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  • Juan Ignacio Barenys 5:00 am em 28/05/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , , , produtividade, , , tempo   

    Os executivos e a correta gestão do tempo 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Para qualquer profissional, a correta gestão do tempo é uma necessidade de primeira categoria, dado que ela acarreta, com praticamente certeza absoluta, a eficácia em todas as tarefas realizadas. Para um executivo isso fica ainda mais em destaque, já que nas posições de direção a pressão do ambiente é altíssima e tende a influenciar a organização pessoal e, em casos frequentes, provocar a diminuição de rendimento, a resignação fatalista e um estresse não desejado.

    Apesar de ser comum acreditar no contrário, a gestão do  tempo, como recurso, não é uma aptidão natural que alguns têm e outros não. Ninguém nasce com a capacidade de se organizar; é algo que se aprende e graças a ela se conseguem melhorias significativas no rendimento de todas as tarefas executadas. No mais, podemos admitir que as pessoas possuem como virtude o sentido da ordem, uma inclinação natural que normalmente se manifesta nos primeiros anos de vida.

    Por outro lado, convém lembrar que o tempo é um recurso com três características que o fazem único:
    • Está a disposição de qualquer pessoa. A maior parte dos recursos tem “dono”: o dinheiro para investir, os livros para estudar, os instrumentos de qualquer tipo, etc. O tempo não; todos temos tempo.
    • Todas as pessoas têm a mesma quantidade do recurso tempo. Uma hora, um dia, um mês… são exatamente igual para todos.
    • É de uso inexcusável. Podemos querê-lo ou não, mas o recurso tempo intervém em todas as tarefas, ao contrário de outros recursos cuja utilização costuma ser opcional.

    Consequentemente, a gestão do tempo não se difere à de qualquer outro dos muitos recursos que temos à disposição. Para fazê-lo corretamente, bastará combinar uma boa gestão de tarefas e uma adequada gestão da autonomia que temos para poder realizá-las. Estas são habilidades que sempre poderão ser melhoradas através da aprendizagem e do treinamento.

    Nada melhor para isso do que contar com uma lista de conselhos práticos, poucos e breves, que manejados adequadamente e submetidos a uma disciplina rigorosa deveriam desembocar, sem dúvida, na desaparição do eterno “problema de tempo”, que resulta em horários de trabalho intermináveis, idas e vindas de trabalho a casa, “já é sexta  de novo”, etc. Para os executivos, a necessidade se duplica, já que eles são responsáveis pelo seu próprio tempo e também pelo dos demais.

    Conselhos para a gestão correta do tempo

    1. Bloquear as interrupções, as que chegam de repente, de surpresa ou indiretamente. Ser um pouco egoísta.
    2. Conhecer as prioridades. Saber perguntar sobre as mesmas e não realizar tarefas que nunca tenham sido feitas. Trabalhar às cegas com relação às prioridades pode gerar erros e insatisfação posterior.
    3. Ser FIFO (first in first out). Não acumular tarefas antigas. Resolvê-las por ordem. Só mudar esta ordem natural devido à alguma urgência ou, em um caso específico, devido à mudança das prioridades preestabelecidas.
    4. Não se superestimar. Conhecer os próprios limites e não sobrepassá-los. Fazê-lo causa um esgotamento próprio que não é fértil e desapego nos demais, caso se esteja coordenando uma equipe.
    5. Lidar com um máximo de cinco temas em um mesmo momento ou período homogêneo de tempo.
    6. Não ser perfeccionista. O melhor costuma ser inimigo do razoavelmente bom. A partir do ponto em que o benefício marginal é igual a zero, o tempo passa a valer ouro. Antes não.
    7. Saber perder o tempo de vez em quando. Liberar tensão, descansar, relaxar-se são atividades que também devem ter o seu lugar no nosso recurso tempo.
    8. Ser como uma coruja. Observar, processar, decidir e agir. Se for possível, sem vacilar.

    Juan Ignacio Barenys de Lacha é Diretor de Odati e Eskpe Consulting. Membro de AEDIPE, criador do Método Odati para a formação de executivos e managers, ex-presidente de Olivetti Information Systems España e Sligos e Chairman do World Forum Congress Washington em 1990.

    A Zyncro se preocupa pela correta gestão do tempo e acreditamos que uma Rede Social Corporativa pode ajudar a você e a toda a sua equipe a melhorar a produtividade. Se ainda não experimentou Zyncro, faça-o grátis agora e fique convencido. Se não acreditar no que falamos, baixe o whitepaper no qual contamos casos práticos de empresas que já nos utilizam 😉

     
  • Jeroen Sangers 5:00 am em 22/04/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , , , produtividade   

    2 chaves para a produtividade em equipe 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Nota do editor: Hoje damos as boas-vindas a um novo autor para nosso blog. Jeroen Sangers (@JeroenSangers) é consultor de produtividade pessoal e autor do blog El Canasto. É especialista em técnicas modernas de gestão de tempo, ações e atenção e oferece formação, consultoria e palestras sobre um forma mais inteligente de trabalhar e viver.

    Qualquer treinador de um time sabe: mesmo que todos os jogadores sejam estrelas, isso não dá garantias da vitória. Com certeza você vê como os grandes clubes de futebol, gastando milhões de euros para contratar os melhores jogadores, as vezes acabam a temporada numa posição pior que a do ano anterior. Para que um time funcione, necessitamos mais que bons resultados a nível individual.

    A produtividade pessoal

    Ninguém trabalha sozinho. Apesar de tentarmos fazer todas as nossas tarefas da melhor maneira possível e com a máxima eficácia, para muitas coisas dependemos de nossos colegas. O desenvolvedor de websites precisa dos textos do copywriter, o vendedor precisa dos folhetos do departamento de marketing, o diretor de marketing precisa do estado de produção dos novos produtos, etc.

    Até pode ser que trabalhemos de forma eficaz, mas se os companheiros são caóticos, não terá sentido sermos produtivos.

    A realidad é que não se pode extrapolar a produtividade pessoal à eficácia de grupos de trabalho. Quais são as duas chaves para a produtividade em grupo?

    1. Papéis e responsabilidades

    Na minha opinião, o mais importante para construir uma equipe produtiva é conhecer bem aos demais membros do grupo. Cada pessoa é diferente e tem pontos fortes, fracos e sua forma de ser. Assim como as distintas posições num time de futebol, um grupo de trabalho funciona melhor se possui pessoas de vários perfis. Cada equipe necessita um líder, uma pessoa criativa, alguém que cuide das relações, alguém que diretamente põe mãos à obra, etc.

    Nos anos 70, o Dr. Meredith Belbin desenvolveu um modelo de 9 papéis essenciais para cada equipe de trabalho. Podemos usar este modelo para identificar os papéis de cada membro e buscar as habilidades que faltam no nosso grupo de trabalho.

    2. Comunicação interna

    O segundo ponto chave para obter uma equipe altamente eficaz é a comunicação interna.

    O dilema é que por um lado queremos conhecer todas as ações, os projetos, as ideias e as preocupações de nossos companheiros, mas por outro não queremos perder tempo com informação inútil.

    Por isso é imprescindível estabelecer a melhor forma de comunicação para cada caso. Em muitas escritórios, ao ter uma pergunta para um colega, o costume é simplesmente se levantar e ir até a sua mesa. Fica claro que estamos causando uma enorme interrupção.

    É melhor usar um meio de comunicação menos intruso, como, por exemplo, o e-mail, a intranet ou uma rede social empresarial. Depois podemos chegar a um acordo para excepções em situações específicas: como nos comunicamos se necessitamos uma resposta ao instante? que meio de comunicação temos disponível para falar sobre assuntos delicados ou sobre nossas emoções?

    Não existe uma solução única. O segredo é saber quais são os meios de comunicação que temos disponíveis, conhecer os benefícios e os problemas de cada forma de comunicação e estabelecer um protocolo de comunicação interna com os demais membros da equipe de trabalho.

    Se queremos formar parte de um time produtivo e ganhar a Copa, precisamos conhecer bem a equipe e ter um canal de comunicação de alta qualidade.

     
  • Jose Miguel Torres 9:00 am em 26/02/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , produtividade, reuniões   

    Reunionitis: a doença do século XXI 

    Tempo estimado de leitura: 6 minutos

    Nota do editor: Hoje damos as boas-vindas a um novo autor: José Miguel Torres trabalha como Engenheiro de Software para Xamarin, Inc. e está especializado no desenvolvimento de aplicativos para portáteis. Com mais de 14 anos de experiência, vem colaborando frequentemente e há mais de 10 anos como autor em revistas técnicas, escrevendo uma grande variedade de artigos sobre tecnologia Microsoft. É autor de dois livros. Foi premiado como Microsoft Most Value Professional em quatro ocasiões. Tem uma Web dedicada ao desenvolvimento de para dispositivos portáteis desarrolloMobile.NET. Bem-vindo José Miguel! :)

    Una reunión efectiva es corta, productiva y no tiene porqué ser presencial.Alguma vez você se peguntou para que servem as reuniões? Acho que na maior parte das vezes para nada. Simplesmente é um pretexto do “organizador”, quase sempre representado pela figura do Chefe ou Responsável de área e que não faz mais que disfarçar a sua própria falta de liderança. Parece ser que a convocatória oficial enviada por e-mail a uma determinada hora de um dia determinado, é a solução, já que estar cara a cara em uma mesa redonda repleta de pessoas com conjeturas subjetivas é o modo mais efetivo de solucionar os problemas.

    Contexto atual

    Vamos olhar isso de outra perspectiva. Eu diariamente vou a um lugar chamado escritório onde a companhia trata, em grande parte dos casos, de equipá-la de forma que trabalhar seja um lugar confortável e produtivo. No entanto, só seria confortável se não fosse necessário investir mais de duas horas diárias em ir até lá para assistir encontros que por meios digitais, na maior parte dos casos, poderiam ser solucionados de uma forma melhor e mais rápida. E só seria produtivo, se nos deixassem trabalhar.

    É isso mesmo, você leu bem, nos deixassem trabalhar. E defino trabalhar como a ação de desempenhar uma ou várias tarefas de forma estruturada e contínua, ou seja, sem se distrair. E quando digo distrair não me refiro a ler o jornal de esportes ou atualizar a conta de Twitter com suas curiosidades, isso eu diria que é o ir a fumar um cigarro do siglo XXI ou, por acaso é pior tuitar que fumar? Para algumas empresas é assim, e não estou falando de empresas na China.

    No entanto, não se questionam na hora de organizar uma reunião de 10 pessoas, sendo que todas as reuniões têm a mesma causa e efeito.

    A Causa: Organizam uma reunião porque está faltando coordenação ou comunicação com algum cliente ou departamento e a pessoa que a organiza quer mostrar a sua autoridade investindo 10 horas de funcionários da companhia. Isso mesmo, 10 pessoas durante 1 hora em matemática básica resulta 10 horas, e suspendendo obviamente todas as tarefas que todos e cada um de nós estava realizando, já que a reunião é urgente, como todas.

    Os Efeitos: A reunião se prolonga até as 3 da tarde, alguns dos participantes não tiveram tempo nem de tomar o café da manhã, muitos deles (me incluo), já concordaram com todo com a intenção de sair da Sala de Reuniões. A Causa continua existindo e ainda por cima foram detectadas mais Causas que provocam a Causa. Obviamente o Chefe em outro ímpeto de autoridade agenda novas reuniões, uma para cada nova causa. O problema ou causa da mesma não foi resolvido mas agora o Chefe está envolvido. E agora sim é que nós estamos realmente preocupados.

    Estamos em uma nova era, ou não?

    Entendo que existem fatos que devemos solucionar ou coordenar em determinadas situações que pedem uma colaboração de 2 ou mais pessoas, mas ninguém sabe justificar o porquê da necessidade da reunião presencial –e obrigatória-, por que ela é melhor que um e-mail, nem a razão pela qual a minha presença é necessária durante as 3 horas, se a minha participação poderia se resumir a 15 minutos; obviamente ninguém sabe por que não posso participar através de ferramentas de Comunicação Social, ou inclusive, se a situação pede, com uma Call Meeting ou para que servem as dezenas de rabiscos que fazemos nos nossos cadernos ou no quadro negro da sala de reuniões durante a reunião. Não dava para digitalizar e compartilhar em uma plataforma colaborativa digital?

    O aproveitamento da plataforma digital pelas empresas influi na melhoria e na potencialização das comunicações internas, reduz consideravelmente os custos de infraestrutura e melhora o fluxo de informação de e para a companhia, entre seus próprios trabalhadores e com parceiros e clientes. A flexibilidade laboral e o teletrabalho são hoje em dia uma realidade que qualquer empresa pode colocar na prática com plataformas como Zyncro. Os horários comerciais estritos, as interrupções forçadas e as intermináveis reuniões de trabalho ficaram para trás.

    Sua empresa sofre de reunionitis? O que acha de dar-lhe um remédio digital para curá-la?

     

     
  • Marta Carrió 12:00 pm em 07/02/2013 Permalink | Responder
    Tags: concorrente, , produtividade, , ,   

    Tempos de Crise? Invista na sua reputação interna 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Atualmente as empresas estão se deparando com o impacto dos interesses e das necessidades de distintos coletivos e indivíduos. É por este motivo que é importante que as organizações pesem e analisem estas forças e expectativas a fim de ajustá-las aos seus objetivos estratégicos.

    No contexto geral da gestão da reputação, é comum que muitas organizações deixem em segundo plano a firme promoção da reputação interna, apesar de que hoje em dia este é um tema de máxima importância para, por exemplo, aumentar as vendas. Enquanto muitas empresas estão voltando toda a sua atenção para o âmbito comercial, está demonstrado que as vendas aumentam quando a percepção positiva dos trabalhadores é superior à dos clientes. Mesmo assim, promover uma reputação interna favorável contribui para atrair e manter o talento, reduzir custos vinculados à gestão de uma crise, melhorar a eficiência da entidade e ainda a colaboração, inclusão, comunicação, fidelidade, identificação e a resolução de conflitos internos nas empresas.

    Em um panorama como o que estamos vivendo, será melhor que a empresa que estiver tentando melhorar sua reputação através da recuperação da confiança dos clientes mude suas prioridades.

    A concorrência não é a ameaça mais importante para a sua reputação mas sim a falta de identificação, motivação, comunicação, colaboração e deixar de aproveitar as capacidades e habilidades existentes a nível interno. É por este motivo que a maioria das crises de reputação que encontramos hoje nas redes sociais têm origem nos próprios funcionários.

    Não é possível conseguir arrumar a falta de sintonia dentro da empresa através de pesquisas de clima laboral ou fazendo vários tipos de dinâmicas de grupo. É preciso identificar e analisar as relações e papéis de cada coletivo e dos indivíduos de uma organização baseado nas dimensões da reputação interna de uma entidade (satisfação e compromisso dos funcionários) com o objetivo de traçar um plano de resposta que permita reposicionar o sentimento e as atitudes dos trabalhadores em relação à empresa.

    Uma Rede Social Corporativa, como Zyncro, pode: contribuir e facilitar na aplicação de um processo de Internal Reputation Assement; comunicar de forma abrangente para toda a empresa a importância de participar no processo, o que cria sintonia e confiança; informar continuamente sobre a implementação do processo, seus participantes, fases e resultados; e ainda atuar de plataforma de feedback, entre outros aspectos.

    Sabendo isso, o que você está esperando para começar a vender mais, reduzir custos e a ser mais eficiente? Se você desejar saber mais sobre como gerir a reputação interna da sua empresa, pode baixar gratuitamente o whitepaper que criamos com Zyncro [ES]: Reputação Interna na Empresa.

    Marta Carrió é Doutora em Reputação Corporativa (UPF) e sócia de Plan, uma consultoria especializada em medir, analisar e gerenciar a reputação corporativa.

     

     
  • Juan Manuel Rodríguez 12:27 pm em 03/02/2012 Permalink | Responder
    Tags: e-mail, , , o tempo, produtividade   

    Tempo, a fronteira final 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Antes de tudo vou me apresentar, sou Juan Manuel Rodriguez, e me junto hoje a equipe de colaboradores da Zyncro para ajudar a espalhar a ideia de que são as redes sociais corporativas que podem nos ajudar a sermos mais produtivos.

    O maior desafio desta crise é chegar mais longe com mais, ou com menos. O verdadeiro desafio é a eficiência. Tentamos de todas as maneiras imagináveis reduzir os custos das materias-primas, pessoal, infra-estrutura, etc.,mas sempre chegaremos a uma ultima barreira, a um limite estrutural, muito difícil de superar.

    melhorando a eficiência da equipe humana e a gestão da informação, poderemos cruzar esta ultima fronteira e por tanto seguir sendo competitivos. Porque se nós não fazemos, nossa concorrência o fará. Este é o motivo da criação de ferramentas como a Zyncro, que tem como fim a melhora notável desta eficiência.

    ” O tempo é a ultima fronteira. A sobrecarga de informação tem como consequência a fome de tempo. A tecnologia já nos permite consumir de uma maneira cada vez mais eficiente a informação que recebemos.”
    ( Alfons Cornella, no Update7 da infonomia, em novembro de 2011)

     

     

    Alguns exemplos que provavelmente todos nos iremos refletir é:

    O abuso do e-mail

    Quantas vezes temos odiado em silencio as correntes com 15 ou 20 destinatarios, em que não se diz nada urgente, mas gera constantes interrupções? Ou enviamos um relatório com medo que o documento esteja na intranet sem ninguém saber que ela exista? O abuso do e-mail já tem levado nos últimos anos muitas empresas a declarar por exemplo a sexta-feira como “dias livres de e-mails”, e isto tem melhorado seus resultados! Algo para se pensar, não é?

    Reuniões improdutivas

    No fundo todos sabemos que muitas reuniões de seguimento são uma perda de tempo, porque grande parte do que se disse poderia ter sido transmitido em tempo quase real muito antes, e nós haveríamos economizado um tempo valiosíssimo de varias pessoas reunidas para, em definitiva, não fazer nada realmente útil. Deixemos as reuniões presenciais para tomarmos decisões rápidas, e não para transmitir algo que já deveria conhecer antes de entrar pela porta.

    O elo condutor é o fator comum desses exemplos e de mais outros que poderíamos encontrar, é o desafio de atribuir tempo e os meios apropriados para cada tipo de informação e de interação. Se algo é realmente urgente, corre ao telefone e ligue, ou usa as mensagens instantâneas. Mas para que o resto da informação flua sempre com a prioridade que merece (ou seja, que uma equipe se comunique de forma eficaz) necessitamos de ferramentas que nos permitam ajustar esse equilíbrio entre a importância de uma informação, os meios para armazena-lo, e os momentos em que se permite ser interrompidos.

    Imagine um dia de trabalho com somente as interrupções imprescindíveis?E com as informações classificadas ao dia, para  quando eu decidir que irei consultar?

    Isto implica criar todo um banco de possibilidades intermediadas de comunicação, mas fora do reduzido conjunto que estávamos acostumados: e-mail, telefone, chat, intranet e reuniões presenciais. Assim as redes sociais fora das empresas nos permitem que apareçam esses ” níveis cinzentos” intermediados, entre o “branco” dos amigos que conversamos todos os dias por telefone, e o “preto” dos que teriam tempo de escrever um e-mail em vários meses, uma troca de paradigmas parecido que esta produzindo já dentro das empresas com a gestão de informações.

    A rede social corporativa Zyncro foi criada precisamente para conseguir este reequilíbrio, utilizando um meio parecido ao que o usuário já esta acostumado pelo uso pessoal de ferramentas como o Facebook ou o twitter, mas totalmente integrados e adaptado aos objetivos e necessidades do meio empresarial. Estas ferramentas, ademais, promovem a participação dos membros da equipe de maneira ate agora desconhecida, e isto pode permitir descobrir talento e intra-emprendedores que poderíamos  já ter em nossa equipe…sem saber! Mas isso discutiremos no próximo post.;-)

     
  • Josep Vilajoana 9:19 am em 05/01/2012 Permalink | Responder
    Tags: , , , produtividade, , ,   

    Rede Social Corporativa: Moda, tendência e necessidades 

    Tempo de leitura: 4 minutos

    Nota do Editor: Josep Vilajoana Celaya é reitor da  Col · legi Oficial de Psicólogos de Catalunya, uma instituição que acaba de implementar a sua rede corporativa social, e tem sido gentil o suficiente para escrever este post para o nosso ZyncroBlog Obrigada Josep pelo seu acesso!

    Seguimos a moda, enquanto lidamos com o desrespeito de ser julgada como “simplesmente uma moda.” As empresas, geralmente, demoram para se qualificar para a moda. Mas aquele que acerta é um dos primeiros a juntar-se ao que se tornaria mais tarde tendências, constitui para isso uma fonte de diferenciação para muitos outros que estão se esforçando para conseguir.

    A Rede social corporativa como a moda, mas agora vemos que ela está entre nós e as empresas tem a postura cada vez mais, incorporá-las em seus sistemas de gestão interna. As estatísticas sugerem que, até agora, só as grandes organizações estão experimentando. E o que podemos aprender com eles? Como quase sempre, que tudo o que satisfaz uma necessidade real é provável que dure no tempo, pelo menos faça uma inovação que cubra melhor essa necessidade, o mercado evolui e a necessidade se enfraquece.

    Possivelmente, e por necessidade, em torno do que agora chamamos de “ Redes Sociais “é reorganizado logo. Agora misture ferramentas com objetivos tão diferentes como os que tens os muros, os microblogging, os blogs, os wikis, e até mesmo mensagens instantâneas, chat, videoconferência, que provavelmente não nasceram para as redes, mas que contribuem para melhorar o relacionamento .

    Uma das chaves para o sucesso de uma rede sócia corporativa consiste em ter as ferramentas que permitam orienta-lo a um objetivo concreto, que deveria ser mensuráveis ​​e alinhados com os objetivos e as estratégias das organização.

    Também se debate sobre a importância do anonimato quando este fato também deve responder igualmente às características de uso que se vai dar. Em casos específicos pode ser indispensavel, mas, pelo contrário, se por exemplo se trata de gerar ideias inovadoras, é mais do que possível que a maioria destes casos, o anonimato é um obstáculo e aqueles que usam a rede social corporativa com esses fins , preferem que toda a organização, mesmo fora dela, saibam quem é o autor da idéia.

    No · Col-legi Oficial de Psicólogos de Catalunya fizeram uma proposta determinada para unir as idéias, a inovação e as relações através da nossa rede social corporativa. Aqui as diferentes seções da nossa escola já pode conhecer em tempo real às necessidades da sociedade, propor soluções, pesquisa e inovação em conjunto e, naturalmente, dizer o resto dos funcionários os resultados de seu trabalho. Em suma, uma rede social corporativa é um espaço de relação que potencia a transferência de conhecimento.

    Hoje, mais do que nunca, compartilhar o que sabe é a chave para se adaptar rapidamente às mudanças.

     

     
  • ZyncroBlog 11:25 am em 18/11/2011 Permalink | Responder
    Tags: , , , produtividade   

    Exerzyncro físico 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    A doença

    Costuma-se dizer que “quando os EUA estão em alta a Europa está em baixa”. Nos dias de hoje vemos que isso é mais real do que nunca. Espirros de uma GRANDE crise americana se degenerou em um resfriado na Europa, sendo que em muitos casos o quadro clínico é de gripe ou até pneumonia.

    Mas nessa globalização, o risco de contágio é elevado e esta doença não é exclusividade das empresas europeias. Essa gripe é endêmica e existem muitas empresas doentes pelo mundo!

    O diagnóstico

    Depois de muitas radiografias, exames de sangue (auditorias nas empresas), o diagnóstico é claro. A crise e os maus hábitos organizacionais ao longo dos anos levaram muitas empresas ao médico. E o discurso dos profissionais da saúde (empresarial) é, invariavelmente, o mesmo: é necessário tomar um antibiótico para a crise, mas o fundamental é mudar os hábitos de trabalho.

    Não vou falar sobre quais medicamentos elas precisam tomar para curar essa crise (desculpe… essa gripe), porque não sou médico. O que eu gostaria de comentar são os hábitos saudáveis que as empresas deveriam adotar para que sua esperança de vida possa ser superior à média, ou no mínimo, igual a média.

    A prevenção

    As empresas precisam melhorar sua produtividade para serem grandes, fortes e resistentes (a essa e a “gripes” futuras). O mundo está mudando e, em seu livro “A produtividade do trabalhador do conhecimento”, Peter F. Drucker já dava pistas do caminho a seguir diante dessa nova realidade. Drucker destacava que o recurso básico da nossa sociedade atual é o conhecimento e que:

    a gestão do conhecimento é uma estratégia organizacional encaminhada para utilizar o conhecimento e a experiência dos empregados da empresa para aumentar a produtividade do negócio.”

    O grande desafio da mudança de hábitos para incrementar a produtividade não será possível sem focar nas pessoas e em suas relações, onde a colaboração é o elemento básico. Em resumo é preciso fazer “exercícios físicos”, isso é colaborar de forma regular para melhorar o sistema imunológico das empresas.

    Na Zyncro não somos médicos nem farmacêuticos, mas criamos uma ferramente para que as empresas possam por em prática este hábito saudável de colaborar e, consequentemente, serem mais produtivas.

    Alguns de nossos cliente viram na Zyncro um “tênis” para correr, outros uma “raquete” para jogar, outros uma “bicicleta” para pedalar… A Zyncro não impõe um modo de uso (a ferramenta é flexível) mas temos consciência de que as empresas que nos utilizam fazem exercícios físicos (colaboram) e que isso lhes permite ser mais fortes, estarem preparadas para as gripes (crises) que sempre existirão e, em última instância, para ganhar competições.

    As crises são momentos para refletir e fazer mudanças. Muitos sabem que vão melhorar a produtividade de sua empresa. Mas como? Fazendo exercícios físicos (colaborando) todos os dias. A Zyncro facilita a ferramenta, mas são as empresas que devem dar o primeiro passo para a mudança. E você, já se inscreveu no ExerZyncro físico?

    Nota: O exerzyncro físico é recomentado pelo melhores médicos do mundo.

     
  • Joan Alvares 11:26 am em 01/11/2011 Permalink | Responder
    Tags: , , produtividade   

    9 ferramentas para uma empresa mais produtiva 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Terceirizar, terceirizar, terceirizar. Subcontratar tem sido um dos slogans mais repetidos da economia moderna: deixar de fazer tudo aquilo que pode ser feito por outro, mais barato ou mais rápido. No auge da cultura digital, contudo, trás aplicações que permitem ao empresário retomar, pela nuvem e em tempo real, alguns processos chave. Em alguns casos sugerem internalizar um processo terceirizado, em outros simplesmente dão um controle mais fechado do mesmo.

    Selecionei 9 ferramentas que acredito que deveriam estar no scorecard de qualquer empresário.

    Ferramentas para uma empresa mais produtiva

    1. Google Adwords: Imagine um comercial trabalhando 24 horas para você e cobrando apenas por resultados. Isso é o Adwords: a ´possibilidade de controlar sua força de vendas de forma contínua e segmentada. Um comercial onipresente que te presta contas em tempo real, mediante informações precisas, para que você otimize cada dia seu trabalho. Combinado com outras funções do Google, como Trends – para saber o que e como buscar o usuário – o potencial do Adwords se eleva a máxima potencia.
    2. Linkedin: Se o Adwords pode substituir um departamento comercial, o Linkedin é o mais próximo possível de um departamento de relações públicas. A rede maior profissional do mundo te permite ter um primeiro contato com pessoas chave do seu setor ou explorar os contatos dos seus contatos. Você pode estar certo de uma coisa: se você é dono de uma empresa não encontrará nada ninguém que possa fazer esse trabalho melhor que você.
    3. Prezi: Alguns meses atrás eu ouvi sobre um grupo de cidadãos suíços que lutam pela abolição do Powerpoint . Sua luta parte de um princípio tão óbvio como temido: um ppt é algo chato de entender e pesado para preparar. Com Prezi você pode criar apresentações leves e interativas mediante uma interface simples e intuitiva.
    4. Getting Things Done: Para a maioria dos empresários ou alto executivos, uma secretária é um apoio necessário para delegar sua agenda diária. Contudo, existem coisas que não se pode delegar a ninguém: o seguimento de objetivos. Aplicações como ‘Getting Things Done’, da qual existem muitas versões, te lembram o que você tem para fazer hoje para atingir seus objetivos amanhã. Mais que uma secretária, chega a ser um coach pessoal.
    5. Evernote: Imagine poder colocar uma memória externa no seu cérebro. Ou ampliar sua capacidade de processamento. Evernote permite acumular uma quantidade enorme de informação (desde a web, uma foto ou uma ideia escrita em uma nota) de forma sincronizada de qualquer dispositivo conectado a internet. Além disso, reconhece o texto de imagens e o indexa.
    6. Hootsuite: Na era das redes sociais, o community management se converteu em um ‘must’ de qualquer empresa preocupada em sua reputação online. Uma ferramente chave na gestão integrada dessas redes é o Hootsuite, que além de oferecer um rápido overview, permite programas a publicação de conteúdo ou extrair estatísticas combinadas.
    7. Zyncro: O termo “intranet” soa cada vez mais arcaico. Mas fazem alguns anos que as grandes empresas programavam caríssimos sistemas ad-hoc para compartilhar arquivos pesados ou para ter um sistema de comunicação interno e seguro entre todos os seus empregados. Hoje as redes socais corporativas, como a Zyncro, permitem cobrir essas necessidades a partir da nuvem, o que agrega valor a possibilidade de acessar essa rede interna de qualquer dispositivo remoto.
    8. Basecamp: Para a gestão compartilhada de projetos que implicam às distintas pessoas da empresa, um bom sistema de project management é o Basecamp. Ele permite designar tarefas a cada membro da equipe e manter todas as fases do projeto em um mesma visão global do mesmo, evitando confusão ou retrabalhos.
    9. Harvest: Enviar uma citação deveria ser algo rápido e simples. Harvest elimina o Excel para criar orçamentos, mediante um modelo prático online, editável de qualquer computador, tablet ou smathphone. Ao mesmo tempo, incorpora funções como aprovação online do orçamento, a geração automática da fatura ou o tracking de horas dedicadas por cada um dos envolvidos em um projeto.
     
  • Xavi Gracia 1:21 pm em 18/05/2011 Permalink | Responder
    Tags: , company, , , , , produtividade,   

    De “Gerente de TI” para CIO 2.0: Oportunidade ou perigo? 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    A Tecnologia de Informação (IT) revolucionou nossa sociedade empresarial e, como consequencia, a forma como fazemos as coisas.

    Todas as áreas e departamentos funcionais estão experimentando uma transformação completa e reinventado seu trabalho a cada dia. Estamos num ambiente globalizado, em mudança, altamente competitivo e onde nunca foi tão necessário fazer mais com menos.

    Tudo é um processo, e perfis voltados para o trabalho de equipe são obrigados a contribuir mais do que sua descrição de trabalho pressupõe.

    Todos devemos ter um componente de inovação em nossos perfis e isso deve ser visível nas decisões que tomamos, sejam quais forem nossas responsabilidades funcionais.

    Se focarmos no CIO, acredito que ha uma grande oportunidade para conduzir a organização neste papel e para trazer o resto dos diretores funcionais (finanças, vendas, marketing, operações…) para aderir a essa orientação no sentido da inovação, mudança e reinvenção diária do negócio.

    Então porque o CIO?  Porque estou convencido que um CIO orientado para os negócios possui as qualidades necessárias para iniciar essa mudança:

    • Estão cientes das possibilidades tecnológicas
    • Sabem como aproveitá-las ao máximo para garantir uma vantagem competitiva para empresa
    • São orientados para Projetos (hoje em dia, tudo é um projeto)
    • Tem uma visão completa da empresa que os permite considerar todas as áreas
    • São constantemente orientados para o resultado
    • Lideram equipes multi-disciplinares
    • Controlam custos
    • Negociam com prestadores de serviço
    • Eles exteriorizam

    O CIO 2.0 deve ser visto pelo resto da organização como um motor para a mudança, alguém que está sempre pronto para um desafio na empresa e que será capaz de propor uma solução criativa, voltada para os negócios que são viáveis e dará retorno sobre o investimento.

    Para se tornar um CIO 2.0 transformador da empresa, é necessário que o CIO remova de si mesmo o papel de “Gerente de TI” e passe imediatamente a contribuir com todo conhecimento que tem (que é muito!) e seja capaz de transmiti-lo ao resto da organização..  O CIO deve assumir o risco de sair de sua “zona de conforto”e não apenas se contentar em reduzir custos, ele precisa gerar renda através de novas tecnologias devido não apenas a utilidades que adicionam por si mesmas, mas também por sua adaptação ao negócio.

    Nesse momento, a organização verá o CIO como um de seus principais ativos e, antes de considerar qualquer projeto, o CIO wserá envolvido desde o inicio, sua visão e proposta de utilidade serão a chave para o sucesso.

    Para resumir, estou convencido que o CIO é um dos ativos mais importantes que uma organização pode ter ao contribuir para mudança, inovação e desenvolvimento constante, mas é necessário que o CIO assuma esse papel pessoalmente e seja capaz de transmiti-lo para o resto da organização, conduzindo a transformação da empresa.

    Voltando para o título: De “Gerente de TI” para CIO 2.0: Oportunidade ou perigo?

    Com certeza: OPORTUNIDADE!!!.


     
  • Joan Alvares 2:00 pm em 06/05/2011 Permalink | Responder
    Tags: , , office 2.0, produtividade   

    Concha de caracol: 7 ferramentas que permitem levar seu escritório com você 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos.

    Image with "Attribution - No Derivatives" (by-nd) CC License (Vodafone Spain)

    5:49 da tarde. Eu comecei a escrever este post em Barcelona mas devo terminá-lo em Madri. Essa é a melhor coisa sobre viajar no AVE: você pode usar o tempo.

    Viajar de avião, por outro lado, utiliza duas dessas três horas em uma série de filas (o check-in, para passar pelo controle de passaporte, para embarcar, para colocar o seu casaco no armário do avião, para sair do avião, para recolher sua mala …). A hora a bordo não é muito mais produtiva: o assento é desconfortável e é impossível conseguir uma conexão de modo que a melhor opção que você tem é de dormir. Ou tentar.

    Como eu estava dizendo, eu estou escrevendo este artigo do meu escritório no primeiro trem, um escritório que agora está à uma velocidade de 175 quilômetros por hora e tem vista sobre o Llobregat.

    Estou no meu caminho para Segóvia, onde os organizadores do Publicatessen – um festival universitário de publicidade – que me convidaram para dar uma palestra.

    Pensando nisso, este é o meu segundo post na Zyncro e eu acho que seria útil esclarecer a pergunta que alguns de vocês fizeram, depois de ler o primeiro: quais são as ferramentas básicas para trabalhar na nuvem? Para responder a esta pergunta, eu fiz uma lista das 7 ferramentas básicas que qualquer trabalhador deve ter em mente para trabalhar em nuvem e que, naturalmente, você pode adicionar as suas sugestões. Aqui vai:

    • Mochila leve: eu uso uma Samsonite com alças. Elegante e à prova d’água, mas acima de tudo leve. Uma boa escolha que as minhas costas, previamente abusadas graças a mochilas pesadas, me agradecem a cada dia.
    • Laptop portátil: Minha compra mais recente é um MacBook Air de 11 inch Macbook Air.   Na minha opinião, o primeiro computador, fora os netbooks, que honra o termo “portátil”.
    • SIM Combinado: Uma solução que muitas operadoras oferecem para que você possa ter o seu celular pessoal e de sua empresa dentro de um mesmo aparelho. Eu uso o Vodadone MultiSIM, o que significa que posso ter meu telefone fixo em modo “escritório móvel” que me permite ter a minha linha fixa em qualquer lugar.
    • Tablet : Essencial para as viagens ou situações onde a tomada de um laptop não é tão confortável. Eu uso o Tab o Samsung Galaxy, que além do eBook e eCalendar, também funciona como um modem para o laptop. Os 9,7 cm do IPAD parecem um pouco excessivos, embora para ser justo, o Android está seguindo atentamente os passos da Apple.
    • Calendário sincronizado: Depois de tentar milhares de calendários online e estruturas organizadoras de tarefas GTD (Got To Do), eu não encontrei nada mais completo e capaz de personalizar que o Informant.  Agendas, tarefas, calendário, tudo em um e sincronizado.
    • Memória virtual: Estou me tornando cada vez mais fiel ao Evernote um ‘app’ ideal para capturar todas as ideias e pensamentos que mais tarde você quiser lembrar de uma forma organizada, quando você precisar deles, naquele exato momento. Como uma memória externa de nosso cérebro, em upload na nuvem.
    • Cabo de Extensão: Em muitos dos lugares que você pode trabalhar confortavelmente (por exemplo: Starbucks), há um problema: as tomadas são escassas. E às vezes elas estão sendo usadas ​​por outro trabalhador em nuvem. Uma maneira fácil, barata e simples de resolver esse “overbooking” de energia é o cabo de extensão que permitirá compartilhar a fonte de alimentação com todos os outros.

    NOTA: Este post não é patrocinado por nenhuma marca. Mas se você é um diretor de marketing de qualquer um dos produtos ou serviços acima mencionados e pretende enviar-me uma cesta de Natal, você pode contatar pelo e-mail joan@poko.ad

     

     
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