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  • Ana Asuero 9:00 am em 27/08/2013 Permalink | Responder
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    Gamification: estimule a participação de seus usuários na sua Rede Social Corporativa através do jogo 

    Tempo estimado de leitura: 3 minutos

    Um dos maiores medos na hora de implementar uma Rede Social Corporativa é como convencer seus funcionários de utilizá-la e que sejam participativos?

    O sucesso de sua Rede Social Corporativa depende da estratégia definida, seu desenvolvimento e sua consolidação, fatores que deverão ser estipulados com antecedência com a equipe, mas existem outros fatores que podem ajudar a criar uma certa adição nos seus trabalhadores. Por que não fazê-lo através de dinâmicas de jogos?

    (Mais …)

     
  • Zyncro PT 3:00 am em 25/06/2013 Permalink | Responder
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    Jesús Cepa, Diretor de Emite1TV: ‘Não poderíamos trabalhar sem uma Rede Social Corporativa. É como se me perguntasse se poderíamos trabalhar sem Internet’ 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Jesús Cepa é Diretor de Emite1TV, uma plataforma de televisão por internet. Possui uma equipe própria distribuída em vários países e colaboradores externos, o que exige que a coordenação de tarefas e o acesso comum aos materiais seja simples, prático e imediato.

    Como surgiu a necessidade de cogitar o uso de uma Rede Social Corporativa?

    A plataforma Emite1 se desenvolve num entorno digital e com uma equipe humana disseminada. Necessitávamos uma solução de comunicação e coordenação integral para toda a empresa, uma ferramenta que se encaixasse no entorno digital de nossa equipe e em suas máquinas.

    Qual é a funcionalidade de Zyncro que lhes parece a mais útil? Por quê?

    Nosso trabalho precisa estar sincronizado e a comunicação entre todos as equipes é constante. O início do trabalho de alguns depende do tempo que demora a finalização das tarefas de outros.

    Também é muito útil para o fluxo de arquivos pesados entre nós. Trabalhamos com vídeo e necessitamos um meio de transporte e armazenamento na nuvem integrado e de uma dimensão considerável.

    Qual foi o impacto de implantar uma Rede Social Corporativa no dia a dia da sua organização?

    Acredito que sem a rede social corporativa não teria sido possível seguir em frente. Os problemas vividos nos primeiros momentos do projeto foram suficientes para saber que dependemos totalmente desta ferramenta.

    Bastaram duas semanas de caos, entre emails com arquivos que iam de um lado para o outro e se encontravam em computadores em diferentes partes do mundo para decidirmos dar esse grande passo.

    Imagine que vocês amanhã deixassem de usar Zyncro. Há tarefas que não poderiam fazer sem Zyncro?

    Não poderíamos nem sequer trabalhar sem uma rede social corporativa. É o mesmo que se você me perguntasse se poderíamos trabalhar sem Internet. Não. Simplesmente Emite1 não existiria.

    E você? Já pensou em todos os processos que poderiam ser melhorados na sua empresa usando uma Rede Social Corporativa? Experimente Zyncro e descubra as vantagens de ser uma empresa social.


     
  • Matthieu Pinauldt 3:00 am em 19/06/2013 Permalink | Responder
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    [Whitepaper] Por que implementar uma Rede Social Corporativa? 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Você acha que sua empresa funciona bem e que neste momento não é preciso fazer nenhuma mudança na comunicação e na colaboração entre trabalhadores? Apesar do uso das Redes Sociais Corporativas estar cada vez mais abrangente, não vê claramente os benefícios que poderiam trazer para a sua empresa?

    Neste livro branco você vai descobrir 10 bons motivos para implementar uma Rede Social Corporativa para potencializar a colaboração, a comunicação, a produtividade e o  rendimento da sua empresa.

    Quando termine a leitura, só vai ficar em dúvida como dar o primeiro empurrão para começar a preparar a organização para ter uma Rede Social Corporativa. Não se preocupe, já tínhamos pensado nisso. Temos outro livro branco onde explicamos como convencer a direção da empresa e dar os primeiros passos.

    Baixe o manual e saiba quais são as 10 boas razões para você apostar em uma Rede Social Corporativa.

    As Redes Sociais Corporativas são atualmente uma das principais ferramentas incorporadas pelas empresas. A Deloitte prevê que próximo ao final de 2013, 90% das empresas da lista Fortune 500 terão uma Rede Social Corporativa implementada.

    Sabemos que o caminho que leva a uma empresa a tornar-se uma Empresa 2.0 significa uma mudança cultural e de procedimentos que nem sempre é fácil. Nossa missão é ajudar as organizações a dar esse passo e tirar o maior proveito do uso da Tecnologia Social aplicada aos ambientes corporativos.

    Neste documento você vai encontrar 10 bons motivos para se lançar a implementar uma Rede Social Corporativa na sua organização.

    1. Ajuda a harmonizar a cultura de empresa
    2. Melhora seus procedimentos
    3. Favorece a troca de conhecimento e habilidades
    4. Potencializa a gestão do conhecimento
    5. Motiva as equipes
    6. Favorece a inovação
    7. Aproxima os funcionários
    8. Melhora a mobilidade
    9. Conecta com as demais ferramentas utilizadas na empresa e organiza o fluxo de informação dentro de um único feed de atividades
    10. Aumenta a rentabilidade

    Baixe o whitepaper e descubra os benefícios de passar a ser uma empresa social.

    Talvez depois de lê-lo, você queira o nosso apoio para colocar em andamento o projeto. Entre em contato conosco e ajudaremos a fazer a sua Rede Social Corporativa ser um sucesso. Escreva para sales (@) zyncro.com.

    Matthieu Pinauldt (@mattpinauldt) é Diretor Regional de Marketing da Zyncro. Após várias experiências em grandes empresas e de transformar-se também em empresário, entrou na equipe de Zyncro para ajudar a desenvolver a  marca internacionalmente. É especialista em inovação e possui um Mestrado em Gestão da Inovação pela Universidade Paris Dauphine, ENS Cachan e Mines Paritech.


     
  • José Luis del Campo Villares 3:00 am em 04/06/2013 Permalink | Responder
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    Redes Sociais Corporativas: crescimento linear de pessoas e crescimento exponencial de talento 

    Tempo estimado de leitura: 9 minutos

    Uma das virtudes que pode ter uma organização na hora de aplicar uma adequada Rede Social Corporativa (RSC) é a de conseguir que diferentes pessoas da mesma dividam em um mesmo espaço conhecimentos e diferentes pontos de vista sobre uma mesma ideia.

    Talvez dois membros de uma organização nunca tenham partilhado ideias sobre um assunto em que trabalham ambos dentro de uma organização, tanto por circunstâncias físicas -por exemplo, porque os membros da organização trabalham em centros de trabalhos diferentes e com grande distância geográfica entre eles- ou por circunstâncias de tempo -já que cabe a possibilidade de que os turnos de  trabalho não coincidam nunca-.

    Neste contexto, pode dar-se a situação que membros de uma mesma organização que poderiam compartilhar conhecimentos com benefício tanto pessoais como para a sua empresa, nunca tenham entrado em contato nem compartilhado suas opiniões.

    A implantação de uma Rede Social Corporativa teria um papel fundamental nesta conjuntura, sendo um dos seus pontos principais, já que a soma linear das pessoas com determinados conhecimentos (talentos) acarretaria em um crescimento exponencial do talento na organização.

    Ao decidir implantar uma RSC na nossa organização, um dos principais objetivos deve de ser o de facilitar um espaço virtual colaborativo no qual diversos profissionais que trabalham em um produto, por exemplo, possam contribuir com a sua experiência e com ideias que beneficiarão a outros profissionais de sua área que estão trabalhando nesse produto em outros centros de trabalho e ainda a outros profissionais que trabalham neste produto desde outros meios.

    Parece algo mais complexo do que realmente o é e para isso nada melhor do que dar um exemplo para podermos observar como o crescimento resulta exponencial para a organização.

    Vamos supor que uma organização conta com sedes em diferentes partes do planeta como Europa, América do Norte e Ásia. Comercializam uma série de produtos e, neste exemplo, vamos considerar o produto A. Implantamos uma RSC para criar um ambiente de contato de profissionais de diferentes departamentos, por exemplo, os diretores de áreas.

    Quando um diretor da área de projeto de Ásia deste produto A entra na rede para compartilhar a experiência dos usuários finais que adquiriram esse produto, permite que o diretor de área de projeto de Europa e de América do Norte fiquem informados e possam trabalhar nesse produto para modificá-lo, se for o caso, fazendo melhorias que beneficiem seus clientes finais. Se nesse mesmo ponto de encontro participam também os diretores da área de marketing, eles poderão ver quais são os pontos fortes e poderão conseguir convencer o cliente final de todas as partes do mundo (marketing de apoio) para comprarem esse produto A. E se os diretores da área financeira também participam, poderão ver se existe a necessidade de aplicar diferentes preços ao produto em função da possível concorrência existente em cada parte do mundo.

    Com este simples exemplo podemos ver como o talento de um dos membros da organização, partilhado em um espaço comum aberto colaborativo, não só acarreta um crescimento linear do mesmo senão que também leva a um crescimento exponencial do talento que repercutirá em uma melhoria global da organização em diferentes escalas e conjuntamente. Isso é algo que dificilmente se consiga com um sistema tradicional de organização onde, com sorte, os departamentos se reúnem em uma convenção anual para expor suas ideias.

    A RSC que se implante precisa ter quatro pontos indispensáveis para que resulte uma verdadeira fonte de conhecimento colaborativo:
    • Aberta: isto é, que todos os membros da organização, com independência da área de trabalho dentro da mesma, mas que tenham o mesmo nível de responsabilidade hierárquica, possam entrar em qualquer momento para compartilhar uma ideia, um conhecimento,etc. algo que possa ser interessante para qualquer departamento e em qualquer parte da organização.
    • Colaborativa: que seja um ponto de encontro para debater e dividir conteúdos, não um espaço de rede social. Ou seja, implantar esta rede também requer cumprir alguns princípios de comportamento por parte dos seus participantes.
    • Atemporal: qualquer membro pode entrar para compartilhar algo que fique claramente definido para que os demais membros, quando decidam entrar, saibam sobre o tema e possam entrar a compartilhar, debater ou ampliar o conhecimento já deixado aqui por outro membro da organização.
    • Hierárquica: que a RSC implantada abra diferentes pontos de encontro onde possam participar diferentes profissionais de diferentes níveis de responsabilidade da organização.
    Como faria a implantação de uma RSC se eu fosse o responsável desta implantação na empresa?

    Primeiro, analisaria as atividades e departamentos que compõe a minha organização. Segundo, analisaria o nível hierárquico da minha staff. Terceiro, estabeleceria critérios que me permitissem criar diferentes pontos de encontro de profissionais da organização tanto em competências paralelas como transversais. Em outras palavras, por exemplo:

    • Pontos de encontro para os responsáveis de direção financeira, marketing, etc, compartilharem conhecimentos de vários centros de trabalho (competências paralelas).
    • Pontos de encontro para os mesmos níveis hierárquicos do mesmo centro de trabalho da organização compartilharem conhecimentos (competências transversais intracentros).
    • Pontos de encontro para os mesmos níveis hierárquicos de vários centros de trabalho compartilharem conhecimentos (competências transversais intercentros).

    Cada membro que entra a participar na RSC se responsabiliza de compartilhar seus conhecimentos em um ou mais dos centros implantados em função de a quem ele considere que lhe possam interessar.

    Claro está que isso implica formar previamente os participantes, mas o que também fica claro é que após implantado este sistema e esta RSC, o crescimento do talento dentro da organização é exponencial e não linear como o que  predomina nas organizações 1.0.

    Jose Luis del Campo Villares (@JoseLdelCampo) é Facilitador, Formador e Coach. Preocupa-se pelas pessoas e pela sua vida dentro das organizações; por isso é Consultor em Social Media e CEO de Socialmedia Network. Além de fazer diversas colaborações, escreve o seu próprio blog, recomendado pela Zyncro.

     
  • Manel Alcalde 5:00 am em 21/05/2013 Permalink | Responder
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    O poder dos vínculos fracos 

    Tempo estimado de leitura: 8 minutos

    Talvez pareça pouco sério mas, de alguma maneira, a comunicação de massas se inventou graças ao vinho. Quando no século XV Johannes Gutenberg inventou a prensa móvel moderna, o fez porque decidiu aplicar o conceito da prensa de rosca vitícola ao mundo da impressão de livros. Este negociante alemão criou um vínculo entre dois universos díspares e mudou o futuro da comunicação humana para sempre. Arthur Koestler dizia que o que diferencia os gênios não é a perfeição da sua obra e sim sua originalidade, “a abertura de novas fronteiras”. E Gutenberg soube abri-las.

    Histórias como esta são comumente usadas para exemplificar o importante que é para a inovação o contato interdisciplinar, a “contaminação” mútua de áreas “naturalmente desconectadas” ou com relações teoricamente “não imprescindíveis”. Apesar de que não temos a intenção de ser gênios, o nível de circulação e troca de ideias e conhecimento em uma organização limita seu potencial criativo e inovador.

    A sociologia deu apoio a este enfoque com trabalhos como os de Mark Granovetter, sociólogo norte-americano da Universidade de Stanford que em 1973 formulou sua teoria sobre “a força dos vínculos fracos”. Enquanto muitos modelos sistêmicos tinham até então trabalhado com grupos primários, pequenos e muito bem definidos (nos que prevaleciam as relações sólidas), Granovetter decidiu concentrar sua pesquisa na relação entre subgrupos ou subculturas com grandes diferenças e poucos laços. Embora a pesquisa tenha sido desenvolvida na década de 70 e estava voltada nas comunidades urbanas, suas conclusões seguem válidas para nosso tempo e costumam ser usadas para explicar o incrível potencial das redes sociais.

    A teoria de Granovetter defende que as relações entre sujeitos com vínculos fracos geram mais inovação que as relações mais constantes e entre indivíduos com maior afinidade. Isso se dá porque elas servem de ponte de transmissão de informação e de conhecimento entre comunidades fechadas e adicionam deste modo mais ingredientes na panela da inovação, necessitada por princípios de uma contínua circulação de ideias para produzir um bom caldo.

    Os grupos que estão muito unidos e que compartilham um sistema de valores costumam tender mais a chegar a um consenso sem questionar-se, cenário pouco frutífero para as ideias. “Quanto menor o número de contatos indiretos tenha alguém” – diz Granovetter – “mais encerrado estará em relação ao conhecimento do mundo além de seu círculo próprio de amigos“. Por outro lado, “as pessoas com quem estamos pouco vinculadas tendem a se mover em círculos diferentes ao próprio e, portanto, terão acesso a uma informação desigual à que nós recebemos”. Por lógica, continua Granovetter, “uma pessoa pode servir de ponte entre dois setores do sistema unicamente se seus vínculos com um ou com ambos são fracos”.

    Nisso está a paradoxa e o valor desses laços, que até então eram vistos pela sociologia de um modo muito diverso. Louis Wirth, sociólogo americano da escola de Chicago que pesquisou nos anos 30 as diferenças entre os modos de vida rural e urbano, concluiu que as relações entre indivíduos nas cidades eram de tipo secundário (puro “vínculo fraco”) e, portanto, superficiais e “causantes de alienação”. O enfoque de Granovetter acrescentou um matiz importante a essa visão, tentando explicar que essas relações “triviais” podem ser valiosas já que contribuem a romper barreiras estruturais profundamente anti-criativas.

    No mundo da empresa moderna, cultivar laços fracos está se transformando em algo de vital importância. A permeabilidade entre áreas e departamentos é mais do que um assunto de estilo em um momento em que a colaboração se impõe como o antídoto contra as dificuldades do dia a dia. Costuma-se bater o pé com a ideia de que os trabalhadores mais capazes de trazer soluções inovadoras são os que se lançam a compartilhar informação “além da sua ilha de mesas”, porque atuam como “pontes” e estabelecem esse tipo de vínculos fracos. Mas precisa ficar claro: para que isso aconteça, é importante que existam contextos que o facilitem.

    Nesse ponto entram no jogo, entre outros fatores, as redes sociais corporativas. Sem dúvida, são espaços de encontro entre as diferentes “subculturas” de uma companhia que podem dar asas a confluências inovadoras. No entanto, em organizações que estiveram instaladas muitos anos em um sistema de funcionamento tradicional, há barreiras que não se superam implementando um aplicativo ou redistribuindo o espaço. Como Ana Asuero bem disse em um artigo recentemente publicado aqui, as ferramentas não determinam se uma empresa é social ou não; isso é algo que está definido no ‘ser’ da companhia”.

    Os vínculos fracos têm um grande potencial inovador e as redes sociais corporativas estão aqui para facilitar a sua aparição, mas promovê-los e aproveitar todas suas possibilidades é um quesito de procedimentos e ainda, fundamentalmente, uma questão de cultura empresarial. A sua empresa está culturalmente preparada para potencializar estes vínculos fracos? O que andam fazendo? Contem para nós nos comentários!

    Fontes: GRANOVETTER, Mark S. (1973). “The strength of weak ties”, en American Journal of Sociology; vol 78, nº 6. (pp. 1360 – 1380). Johns Hopkins University (Traducción: Mª Ángeles García Verdasco).

    Manel Alcalde (@manelalcalde) é redator criativo e comunicador audiovisual. No seu blog pessoal, Nionnioff, escreve sobre o mundo da criatividade e da comunicação.

     
  • Carlos González Jardón 4:00 am em 30/04/2013 Permalink | Responder
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    As Redes Sociais Corporativas e a Gestão de Projetos 

    Tempo estimado de leitura: 9 minutos

    Nota do editor: Hoje queremos dar as boas-vindas para um novo autor do nosso blog. Ficamos surpresos com a clareza de seu primeiro artigo e isso nos fez estar ainda mais contentes com sua entrada ao nosso grupo de colaboradores. Carlos González Jardón é Consultor e Formador em Direção de Projetos. Com mais de 18 anos de experiência em TI, sua atividade abrange a Direção de Projetos TI e padrões de qualidade como CMMi. É Engenheiro Técnico em Informática pela Universidade de Vigo, Master Executive pelo ICAI/ICADE e Certificado PMP pelo Project Management Institute (PMI). Atualmente é Consultor em Gestão de Projetos na Tecnocom. Bem-vindo e obrigado!

    Vivemos em uma sociedade onde o acesso à informação deixou de ser um privilégio de poucos e foi democratizado. Nos dias atuais, e com um simples clique do mouse, podemos acessar uma grande variedade de dados através de múltiplas fontes: buscadores, periódicos online, blogs, redes sociais corporativas… A revolução tecnológica que estamos vivendo está produzindo uma revolução social e profissional no modo em que nos relacionamos com o nosso meio. A informação continua sendo importante, mas cada vez pesa mais o como acessamos/adquirimos esta informação.

    No nosso entorno, uma rede social corporativa pode se transformar em uma ferramenta de referência que nos permitirá reforçar alguns aspectos indispensáveis do nosso trabalho:

    • Rapidez. Tomada rápida de decisões.
    • Confiabilidade. Qualidade dos dados.
    • Colaboração. Compartilhar a informação.
    • Acessibilidade. Uma única fonte de dados, múltiplos dispositivos para consultá-los.

    O assunto é muito abrangente mas vamos abordar, brevemente, como pode ajudar-nos uma rede social corporativa a partir do ponto de vista da execução de projetos.

    Os Projetos e as Redes Sociais Corporativas

    Quando se trata de projetos, a comunicação é um dos fatores críticos em questão. Mas o que se entende por comunicação no âmbito de um projeto?

    Segundo a guia do PMBok® (corpo de conhecimento da gestão de projetos), que é uma das principais referências de todo diretor de projeto, a gestão da comunicação inclui todos os processos necessários para garantir a geração, coleta, distribuição, armazenamento e última disposição da informação do projeto, em forma e tempo determinados.

    Isto significa que o responsável de projeto deve estar confiante de que todos os interlocutores de seu projeto (stakeholders) possuem ou têm acesso, no momento apropriado, à informação requerida utilizando os meios mais adequados e eficazes. Isso é muito importante já que a gestão inadequada da comunicação e da informação em um projeto pode “aumentar” o tempo que o responsável do projeto investe em comunicar, distribuir, compartilhar e acessar à informação, podendo inclusive levar ao seu fracasso.

    Para que um responsável de projeto disponha constantemente da informação correta, precisa interatuar com sua equipe de trabalho, clientes, fornecedores, e quanto mais “próximo” estiver do trabalho que se está fazendo, melhor será a informação obtida. Basicamente, o responsável de projeto precisa ser SOCIAL com todos os Stakeholders de seu projeto e, cada vez mais, não bastam as capacidades sociais baseadas em uma interação “presencial”. Temos que buscar apoio em ferramentas que nos permitam gerir, de forma online/virtual, equipes multidisciplinares e multilocalizadas.

    Neste contexto, uma rede social corporativa pode ter um papel diferenciador. Se compartilhamos aspectos de nossa vida cotidiana, por que os membros de uma equipe de projeto não podem compartilhar, através de uma rede social corporativa, seus problemas, dúvidas e curiosidades relacionadas com as atividades que estão desenvolvendo no projeto? Essa atividade já está sendo realizada, em conversas de corredor, por telefone, mas é difícil ter um apoio documental das conclusões a que se chegaram. O uso de ferramentas colaborativas pode fazer surgir e documentar informação que de outra forma se perderia. Nas organizações mais voltadas para projetos, uma rede social corporativa pode agregar muito mais valor através do compartilhamento e acesso aos dados de forma prática e rápida.

    Benefícios das Redes Sociais Corporativas na Gestão de Projetos

    Apesar de que com certeza há muitas mais, estas são algumas das vantagens que poderíamos obter:

    Acesso rápido a uma das melhores fontes de conhecimento: a experiência da equipe.

    Os que têm um perfil de senior são uma excelente fonte de conhecimentos e esse conhecimento possibilita resolver as diferentes situações que surgem no dia a dia de um projeto. Atividades de coaching, mentoring, tutoria, formação ou resolução de dúvidas podem ser realizadas de modo bem dinâmico através de uma rede social corporativa.

    Repositório de informação e documentos do projeto.

    Embora este ponto já esteja coberto com muitas outras ferramentas, a rede social corporativa pode ser o ponto principal de acesso aos recursos compartilhados. Significaria transformar a atual intranet estática ou monodirecional (sempre focada partindo da empresa para o funcionário) em um entorno social e colaborativo ‘empresa-funcionário’ e ‘funcionário-funcionário’ (indo além de um simples site de perguntas e respostas).

    Reduzir o mal da “reunionitis”.

    Em muitas organizações há um excesso de reuniões pouco eficientes. É habitual terminarmos o dia com a sensação de não ter feito nada “produtivo”. Reuniões simples de troca de informação e para ficar por dentro dos acontecimentos, poderiam ser substituídas com breves reuniões virtuais (e-meetings): por exemplo, a situação de nosso projeto, resolução de dúvidas, etc. Estes e-meetings não substituirão as reuniões presenciais, mas as complementariam e as reduziriam ao mínimo imprescindível, já que o custo, tanto econômico como na relação custo-oportunidades (o que deixo de fazer) é muito elevado.

    Simplificar a gestão em entornos multi-site.

    Nos entornos onde o grupo de trabalho está localizado em diversas regiões de empresa ou de cliente (ou inclusive em situações de trabalho remoto), a rede social nos facilitará enormemente essa função de “compartilhar”, reduzindo, ou até mesmo eliminando, os problemas oriundos de não estarem localizados no mesmo lugar.

    Gestão postergada.

    Em muitas ocasiões sofremos constantes interrupções rápidas que quebram o nosso ritmo normal de trabalho. As redes sociais corporativas trazem a possibilidade de que essas pequenas interferências possar ser feitas através deste canal para poderem ser atendidas em outro momento; podendo inclusive ser resolvidas por qualquer membro da equipe de forma colaborativa, deixando constância de sua resolução no próprio “entorno social”.

    Nosso valor, cada vez mais, não está no que sabemos, mas na nossa capacidade de nos “atualizarmos” rapidamente (saber o que não sabemos, adquirir conhecimento) e na forma de compartilhar com nossos colegas.

    Neste cenário, uma rede social corporativa pode se transformar na ferramenta de trabalho perfeita, onde os diferentes stakeholders de nosso projeto podem interagir em função de seu papel, com independência de onde se encontram física ou temporariamente.

    O ambiente de trabalho é uma atividade nitidamente social na maior parte das vezes. Por que não utilizar redes sociais corporativas? Desta forma, compartilhar o conhecimento entre a equipe de projeto pode ser muito mais prático, embora, para consegui-lo, será necessária uma mudança cultural nas organizações.

     
  • Cristina Aced 5:00 am em 17/04/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , , redes sociais corporativas, Redes Sociales, relações públicas 2.0,   

    Relações públicas 2.0: 6 princípios que continuam e 4 ideias novas 

    Tempo estimado de leitura: 5 minutos

    Nota do editor: Hoje damos as boas-vindas como autora de nosso blog a Cristina Aced (@blogocorp), que vai nos falar sobre comunicação 2.0 e meios sociais. Estamos muito contentes pela sua participação. Obrigado Cristina!

    Existem seis princípios que qualquer responsável de comunicação deveria seguir:

    1. Dizer a verdade.
    2. Demostrá-lo com a atitude.
    3. Escutar o consumidor.
    4. Coordenar com visão de futuro.
    5. Realizar suas atividades de relações públicas como se toda a empresa dependesse disso.
    6. Manter a calma, ser paciente e conservar o bom humor.

    Na verdade, estes conselhos não são meus, mas de Arthur W. Page, que foi vice-presidente de relações públicas na American Telegraph and Telephone (AT&T) e contribuiu para o progresso das relações públicas modernas. Page foi um dos primeiros profissionais que entrou em uma empresa como responsável de comunicação, um costume muito normal na atualidade.

    Declarou estes princípios básicos no início do século XX, apesar de que poderiam ter sido escritos hoje mesmo. É um bom exemplo de que as bases da comunicação corporativa vão se mantendo e marcam a necessidade de conhecer a história para poder entender o presente (e o futuro).

    Em relações públicas há aspectos que seguem vigentes desde as origens mas também há outros que mudaram (como explico em Relações públicas 2.0. Como gerir a comunicação corporativa no ambiente digital S]). Com certeza a Internet e os meios sociais traçam um novo cenário comunicativo que é caracterizado por:

    • A conversa. Hoje em dia, os papéis de emissor e receptor se intercambiam continuamente. As empresas precisam deixar de se ver como simples emissoras de conteúdos e começar a escutar ativamente o seu público na Rede.
    • A colaboração aberta. Como diz Pierre Lévy, “ninguém sabe tudo, mas todo o mundo sabe algo”, e as novas plataformas digitais facilitam a troca de conhecimentos. Zyncro possibilita a criação de redes sociais corporativas que incentivam o trabalho colaborativo.
    • A economia da atenção. Vivemos cercados por um excesso de informação. Um exemplo: a cada minuto são somados 72 novas horas de vídeo em YouTube. Ter presença na Rede não é difícil, mas captar a atenção dos usuários não é fácil.
    • Os novos intermediários. Os meios sociais possibilitam alcançar os públicos de forma direta (algo fantástico para um comunicador!). No entanto, aparecem novos gatekeepers: as ferramentas sociais. Como explica Eli Pariser, estamos passando por um excesso de filtros. Tanto Google como Facebook aplicam filtros aos conteúdos que recebemos e muitas vezes não somos conscientes disso. Por exemplo, no Facebook veremos primeiro as atualizações das pessoas que normalmente clicamos mais ao “curtir” do que as atualizações de alguém que nunca interatuamos.

    Como vemos, os sites sociais oferecem novas oportunidades de comunicação e os profissionais das relações públicas precisam estar prontos para aproveitá-las. Claro que nem por isso podem esquecer os princípios básicos do bom comunicador: honestidade, veracidade, empatia… O que já foi dito pelo Arthur W. Page no princípio do século XX.

    Cristina Aced (@blogocorp) é jornalista e consultora de comunicação. Está especializada em meios digitais e publicou vários livros sobre este tema. O último livro chama-se “Relaciones públicas 2.0. Cómo gestionar la comunicación corporativa en el entorno digital” (Editorial da UOC, Universitat Oberta de Catalunya). Colabora como docente na Universitat Pompeu Fabra, na UOC e na Universitat Abat Oliba (todas em Barcelona), entre outras. Escreve desde 2006 em Blog-o-corp.

     
  • Bill Cushard 5:00 am em 10/04/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , , , redes sociais corporativas, redes sociales de empresa, vendas 2.0   

    Aperfeiçoe a formação em vendas com as Redes Sociais Corporativas 

    Tempo estimado de leitura: 9 minutos

    Nota do editor: Hoje temos o prazer de dar as boas-vindas a Bill Cushard (@billcush), novo autor de nosso Zyncro Blog. Bill é escritor, blogueiro e designer de experiências de aprendizagem (LX). Tem uma importante trajetória de destaque na criação de programas de aprendizagem que incorporam métodos de ensino semipresencial e social. Vocês podem segui-lo no Twitter ou no Google+.

    Segundo a ASTD (American Society for Training and Development), as empresas norte-americanas gastam ao ano 15 bilhões de dólares em cursos de formação de vendas que a maior parte do pessoal de vendas considera ineficazes ou pouco úteis. Este dado deveria deixar nervoso qualquer líder empresarial, já que lhes obriga a se perguntar o que estão recebendo em troca de um investimento tão pesado. E devemos levar em consideração que esta cifra corresponde apenas aos Estados Unidos, a quanto subiria se incluíssemos as empresas de todo o mundo? Devido ao enorme capital que cada ano é destinado à formação comercial, existe um grande interesse de resolver o problema dos resultados insuficientes que conseguem a formação em vendas nas empresas.

    A pergunta é: “Como podem as organizações melhorar sua estratégia de formação em vendas para aproveitar ao máximo o investimento de capacitar uma força de vendas que faça a empresa crescer?” Após consultar alguns estudos, acho que a esperança está no uso das Redes Sociais Corporativas.

    Os estudos demonstram o caminho através das Redes Sociais Corporativas

    Em 2012, um artigo da revista especializada Journal of Personal Selling and Sales Management sugeria que, no futuro, a formação comercial deveria ser personalizada, decidida de forma conjunta, voluntária, especialmente pensada para satisfazer as necessidades mútuas e oferecida de distintos modos. Consequentemente, os autores aconselhavam que as próximas pesquisas enfocassem no aproveitamento dos distintos métodos de tecnologia que existem, incluindo o social, já que poderiam contribuir para a melhoria na eficácia da formação em vendas.

    As Redes Sociais Corporativas podem satisfazer esta necessidade, por isso estou desenvolvendo um projeto de pesquisa para a minha tese que analisa a teoria social de aprendizagem de Etienne Wenger’s (1998). Quero descobrir se existe uma correlação entre a participação na Rede Social Corporativa dos vendedores recém contratados e os resultados de vendas. Ou, dito de outra forma; o lucro de uma empresa aumenta se a equipe de vendas de nova contratação participa nas atividades de aprendizagem social em dupla? Baseados na teoria social de aprendizagem, sim.

    Como aprendem as pessoas?: Uma teoria social de aprendizagem

    Um dos principais elementos da teoria social de aprendizagem é que as pessoas aprendem através de una dualidade de ida e volta entre a participação e a materialização. A participação se baseia em formar parte da comunicação, atividades ou eventos, e se refere tanto às pessoas individuais como aos grupos. A materialização é o processo através do qual a experiência de participação se torna sólida, em forma de recursos. Em outras palavras, o aprendizado ocorre quando se participa na conversa e existem recursos disponíveis sobre o tema em questão.

    O papel das Redes Sociais Corporativas

    As Redes Sociais Corporativas foram desenvolvidas para satisfazer completamente a necessidade de participação e de materialização. Se paramos para pensar, notamos que os membros de uma Rede Social Corporativa podem participar ininterruptamente em conversas que às vezes contêm links a recursos, o que ao mesmo tempo as transforma em recursos (conversas materializadas) às quais outras pessoas têm acesso.

    Portanto, se a formação é um processo contínuo para preparar a força de vendas e a aprendizagem acontece através de um processo contínuo de participação e materialização, as Redes Sociais Corporativas deveriam ser uma plataforma imprescindível para aproveitar ao máximo a força dedicada pela organização para a formação em vendas.

    “Como podemos fazê-lo?”, você pergunta

    Existem muitas maneiras de utilizar as Redes Sociais Corporativas para reforçar a formação em vendas. Para começar, propomos três:

    1. Encontre especialistas: Para as grandes ou médias empresas nem sempre é fácil encontrar a pessoa adequada, especializada exatamente no que necessitam. E passa a ser especialmente problemático quando se trata de organizações com escritórios no mundo todo. Graças às Redes Sociais Corporativas, é possível saber em que está especializada uma pessoa, esteja onde estiver, e não há a necessidade de conhecê-la previamente.

    2. Faça perguntas: Todo o mundo sabe como é ficar emperrado em um problema para o qual não encontra uma solução, seja em uma reunião de vendas, em uma ligação para apoio técnico ou em um grande projeto com novos sócios. Consultar as pessoas que se sentam ao seu lado é muito fácil, mas como saber a opinião dos trabalhadores de outros escritórios? E se você quiser perguntar algo para alguém que talvez nem conhece? Os membros da Rede Social Corporativa podem fazer perguntas a todas as pessoas da organização.

    3. Compartilhe recursos, conquistas e fracassos: Se você lê um artigo que explica uma mudança importante em um setor no qual a sua empresa comercializa, publique o link para que todos os membros da organização fiquem sabendo. Para a publicação ser ainda mais valiosa, adicione um comentário, explicando o seu ponto de vista, o que você vê de relevante. Este comentário pode estimular a participação de outras pessoas na conversa e desencadear um debate que influencie outros membros da equipe de vendas. Além disso, você pode compartilhar uma conquista que recentemente conseguiu provar com sucesso em uma nova técnica de vendas e que poderia beneficiar o grupo, ao que alguém pode adicionar um comentário explicando que essa mesma técnica não funcionou com ele. Outras pessoas poderiam fazer perguntas e decidir se para elas a técnica seria útil ou não, e como poderiam aplicá-la para o seu caso específico. Não existe nenhuma formação que possa seguir o ritmo acelerado destas interações.

    A formação em vendas não se baseia apenas no treinamento comercial

    A formação em vendas não se baseia simplesmente em treinar os vendedores. De fato, Forrester descreve a formação  em vendas como um processo contínuo que ensina os funcionários que estão em contato com os clientes (ou clientes potenciais) a aproveitar a conversa com eles. É verdade que o treinamento é indispensável, assim como os processos sistemáticos de vendas. Mas se você quer incentivar e manter um processo contínuo de capacitação de sua força de vendas, a Rede Social Corporativa precisa se transformar na infraestrutura fundamental de sua estratégia de formação em vendas. Claro, há empresas que dedicam muitos recursos para isso, mas preparar sua equipe de modo sustentável deveria ser uma prioridade.

    E você? Como utiliza sua Rede Social Corporativa para apoiar as ações de formação em vendas? Compartilhe sua experiência nos comentários. A força de vendas de Telefónica de América Latina utiliza Zyncro é o nosso melhor exemplo.

     
  • Gloria Diez 5:00 am em 08/04/2013 Permalink | Responder
    Tags: disposito móvel, , , redes sociais corporativas, redes sociais móveis,   

    O futuro móvel das redes sociais corporativas: 10 chaves 

    Tempo estimado de leitura: 6 minutos

    Nota do editor: Hoje estamos contentes por poder dar as boas-vindas a uma nova colaboradora de nosso blog. Gloria Díez (@globadoo) dirige a equipe de Wamba em Londres e de aí apoia a estratégia global de marketing e desenvolvimento de negócio internacional da companhia. Morou em muitas cidades do mundo, fala 6 línguas e tem um MBA em Internacionalização de negócios. É um prazer poder contar com ela na Zyncro. Bem-vinda!

    A forma de se socializar no mundo empresarial vai em direção às plataformas móveis. Como uma ferramenta a mais no mundo profissional, as redes sociais corporativas não escapam da febre portátil.

    1. As redes sociais corporativas móveis já são presente. O tráfico com dispositivos móveis está crescendo em todos os tipos de redes sociais. No nosso sistema Wamba, aproximadamente 30% dos usuários se conectam através da versão para dispositivos móveis usando o aplicativo Mamba para iPhone, Android e Windows. E a tendência aumenta a cada mês. Não precisamos ir muito longe para encontrar um bom exemplo no mundo corporativo: o aplicativo móvel de Zyncro e seus aplicativos personalizados para seus clientes, como o “App on”, para a gestão móvel da equipe de vendas de Telefónica em 14 países ou o da Câmara de Comércio de Barcelona, que conecta 15.000 empresas.

    2. 87% da população mundial tem um dispositivo portátil, sendo China o país do mundo com mais smartphones (246 milhões) seguido de Estados Unidos com 230 milhões. Nos últimos três anos, 300.000 aplicativos foram desenvolvidos e calcula-se que em 2017 o valor do mercado global de aplicativos será de 12 bilhões de libras. Espanha lidera a entrada de smartphones na Europa com 63%, na frente do Reino Unido (62%), da França (51 %), da Itália (51%) e da Alemanha (48 %) segundo ComScore.

    3. Já estamos viciados. Nokia informou que consultamos o telefone 150 vezes ao dia, ou seja, a cada seis minutos e meio durante as horas que estamos acordados.

    4. Meio natural de comunicação das novas gerações. Ou dito de outro modo: do futuro do mercado laboral. Segundo MMA España, 65% das crianças de 8 a 12 anos têm um celular, da mesma forma que 75% dos jovens com 13 a 17 anos. 45% dos usuários de redes sociais com dispositivos móveis são jovens de  18 a 30 anos, segundo IAB.

    5. Grande parte do uso de Internet nos smartphones é de caráter socializador. Na Espanha, segundo IAB, 56% das pessoas que acessam redes sociais o fazem também através de seu dispositivo móvel, o que significa um aumento de 47% em um ano. Segundo Comscore, na Europa, 30 % de usuários móveis acessaram uma rede social ou blog durante o segundo bimestre do ano passado, sendo que 36% eram espanhóis.

    6. Rápido crescimento da consulta do e-mail com o celular inteligente. A proporção de e-mails abertos em dispositivos móveis alcançou 41% na segunda metade de 2012 e vai encaminhada a superar a dos computadores de mesa já no final deste ano.

    7. O efeito “Double Screen”. Os dispositivos móveis se transformaram em um pequeno momento kit-kat para tirar os olhos do computador. E quem não tenha consultado o celular no trabalho “umas duas vezes”, que jogue a primeira pedra (ou jogue fora seu velho celular, deixe de se fazer de difícil e compre imediatamente esse smartphone).

    8. Conforto e autonomia. Para os colegas que passam o dia de reunião em reunião, ou para esse detalhe de última hora que nos lembramos em plena fila do cinema. O contato usando o celular inteligente é cômodo, sempre acompanha o usuário e não precisa necessariamente de uma rede wifi.

    9. As possibilidades de geo posicionamento. Sem dúvida, o maior benefício adicional de um celular inteligente na hora de se socializar é a possibilidade de localizar outras pessoas ao seu redor. Os serviços de localização possibilitam saber onde está um colega na rua antes de ir a encontrá-lo; receber avisos quando o amigo que você está esperando voltou para o seu escritório; saber onde está a showroom que seu colega está documentando com fotos ou ver de qual das filiais da sua multinacional um colega de trabalho, que você nunca viu pessoalmente, está atualizando a informação. O geo posicionamento também aparece como nova ferramenta de utilidade na gestão de recursos humanos.

    10. Será que os dispositivos móveis substituirão o computador no mundo profissional? Apesar de estar no auge, parece pouco provável que a comodidade de um computador de mesa possa ser substituível em qualquer ocasião. No entanto, em trabalhos de distribuição logística ou de vendas, o efeito poderia ser mais do que notável.

     
  • Philipp Rosenthal 10:33 am em 27/04/2012 Permalink | Responder
    Tags: , , redes sociais corporativas,   

    Novas tendências da empresa social na Europa 

    Tempo estimado de leitura: 4 minutos

    Nota do editor: Como sabem, na semana passada estivemos em Berlim, participando no INTRA.net Reloaded, um encontro que analisou as tendências, estratégias e desafios para a gestão de intranets e redes sociais corporativas no ambiente digital em constante mudança em que nos encontramos atualmente, com a participação de altos executivos de toda Europa, entre os quais o nosso CEO, Lluís Font.

    O artigo de hoje é de Philipp Rosenthal, participante do Intra.NET Reloaded e diretor de área de soluções de Tieto, além de ser um entusiasta da empresa 2.0. Em seu blog “DesireIT”, ele fez um relato sobre o encontro e aqui no ZyncroBlog estamos publicando uma versão resumida. Obrigado Philipp!

    Em um número crescente de empresas, a “intranet” é vista cada vez mais como um possível ponto de partida para a criação de um espaço de trabalho operacional. A otimização do acesso à informação e a transparência, bem como motivar a colaboração, são fatores fundamentais neste momento. Mesmo assim, não existe ainda um modelo a ser seguido. No entanto, os pensamentos e convicções vão na direção certa e os responsáveis das empresas estão começando a ser mais firmes em sua vontade de ajudar os funcionários a atingir suas metas.

     

    Conectando empresas e clientes

    Um número crescente de empresas está implementando serviços para conectar seus clientes com a organização. Seja porque tenham o intuito de prestar um serviço ou porque apostem pela tentativa de melhorar e inovar conjuntamente: a barreira entre a empresa e o cliente parece estar menos sólida.

    Aumentar o valor e a participação nos serviços internos

    Embora a maioria dos portais internos ainda servem somente como canais de distribuição de informação e comunicação corporativa, dispor da informação certa, no momento adequado e para o usuário certo, com a finalidade de propiciar um apoio verdadeiro ao seu trabalho, é um objetivo que algumas empresas já começam a perseguir. Os diretores estão começando a ser muito mais conscientes da importância de renovar a arquitetura da informação e as taxonomias dentro da empresa.

    A tendência é clara: as intranets atuais deverão se tornar espaços de trabalho com valor adicionado.

    Sensibilização para o gerenciamento ativo da mudança

    Orientar os funcionários para a mudança através de campanhas de marketing ou de community managers é a ordem do dia, já que o processo de mudança para a comunicação interna 2.0 precisa uma gestão e implementação ativa para ser bem sucedida.

    Fazer as perguntas certas

    O que ainda é um desafio é a maneira de calcular o ponto de partida adequado: durante o Intra.NET Reloaded, a sensação foi que o pensamento enfocado no usuário ainda é subordinado à busca da ferramenta apropriada. A tendência, no entanto, é sem dúvida centrar cada vez mais nos usuários, nas pessoas.

    Conclusão

    O futuro da informação e do conhecimento dos trabalhadores vê mais luz no fim do túnel que há três anos. Para liberar o potencial que atualmente está escondido nos cérebros das pessoas com talento, as redes dentro das organizações deverão criar novas formas de distribuição, recuperação e enriquecimento da informação. Inspirar-se nos meios de comunicação social e comercial talvez seja uma boa ideia, já que na conferência foram feitas várias referências nesse sentido.

    Resumindo: descentralizar, simplificar, assessorar e treinar… e ser agradável para os usuários.

     

     
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