologia” e descrever detalhadamente em inúmeras linhas a nível tecnológico cada conceito. Mas em vez disso, vou tentar ser esquemática :-)

    • Intranet: Software (quase) a medida, normalmente com um alto custo de implementação, tanto econômico, de recursos (humanos e tecnológicos), como de tempo. De configuração complexa, funcionalidades bem estruturadas e de difícil modificação. Um SharePoint ou um SAP são um bom exemplo deste tipo de intranet.
    • Intranet Colaborativa (ou 2.0): Software (quase) a medida, normalmente com um alto custo de implementação, tanto econômico, de recursos (humanos e tecnológicos), como de tempo, com uma “fator social” que acrescenta funcionalidades colaborativas que propriamente não possui e que seriam complexas de incorporar no sistema de maneira natural. Estaríamos diante uma solução híbrida. Como exemplo poderíamos mencionar os fatores sociais que se adicionam atualmente a “SharePoint” (Zyncro é um deles).
    • Red Social Corporativa: Software com DNA social, SaaS em geral, permitindo uma interação horizontal, fácil incorporação de novos usuários, personalização rápida e simples, incorporando novidades e integrações de forma ágil, com acesso móvel e ao mesmo tempo dispondo de muitas opções de configuração (como o do software tradicional) mas baseado em conceitos de usabilidade e intuição, como as Redes Sociais generalistas. Sim, o exemplo aqui não é muito difícil… Zyncro é uma Rede Social Corporativa 😉

    6. O objetivo

    Neste item considero que devo passar a palavra para Josep Baijet, diretor de ZyncSocial, um dos profissionais que conheço com maior experiência em implantação dos três ambientes em questão e autor de SocialMethods, objetivos a serem atingidos na implantação de uma solução corporativa interna e social. Por isso vou resumir o que ele sugere usando a nossa classificação:

    • Intranet: Busca estabelecer uma comunicação top-down, servir de armazenamento documental corporativo e ser o portal de acesso aos aplicativos da empresa.
    • Intranet Colaborativa (ou 2.0): Os mesmos objetivos que o anterior, mas incluindo ser também um portal de entrada das contribuições dos empregados da empresa.
    • Rede Social Corporativa: Neste caso, vamos apelar aos SocialMethods: co-criar, colaborar, resolução de conflitos, compromisso, melhora de processos, gestão de conhecimento, comunicação externa, gestão documental, inovação, formação, relação entre personas, mentoring, workflow, gestão de projetos, gestão comercial (gestão de oportunidades e fluxos de atendimento ao cliente interativo), melhora da produtividade pessoal. Para saber mais: SocialMethods by Josep Baijet.

    7. A empresa

    Por último, mas não por isso de menor importância, nos falta determinar o tipo de empresa que está disposta a incorporar um sistema ou outro…

    • Intranet: Empresas “clássicas”, normalmente grandes, cujos integrantes ainda não se sentem preparados para a mudança, pois normalmente já possuem uma intranet na qual, como comentamos antes, investiram muitos recursos, dinheiro, tempo e esforço.
    • Intranet Colaborativa (ou 2.0): Empresas, também normalmente grandes, que percebem a necessidade de mudar mas querem fazê-lo de uma maneira bem controlada, muito progressiva e reutilizando o que já possuíam.
    • Rede Social Corporativa: A empresa 2.0. Uma empresa na qual o tamanho NÃO IMPORTA. E nesta ocasião, não vou parar para explicar os pormenores… Para saber mais sobre este tipo de empresa hiperconectada, hipermotivada, hipertecnológica, hipereficiente… consultem a seguinte infografia.

    Conclusão

    Poderia seguir descrevendo as diferenças durante outros vários minutos…

    • Tipos de conteúdos
    • Benefícios
    • Tempos de implementação
    • Responsáveis de cada projeto
    • Erros que podem ser cometidos

    Mas talvez estes aspectos correspondam mais a uma segunda parte deste post. Por enquanto, o que vocês acharam? São evidentes as diferenças de cada ambiente? Fui clara na hora de transmiti-las? Lembrem-se que nenhuma das opções é a correta ou a equivocada, só diferente… No entanto…

    Se você está preparad@ para aproveitar as vantagens de uma Rede Social Corporativa…

    Clique aqui! 😉

     

     
  • Josep Vilajoana 9:19 am em 05/01/2012 Permalink | Responder
    Tags: , , Intranet 2.0, , , ,   

    Rede Social Corporativa: Moda, tendência e necessidades 

    Tempo de leitura: 4 minutos

    Nota do Editor: Josep Vilajoana Celaya é reitor da  Col · legi Oficial de Psicólogos de Catalunya, uma instituição que acaba de implementar a sua rede corporativa social, e tem sido gentil o suficiente para escrever este post para o nosso ZyncroBlog Obrigada Josep pelo seu acesso!

    Seguimos a moda, enquanto lidamos com o desrespeito de ser julgada como “simplesmente uma moda.” As empresas, geralmente, demoram para se qualificar para a moda. Mas aquele que acerta é um dos primeiros a juntar-se ao que se tornaria mais tarde tendências, constitui para isso uma fonte de diferenciação para muitos outros que estão se esforçando para conseguir.

    A Rede social corporativa como a moda, mas agora vemos que ela está entre nós e as empresas tem a postura cada vez mais, incorporá-las em seus sistemas de gestão interna. As estatísticas sugerem que, até agora, só as grandes organizações estão experimentando. E o que podemos aprender com eles? Como quase sempre, que tudo o que satisfaz uma necessidade real é provável que dure no tempo, pelo menos faça uma inovação que cubra melhor essa necessidade, o mercado evolui e a necessidade se enfraquece.

    Possivelmente, e por necessidade, em torno do que agora chamamos de “ Redes Sociais “é reorganizado logo. Agora misture ferramentas com objetivos tão diferentes como os que tens os muros, os microblogging, os blogs, os wikis, e até mesmo mensagens instantâneas, chat, videoconferência, que provavelmente não nasceram para as redes, mas que contribuem para melhorar o relacionamento .

    Uma das chaves para o sucesso de uma rede sócia corporativa consiste em ter as ferramentas que permitam orienta-lo a um objetivo concreto, que deveria ser mensuráveis ​​e alinhados com os objetivos e as estratégias das organização.

    Também se debate sobre a importância do anonimato quando este fato também deve responder igualmente às características de uso que se vai dar. Em casos específicos pode ser indispensavel, mas, pelo contrário, se por exemplo se trata de gerar ideias inovadoras, é mais do que possível que a maioria destes casos, o anonimato é um obstáculo e aqueles que usam a rede social corporativa com esses fins , preferem que toda a organização, mesmo fora dela, saibam quem é o autor da idéia.

    No · Col-legi Oficial de Psicólogos de Catalunya fizeram uma proposta determinada para unir as idéias, a inovação e as relações através da nossa rede social corporativa. Aqui as diferentes seções da nossa escola já pode conhecer em tempo real às necessidades da sociedade, propor soluções, pesquisa e inovação em conjunto e, naturalmente, dizer o resto dos funcionários os resultados de seu trabalho. Em suma, uma rede social corporativa é um espaço de relação que potencia a transferência de conhecimento.

    Hoje, mais do que nunca, compartilhar o que sabe é a chave para se adaptar rapidamente às mudanças.

     

     
  • ZyncroBlog 11:37 am em 07/12/2011 Permalink | Responder
    Tags: Intranet 2.0, personalização,   

    Personalização da Zyncro: Imagem corporativa 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Como fazer para que sua empresa identifique a Zyncro como sua Rede Social própria?

    Comece personalizando a interface gráfica com seu logo e cores corporativas!

    Ao criar sua organização na Zyncro, o primeiro passo é que o administrador defina a imagem corporativa. Essa opção está no Painel de administração > Imagem corporativa.

    Opção de personalização gráfica da Zyncro

    1. Logo da sua empresa

    Em primeiro lugar, se deve subir a imagem na Zyncro (recomendamos PNG transparente) que servirá como logotipo para sua organização e que aparecerá na parte superior esquerda do cabeçalho.

    O tamanho é restrito ao máximo de 250 px de largura por 40 px de altura, em caso de ultrapassar essas medidas, a imagem será redimensionada.

    2. Color de fundo do cabeçalho

    Clicando sobre o ícone quadrado podemos selecionar a cor que desejamos que apareça no cabeçalho na parte superior do site. Se queremos um tom exato também é possível editar através do modelo de cor RGB.

    3. Color dos textos do cabeçalho

    Exatamente igual à personalização anterior, é possível modificar a cor que queremos para os textos do cabeçalho (ajuda, língua, nome e apelidos de cada usuário, departamentos..).

    Nossa recomendação é que se use as cores corporativas combinadas de maneira legível para o usuário, considerando que estamos em um ambiente web.

    Cada vez que se modifica o logo ou as cores do cabeçalho, se pode pré-visualizar as mudanças para confirma a correção do resultado antes de salvar as mudanças.

    4. Personalização do da URL da organização e página de acesso

    Além das cores da interface, a Zyncro oferece a opção de personalizar a URL para que os usuários de uma organização possam acessar sua Zyncro corporativa.

    A URL para acessar a Zyncro é https://my.zyncro.com/ mas a da nossa Zyncro é https://MIEMPRESA.zyncro.com“.

    Para isso, basta escrever no espaço correspondente o nome da nossa organização ou qualquer termo que se queira e permiti-lo como uma URL.

    Se além da URL você quiser modificar a imagem e as cores corporativas da sua Zyncro, ao acessar a URL personalizada aparecerá uma página de acesso com com sua imagem corporativa própria.

    Essa é a página de acesso da nossa empresa, Zyncro Tech:

    5. Ocultar links da Zyncro e logos nos Zlinks

    Por último, também existe a opção de ocultar o nome “Zyncro” tanto nos links como nos logos dentro dos Zlinks.

    Depois de realizar qualquer mudança, não se esqueça de clicar em “Salvar”!

    Personalize a imagem da sua Zyncro e crie a marca da sua própria Rede Social. Engaje seus colaboradores com os conteúdos, mas também com o formato!

     
  • Patricia Fernandez Carrelo 10:30 am em 23/11/2011 Permalink | Responder
    Tags: Intranet 2.0,   

    The digital workplace 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Como havíamos anunciado aqui no blog, nos dias 3 e 4 de novembro aconteceu em Madri o Internal Socia Media Forum, onde Lluís Font participou em nome da Zyncro como porta-voz de empresas como Alcatel-Lucent, Save the children e BT.

    Durante a apresentação da Alcatel-Lucent se tratou de um conceito muito interessante relacionado tanto com o âmbito digital como com o entorno social dentro da empresa: “The digital workplace“. Como se observa na imagem a seguir, o novo conceito de intranet se constrói a partir de:

    um cenário de referência + um espaço para a colaboração + um espaço social em constante atualização


    A Zyncro oferece todos esses componentes utilizando elementos como:

    • as “notícias corporativas” para informar a toda a empresa sobre as notícias relevantes
    • um cenário colaborativo de gestão documental
    • ou um ambiente social com seu microblogging e seu botão “Gostei” entre muitos outros…

    As grandes consultorias marcam esta tendência como o caminho percorrido por todas as empresas nos últimos anos. E entidades de referência a nível mundial como a Gartner consideram a Zyncro entre os provedores de referência de Software Social.

    Os negócios são sociais, assim como os espaços de trabalho. The digital workplace é uma realidade. Faça parte dela!

     
  • Patricia Fernandez Carrelo 1:21 pm em 02/08/2011 Permalink | Responder
    Tags: Intranet 2.0, , , ,   

    Redes Sociais Corporativas: a importância da motivação, coordenação e formação de pessoas 

    Tempo de leitura estimado: 4 minutos

    Depois de várias experiências formadas no uso das ferramentas sociais a partir da perspectiva empresarial, se aprende de forma natural a discernir quais são os pontos-chave na implementação desse tipo de solução.

    O contato direto com os usuários (também chamado de disciplina UX ou “Experiencia do Usuario), o treinamento dos clientes no uso da Zyncro e manter relatórios sobre os aspectos metodológicos necessários para a implementação de uma Rede Social Corporativa permitem descobrir o papel de questões como:

    • A coordenação da equipe por parte do responsável ou administrador da comunidade
    • A motivação dos seus membros ao usar a solução
    • O treinamento das pessoas em ferramentas desse tipo

    Sem estes três pontos a implementação de soluções sociais internas tem uma boa chance de fracassar, pelo menos em organizações com modelos estruturais de estilo clássico e tradicional, em que seus empregados provavelmente não vai estar lendo este post. Vamos ver o que eu quero dizer, ponto por ponto.

    Coordenação
    A
    coordenação e o envolvimento do “administrador” ou “dinamizador” da comunidade são essenciais para o uso adequado e implantação da solução. Também seu treinamento sobre as possibilidades da ferramenta (que eu vou falar no terceiro tópico do artigo).

    O responsável precisa ser uma pessoa envolvida (tanto com a empresa como com o projeto), que acredite nas vantagens da ferramenta e, acima de tudo, capaz de coordenar e gerir a equipe para atingir os objetivos propostos. Isso é vital para que os funcionários mais “antigos” mudem seus hábitos de comunicação e evoluam no sentido mais social ou “2.0”.

    Eu sempre considerei a gestão dentro da empresa como uma das tarefas que mais exigem habilidade e capacidade profissional; e a gestão no âmbito 2.0, tanto pelo seu forte componente tecnológico como pela novidade do seu estilo, refletem em uma gestão ainda mais complexa e valorizada dentro das grandes organizações.

    Motivação
    Da mesma forma que o administrador ou dinamizador deve coordenar, também
    deve garantir que a equipe esteja motivada a usar a rede. É essencial que eles entendam todos os benefícios da ferramenta, que ela é uma ajuda, não uma obrigação, e que pode facilitar o trabalho.

    Sem motivação e, especialmente, sem treinamento (conhecimento do ambiente favorece muito a motivação, enquanto a ignorância ou inexperiência fazem o oposto), a solução não será usada.

    Treinamento
    Por último, mas não menos importante, está conhecer o ambiente, tanto a metodologia e processos (compartilhar, comunicar, expressar, colaborar, classificar …) como a parte tecnológica (conceitos de armazenamento e gestão básica de documentos, interação com interfaces para publicação de conteúdo web ou outras aplicações 2.0).

    Assim, quando se trata de treinamento de funcionários não devemos apenas dizer o que é uma Rede Social Corporativa, mas explicar o que significa desempenho profissional a partir da perspectiva 2.0 e todas as ferramentas que atualmente compõem o espectro social de aplicações digitais.

    Mais tarde vamos discutir estes dois conceitos. Atualmente, sua empresa valoriza a motivação, coordenação e treinamento? Você acha está faltando algum outro aspecto? Então não hesite em compartilhar isso com sua equipe.


     
  • Tatiana Nascimento 11:57 am em 26/07/2011 Permalink | Responder
    Tags: Intranet 2.0, ,   

    Redes Sociais Pessoais e Corporativas: Para onde estamos caminhando? 

    Podemos dizer que este post é mais uma prova de que realmente o mundo é 2.0.

    Ele nasceu de um debate originado através dos comentários de um outro post em um blog. O assunto rendeu tanto que decidimos escrever este texto a seis mãos, de forma totalmente colaborativa e online.

    Esperamos que a iniciativa renda novos debates e novas ações, afinal, atualmente o grande diferencial na web é gerar conteúdo relevante e promover debates consistentes.

     

    A abrangência das Redes Sociais é inegável. Desde 2004, quando o Orkut aterrissou em terras tupiniquins, elas entraram na nossa rotina, facilitaram a comunicação com as pessoas ao nosso redor e revolucionaram a forma como nos relacionamos. Hoje em dia temos amigos no Facebook, contatos profissionais no LinkedIn, um mini-blog no Twitter e provavelmente teremos que readaptar diversos outros hábitos diante das novidades que estão por vir.

    No início, as redes sociais eram vistas como perda de tempo no trabalho, e era uma prática comum (e, infelizmente, ainda é em algumas empresas hoje), bloqueá-las para os funcionários. Mas com o tempo, algumas corporações perceberam que o apelo social poderia ser especializado para o ambiente corporativo, integrando pessoas envolvidas no negócio e facilitando a colaboração e a disseminação de conhecimento de forma segura. Neste momento, surgiram as redes sociais corporativas.

    Este contexto atual desafia profissionais e gestores na determinação de um ponto de equilíbrio entre o pessoal e o profissional. Para qual paradigma estamos caminhando?


    Um pouco da evolução e a profissionalização das redes

    Se olharmos para o Orkut, a primeira rede social que estourou no Brasil, podemos notar que seu público era essencialmente voltado para o pessoal, deixando o
    lado profissional à parte. A exceção eram algumas pequenas iniciativas de usuários isolados para discutir assuntos mais corporativos em comunidades específicas. Talvez por ter sido a primeira, talvez por não apresentar os recursos adequados, o fato é que o Orkut não explorou o potencial que as redes sociais demonstravam para atrair o mundo corporativo.

    Por outro lado, várias redes posteriores alcançaram sucesso, como Facebook, Twitter, LinkedIn e FourSquare, que criaram abertura para o uso profissional e corporativo, sendo que algumas, como é o caso do LinkedIn, focam especificamente esse nicho.

    Esse novo comportamento e perfil apresentado por essas redes abriu espaço para o surgimento de milhares de redes sociais menores e focadas em nichos específicos, o que, por sua vez, agiu como chamariz para as corporações também criarem suas redes sociais com objetivos próprios: integração de colaboradores, gerir conhecimento, integração entre clientes, colaboradores, etc.


    A Privacidade do Profissional

    Nesse cenário onde o mundo corporativo se aproxima cada vez mais das redes sociais, nota-se uma tendência de convergência entre pessoal e profissional e, por consequência, a necessidade de convivência com redes sociais cada vez mais híbridas.

    Se por um lado, as pessoas questionam que esse corporativismo nas redes é invasão de privacidade, por outro, as empresas alegam que precisam estar presentes nesse meio, já que o próprio público exige essa presença quando demonstra, cada vez mais, o desejo de utilizá-las como canal de comunicação.

    Isso faz com que as empresas necessitem monitorar não só o que é falado sobre elas, mas como se comportam seus colaboradores e até mesmo possíveis colaboradores que estejam participando de processos seletivos. Com isso, as pessoas se sentem cada vez mais inibidas a certos comportamentos e comentários, uma vez que sabem que podem estar sendo monitoradas pela empresa onde trabalham ou onde desejam trabalhar.

    Sendo assim, a partir dessa nova realidade, surge a grande questão: as pessoas estão dispostas a participar e alimentar essas redes onde o corporativo convive com o pessoal, e cada vez mais limita a sua própria privacidade? E mais ainda: estamos prontos e sabemos como nos comportar nesse ambiente?


    Distinção entre o pessoal e o corporativo: mito ou realidade?

    Essa dita convergência entre pessoal e profissional, vai muito além do perfil de redes sociais. É uma realidade que simplesmente abraça toda nossa vida. As pessoas passam cada vez mais tempo envolvidas com o trabalho, se não presencialmente no escritório, trabalhando de casa, aos finais de semana, ou até mesmo fazendo uma viagem de férias para estudar fora, por exemplo. De uma forma ou de outra, tudo está ligado à questão profissional.

    Esse comportamento apenas reforça ainda mais a ideia de unificação entre rede social pessoal e corporativa. Um lado simplesmente não pode viver sem o outro. E arriscamos dizer mais: um lado não quer viver sem o outro.

    Isso nos fazer crer que o que temos e conhecemos atualmente ainda está longe de ser a regra, o definitivo. As ferramentas disponíveis passarão por reformulações e pessoas e corporações ainda precisarão adaptar seus comportamentos para conviver com o que está por vir. Prova disso é a chegada do Google+ com seu tão falado recurso ‘Circles’.

    O Facebook, já temendo não manter sua soberania, lançou novos recursos quase imediatamente após a inauguração do Google+. Mas mesmo com esse esforço para centralizar as demandas pessoais e corporativas, acreditamos que a tendência aponta para a criação de redes menores e mais específicas, como por exemplo:

    • Comunidade Empresas: rede social criada pelo Banco Itaú visando a troca de experiências sobre o mundo corporativo.
    • My DeveloperWorks: rede social interna da IBM voltada à comunidade global de desenvolvedores de software. Oferece comunidades focadas em temas técnicos específicos, fóruns de discussão, lista dos blogs mais populares da IBM e wikis.
    • Toyota Friend: rede social ainda em desenvolvimento que irá unir todos os clientes da Toyota. O objetivo da marca é obter as percepções dos clientes e melhorar ainda mais seus produtos.

    Além desses exemplos, o surgimento de ferramentas que facilitam a vida das empresas na criação dessas redes específicas reforça nossa opinião. Hoje existem sistemas ágeis e eficientes, como Ning, SuaRede e a Zyncro, onde é possível criar uma rede social privada em poucos segundos, tornando ainda mais fácil o alastramento dessas novas redes focadas em nichos.


    Conclusões

    As tentativas de unificar redes com objetivos pessoais e corporativos por parte das empresas são visíveis. Por outro lado, o usuário quer ter sua privacidade preservada, ele quer ter o direito de fazer críticas e emitir opiniões nas redes sociais sem ter que passar pelo aval da empresa onde trabalha. Os recursos para limitar o acesso ao conteúdo por grupos, como os Círculos do Google+ e os grupos do Facebook, se mostram como uma alternativa para essa união entre rede pessoal e corporativa.

    Já em relação à expansão das redes, o avanço das redes de nichos específicos (corporativos ou não) demonstra uma clara tendência ao surgimento de novas opções. De um lado, elas serão cada vez mais específicas para atender ao público que quer se socializar com pessoas. De outro, Facebook e Google apostam que suas redes podem atender ambos os interesses. No final, o poder de escolha é seu.

     

    Sobre os autores:

    Rafael Ramos atua como professor e gerente de projetos. É certificado PMP e Mestre em Sistemas de Gestão pela Universidade Federal Fluminense. Possui MBA em Organizações e Estratégia pela UFF e pós-graduação lato sensu em Análise, Projeto e Gerência de Sistemas pela PUC-RIO. É membro da SBGC (Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento), do PMI Global e do PMI-RJ. Atua na área de tecnologia da informação desde 2000.

    Blog: http://www.gestaoetc.com.br

    Linkedin: http://www.linkedin.com/in/rafasr

    Twitter: http://twitter.com/rsouzaramos

    Gustavo Nogueira: Administrador por formação e profissional de tecnologia da informação por carreira, Gustavo Nogueira é um apaixonado por tudo que diz respeito a gestão de carreiras, negócios e TI. Nascido em 1981 e atuando no mercado desde 1992, acumulou experiência em áreas diversas como varejo, desenvolvimento de software, petróleo & gás, esportes e etc. Pelo lado pessoal, Gustavo é um amante dos esportes, tendo praticado squash, mergulho, paraquedismo e triathlon. Sem essa emoção, sua vida não funciona.

    Site: http://www.gustavonogueira.net

    Twitter: http://www.gustavonogueira.net/twitter

    LinkedIn: http://www.gustavonogueira.net/linkedin

    Tatiana Nascimento (mais conhecida como Poka): Formada em Rádio e TV pela Unesp de Bauru, Tatiana Nascimento (mais conhecida como Poka) caiu na redação publicitária por acaso, pegou gosto e não saiu mais. Passou por algumas agências escrevendo para clientes como Brastemp, Deca, Bayer, Cyrela, Visa Vale entre outros. Viciada em Social Media, focou em web e hoje é Analista de Redes Sociais, além de fazer pós-graduação em Mídias Digitais na USP.

    http://twitter.com/pokanascimento

    http://www.facebook.com/pokanascimento

    gplus.to/pokanascimento

     


     

     
  • Albert Climent 10:03 pm em 21/06/2011 Permalink | Responder
    Tags: Intranet 2.0, intranet personalizada, , ,   

    Use a Zyncro no seu tablet! 

    Soluções como as da Zyncro, acessíveis não apenas pela internet, mas também através de iPad ou tablet Android, facilitam a capacidade de consultar materiais, documentações e informações de importância para seu desempenho diário e permitem seguir o fluxo de informações geradas no dia a dia de trabalho com sua rede de contatos. Mas, mais importante do que isso, te permite cuidar da sua coluna!

    Ainda me lembro no meu começo na venda de soluções de dispositivos móveis em uma das redes líderes, por volta de 2002, quando o Palm e o Windows Pocket PC brigavam pelo mercado dos PDA’s – que depois foram substituídos pelos smartphones e pelos tablets.

    Agora vejo que o problema dos antigos PDA’s era a sua conectividade limitada, pensadas apenas para o uso em redes internas. A conexão lenta dos dados e o nível simplório das aplicações que queriam substituir o computador fizeram com que a demanda caísse – até a aparição dos smartphones.

    Com a melhora da conectividade, telas mais econômicas, maiores e melhores, componentes e microprocessadores menores (porém mais robustos e rápidos), sistemas operacionais escaláveis e a prova de falhas, além do belo design da Apple e do Android, o panorama ficou totalmente diferente: cheio de possibilidades e apaixonante.

    Vimos isso na prática em Fevereiro, no Mobile World Congress, realizado em Barcelona. A Zyncro estava presente neste evento. Agora, no mundo do software na nuvem (e mesmo fora dele) não ter uma extensão móvel é algo que parece estranho a muitos.

    É verdade que é preciso procurar usos práticos para amortizar os R$2.000,00 – R$3.000,00 que ainda custam a maioria dos tablets, por isso, vou citar alguns usos que podem vir a amortizar esse valor.

    Porque usar a Zyncro no seu tablet

    Acredito que poder liberar-se de papéis e documentos quando vai a uma reunião com um cliente é um bom avanço para as organizações e principalmente para a sua coluna: não ter que encher a pasta de documentos ou com o seu tradicional notebook será certamente um alívio.

    Se prestarem atenção, cada vez mais os altos executivos ou mesmo os diretores e gerentes das áreas comerciais vão a sua reuniões acompanhados de seus tablets. De fato, não se separam de seu iPad.  Documentos que até então costumavam usar começam a acumular pó.

    Na Zyncro, através da estrutura de pastas, é possível – de uma forma organizada e segura – subir os documentos de trabalho necessários a uma reunião ou apresentação.

    A Zyncro permite a esses executivos levar toda a documentação debaixo do braço e consultar documentos online de forma privada ou pública (em projetores) graças aos já existentes adaptadores VGA.

    Pra isso basta:

    • Conectar-se a uma rede 3G ou Wifi
    • Acessar a página web http://my.zyncro.com
    • Fornecer os dados de acesso (login e senha)
    • Acessar a área de Grupos na área que você previamente fez o upload da documentação necessária

    Alguns exemplos:

    • Você pode apresentar produtos de forma muito visual através de fotografias, abrir arquivos de Power Point em sua intranet Zyncro e mostra-los diretamente em sua tela.
    • Ou seguir como um script um documento no Word, em uma reunião com clientes, ou tarefas já definidas anteriormente.

    Assim, se a partir de hoje você quer deixar de carregar papéis em sua pasta, crie uma conta na Zyncro, e além de poder compartilhar informação neste espaço de intranet 2.0 com seus companheiros de trabalho, irá surpreender seus clientes com uma eficiente apresentação e toda informação à mão.

     
  • Joe Zyncro 6:10 pm em 16/06/2011 Permalink | Responder
    Tags: , , Intranet 2.0, , micro, microblogging corporativo,   

    Você sabe o que é a Zyncro? 

     
c
compor novo post
j
próxima post/próximo comentário
k
post anterior/comentário anterior
r
responder
e
editar
o
mostrar/esconder comentários
t
voltar ao topo
l
iniciar a sessão
h
mostrar/esconder ajuda
esc
cancelar