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  • Ana Asuero 9:00 am em 27/08/2013 Permalink | Responder
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    Gamification: estimule a participação de seus usuários na sua Rede Social Corporativa através do jogo 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Um dos maiores medos na hora de implementar uma Rede Social Corporativa é como convencer seus funcionários de utilizá-la e que sejam participativos?

    O sucesso de sua Rede Social Corporativa depende da estratégia definida, seu desenvolvimento e sua consolidação, fatores que deverão ser estipulados com antecedência com a equipe, mas existem outros fatores que podem ajudar a criar uma certa adição nos seus trabalhadores. Por que não fazê-lo através de dinâmicas de jogos?

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  • José Luis del Campo Villares 3:00 am em 01/08/2013 Permalink | Responder
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    As Redes Sociais Corporativas e a “presencialidade” nas nossas organizações 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Uma das maiores críticas nas empresas, junto com a “diplomitis”, é a “presencialitis“. Nossos chefes sempre valorizaram mais os funcionários que passam mais horas no trabalho, independentemente de sua produtividade, e encontram uma relação equivocada entre estar presente e o compromisso real que têm com a empresa.

    Por isso hoje quero falar sobre  as Redes Sociais Corporativas e como elas conseguem o compromisso verdadeiro dos trabalhadores.

    Um uso eficiente da Rede Social Corporativa está baseado no espírito de colaboração entre seus usuários, sua garra em melhorar a empresa e colaborar como um todo. O horário e a presença do trabalhador não são determinantes para estes elementos.

    Quando um membro fica sabendo algo interessante para a empresa, pode comunicá-lo através da rede em qualquer momento (imagine uma multinacional com escritórios em diferentes zonas horárias). O que importa não é ficar 15 horas ao dia conectado senão colaborar com informações importantes para sua equipe ou empresa.

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  • Zyncro PT 3:00 am em 25/06/2013 Permalink | Responder
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    Jesús Cepa, Diretor de Emite1TV: ‘Não poderíamos trabalhar sem uma Rede Social Corporativa. É como se me perguntasse se poderíamos trabalhar sem Internet’ 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Jesús Cepa é Diretor de Emite1TV, uma plataforma de televisão por internet. Possui uma equipe própria distribuída em vários países e colaboradores externos, o que exige que a coordenação de tarefas e o acesso comum aos materiais seja simples, prático e imediato.

    Como surgiu a necessidade de cogitar o uso de uma Rede Social Corporativa?

    A plataforma Emite1 se desenvolve num entorno digital e com uma equipe humana disseminada. Necessitávamos uma solução de comunicação e coordenação integral para toda a empresa, uma ferramenta que se encaixasse no entorno digital de nossa equipe e em suas máquinas.

    Qual é a funcionalidade de Zyncro que lhes parece a mais útil? Por quê?

    Nosso trabalho precisa estar sincronizado e a comunicação entre todos as equipes é constante. O início do trabalho de alguns depende do tempo que demora a finalização das tarefas de outros.

    Também é muito útil para o fluxo de arquivos pesados entre nós. Trabalhamos com vídeo e necessitamos um meio de transporte e armazenamento na nuvem integrado e de uma dimensão considerável.

    Qual foi o impacto de implantar uma Rede Social Corporativa no dia a dia da sua organização?

    Acredito que sem a rede social corporativa não teria sido possível seguir em frente. Os problemas vividos nos primeiros momentos do projeto foram suficientes para saber que dependemos totalmente desta ferramenta.

    Bastaram duas semanas de caos, entre emails com arquivos que iam de um lado para o outro e se encontravam em computadores em diferentes partes do mundo para decidirmos dar esse grande passo.

    Imagine que vocês amanhã deixassem de usar Zyncro. Há tarefas que não poderiam fazer sem Zyncro?

    Não poderíamos nem sequer trabalhar sem uma rede social corporativa. É o mesmo que se você me perguntasse se poderíamos trabalhar sem Internet. Não. Simplesmente Emite1 não existiria.

    E você? Já pensou em todos os processos que poderiam ser melhorados na sua empresa usando uma Rede Social Corporativa? Experimente Zyncro e descubra as vantagens de ser uma empresa social.


     
  • Matthieu Pinauldt 3:00 am em 19/06/2013 Permalink | Responder
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    [Whitepaper] Por que implementar uma Rede Social Corporativa? 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Você acha que sua empresa funciona bem e que neste momento não é preciso fazer nenhuma mudança na comunicação e na colaboração entre trabalhadores? Apesar do uso das Redes Sociais Corporativas estar cada vez mais abrangente, não vê claramente os benefícios que poderiam trazer para a sua empresa?

    Neste livro branco você vai descobrir 10 bons motivos para implementar uma Rede Social Corporativa para potencializar a colaboração, a comunicação, a produtividade e o  rendimento da sua empresa.

    Quando termine a leitura, só vai ficar em dúvida como dar o primeiro empurrão para começar a preparar a organização para ter uma Rede Social Corporativa. Não se preocupe, já tínhamos pensado nisso. Temos outro livro branco onde explicamos como convencer a direção da empresa e dar os primeiros passos.

    Baixe o manual e saiba quais são as 10 boas razões para você apostar em uma Rede Social Corporativa.

    As Redes Sociais Corporativas são atualmente uma das principais ferramentas incorporadas pelas empresas. A Deloitte prevê que próximo ao final de 2013, 90% das empresas da lista Fortune 500 terão uma Rede Social Corporativa implementada.

    Sabemos que o caminho que leva a uma empresa a tornar-se uma Empresa 2.0 significa uma mudança cultural e de procedimentos que nem sempre é fácil. Nossa missão é ajudar as organizações a dar esse passo e tirar o maior proveito do uso da Tecnologia Social aplicada aos ambientes corporativos.

    Neste documento você vai encontrar 10 bons motivos para se lançar a implementar uma Rede Social Corporativa na sua organização.

    1. Ajuda a harmonizar a cultura de empresa
    2. Melhora seus procedimentos
    3. Favorece a troca de conhecimento e habilidades
    4. Potencializa a gestão do conhecimento
    5. Motiva as equipes
    6. Favorece a inovação
    7. Aproxima os funcionários
    8. Melhora a mobilidade
    9. Conecta com as demais ferramentas utilizadas na empresa e organiza o fluxo de informação dentro de um único feed de atividades
    10. Aumenta a rentabilidade

    Baixe o whitepaper e descubra os benefícios de passar a ser uma empresa social.

    Talvez depois de lê-lo, você queira o nosso apoio para colocar em andamento o projeto. Entre em contato conosco e ajudaremos a fazer a sua Rede Social Corporativa ser um sucesso. Escreva para sales (@) zyncro.com.

    Matthieu Pinauldt (@mattpinauldt) é Diretor Regional de Marketing da Zyncro. Após várias experiências em grandes empresas e de transformar-se também em empresário, entrou na equipe de Zyncro para ajudar a desenvolver a  marca internacionalmente. É especialista em inovação e possui um Mestrado em Gestão da Inovação pela Universidade Paris Dauphine, ENS Cachan e Mines Paritech.


     
  • José Luis del Campo Villares 3:00 am em 04/06/2013 Permalink | Responder
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    Redes Sociais Corporativas: crescimento linear de pessoas e crescimento exponencial de talento 

    Tempo estimado de leitura: 9 minutos

    Uma das virtudes que pode ter uma organização na hora de aplicar uma adequada Rede Social Corporativa (RSC) é a de conseguir que diferentes pessoas da mesma dividam em um mesmo espaço conhecimentos e diferentes pontos de vista sobre uma mesma ideia.

    Talvez dois membros de uma organização nunca tenham partilhado ideias sobre um assunto em que trabalham ambos dentro de uma organização, tanto por circunstâncias físicas -por exemplo, porque os membros da organização trabalham em centros de trabalhos diferentes e com grande distância geográfica entre eles- ou por circunstâncias de tempo -já que cabe a possibilidade de que os turnos de  trabalho não coincidam nunca-.

    Neste contexto, pode dar-se a situação que membros de uma mesma organização que poderiam compartilhar conhecimentos com benefício tanto pessoais como para a sua empresa, nunca tenham entrado em contato nem compartilhado suas opiniões.

    A implantação de uma Rede Social Corporativa teria um papel fundamental nesta conjuntura, sendo um dos seus pontos principais, já que a soma linear das pessoas com determinados conhecimentos (talentos) acarretaria em um crescimento exponencial do talento na organização.

    Ao decidir implantar uma RSC na nossa organização, um dos principais objetivos deve de ser o de facilitar um espaço virtual colaborativo no qual diversos profissionais que trabalham em um produto, por exemplo, possam contribuir com a sua experiência e com ideias que beneficiarão a outros profissionais de sua área que estão trabalhando nesse produto em outros centros de trabalho e ainda a outros profissionais que trabalham neste produto desde outros meios.

    Parece algo mais complexo do que realmente o é e para isso nada melhor do que dar um exemplo para podermos observar como o crescimento resulta exponencial para a organização.

    Vamos supor que uma organização conta com sedes em diferentes partes do planeta como Europa, América do Norte e Ásia. Comercializam uma série de produtos e, neste exemplo, vamos considerar o produto A. Implantamos uma RSC para criar um ambiente de contato de profissionais de diferentes departamentos, por exemplo, os diretores de áreas.

    Quando um diretor da área de projeto de Ásia deste produto A entra na rede para compartilhar a experiência dos usuários finais que adquiriram esse produto, permite que o diretor de área de projeto de Europa e de América do Norte fiquem informados e possam trabalhar nesse produto para modificá-lo, se for o caso, fazendo melhorias que beneficiem seus clientes finais. Se nesse mesmo ponto de encontro participam também os diretores da área de marketing, eles poderão ver quais são os pontos fortes e poderão conseguir convencer o cliente final de todas as partes do mundo (marketing de apoio) para comprarem esse produto A. E se os diretores da área financeira também participam, poderão ver se existe a necessidade de aplicar diferentes preços ao produto em função da possível concorrência existente em cada parte do mundo.

    Com este simples exemplo podemos ver como o talento de um dos membros da organização, partilhado em um espaço comum aberto colaborativo, não só acarreta um crescimento linear do mesmo senão que também leva a um crescimento exponencial do talento que repercutirá em uma melhoria global da organização em diferentes escalas e conjuntamente. Isso é algo que dificilmente se consiga com um sistema tradicional de organização onde, com sorte, os departamentos se reúnem em uma convenção anual para expor suas ideias.

    A RSC que se implante precisa ter quatro pontos indispensáveis para que resulte uma verdadeira fonte de conhecimento colaborativo:
    • Aberta: isto é, que todos os membros da organização, com independência da área de trabalho dentro da mesma, mas que tenham o mesmo nível de responsabilidade hierárquica, possam entrar em qualquer momento para compartilhar uma ideia, um conhecimento,etc. algo que possa ser interessante para qualquer departamento e em qualquer parte da organização.
    • Colaborativa: que seja um ponto de encontro para debater e dividir conteúdos, não um espaço de rede social. Ou seja, implantar esta rede também requer cumprir alguns princípios de comportamento por parte dos seus participantes.
    • Atemporal: qualquer membro pode entrar para compartilhar algo que fique claramente definido para que os demais membros, quando decidam entrar, saibam sobre o tema e possam entrar a compartilhar, debater ou ampliar o conhecimento já deixado aqui por outro membro da organização.
    • Hierárquica: que a RSC implantada abra diferentes pontos de encontro onde possam participar diferentes profissionais de diferentes níveis de responsabilidade da organização.
    Como faria a implantação de uma RSC se eu fosse o responsável desta implantação na empresa?

    Primeiro, analisaria as atividades e departamentos que compõe a minha organização. Segundo, analisaria o nível hierárquico da minha staff. Terceiro, estabeleceria critérios que me permitissem criar diferentes pontos de encontro de profissionais da organização tanto em competências paralelas como transversais. Em outras palavras, por exemplo:

    • Pontos de encontro para os responsáveis de direção financeira, marketing, etc, compartilharem conhecimentos de vários centros de trabalho (competências paralelas).
    • Pontos de encontro para os mesmos níveis hierárquicos do mesmo centro de trabalho da organização compartilharem conhecimentos (competências transversais intracentros).
    • Pontos de encontro para os mesmos níveis hierárquicos de vários centros de trabalho compartilharem conhecimentos (competências transversais intercentros).

    Cada membro que entra a participar na RSC se responsabiliza de compartilhar seus conhecimentos em um ou mais dos centros implantados em função de a quem ele considere que lhe possam interessar.

    Claro está que isso implica formar previamente os participantes, mas o que também fica claro é que após implantado este sistema e esta RSC, o crescimento do talento dentro da organização é exponencial e não linear como o que  predomina nas organizações 1.0.

    Jose Luis del Campo Villares (@JoseLdelCampo) é Facilitador, Formador e Coach. Preocupa-se pelas pessoas e pela sua vida dentro das organizações; por isso é Consultor em Social Media e CEO de Socialmedia Network. Além de fazer diversas colaborações, escreve o seu próprio blog, recomendado pela Zyncro.

     
  • Carlos González Jardón 4:00 am em 30/04/2013 Permalink | Responder
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    As Redes Sociais Corporativas e a Gestão de Projetos 

    Tempo estimado de leitura: 9 minutos

    Nota do editor: Hoje queremos dar as boas-vindas para um novo autor do nosso blog. Ficamos surpresos com a clareza de seu primeiro artigo e isso nos fez estar ainda mais contentes com sua entrada ao nosso grupo de colaboradores. Carlos González Jardón é Consultor e Formador em Direção de Projetos. Com mais de 18 anos de experiência em TI, sua atividade abrange a Direção de Projetos TI e padrões de qualidade como CMMi. É Engenheiro Técnico em Informática pela Universidade de Vigo, Master Executive pelo ICAI/ICADE e Certificado PMP pelo Project Management Institute (PMI). Atualmente é Consultor em Gestão de Projetos na Tecnocom. Bem-vindo e obrigado!

    Vivemos em uma sociedade onde o acesso à informação deixou de ser um privilégio de poucos e foi democratizado. Nos dias atuais, e com um simples clique do mouse, podemos acessar uma grande variedade de dados através de múltiplas fontes: buscadores, periódicos online, blogs, redes sociais corporativas… A revolução tecnológica que estamos vivendo está produzindo uma revolução social e profissional no modo em que nos relacionamos com o nosso meio. A informação continua sendo importante, mas cada vez pesa mais o como acessamos/adquirimos esta informação.

    No nosso entorno, uma rede social corporativa pode se transformar em uma ferramenta de referência que nos permitirá reforçar alguns aspectos indispensáveis do nosso trabalho:

    • Rapidez. Tomada rápida de decisões.
    • Confiabilidade. Qualidade dos dados.
    • Colaboração. Compartilhar a informação.
    • Acessibilidade. Uma única fonte de dados, múltiplos dispositivos para consultá-los.

    O assunto é muito abrangente mas vamos abordar, brevemente, como pode ajudar-nos uma rede social corporativa a partir do ponto de vista da execução de projetos.

    Os Projetos e as Redes Sociais Corporativas

    Quando se trata de projetos, a comunicação é um dos fatores críticos em questão. Mas o que se entende por comunicação no âmbito de um projeto?

    Segundo a guia do PMBok® (corpo de conhecimento da gestão de projetos), que é uma das principais referências de todo diretor de projeto, a gestão da comunicação inclui todos os processos necessários para garantir a geração, coleta, distribuição, armazenamento e última disposição da informação do projeto, em forma e tempo determinados.

    Isto significa que o responsável de projeto deve estar confiante de que todos os interlocutores de seu projeto (stakeholders) possuem ou têm acesso, no momento apropriado, à informação requerida utilizando os meios mais adequados e eficazes. Isso é muito importante já que a gestão inadequada da comunicação e da informação em um projeto pode “aumentar” o tempo que o responsável do projeto investe em comunicar, distribuir, compartilhar e acessar à informação, podendo inclusive levar ao seu fracasso.

    Para que um responsável de projeto disponha constantemente da informação correta, precisa interatuar com sua equipe de trabalho, clientes, fornecedores, e quanto mais “próximo” estiver do trabalho que se está fazendo, melhor será a informação obtida. Basicamente, o responsável de projeto precisa ser SOCIAL com todos os Stakeholders de seu projeto e, cada vez mais, não bastam as capacidades sociais baseadas em uma interação “presencial”. Temos que buscar apoio em ferramentas que nos permitam gerir, de forma online/virtual, equipes multidisciplinares e multilocalizadas.

    Neste contexto, uma rede social corporativa pode ter um papel diferenciador. Se compartilhamos aspectos de nossa vida cotidiana, por que os membros de uma equipe de projeto não podem compartilhar, através de uma rede social corporativa, seus problemas, dúvidas e curiosidades relacionadas com as atividades que estão desenvolvendo no projeto? Essa atividade já está sendo realizada, em conversas de corredor, por telefone, mas é difícil ter um apoio documental das conclusões a que se chegaram. O uso de ferramentas colaborativas pode fazer surgir e documentar informação que de outra forma se perderia. Nas organizações mais voltadas para projetos, uma rede social corporativa pode agregar muito mais valor através do compartilhamento e acesso aos dados de forma prática e rápida.

    Benefícios das Redes Sociais Corporativas na Gestão de Projetos

    Apesar de que com certeza há muitas mais, estas são algumas das vantagens que poderíamos obter:

    Acesso rápido a uma das melhores fontes de conhecimento: a experiência da equipe.

    Os que têm um perfil de senior são uma excelente fonte de conhecimentos e esse conhecimento possibilita resolver as diferentes situações que surgem no dia a dia de um projeto. Atividades de coaching, mentoring, tutoria, formação ou resolução de dúvidas podem ser realizadas de modo bem dinâmico através de uma rede social corporativa.

    Repositório de informação e documentos do projeto.

    Embora este ponto já esteja coberto com muitas outras ferramentas, a rede social corporativa pode ser o ponto principal de acesso aos recursos compartilhados. Significaria transformar a atual intranet estática ou monodirecional (sempre focada partindo da empresa para o funcionário) em um entorno social e colaborativo ‘empresa-funcionário’ e ‘funcionário-funcionário’ (indo além de um simples site de perguntas e respostas).

    Reduzir o mal da “reunionitis”.

    Em muitas organizações há um excesso de reuniões pouco eficientes. É habitual terminarmos o dia com a sensação de não ter feito nada “produtivo”. Reuniões simples de troca de informação e para ficar por dentro dos acontecimentos, poderiam ser substituídas com breves reuniões virtuais (e-meetings): por exemplo, a situação de nosso projeto, resolução de dúvidas, etc. Estes e-meetings não substituirão as reuniões presenciais, mas as complementariam e as reduziriam ao mínimo imprescindível, já que o custo, tanto econômico como na relação custo-oportunidades (o que deixo de fazer) é muito elevado.

    Simplificar a gestão em entornos multi-site.

    Nos entornos onde o grupo de trabalho está localizado em diversas regiões de empresa ou de cliente (ou inclusive em situações de trabalho remoto), a rede social nos facilitará enormemente essa função de “compartilhar”, reduzindo, ou até mesmo eliminando, os problemas oriundos de não estarem localizados no mesmo lugar.

    Gestão postergada.

    Em muitas ocasiões sofremos constantes interrupções rápidas que quebram o nosso ritmo normal de trabalho. As redes sociais corporativas trazem a possibilidade de que essas pequenas interferências possar ser feitas através deste canal para poderem ser atendidas em outro momento; podendo inclusive ser resolvidas por qualquer membro da equipe de forma colaborativa, deixando constância de sua resolução no próprio “entorno social”.

    Nosso valor, cada vez mais, não está no que sabemos, mas na nossa capacidade de nos “atualizarmos” rapidamente (saber o que não sabemos, adquirir conhecimento) e na forma de compartilhar com nossos colegas.

    Neste cenário, uma rede social corporativa pode se transformar na ferramenta de trabalho perfeita, onde os diferentes stakeholders de nosso projeto podem interagir em função de seu papel, com independência de onde se encontram física ou temporariamente.

    O ambiente de trabalho é uma atividade nitidamente social na maior parte das vezes. Por que não utilizar redes sociais corporativas? Desta forma, compartilhar o conhecimento entre a equipe de projeto pode ser muito mais prático, embora, para consegui-lo, será necessária uma mudança cultural nas organizações.

     
  • Ana Asuero 4:00 am em 29/04/2013 Permalink | Responder
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    O futuro das empresas requer ser social, portátil e cloud: as chaves de Zyncro 

    Tempo estimado de leitura: 7 minutos

    Nota do editor: Hoje apresentamos para vocês este artigo escrito para Eurocloud, a Associação Espanhola de Empresas provedoras SaaS e Cloud Computing. Achamos que é interessante refletir sobre como o futuro das empresas será social, portátil e na nuvem.

    As empresas se encontram em um processo de transformação marcado pelas plataformas tecnológicas e definido pela harmonia entre social, mobilidade e cloud. Esses três pontos formam a sigla SoMoClo, conceito que oferece às empresas uma nova chance de transformar seus processos de negócio através de meios tecnológicos.

    A tendência SoMoClo é mais um indício do modo de transformação do consumo de tecnologia. Usamos aplicativos designados para se sincronizar na nuvem, compartilhar conteúdo nas redes sociais e, obviamente, para funcionar usando dispositivos portáteis.

    Isso também é válido no mundo empresarial. Muitos estão utilizando há muito tempo seus próprios dispositivos no trabalho; acessam as redes sociais para estar atualizados sobre o que está acontecendo no seu setor e ver o que está fazendo a concorrência, utilizam o armazenamento online para salvar e acessar os documentos corporativos em casa, sem precisar utilizar uma rede privada virtual. E tudo isso dentro de um panorama onde a tendência do BYOD (Bring Your Own Device) está aumentando, os equipamentos portáteis melhoram a cada dia e o cloud se transforma em algo mais fácil de abraçar.

    Alguns expertos consideram que dentro de pouco tempo os funcionários não pedirão simplesmente ter  smartphones melhores. Irão mais longe e pedirão acesso aos conteúdos através de seus aplicativos portáteis e que estes sejam de fácil acesso com as ferramentas que estão acostumados a utilizar. Os trabalhadores apenas estarão pedindo para usar no ambiente de trabalho as suas ferramentas prediletas, já utilizadas na sua vida privada.

    Com a explosão do Big Data (segundo IBM, geramos mais de 2.5 quintilhões de bytes ao dia), as empresas precisam transformar essa tendência dos consumidores em uma estratégia de transformação de seus processos de negócio. O SoMoClo chegou para ficar. O mundo já é social, portátil e cloud; as empresas não deveriam demorar para sê-lo, se entendemos o cloud como o modo de entrega, o social como o serviço compartilhado e a mobilidade como o acesso universal. Os líderes das organizações deveriam repensar seus processos porque o SoMoClo necessita ser integrado na empresa e representará o próximo capítulo da transformação de Internet, expandindo a colaboração para novos níveis de produtividade.

    As cifras já indicam uma mudança de tendência positiva. Segundo dados de IDC, 2012 representou um ponto de inflexão na implantação do modelo cloud nas empresas espanholas, duplicando sua porcentagem de penetração com relação ao ano anterior até chegar a 29%.

    As vantagens para as empresas de trabalhar na nuvem

    Os benefícios para as empresas de trabalhar na nuvem são fáceis de identificar. Entre outras razões, ajuda a reduzir custos e aumenta os níveis de serviço e de produtividade. De fato, foi estimado que o orçamento de cloud computing crescerá 25% até 2015. A tecnologia cloud é mais barata, mais usável, mais acessível, mais rápida e mais fácil de implementar. Além disso, faz os aplicativos mais portáteis e colaborativos.

    Zyncro ajuda as organizações a tirar mais partido das vantagens de trabalhar na nuvem

    Na Zyncro entendemos os benefícios empresariais do cloud e ajudamos as empresas no seu processo de transformação do modelo de negócio para fazê-lo social, portátil e na nuvem, graças à nossa plataforma.

    Por isso nos integramos com um grande número de serviços deste tipo, com o intuito de sempre ser a primeira plataforma de software social capaz de oferecer de maneira completamente integrada acesso a todo o conteúdo documental de uma organização.

    A Zyncro iniciou seu processo de centralização e socialização de documentos empresariais através da sua integração com o famoso SharePoint de Microsoft (novembro de 2011), o que acarretou na sua transformação em uma camada social, colaborativa, móvel e usável de grandes sistemas corporativos. Esta tendência integradora continuou com o vínculo de Zyncro com o pacote de Google Apps, especificamente o Google Calendar, Gmail (julho de 2012) e especialmente o Google Drive (setembro de 2012),  reforçando o processo de unificação tecnológica que a Zyncro tinha apostado desde o princípio com sua integração com outras Redes Sociais, aplicativos de produtividade na nuvem, ERPs ou inclusive sistemas de Business Intelligence. Há algumas semanas anunciamos nossa integração com Dropbox, o principal sistema de gestão de arquivos na nuvem e em breve lançaremos nossa integração com box.

    Nosso objetivo é continuar ajudando as organizações a tirar o máximo partido do seu potencial através do uso de tecnologia social aplicada ao âmbito da empresa. Com esta visão, continuamos nossa estratégia de agregação de fontes que albergam o conhecimento empresarial, buscando sempre melhorar a funcionalidade e a facilidade de nossa plataforma e com o objetivo de transformar-nos em uma das Redes Sociais Corporativas com maior capacidade de adaptação aos serviços mais populares da web social e do software empresarial.

    Ana Asuero (@aasuero) trabalha como Social Media Manager na Zyncro. É especialista em comunicação corporativa digital, meios sociais e social media marketing. No passado, trabalhou em projetos de comunicação corporativa institucional, planejamento de meios, estratégias em campanhas de publicidade e análise de audiências.

     
  • Gloria Diez 5:00 am em 08/04/2013 Permalink | Responder
    Tags: disposito móvel, , rede social corporativa, , redes sociais móveis,   

    O futuro móvel das redes sociais corporativas: 10 chaves 

    Tempo estimado de leitura: 6 minutos

    Nota do editor: Hoje estamos contentes por poder dar as boas-vindas a uma nova colaboradora de nosso blog. Gloria Díez (@globadoo) dirige a equipe de Wamba em Londres e de aí apoia a estratégia global de marketing e desenvolvimento de negócio internacional da companhia. Morou em muitas cidades do mundo, fala 6 línguas e tem um MBA em Internacionalização de negócios. É um prazer poder contar com ela na Zyncro. Bem-vinda!

    A forma de se socializar no mundo empresarial vai em direção às plataformas móveis. Como uma ferramenta a mais no mundo profissional, as redes sociais corporativas não escapam da febre portátil.

    1. As redes sociais corporativas móveis já são presente. O tráfico com dispositivos móveis está crescendo em todos os tipos de redes sociais. No nosso sistema Wamba, aproximadamente 30% dos usuários se conectam através da versão para dispositivos móveis usando o aplicativo Mamba para iPhone, Android e Windows. E a tendência aumenta a cada mês. Não precisamos ir muito longe para encontrar um bom exemplo no mundo corporativo: o aplicativo móvel de Zyncro e seus aplicativos personalizados para seus clientes, como o “App on”, para a gestão móvel da equipe de vendas de Telefónica em 14 países ou o da Câmara de Comércio de Barcelona, que conecta 15.000 empresas.

    2. 87% da população mundial tem um dispositivo portátil, sendo China o país do mundo com mais smartphones (246 milhões) seguido de Estados Unidos com 230 milhões. Nos últimos três anos, 300.000 aplicativos foram desenvolvidos e calcula-se que em 2017 o valor do mercado global de aplicativos será de 12 bilhões de libras. Espanha lidera a entrada de smartphones na Europa com 63%, na frente do Reino Unido (62%), da França (51 %), da Itália (51%) e da Alemanha (48 %) segundo ComScore.

    3. Já estamos viciados. Nokia informou que consultamos o telefone 150 vezes ao dia, ou seja, a cada seis minutos e meio durante as horas que estamos acordados.

    4. Meio natural de comunicação das novas gerações. Ou dito de outro modo: do futuro do mercado laboral. Segundo MMA España, 65% das crianças de 8 a 12 anos têm um celular, da mesma forma que 75% dos jovens com 13 a 17 anos. 45% dos usuários de redes sociais com dispositivos móveis são jovens de  18 a 30 anos, segundo IAB.

    5. Grande parte do uso de Internet nos smartphones é de caráter socializador. Na Espanha, segundo IAB, 56% das pessoas que acessam redes sociais o fazem também através de seu dispositivo móvel, o que significa um aumento de 47% em um ano. Segundo Comscore, na Europa, 30 % de usuários móveis acessaram uma rede social ou blog durante o segundo bimestre do ano passado, sendo que 36% eram espanhóis.

    6. Rápido crescimento da consulta do e-mail com o celular inteligente. A proporção de e-mails abertos em dispositivos móveis alcançou 41% na segunda metade de 2012 e vai encaminhada a superar a dos computadores de mesa já no final deste ano.

    7. O efeito “Double Screen”. Os dispositivos móveis se transformaram em um pequeno momento kit-kat para tirar os olhos do computador. E quem não tenha consultado o celular no trabalho “umas duas vezes”, que jogue a primeira pedra (ou jogue fora seu velho celular, deixe de se fazer de difícil e compre imediatamente esse smartphone).

    8. Conforto e autonomia. Para os colegas que passam o dia de reunião em reunião, ou para esse detalhe de última hora que nos lembramos em plena fila do cinema. O contato usando o celular inteligente é cômodo, sempre acompanha o usuário e não precisa necessariamente de uma rede wifi.

    9. As possibilidades de geo posicionamento. Sem dúvida, o maior benefício adicional de um celular inteligente na hora de se socializar é a possibilidade de localizar outras pessoas ao seu redor. Os serviços de localização possibilitam saber onde está um colega na rua antes de ir a encontrá-lo; receber avisos quando o amigo que você está esperando voltou para o seu escritório; saber onde está a showroom que seu colega está documentando com fotos ou ver de qual das filiais da sua multinacional um colega de trabalho, que você nunca viu pessoalmente, está atualizando a informação. O geo posicionamento também aparece como nova ferramenta de utilidade na gestão de recursos humanos.

    10. Será que os dispositivos móveis substituirão o computador no mundo profissional? Apesar de estar no auge, parece pouco provável que a comodidade de um computador de mesa possa ser substituível em qualquer ocasião. No entanto, em trabalhos de distribuição logística ou de vendas, o efeito poderia ser mais do que notável.

     
  • Andres Ortega 5:14 am em 02/04/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , rede social corporativa, rede social interna   

    Princípios arquitetônicos na implantação de uma Rede Social Corporativa 

    Tempo estimado de leitura: 7 minutos

    Quando reflito sobre o sentido, impacto, usabilidade, funcionalidade, essência e razão de ser da união destas três palavras: Rede, Social, Corporativa…, minha análise sempre conclui que estamos diante de uma das ferramentas organizativas mais potentes e transcendentais não do ponto de vista tecnológico e sim do cultural.

    Muitas organizações estão aderindo a essa nova onda que significa a implantação de uma Rede Social Corporativa sem analisar ou avaliar as implicações que estes desenvolvimentos poderiam chegar a ter em termos de transformação organizativa. Existe uma associação inquestionável entre Rede Social Corporativa e transformação cultural. Na empresa do s.XXI, uma depende da outra e vice-versa. No entanto, é preciso enfatizar que, neste caso, a ordem dos fatores sim que altera o resultado gerado pelo produto.

    Começar a casa pelo telhado

    É preciso entender que não se deve (nem se pode) implantar uma rede social interna com a finalidade de levar a uma transformação cultural.

    Um número considerável de empresas se jogou na aventura tecnológica da implantação de uma rede social equivocando-se ao pensar que se tratava precisamente de um projeto tecnológico e não de uma viagem de transformação organizacional. Aí está o primeiro erro de cálculo por parte de muitas organizações que achavam que o princípio da transformação cultural se daria a partir da implantação de uma rede social corporativa.

    Querer estimular a r-evolução organizativa para um modelo mais aberto, mais plural e mais participativo, através da implantação de uma rede social corporativa é começar a construir a casa pelo telhado. Uma rede social interna é provavelmente o modo mais eficaz para transportar os comportamentos e as interações associadas a um novo modelo de gestão. Trata-se sem dúvida de uma poderosa ferramenta que, bem consolidada e firme, poderia ser a engrenagem perfeita para levantar o peso dos processos e condutas organizativas habituais e ir progressivamente introduzindo uma nova forma de relação, um novo modo de gestão, mas não como o ponto de partida desse processo evolutivo na empresa.

    A base da Rede Social como meio de transformação

    No entanto, e como sucede com qualquer obra que não queremos que seja destruída  pelo vento, é preciso, com caráter prévio à construção, trabalhar uma base de cimento sólida, resistente, que inspire confiança e credibilidade para os que se moverão pelo edifício, para os habitantes dessa rede social. Estas são algumas chaves arquitetônicas básicas, essenciais para qualquer rede social corporativa cumprir seu propósito: ser o meio de transporte dos comportamentos de um novo modelo de gestão, sólido, sem rachaduras nem fissuras.

    – Desenvolver a cultura do diálogo e da conversa com caráter prévio à implantação. Se historicamente limitamos as conversas abertas e interagimos pouco com os nossos funcionários, o que nos leva a achar que contar com uma rede social fará os mesmos se comportarem de outro modo? A compartilhar e dialogar de forma diferente? É imprescindível que se marque e insira a cultura do diálogo antes da implantação. É a forma de assegurar que a rede social vai poder atingir o seu propósito.

    Designar a propriedade da rede social aos profissionais da organização. Não é congruente comprar um terreno, “urbanizar novos comportamentos”, construir o meio e depois pensar em guardar as chaves que dão acesso livre ao imóvel. O fluxo de inter-relacionamento e iniciativas que surjam através da rede social são bens comuns que favorecem a organização como um todo. Para conseguir maximizar o conhecimento gerado através da Rede Social Interna é preciso consolidar primeiramente que esta não é um coto privado senão uma propriedade aberta.

    Interiorizar e ancorar a vontade de transformar a organização. Provavelmente este é o pilar mais crítico neste processo arquitetônico. Trata-se da requalificação do terreno organizativo. Os órgãos de poder e a cúpula organizativa devem gerar o compromisso da vontade de transformar a organização antes da implantação de uma Rede Social Interna. É imperativo; se não existe este compromisso, a requalificação do terreno será fictícia e o meio de transporte, em forma de Rede Social, viajará vazio.

    Uma Rede Social Corporativa é muito mais do que uma ferramenta, é a engrenagem para transformar culturalmente, podendo ser decisiva no processo de transformação que muitas organizações estão passando nos dias de hoje.

    No entanto, é indispensável, previamente a sua implantação, que o cimento da cultura do diálogo esteja sólido,  que designe a propriedade do conhecimento gerado à organização como um todo e, acima de tudo, que a estrutura de comando adquira uma vontade nítida para iniciar um processo de transformação organizativa. Só então uma Rede Social Corporativa cumprirá seu propósito como engrenagem de transformação cultural e como veículo que transporta uma nova forma de interação e geração de conhecimento.

    Andrés Ortega (@Ander73) é especialista na área de Gestão de Pessoas. Atualmente é HR Director para Espanha, e responsável de Engagement para Europa em DAMCO, empresa do Grupo dinamarquês AP Moller Maersk. A equipe de Zyncro recomenda a leitura do seu Blog pessoal.

     
  • Sonia Ruiz 6:00 am em 26/03/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , , , , , rede social corporativa, , , ,   

    [Whitepaper] As chaves para convencer seus diretores de implementar uma rede social corporativa 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Você conhece os benefícios de implementar uma Rede Social Corporativa na sua empresa…

    Mas não sabe como convencer seu chefe?

    Então você está de parabéns! Porque hoje temos o prazer de apresentar o whitepaper colaborativo entre PrideCom e Zyncro com os argumentos básicos para convencer a Direção de incorporar uma rede social corporativa.

    Este documento metodológico é o primeiro de uma completa série de livros brancos que Zyncro, sua Rede Social Corporativa, apresentará durante os próximos meses em parceria com PrideCom, a primeira agência de comunicação interna 2.0 espanhola e uma das pioneiras a nível internacional.

    Neste whitepaper você vai encontrar:

    1. As dicas necessárias para abordar a fase de venda interna do projeto, focado especialmente em como argumentar os objetivos estratégicos e os benefícios que acarretará à organização
    2. Uma completa TUDO list para você não deixar nada na ponta do lápis
    3. Um lista dos mitos que você terá que encarar, junto com os contra-argumentos para vencê-los.

    Se você seguir os passos sugeridos, temos certeza de que  seu chefe terminará preguntando-lhe: Quando vamos começar?

    Baixe o manual e transforme-se em um dos primeiros a ter acesso à melhor ferramenta de venda interna de um projeto social: Zyncro & PrideCom Pensando em implementar uma Rede Social Corporativa mas… como convencer o seu chefe?

    Se depois de ler o documento você ficar achando que necessita apoio para construir a argumentação adaptada à sua organização, não deixe de entrar em contato conosco e faremos com que a sua venda interna seja um sucesso. Escreva para: fans (@) pridecom.es e nós cuidaremos com muita dedicação do seu caso.

    Graças a experiência de Zyncro com seus clientes e a experiência de PrideCom em transformação cultural, iremos publicando de modo conjunto as pautas metodológicas essenciais para que a implementação de sua rede seja um sucesso em qualquer caso.

    O primeiro passo é baixar o manual e, em seguida, colocar na prática suas ideias. Você vai ver o resultado positivo :-)

    “A atitude social influencia na conta de resultados”. Assim é como devemos apresentar o impacto que um projeto de digitalização do negócio pode chegar a ter para a Direção Geral, se o que queremos é que o abracem. Se você está pensando em levantar bandeira para uma iniciativa de transformação digital dentro de sua empresa, este livro branco é perfeito para você. Nele você vai encontrar conselhos práticos para abordar a etapa de influenciar a Direção, uma TUDO list completa, para você não deixar nada na ponta do lápis e uma lista de mitos que costumamos ter que encarar nas empresas que serão a coluna vertebral dos seus argumentos de venda interna.

    Com este documento você vai conseguir salvar a primeira etapa de adesão ao projeto social. Já na segunda etapa, terá o desafio de transformar seu chefe em um líder SuperCo, mas isso é assunto de outro episódio.

    Então, o que você está esperando? Clique aqui agora para baixar o livro branco: Pensando em implementar uma rede social corporativa mas… como convencer o seu chefe?

    Sonia Ruiz Moreno (@soniaruizmoreno) conta com mais de 12 anos de experiência em Comunicação Corporativa em âmbitos multinacionais, é fundadora de PrideCom, a primeira agência de Comunicação Interna 2.0  Mestrado em Comunicação Corporativa pela Université de Lille III na França, formada em Jornalismo pela Universidad Complutense de Madrid e membro do Conselho de Comunicação Interna de DIRCOM. Palestrante e docente de Comunicação Interna 2.0 em diversas Escolas de Negócios.

     

     
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